História Sociopathy - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~OnlyLoveFH

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Assassinato, Fifth Harmony, Serial Killer, Suspense
Exibições 19
Palavras 3.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Suspense, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoas!!
Primeiramente (FORA TEMER - JESS) gostaríamos de pedir desculpas pela demora. Estamos passando por algumas mudanças, mas tudo será resolvido! (Aeeee)
Para quem não sabe (E ninguém sabe pq eu ainda não falei) meu nome é Jessy!
Jess e eu resolvemos montar uma dupla dinâmica (PINK E CÉREBRO KKKK - JESS) e o próximo passo é tentar dominar o mundo (Sqn).

Sem mais delongas, vamos ao capítulo!! Espero que gostem e comentem o que estão achando \o/

Capítulo 3 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Sociopathy - Capítulo 3 - Capítulo 2

POV CAMILA

 

 

Assim que encerrei a ligação do departamento iniciei outra, só que dessa vez com a Normani. Sabia que ela também iria buscar Ally na clínica, mas ela era como uma espécie de braço direito no departamento e se o caso era tão sério como parecia não confiaria em outra pessoa além dela para acompanhá-lo.

 

Coloquei o celular no ouvido e após o terceiro toque Mani atendeu a ligação.

 

- Oi Mila, você deve estar me ligando pra lembrar de buscar a Ally mas eu já estou saindo de casa agora. Encontro vocês na clínica.

 

- Não Bear, na verdade estou te ligando pra pedir que me acompanhe até o departamento. Me ligaram de lá agora a pouco e parece que o caso é sério, caso contrário não me ligariam na minha folga.

- Mas Mila.. É importante para DJ que estejamos lá com ela e Ally nesse momento.

- Eu sei Bear, mas é realmente importante e não confio em outra legista que não seja você. Por favor, encontramos com elas no almoço.

- Ok… Após uma declaração dessa é impossível recusar alguma coisa. Já estou saindo de casa, passo ai na Camren house em alguns minutos.

- Você é ridícula Bear - disse rindo - ta bom estarei te esperando.

 

Entrei no meu quarto para vestir uma roupa mais apropriada, peguei meu distintivo, arma e óculos escuros, até que ouvi a buzina do carro da Normani e fomos em direção ao departamento.

 

No caminho contei pra Mani sobre a discussão que tive com Lauren pela manhã e ela me aconselhou a apenas relevar pois todas essas brigas estavam desgastando cada dia mais o nosso relacionamento. Falamos sobre Ally e de como nos sentimos culpadas por não poder estar junto com ela e Dinah nesse momento. E de muitas outras coisas, afinal papo era o que não faltava com a gente.

Chegando ao departamento, não tivemos tempo nem mesmo de entrar em minha sala, Louis veio quase correndo em nossa direção.

 

- Estava esperando por vocês. Uma jovem foi encontrada morta, no sofá da casa dela. O marido encontrou o corpo. Uma equipe já foi enviada para lá.

 

- Morta no sofá da sala? - Normani perguntou enquanto voltávamos para o estacionamento e entramos em uma das viaturas.

- Ele disse que estava indo para a cozinha, como faz todas as manhãs e a encontrou dormindo no sofá. Pensou que ela tinha chegado bêbada de alguma farra e tivesse dormido por lá mesmo, mas quando foi acordá-la, percebeu que ela estava morta. - Louis nos esclareceu enquanto corríamos para o local.

 

Devido a movimentação da nossa primeira equipe a chegar na casa, vários curiosos se aglomeravam do outro lado da rua, contidos apenas pelo cordão de isolamento. Estacionamos a viatura próxima a casa e entramos no local procurando por Harry.

 

 

- Cabello, Kordei, que bom que chegaram. - Harry veio ao nosso encontro com uma caderneta nas mãos pronto para me passar o que já tinha averiguado. - A jovem se chama Ariana, 25 anos, casada, sem filhos. Ela e o marido almoçaram juntos ontem e foi a última vez que ele a viu com vida. Aparentemente ela saiu do trabalho tarde ou foi para alguma festa.

 

 

Enquanto Harry falava, dei uma olhada no local onde encontraram o corpo. A sala estava perfeitamente arrumada. No canto da sala um arranjo de flores, no centro uma mesa com algumas revistas de fofoca. O corpo da jovem estava deitado no sofá, as mãos sobre o peito, ela realmente parecia dormir. Os peritos terminavam de tirar as últimas fotos quando me aproximei colocando minhas luvas.

 

 

- Conseguiram notar algo estranho? Alguma marca visível?

 

- Nenhuma. - Peter respondeu. - Não há marcas de facada ou de tiro. A única alteração visível no corpo, a princípio, é na garganta.

 

Direcionei meu olhar para a garganta da jovem e percebi que estava costurada. Pontos perfeitos, pareciam ter sido feitos por mãos habilidosas, mãos de um médico ou alguém muito treinado para aquilo.

 

O marido da jovem estava sentado na cozinha, tomando o que parecia ser água com açúcar, parecia nervoso, assustado. Mas ainda era um suspeito para mim.

 

- Normani, o que acha? - Me virei para encarar Mani, aguardando sua avaliação profissional.

 

- Vou precisar realizar o exame completo, Camila, mas analisando a face inchada, lábios arroxeados, ela pode ter sido estrangulada.

- Terminamos, detetive - Paul, um dos peritos, veio até mim. - Coletamos as impressões digitais dos principais locais. Vamos fazer a análise e te envio até a tarde.

- Terminamos aqui também - Peter se levantou com a câmera na mão.

- Ótimo, vamos remover o corpo. Normani, confio em você - Mani me direcionou o olhar mais profissional do mundo, aquele olhar de quem diz “Pode deixar comigo”. - Vamos nos reunir na minha sala em quarenta minutos. Quero as fotos prontas. Quanto tempo para a análise das digitais?

- No máximo até depois do almoço. - Respondeu Paul.

- Ótimo, vou falar com o marido agora.

 

Me encaminhei para a cozinha, onde o marido da vítima continuava sentado em uma das cadeiras da cozinha.

 

 

- Bom dia, senhor…

 

- Malcolm McCormick - Respondeu o homem, ainda atordoado. No rosto, marcas visíveis de que ele tinha chorado. - Vai encontrar quem fez isso com ela, certo?

- Faremos o nosso trabalho, senhor McCormick. Por hora, preciso que o senhor me acompanhe até a delegacia. - O homem, que olhava algum ponto atrás de mim, me encarou com espanto.

- Delegacia? Porque eu tenho que ir?

- Acalme-se, só preciso pegar o seu depoimento. - Era impressão minha ou ele estava mais nervoso e até com um pouco de medo?

- Certo. - Ele disse concordando com a cabeça e se levantando.

    

O corpo foi colocado em um dos sacos para cadáveres e retirado da sala. Os curiosos ainda estavam do lado de fora da casa e começaram a falar cada vez mais alto quando minha equipe e eu saímos, acompanhando o Sr. McCormick até uma das viaturas. O caminho até a delegacia não era longo, o trânsito incrivelmente ajudou.

Em alguns minutos eu estava na sala de depoimentos, com o marido da vítima. Ele não conseguia esconder a agitação. Me sentei em sua frente colocando o gravador na mesa entre nós dois. Louis permanecia ao meu lado, atento. O corpo já estava sob os cuidados de Normani e sua equipe.

 

- Muito bem, Sr. McCormick, farei algumas perguntas ao senhor. Tente responder de maneira tranquila e mais sincera possível, está bem?

 

 

Eu olhava para o homem à minha frente com determinação e uma pitada de pena que eu não deixava transparecer. Às vezes na minha profissão, nós deixamos o lado humano de lado, nos tornamos duros demais, mas qualquer fraqueza e podemos cair.

 

 

- Pode perguntar, detetive. - Ele disse enquanto me olhava, como se tentasse deixar claro que ela não tinha culpa de nada. Eu liguei então o gravador e iniciei o interrogatório.

 

- Qual foi a última vez que o senhor viu sua esposa com vida?

- Nós almoçamos juntos ontem, perto do trabalho dela.

- Notou algo diferente?

- Ela parecia um pouco apreensiva, mas não perguntei. Imaginei que fosse coisa do trabalho.

- Onde sua esposa trabalhava? Ela tinha uma boa relação com o chefe?

- Em um escritório de advocacia. Ela nunca reclamou de nada, o trabalho era bem estressante, mas o chefe era apenas um chefe. Nunca falou nada demais sobre ele.

- O que o senhor fez ontem após almoçarem juntos?

- Eu voltei ao trabalho. Saí às 6pm e alguns amigos me chamaram para beber algo rápido. Era aniversário de um deles. Eu sabia que Ariana ficaria até mais tarde no trabalho, ela sempre fica. Eu cheguei em casa por volta das 11 pm, tomei um banho, deitei e dormi.

 

“Ela sempre fica”. Ele claramente tinha dito aquela parte com um certo rancor, uma mágoa mal disfarçada. Olhei rapidamente para Louis e ele me encarou como se também tivesse percebido.

 

 

- Sr. McCormick, sabe me dizer se sua esposa tinha um amante? - Um misto de raiva, mágoa e desprezo passou por seu olhos antes que o tom ameno e cansado retornasse.

 

- Eu tenho apenas desconfianças. Ela chegava muito tarde, alegava que estava trabalhando, mas quem fica trabalhando até de madrugada? - Ali estava um assunto que ele realmente não se sentia confortável para tratar.

- Sua esposa fez alguma cirurgia na garganta recentemente? - Perguntei lembrando dos pontos perfeitamente costurados na garganta da vítima.

- Não. Aquilo não estava na garganta dela ontem.

 

Eu segui com o interrogatório ainda por alguns minutos. Cada vez estreitando mais os laços. O marido trabalhava em uma Imobiliária e parecia não ter a menor noção de como fazer uma sutura, mas claro que ele ainda não tinha saído da minha lista de suspeitos.

 

Pouco tempo depois dispensei o marido sugerindo que ele fosse para casa e procurasse se acalmar e dormir um pouco. De qualquer forma eu duvido que ele conseguiria. Reuni a equipe de investigação na minha sala, com exceção de Mani que estava realizando a autópsia.

- Muito bem pessoal, temos um grande caso aqui. Precisamos de atenção total, qualquer deslize e podemos deixar passar algo importante. Vamos as fotos, Peter?

 

Peter se aproximou da mesa com um envelope de fotos e colocou uma a uma na superficie plana. Todos os principais pontos estavam enumerados nas imagens, mas elas não nos diziam muita coisa. Como eu já havia reparado, a sala estava intacta. A roupa não estava rasgada e não era possível ver nenhuma gota de sangue. Parece que a primeira avaliação de Mani estava certa.

 

Alguns minutos depois, Paul chegou com uma parcial sobre o exame de digitais que ele só poderia concluir com total certeza a tarde, mas aquilo já adiantava nosso serviço, ou não, afinal, nenhuma digital foi encontrada além das digitais dos donos da casa.

 

- Primeira suspeita, ou foi o marido, ou quem fez isso é muito bom em ocultar provas.

 

 

    

 

Eu continuava sentada em minha cadeira olhando atentamente para as fotos. O corpo tinha sido cuidadosamente colocado no sofá. Deitado, mãos no peito, como se estivesse dormindo. Roupa intacta, nos pés ainda estava a sandália de salto que segundo o marido ela tinha usado aquele dia para ir trabalhar. Quem faria aquilo?

Em uma das fotos, uma que mostrava o corpo por inteiro, possibilitando ver melhor sua posição, notei no chão, ao lado do sofá a bolsa da vítima. Peguei a foto e levantei a cabeça, olhando para Louis, o único que ainda permanecia na sala.

 

- A bolsa. Onde está a bolsa?

 

 

Ele rapidamente se levantou e pegou a bolsa na caixa de evidências que estava em cima de outra mesa. Abri verificando seu conteúdo, aparentemente tudo estava lá. A carteira com todos os documentos e cartões de crédito, dinheiro, maquiagem, celular. A mínima suspeita de latrocínio acabava de ser descartada.

 

Eu ainda estava procurando entre os pertences algo que pudesse nos levar a um suspeito, quando a porta da minha sala foi aberta por Mani.

 

- Camila, terminei o exame. - Ela se aproximou me estendendo uma folha com as primeiras anotações. - Vou fazer o relatório, mas achei melhor trazer logo os primeiros dados. Hora da morte por volta de 02am. Causa da morte foi Asfixia por Estrangulamento, as marcas sugerem que o assassino tenha usado um tecido e não uma corda. Com certeza não foi com o braço. As marcas no pulso sugerem que ela foi amarrada e tentou fugir. E agora, vem a parte mais interessante.

 

 

Eu acompanhava o que Normani dizia, enquanto lia suas anotações na folha que ela tinha me entregado. Quando ela terminou de falar, notei que ela levantava cuidadosamente um saquinho de plástico na altura dos meus olhos.

 

- Eu já passei no Paul e pedi que ele verificasse. Não tem digitais. Isto estava na garganta dela.

 

Os olhos de Mani brilhavam em uma espécie de excitação estranha que ela geralmente tinha quando pegávamos um grande caso, mas naquele dia eu poderia dizer que era mais intenso.

 

Eu peguei com cuidado o plástico, após colocar luvas, e o abri pegando um papel enrolado em formato de pergaminho que se encontrava dentro do saquinho. O papel estava cuidadosamente fechado por uma fita vermelha. Desenrolei com cuidado o papel, como se ele pudesse se desmanchar nas minhas mãos a qualquer momento. Os dois me olhavam quase sem respirar. Ao abrir todo o papel eu me deparei com uma estranha mensagem.

2 horas. Vermelho

    

Eu fiquei olhando para o papel em minhas mãos, sem conseguir formar pensamentos coerentes, até ouvir a voz de Louis.

 

- Que merda de recado é esse? O que diabos significa “2 horas, vermelho”?

 

 

Olhei de um para o outro, como se esperasse que milagrosamente a resposta surgisse de um dos dois, mas ela não veio. Olhei novamente para o papel esperando que algo fizesse sentido naquele caso. Não parecia ser um aviso de acerto de contas, mas então o que aquilo significava? Quem estava por trás do assassinato?

 

 

- Bem, eu vou terminar o relatório - Disse Mani se levantando - Qualquer coisa é só chamar, Camila.

 

- Certo, obrigada Normani.

- Vou pegar um café pra gente. Sinto que não vamos sair daqui tão cedo.

Louis seguiu Normani para fora da sala me deixando sozinha com meus pensamentos. Eu olhava as fotos dispostas no quadro atrás da minha mesa e coloquei o papel com a fita vermelha perto das fotos. Nada parecia ter relação com nada e estava completamente perdida. Voltei a atenção para a bolsa da vítima e a abri novamente tirando os pertences de dentro dela. Chaves de casa, algumas maquiagens, um panfleto qualquer de uma loja em liquidação, a carteira com dinheiro, alguns cartões de crédito, cartões de visita e por fim o celular. Tentei desbloquear a tela, mas o mesmo continha uma senha. Como eu não queria perder tempo esperando que o departamento de informática desbloqueasse o celular, simplesmente telefonei para o senhor McCormick que me forneceu a senha do celular da esposa.

A senha estava correta, então ela não tinha nada a esconder, certo? Vasculhei o celular atrás de alguma foto ou mensagem suspeita, até que encontrei um contato.

Nicky: Ei linda, como você está?

Nicky: Muita ressaca de ontem?

Nicky: Ari, me responde… Está trabalhando tanto assim?

 

Algumas mensagens tentando chamar a atenção continuavam, até que a moça pareceu ter se dado por vencida. Rolei a tela do celular até encontrar uma mensagem do dia anterior, o horário era próximo a hora que Ariana saia do trabalho.

 

Nicky: Ei minha linda. Que tal sairmos hoje? Vamos dançar, beber e nos divertir. Estou com saudades.

Ariana: Super aceito, baby! Estou quase saindo.

Nicky: Estou indo te buscar

 

Nicky. Parece que de certa forma as suspeitas do marido estavam certas, Ariana realmente tinha, não um amante, mas uma amante.

 

 

- Trouxe café, rosquinhas e chocolate - Louis entrou em minha sala anunciando quase um banquete. - Que cara de quem pegou algo é essa? O que eu perdi?

 

- Acho que encontrei algo. - Ele deixou as bandejas com o lanche na outra mesa e correu para junto a minha. Louis parecia uma criança quando se animava com algum caso.

- O que foi?

- Calma, está parecendo um fofoqueiro de plantão. Eu estava vasculhando as coisas da vítima, quando resolvi olhar o celular e adivinha só? Ela tinha uma amante.

- Uau!

- Calma, não é tudo. Elas saíram juntas ontem a noite.

- Então poderia ser ela?

- Bom, ela com certeza acabou de entrar para a lista de suspeitos. Pode descobrir quem ela é? - Perguntei lhe estendendo o celular - Preciso ligar para Lauren, não vou conseguir almoçar com ela e as meninas

 

Louis pegou o celular e notou meu semblante preocupado.

 

 

- Problemas ainda, baby?

 

- Alguns. Continuamos brigando por coisas bobas. Trabalhamos demais e quando estamos juntas acabamos discutindo. Eu deveria estar lá agora com ela e as meninas, mas meu dever me mantém aqui.

- Ela entende isso, Camilinha - Louis disse me abraçando. A porta estava fechada então me permiti ser abraçada por ele naquele simples gesto de carinho. Louis era um grande amigo que eu tinha ali. - Logo as coisas vão melhorar.

- E se não melhorarem?

- Vocês se amam, não tem erro, meu amor. Agora vai, liga pra sua gata que eu vou achar a possível fera.

 

Louis saiu da sala e eu logo peguei meu celular para entrar em contato com minha esposa que atendeu antes do quarto toque.

 

 

- Hey. - Escutei a sua voz do outro lado, nada animada.

 

- Hey..estou ligando para avisar que não poderei almoçar com vocês.

- Caso grande?

- Enorme! - Suspirei cansada - Ainda tenho muita coisa para ver.

- Tudo bem. - Senti um toque de tristeza em sua voz. Droga, eu deveria estar lá. - E Normani?

- Provavelmente também não irá, mas confirme com ela. Nos vemos no jantar.

- Sim, até lá. - Mandei-lhe um beijo e ela desligou.

 

Fiquei um tempo perdida em pensamentos sobre meu casamento com Lauren, quando me lembrei de nossa briga pela manhã. Peguei a chave e destranquei a primeira gaveta da minha mesa e tirei de lá minha aliança. Eu teria que tomar mais cuidado quando a tirasse para não esquecer de novo ou Lauren tornaria a desconfiar de mim.

 

 

- Amante localizada. - Disse Louis entrando na sala e me tirando dos pensamentos sobre Lauren. - Ela se chama Onika Tanya Maraj, mais conhecida como Nicki, 26 anos, produtora de eventos. Está fora da cidade, saiu hoje de manhã e aparentemente só volta amanhã.

 

- Droga - Suspirei olhando para minha mesa - Ao menos já sabemos quem é. E se demorar a voltar temos um ponto contra. Vamos comer algo e repassar o que temos. Logo Paul já deve ter a análise completa das digitais e quem sabe uma direção.

- Tem esperanças com as digitais?

- Nenhuma - Confessei - Parece ser obra de alguém bom em esconder os próprios passos. Precisamos conversar com as pessoas que estavam com o marido ontem e verificar se temos alguma câmera no perímetro da casa deles que possa nos ajudar. Vamos também no trabalho dela, talvez alguém saiba de algo ou tenha notado algo estranho.

- Okay. Vem, trouxe o seu favorito - Concluiu Louis nos guiando até a outra mesa.

Tentamos comer algo e conversar sobre coisas mais amenas, mas a todo momento meu pensamento vagava entre o corpo no IML e Lauren. As coisas estavam confusas em nossas vidas e eu não parava de me perguntar se estaria realmente fazendo a coisa certa.


Notas Finais


Twitter: @harmonicrazy5h / @onlyloveFH
Vamos conversar. Usem a tag #Sociopathy


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