História Sol da manhã - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~river

Postado
Categorias Originais
Exibições 8
Palavras 3.295
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Hentai
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Espero que gostem.

Capítulo 1 - O Careca


Tenho a sensação de algo muito bom no meu corpo enquanto o sol da manhã me acorda. Essa sensação passa de boa para ruim quando vejo que nada está como deveria, principalmente meu despertador que resolveu tocar bem agora no meu momento natureba. Que raios!

 

Levanto não muito satisfeita para fazer minha higiene pessoal tendo que me arrumar para um dia muito importante. Olá, me chamo Jane Sullivan, tenho 17 anos e hoje é meu primeiro dia de aula.

Pois é, tem como meu dia ficar melhor? É, acho que não, porque quando desço e me lembro dos acontecimentos vejo que praticamente nada mudou. Queria que essas coisas fossem só parte de um mínimo e singelo sonho, porém percebo que estou sozinha... Me recordo de como eram todas as manhãs na minha antiga casa. Mamãe entrando no nosso quarto, abrindo as venezianas para a entrada do sol, o som de papai no banheiro ajudando Tobias a escovar os dentes, Laila resmungando sobre como sol é malvado... Essas lembranças acabam me abalando mais do que deveria e vejo que já são 6:14. Estou atrasada para aula.

 

Vou para a sala que é junto com a cozinha, pois meu apartamento é minúsculo, e pego uma maçã sabendo que é só para fingir que estou com fome. No caminho para as escadas ouço a porta do apartamento vizinho se fechando. Como sei que estou atrasada não paro para ver quem pode ser meu novo colega de parede. Depois de descer três andares chego ao térreo e comprimento o Sr. Luiz que por acaso é a pessoa mais bondosa que conheço.

 

– Olá Jane, como está, minha jovem? - Ele me cumprimenta.

 

– Olá. Estou melhor do que nunca, mas como sempre, atrasada. Até depois Sr.Luiz!

 

– Até, querida!

 

Pego a avenida principal e vou pro colégio que não é tão longe, por isso prefiro andar - além de fazer um bem à saúde e tanto! - Ora, quem eu to querendo enganar? Preciso emagrecer! Por mais que eu tenha preguiça (muita, muita, muita preguiça) tenho que perder alguns extras que obtive nesse verão. Quero estar bonita pelo menos na minha formatura.

 

Não que eu seja feia, mas não sou bonita nos padrões de NY: cabelos grandes e loiros, olhos azuis ou verdes, rosto sem uma marca de espinha, pernas com mais de 1,50 de altura ou ser a popular na escola. Eu já sou mediana uns 1,60, meus cabelos são castanhos curtos, tenho olhos castanho-esverdeados, umas gordurinhas sobrando, uso óculos de aros quadrados e só tenho dois amigos: Nicole Bellator e Felipe Smith, que por acaso são praticamente iguais a mim. Deixe-me descrevê-los:

 

•          Nicole Bellator: Mediana, com uns 1.65 de altura, cabelos escuros cacheados que chegam aos ombros, olhos de um castanho claro e um corpo que se pode chamar de normal.

 

•          Felipe Smith: Alto, uns 1,80m, cabelos loiros acastanhados, olhos jade (uma mistura de azul com o verde), corpo em desenvolvimento por causa da academia de Box.

 

Quando falta pelo menos um quarteirão para chegar ao colégio avisto meus dois amigos sentados na pracinha me esperando. Era assim desde o Ensino Médio quando nos conhecemos em um trabalho de geografia em que tínhamos que fazer um vídeo explicando a diferença de climas nos continentes, e depois disso nos tornamos o grupinho dos deslocados da escola, também chamados de "diferentões", e nunca reclamamos por causa dos apelidos, pois era meio que verdade.

 

– Hey! - Felipe acenou a me ver.

 

– Ora, ora, se não é a famosa Jane com sua bunda grande?!

 

– Bom Dia a vocês também! - respondi lançando um olhar feio a Nicole.

 

- Bom Dia! – Responderam eles em uníssono, rindo.

 

– Vamos? Já estamos atrasados para a nossa aula preferida: História Medieval. - Lipe disse com a maior cara de sarcasmo já existente no mundo.

 

– Tem dias em que prefiro que você esqueça os horários. Argh! - Nick resmungou.

 

POV Felipe

 

Acordo com o som do vizinho no último volume, chego a sentir as paredes vibrando. Sorte dele que era  Alan Jackson, o maior cantor de Country que eu já vi, se não o jogaria da janela que tem no nosso corredor, porque pelo amor dos deuses quem gosta de acordar as 6:00 da manha de uma segunda conturbada com um som alto do caralho? Ninguém.

 

Olá, Me chamo Felipe Smith ( e sim, eu sei sobre o vídeo, e sim, eu sou muito zoado por isso.) tenho quase 18 anos e hoje é meu primeiro dia de aula.

Dizer que eu amo a escola é exagero, mas não vejo algo de ruim nela, a não ser as aulas de Historia Medieval. Sério, acho que ninguém gosta dessas aulas, até os nerds.

 

Me levantei já com tudo organizado e arrumado para meu primeiro dia. Vesti uma camiseta azul clara para combinar com meus olhos, uma calça jeans escura, meu tênis de couro preto e passei o perfume que ganhei de Nick, uma das minhas melhores amigas.

 

 Por eu ser muito tímido não conseguia fazer amizades, mas amo minhas duas únicas e verdadeiras amigas: Jane e Nick.

 

Vendo que estou atrasado pego o molho de chaves, minha mochila e uma banana para o café. Saio do meu apê e vou em direção á escada. Sim eu gosto de exercícios. Pratico Box faz 2 anos como uma forma de me defender nessa cidade perigosa.

Desço até a garagem e vou á caminho do apê da Nick que é umas duas quadradas do meu. Quando estou a duas casas do apê, aperto a buzina já vendo uma mini fada do mal me esperando com a pior cara do mundo. Não resisto e abro meu maior sorriso só pra irritá-la. Paro o carro em frente a seu prédio e ela entra no carro batendo a porta.

 

- Bom dia, Nick! – Digo como se aquele fosse o melhor dia de todos.

 

- Bom dia o cacete.

 

- O que aconteceu com a fadinha do mal?

 

- Nada. – Diz Nick fazendo cara feia.

 

- Não transou ontem, foi? – Pergunto já sabendo que vou apanhar na primeira oportunidade que ela tiver.

 

- Felipe, seu canalha! – Grita ela já tirando o sinto quando vê que o sinal fechou. Eu não me aguentando tenho um ataque de risos quando a mini fada gótica começa a me bater.

 

- Seu idiota! Eu te ODEIO! Ouviu? O-D-E-I-O!

 

Depois de me bater até o sinal ficar verde novamente, ela para, já menos brava e rindo comigo.

 

Ao chegarmos à pracinha em frente ao colégio, vejo o ex-namorado de Nick com seus colegas em um banco a frente do parquinho. Não sei dizer, mas nunca fui com a cara dele, principalmente depois que ele magoou minha amiga a traindo em uma festa da escola no ano passado. Nick os encontrou em um canto escuro no quintal e deu uma bela surra no desgraçado nem Jane conseguiu tira-la de cima dele. Precisou alguém vir me chamar para acalmá-la. A partir desse dia ela prometeu que não namoraria até ter certeza que não ia se magoar.

Quando eu ia perguntar se ela estava bem avisto Jane pensativa, como sempre, vindo em nossa direção.

 

– Hey! - Aceno ao vê-la.

 

– Ora, ora, se não é a famosa Jane com sua bunda grande?! - Diz Nick zoando a bunda grande de Jane que - segundo ela - mal cabe no n°40.

 

– Bom Dia a vocês também! – Respondeu Jane lançando um olhar feio a Nick

 

- Bom Dia! – Nós respondemos.

 

– Vamos? Já estamos atrasados para a nossa aula preferida: História Medieval. - Eu lembrei com a maior cara de sarcasmo que consegui.

 

– Tem dias em que prefiro que você esqueça os horários. Argh! - Nick resmungou.

 

 

POV Nicole

Estava dançando com Jane na Área Vip da balada fecho os olhos porque essa é a melhor musica já existente para se dançar. Quando abro os olhos vejo que Jane indo para um dos quantos da sala com um loiro muito bonito, dou um sorriso e volto a dançar a musica que agora é uma mais sensual. Quando a musica está para acabar sinto mãos forte me segurando pelo quadril. De momento penso em rejeita-lo, mas quando vou falar algo sou puxada de encontro a seu corpo quente e grande. Vejo que ele é bem maior e forte, pois sinto seus músculos pela camisa de algodão simples. Sinto o cheiro do seu perfume e me parece familiar, mas acho que são os chots de tequila já fazendo seus milagres. Começo a dançar no ritmo da musica e ele me acompanha em cada movimento. Quando vou virar para ver como é seu rosto ele mantem o aperto mais forte me fazendo ficar no lugar que ele quer. Sinto quando meus cabelos puxados em uma mão enquanto a outra ainda me segura pelo quadril me mantendo no lugar enquanto sua boca vem de encontro á aquele ponto em baixo da orelha que me faz arrepiar com seu toque. Sou um gemido rouco quando ele sobe para minha orelha mordendo meu lóbulo de uma forma tão boa. Não conseguindo resistir a essa carícia viro meu rosto de encontro ao seu, porém seu cabelo tampa minha visão do seu rosto. Vendo que me virei ele se pressiona sua boca na minha. De primeira foi só um beijo simples, mas sua língua pede passagem em meus lábios, não consigo reprimir o gemido quando sua língua encontra a minha. Seu beijo era de uma grande exigência, tentava retribuir com o mesmo desejo. A mão que estava em meu cabelo tem um aperto mais forte quando ele se pressiona contra minha bunda. Sinto sua ereção pela calça jeans justa, não reprimo o gemido que dou. Balanço meus quadris de encontro ao seu e recebo um grunhido da sua garganta em aprovação aos meus movimentos. Quando nos afastamos por falta de ar ele fala com uma voz rouca em meu ouvido: - Quer ir pra um lugar mais reservado? Pergunta já me puxando em direção aos quartos Vips. Não consigo responder só aceno com a cabeça concordando.

Percebo que estamos quase chegando á área dos quartos quando vejo o segurança pedindo a credencial para entrar. Ainda bem que o Felipe as comprou á um ano atrás quando abriram os quartos. Vi que o segurança já havia aberto a porta do corredor sorri em agradecimento. Assim que estávamos no corredor ele me pegou no colo e me prensou na parede de um dos quartos. Quando fui falar algo ele me esmagou com a sua boca me fazendo perde o raciocínio. Senti quando ele, pois suas mãos nas coxas me fazendo ofegar quando senti chegar perto da minha intimidade. Uma das minhas mãos foi para seus cabelos enquanto a outra descia por seu peito. Outra vez senti o cheiro do seu perfume me fazendo lembrar a onde conhecia o cheiro. Era o mesmo perfume que dei ao Lipe de aniversario há dois anos! Que coincidência!

Quando nos faltou ar eu pude ver seu rosto. Isso só pode ser brincadeira. Não. Não. N.Ã.O! Como diabos ele faz isso comigo?! Era ele. Meu melhor amigo. Felipe Smith.

Ele percebe que o reconheci e me da aquele sorriso que tanto amo/odeio.

Ainda comigo em seus braços me leva á um quarto vazio do corredor. Ao entrarmos ele me joga na cama já tirando sua camisa e me olhando como se fosse me comer.

Não irei mentir, senti medo, mas ao ver o olhar naqueles olhos claros eu meio que me perdi como sempre fazia quando ele estava me encarando.

- Oque vai fazer? Perguntei já ansiosa para saber.

- Shiiii. – Ele me cala subindo na cama e em cima de mim.

Olho nos olhos dele e vejo o desejo que me corrói desde que ele se tornou esse homem tão lindo. Ele sorri quando me pega o observando.

Ele volta a me beija de um jeito tão quente que acho que vou acabar me queimando. Começo a passar a mão em seus braços fortes e os vejo se contraindo com meu toque. Ele para de me beijar somente para retirar meu top preto de renda que ele tinha me dado. Eu não havia posto sutiã, pois não gosta de nada me apertando enquanto dançava e ele sabia disso, pois quando retirou e me olhou vi que tinha um sorriso presunçoso em seu lindo rosto. Sem perde tempo ele se abaixou e começou a beijar meus seios se um jeito tão bom. Ele me olhava de uma forma que parecia que ele queria me comer. Ele foi para o outro, me fazendo ofegar quando ele me beliscou com uma mordida no bico do seio. Ele começou a descer pra onde eu mais precisava de atenção. Foi fazendo um caminho imaginário na minha barriga ate chegar ao cos da minha calça jeans. - Hmm. Adoro seu cheiro. – Ele disse desabotoando a calça já puxando o zíper para baixo. Quando viu minha intimidade coberta por uma simples calcinha ele me deu um gemido que fiquei ainda mais molhada do que imaginei que poderia ficar. – Felipe...

Depois de um minuto ele já havia tirado minha calça e começou a desabotoar a dele. Não resistir e comecei a comê-lo com os olhos. Ele pareceu gostar, pois começou a retira-la mais devagar, até que ele ficou só com uma cueca Box branca que marcava todo aquele pecado.

Ele veio e se deitou por cima de mim me beijando com uma selvageria e esfregando seu sexo ao meu. Gemi quando ele acertou meu clitóris e o arranhei nos ombros. Ele começou a se esfregar com mais intensidade. Se ele continuasse assim eu iria goza sem ao menos um toque descente. – Se abra para mim fada. – Ele mandou em uma voz rouca de desejo. Fiz oque ele manda e ele foi descendo ate lá, me beijando onde ele queria. Ele retirou minha calcinha e ficou me olhando como se eu fosse à coisa mais bela que ele já viu.

 – Ah! – Gemi quando ele me lambeu a primeira vez. Quando ele pegou meu clitóris eu seus lábios o puxando para dentro de sua boca não consegui parar meus quadris de balançar para seu rosto em busca de mais. Senti ele me penetrando com um dedo. Vi que estava perto de gozar vi que ele começou a se movimentar mais rápido sobre meu ponto.

- Felipe... eu vou.....

Abro os olhos e vejo que estou no meu quarto e não no da balada e reprimo um gemido de derrota. Quase. Quase que meus desejos se tornam realidade.

Vejo que são 15 para as 6:00 da manha e resolvo ir toma um banho gelado para tentar tirar esse sonho da minha cabeça. Até porque hoje é meu primeiro dia de aula.

Olá, Sou Nicole Bellator tenho 18 anos e hoje é meu primeiro dia de aula.

Levanto para ir pro meu banho de manha, faço minha higiene e vou preparar um chá bem refrescante para acorda bem. Ligo a TV pra ver as noticias e me perco no tempo pensando no meu sonho. Isso vem acontecendo desde meus 14 anos e é sempre com o meu melhor amigo: Felipe. Não sei por que eu só consigo pensar nele, não sou santa, mas ele vem mexendo comigo cada vez mais e não sei como parar com isso. Porque orra, ele é meu melhor amigo. Devia ser proibido ter pensamentos assim de amigos.

Vejo que tá na hora dele passar aqui pra irmos pra escola. Pego minhas coisas e vou pra fora do prédio esperar ele. Olho pro relógio 6:45. Cadê esse viado? Como sempre atrasado. Um dia ele vai ter que aprender a chegar na hora, não é possível que em 12 anos ele não aprendeu a olha o relógio?!

Olho pelo caminho que ele sempre vem e vejo o Gol Prata dele chegando. Emburro a cara só de raiva dele. Ele sabe que odeio atrasos e o que o idiota faz? ATRASA!

Ele para em frente ao prédio e já vou entrando sem fazer cerimonia que to puta.

- Bom Dia Nick! – Diz Lipe cheio de risinhos

- Bom dia o caramba. – Resmungo uma mania feia minha.

- Oque aconteceu com a fadinha do mal? – Diz ele me provocando

- A fadinha do mal vai comer você vivo idiota. – Resmungo de novo. Por fim respondo:

- Nada – Digo fechando a cara.

- Não transou ontem foi? – O filho da mãe tem a ousadia de me pergunta isso?

- Felipe seu canalha! –Grito já perdendo a paciência e voando pra cima dele no banco. Oque o faz ter um ataque de risos. Um dia ainda mato esse garoto!

- Seu IDIOTA! Eu te ODEIO! Ouviu? ODEIO! – Digo já me rendendo que gosto de mais dele pra ficar brava.

Ao chegarmos à pracinha em frente ao colégio sento no banco esperando Jane chegar. Sei que o grupinho do meu ex-namorado esta aqui perto, mas não ligo mais pra oque ele faz ou não. Quando o peguei com outra fiz uma promessa que a partir de agora só entro em um relacionamento se eu realmente gostar da pessoa e não me decepcionar de novo.

Percebo Jane chegando e decido esquecer esses pensamentos. Até porque pra eu me apaixonar de novo vai demorar.

– Hey! – Felipe acena para ela.

 

– Ora, ora, se não é a famosa Jane com sua bunda grande?! Digo a irritando pois sei que Jane não gosta que falem da sua bunda n°40.

 

– Bom Dia a vocês também! – Ela diz me olhando feio.

 

- Bom Dia! – Nós respondemos.

 

– Vamos? Já estamos atrasados para a nossa aula preferida: História Medieval. - Lipe disse com a maior cara de sarcasmo já existente no mundo.

 

– Tem dias em que prefiro que você esqueça os horários. Argh! –Resmunguei.

 

POV Jane

 

Entramos pelo portão do colégio e nos deparamos com uma roda em frente à passagem para o corredor onde estavam todos os alunos do Ensino médio daquele andar. Curiosa como sou, fui empurrando as pessoas à frente, deixando Nick e Lipe para trás sem entender nada.

 

- Hey, onde pensa que vai?! – Nick gritou, mas eu já estava muito á frente e de certa forma hipnotizada demais pelo suspense da situação para responder alguma coisa.

 

 Quando consegui enxergar oque acontecia, fiquei paralisada. Um garoto estava apanhando de um cara do terceiro ano que todos chamavam de Brutos porque ele mais parecia um urso do que um rapaz. Quando percebi já estava na frente da roda, abismada com tudo que acontecia.

 

 - Da próxima vez que tentar bancar o bom moço saiba pelo menos bater! – Vociferou Brutos e logo após o grito recebeu um soco no nariz por ninguém mais, ninguém menos que o garoto por quem me apaixonei quando cheguei a cidade.

 

Ele estava do mesmo jeito de quando o vi pela primeira vez: magro, careca e com seus peculiares olhos castanhos escuros.

 

- Da próxima vez que ousar sequer pensar nela, vou arrancar isso que você chama de bolas com o meu canivete. Entendido? -Cada palavra tinha saído com uma pausa para que Brutos entendesse o que o careca gostosão falava, até porque as partes íntimas do menino urso estavam sendo apertadas em cada pausa.

 

- Vai defender sua amada esquisita?! – Brutos falou apontando para mim e eu não posso dizer qual das sensações era a pior: ter todos os olhares em cima de mim, ou não conseguir respirar de nervoso... Sério, parecia que meus órgãos haviam virado uma massa que é entupia a passagem do ar até os pulmões.

Todos ali ficaram quietos quando o Careca acertou um soco bem no rosto de Brutos espirrando sangue em todo o chão branco.

 

- Jane! Jane! – Nick me alcançou, mas eu não reagi, ainda pensando nas palavras do menino urso. Era por mim que o Careca estava brigando? Por quê? Ele sempre me evitou e agora estava me defendendo?


Notas Finais


Obrigada por ler.
Beijos da Tia Rafa!


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