História Solangelo- Corações Entrelaçados - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias As Provações de Apolo (The Trials of Apollo), Mitologia Grega, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Apollo, Austin Lake, Calipso, Clarisse La Rue, Frank Zhang, Grover Underwood, Hades, Harley, Hazel Levesque, Hermes, Jason Grace, Kayla Knowles, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais, Piper McLean, Quíron, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Thalia Grace, Will Solace
Tags Nico, Nico\will, Paraíso De Verão, Solangelo, Wico, Will Solace
Exibições 130
Palavras 2.953
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


**IMPORTANTE!!**

Boa noite meus queridos! EU SEI, EU SEI QUE SUMI <//3. Vamos conversar agora? Então, o problema foi que tive um bloqueio na mente para escrever. Eu não conseguia fazer nada e isso acabou afetando os capítulos aqui... Peço desculpa a vocês por isso. Escrever três fanfics fez isso rs. A solução para esse problema? Infelizmente até eu adiantar uns 5 capítulos dessa fanfic, eu só vou atualizar ela uma vez por semana <//3. Talvez seja apenas por duas semanas. DESCULPA GALERAAAA D: ME PERDOEM! Espero que me entendam...

Enfim, eu amei demais esse capítulo. Pude de novo mergulhar na minha imaginação. Vão descobrir a origem das crianças nele e espero que gostem da doideira <3.

BOA LEITURA!

Capítulo 8 - Arrumando a confusão dos deuses de novo


Fanfic / Fanfiction Solangelo- Corações Entrelaçados - Capítulo 8 - Arrumando a confusão dos deuses de novo

Will on

    Assim que entro desesperado na enfermaria com a garotinha em meus braços, peço para Kayla arrumar uma cama na enfermaria, a mais confortável que havia. Não sabia o estado dela, mas só de vê-la desmaiada e com um corte em seu ombro minha mente já formava várias teorias e suposições.

    Logo que a cama está pronta eu a deito e já pego os utensílios de primeiros socorros. O problema era: eu não sabia quem ou o que era ela. Então, eu poderia dar néctar ou ambrosia? Se bem que se passou pela proteção do pinheiro de Thalia tinha grandes chances de ser uma semideusa.

Não arrisque Will. Você não pode perdê-la.

   O ferimento em seu ombro era superficial, então foi fácil de cuidar, meus pulmões se encheram de alívio ao descobrir que não havia nenhum sinal de envenenamento. Parecia mais um corte que adquiriu ao cair ou que alguém a acertou de raspão. Seu estado parecia estável quando analisei seus batimentos, respiração e indícios de hematomas, mas só descobri um galo em sua cabeça. Deve ter batido enquanto corria de alguma coisa.

O mais importante: ela estava bem e fora de perigo. Deveria acordar logo.

   Suspiro aliviado ao terminar o meu trabalho. Analisei delicadamente os detalhes de seu rosto: tinha bochechas e lábios levemente rosados. Seu cabelo, assim como via nos meus sonhos, possuía um tom escuro e as ondulações no comprimento do fio, estavam bagunçadas, mas permaneciam com aquela delicadeza. Seu vestido que deveria ser branco, agora tinha manchas marrons de terra e leves rasgos no comprimento dele. A cor da sua pele continuava levemente bronzeada pelo Sol.

Tão frágil e pequena...

- Kayla, você pode ver se tem alguma roupa para trocar ela? – digo ainda admirando a beleza da menina na minha frente.

- Claro, vou ver se as ninfas ou as filhas de Afrodite tem algo. – sinto sua mão pousar em meu ombro. – ela vai ficar bem Will.

Sorrio para minha irmã e vejo-a sair da enfermaria.

Logo em seguida Quíron entra surpreso ao ver a garotinha deitada na maca.

- E então? – ele se dirige para mim.

- Ela está bem, parece que só bateu a cabeça. Temos que esperar agora e ver o que descobrimos. – digo pegando um pano molhado para limpar o rosto, braços e pernas delas que estavam sujos de terra.

- Grover, quero saber direito como você a achou.

- Sim, sim... – o sátiro parecia nervoso com tudo aquilo.

- Will, assim que ela acordar me chame. Vou acalmar os outros campistas e assegurar que ela tenha paz por enquanto. – diz Quíron indicando para alguns campistas saírem da enfermaria e Grover também.

Apenas concordo com ele e continuo o meu trabalho.

- Quem é você...? – sussurro para ela mesmo sabendo que não iria responder.

    Agora que ela estava aqui, eu poderia protegê-la e ficar do seu lado. A outra dúvida que não queria calar: a sua presença aqui traria quais problemas? Ela estava com Hécate e pedia o meu colar... Para que tudo isso? E ainda havia o selo em meu pulso que de acordo com a deusa seria de uma grande importância. Pelo menos eu me sentia feliz por não ter que ficar mais angustiado sobre o seu desaparecimento.

- Will. – quase levo um susto ao ser tirado de repente do meu transe. – você precisa dormir.

Kayla acabara de voltar com uma blusa grande provavelmente de algumas das filhas de Afrodite.

- Quíron disse que vai pedir ao Percy se ele pode trazer algo da irmã dele, e as ninfas falaram que vão tentar arrumar o vestido dela. – assim como eu, Kayla também a olhava com admiração. – Ela é linda demais...

- É sim... – sorrio ao ver seu rosto sereno dormindo.

- Agora é sério, vai dormir Solace. Você está prestes a cair duro no chão de tanto sono. – diz Kayla chegando mais perto da cama para poder trocar a roupa da garotinha. – Eu, o Austin e a July vamos ficar aqui de olho nela.

    Eu entendia a sua boa ação em querer que eu fosse dormir, e confessava que estava caindo de sono, mas queria ficar do lado dela o tempo todo.

- Agora Will, sem questionar. – Kayla tinha essa áurea mandona que sempre conseguia o que queria.

- Assim que ela acordar você vai me chamar, por favor. E preciso contar depois algo a vocês. – digo levantando da cadeira.

- Ih... Pelo tom de voz já sei que não é algo bom. – diz Austin encostado na mesa da enfermaria.

- Nunca é nada bom. – sorriu irônico e dou uma última olhada na menina dormindo antes de sair da enfermaria.

   Assim que entro no chalé deito na minha cama e só então percebo o quanto estava cansado quando adormeço no mesmo instante que deito minha cabeça no travesseiro. Pelo meu azar, tenho outro sonho. Acho que tinha que começar a reconsiderar minhas ideais de dormir.

   Dessa vez não me encontrava no mesmo lugar que nos outros sonhos. Estava em uma construção antiga que aparentava ser um templo, mas não caindo aos pedaços como se via hoje em dia, e sim totalmente conservado. Conseguia ver nas laterais as colunas sustentando o lugar, estátuas nas extremidades, velas, incensos acesos. Conseguia distinguir vozes de algumas pessoas que rezavam para alguém. Ainda não conseguia distinguir direito o que e para quem. Olho mais a frente e só então percebo um grande altar onde via-se uma estátua:  era um homem não muito atlético, cabelos enrolados não muito grandes. Vestia apenas um manto que cobria suas costas e passava pelo seu braço. Possuía um olhar distante e segurava algo na mão que daquela distância não reconhecia.

    Eu conheço essa representação. Sim, não tinha como eu esquecer ela depois de tanto olhá-la nos livros: era Apolo, meu pai esculpido em uma das suas representações na Grécia Antiga. Espera... Se eu estava em um templo, com a estátua do meu pai e considerando a conservação do templo eu só poderia estar em um tempo e lugar: Grécia Antiga. Dou mais uma olhado ao redor e vejo homens com mantas vestidas sobre o corpo auxiliando algumas pessoas. Deveriam ser os sacerdotes.

   Havia uma mulher de cabelos caramelos co centro do altar, rezando de uma forma tão intensa e apaixonante. Aproximo-me dela e conformo fazia isso conseguia começar a ouvir a sua voz baixa rezando para o deus. Demorou um pouco para eu entender o que falava já que estava um pouco enferrujado no grego antigo.

- Te peço ó Deus da arte, música, verdade, profecia, harmonia, cura e perfeição para abençoar o filho que levo em meu ventre. Sou uma seguidora fiel tua. Tu me destes a vida quando nasci e agora ofereço a do meu filho para receber tuas bênçãos e satisfações.

   Olho para ela com mais detalhes e vejo sua barriga já grande indicando que seu filho logo nasceria. Aquela cena se via muito antigamente: jovens pedindo benção dos deuses para os seus filhos.Ela continua rezando com devoção ao meu pai quando por fim se levanta me deixando finalmente ver melhor o seu rosto: possuía olhos azuis lindos, uma pele jovem e clara, seus cabelos caiam sobre seu rosto indicando o quanto eram lisos e macios.Acompanho-a até um dos sacerdotes onde a auxilia nas oferendas e logo a vejo sair do templo.

    Então a cena se turva e estou agora em uma casa humilde. Ouvia gritos de dor de uma mulher ao fundo e só quando desvio minha atenção para lá percebo que era a mesma mulher que estava no templo. Ao seu lado via outra mulher um pouco mais velha tentando acalmá-la. Junto no ambiente vislumbro uma bacia de água e vários panos.

Estavam fazendo o parto da criança.

    A mulher gritava angustiada como se estivesse sendo mais difícil do que deveria ser. Em meio aos gritos conseguia ouvir suas súplicas para o deus Apolo de novo. As mesmas coisas: abençoar o parto do meu filho, daí a honra para a criança, e que ele o seguirá para toda vida.

   Depois de incansáveis gritos finalmente a moça parece dar o último antes de o filho nascer. No mesmo instante uma luz forte se formou no local cegando meus olhos. Apolo estava dando a sua benção ao filho. Logo, o choro do bebê se faz presente no local. Após isso a luz se esvazia do local, consigo ver o rosto da moça chorando de alegria e a parteira segurando o bebê no alto como se o filho de um rei acabasse de nascer. Conseguia ouvir no ambiente o choro da mulher, do bebê e em seguida um estrondo no céu. Acho que Zeus não aprovava muito aquilo.

   Sorrio ao ver aquela cena, muitas mulheres sonhavam com a benção de um deus para o seu filho e ver o nascimento de uma criança sempre é uma das coisas mais felizes da vida.

- Will, venha comigo. – gelo ao ouvir uma voz de homem no ambiente, ao olhar para o dono dela vejo a pessoa na qual há dias vinha clamando pedidos: meu pai. Não o questiono e apenas concordo com o seu pedido. Estamos agora em um grande jardim verde com o Sol rachando minha cabeça de tão quente.

- Você sabe o que acabou de ver? – ele me olhava sério, tinha até medo de responder errado a sua pergunta.

Pense Will, pense. Você já ouviu histórias como aquela.

- Já ouviu falar sobre os filhos abençoados dos deuses? – ele me diz dando uma dica.

Claro. Quíron a comentou com a gente, mas havia sido algo proibido depois de um incidente.

- Sim, os filhos prometidos aos deuses. Eram oferecidos aos templos por mulheres devotas quando as crianças faziam cinco anos. Os deuses no seu parto abençoavam os bebês dando a eles características físicas dos próprios e não seus poderes. Só assim eles eram reconhecidos na cidade. – digo me lembrando da história que o centauro havia me contado.

- Exatamente, e sabe o motivo dessa prática ser proibida? – parecia que eu teria que responder tudo.

O motivo... O motivo... Droga.

- Houve o nascimento de duas crianças que acabou despertando uma profecia. Isso assustou os deuses, pois isso somente acontecia com seus filhos semideuses. Assim, Zeus proibiu essa prática. – só me lembrava dessa parte da história, o que me intrigava agora: o que aconteceu com as crianças e a profecia?

- Quando o Oráculo recitou os versos da profecia, Zeus imediatamente ordenou a morte da criança. Mas, o deus que a abençoou se recusou a isso. Abençoar um mortal é algo muito valioso para nós, matar alguém que a possua é desonrar a nossa palavra. Sendo assim, o deus pegou a criança e pediu ajuda a Hipnos para adormecê-la e a entregou as parcas. – Apolo contava com nostalgia e dor. – Zeus pensou que a criança havia sido morta, o que ele nunca desconfiou é que a profecia falava de duas crianças.

- Um deus violou a ordem de Zeus? – digo confuso e tentando seguir a linha de raciocínio.

- Digamos que o outro deus não ligava muito para as regras de Zeus. Assim que a sua filha abençoada nasceu ele a tomou da mãe e fez a mesma coisa que o outro: adormeceu ela e a entregou as parcas. – Apolo respira fundo, como se essa lembrança causasse dor. – um menino abençoado por Apolo e uma menina abençoada por Hades. Foram as duas últimas crianças abençoadas existentes.

Confesso que ouvir aquilo faz minha cabeça girar. Duas crianças abençoadas carregando uma profecia. Isso nunca acabava bem, não podemos evitar as profecias. Agora, meu pai e Hades envolvidos disso me assustava.

- O que aconteceu com as crianças? – digo com medo da resposta.

- Irei te mostrar.

   De repente, como uma mensagem de Íris se formando, consigo ver a imagem da sala de um castelo. Estava escuro, apenas algumas toras faziam a iluminação do local. Conseguia ver um trono grande e ao redor alguns menores. O que me chama mais a atenção é uma pequena jaula no canto da sala.Apolo aproxima a imagem e meu corpo enrijece ao ver o que continha lá dentro: uma criança, de cabelos loiros e de pele clara e olhos azuis. Podia jurar que era uma versão mais nova minha. Sua mão estava presa a jaula por uma algema e ele abraçava um tipo de Jarro. O objeto em sua superfície continha algumas imagens que no momento não faziam sentido, e na sua tampa conseguia ver um tipo de campo a protegendo.

    Já havia visto esse objeto em algum lugar, não pessoalmente, mas sim por representações em desenhos. Assim que percebo que era meu coração acelera e o desespero começa a tomar conta da minha mente: o Jarro de Pandora.

- O que é...? – as palavras não saem por completo.

Quando ia começar a formar minhas perguntas a imagem se turva e agora estava na enfermaria focando na menina que havia chegado hoje. Minha mente estava tão paralisada que não conseguia raciocinar direito. Crianças abençoadas, profecia, Jarro de Pandora, um mini eu, a menina... Vou enlouquecer.

- As crianças foram libertadas dos seus sonhos e as Parcas cuidaram delas. Porém, o que não esperávamos eram os filhos de Nix interessados nelas também. No começo achamos que era interesse por serem as últimas crianças abençoadas, ninguém mais sabia da profecia. Ela foi vedada em um livro de Delfos por mim. – Apolo encerra a imagem e eu só conseguia olhar para ele incrédulo.

- Então... Por quê? – depois dessa conversa eu precisaria de um belo calmante.

- Um dos Oniros conseguiram capturar uma das crianças. E a outra, a garota, Hades entregou a Hécate para cuidar dela e a esconder. Isso foi bem sucedido, até... – nunca havia visto um deus tão apreensivo igual hoje. – Até o Jarro ser capturado e Hécate trazer a menina para o mundo mortal.

- Então essa menina, a qual ela disse que eu sou guardião na verdade a última criança abençoada por Hades? – digo mais para mim do que a ele. Era muita informação.

- É muito mais do que isso Will: são as crianças da profecia. Assim que elas foram capturadas, Hécate escolheu dois semideuses filho dos deuses para guardá-las. – ele olha para meu braço e então percebo que encarava o meu selo coberto.

Logo eu? Por que os deuses não me deixavam em paz?

- Então, eu tenho que guardar ela dos deuses? Isso é loucura pai. Se Zeus souber da existência delas e que estão comigo, eu vou morrer e elas também! – estava exagerando, eu sei.

- Will, escuta: elas não podem morrer. Quando eu abençoei a criança esqueci de averiguar direito a profecia. Elas são mais do que meros mortais. – isso sim me dava medo. – as duas são personificações, essências.

- Oi? – um ponto de interrogação enorme se forma na minha mente. Já pesquisei sobre personificações. Elas são feitas ou criadas quando a sua essência se torna forte e necessária. Isso aconteceu com os deuses. – Personificações do que?

- Pense Will, a resposta está clara. O selo que você possui protege a menina, a identidade real dela. Se quebrado, todos saberão dela. Foi assim que Hécate a protegeu. – diz Apolo me olhando mais sério.

Ok, muita informação. Muita coisa para raciocinar e guardar. Será que ele tinha se esquecido de algo? Por que ainda dava tempo de falar.

- Deixa eu ver se entendi: as duas crianças abençoadas possuem uma profecia, elas não podem morrer por serem personificações, e os filhos de Nix estão com uma e a outra comigo. Esse selo protege a identidade da menina... Ok... Isso é loucura. – balanço a cabeça indignado.

- Preciso que você peça ajuda a Rachel, só ela pode abrir o livro de Delfos e ler a profecia. A situação é crítica Will, se as crianças morrerem o mundo vai se jogar em ruínas. Você precisa protegê-las e entregá-las de novo as Parcas para serem adormecidas de novo. Não podem ficar vagando por aí. – diz Apolo autoritário.

- Rachel? Profecia? Vamos com calma... – respiro fundo. – Como vou fazer tudo isso sozinho? Como vou saber se as pessoas no acampamento vão ficar seguras depois de saber disso?

- Não se desespere Will, eu vou te ajudar. A culpa é minha também e vou resolver aos poucos. Preciso da sua palavra de que vai proteger a menina. – um deus pedindo desse jeito ajuda? A coisa era realmente séria.

-Eu vou proteger ela, já ia fazer isso antes mesmo de saber de tudo. – digo firme, era realmente verdade.

- Ótimo, peça para Quíron chamar a Rachel e peça a ela para abrir a página em branco do livro de Delfos. – diz Apolo.

Página em branco, ok. Confirmado.

- Will, Hécate não teria escolhido outra pessoa se não soubesse que ela conseguiria fazer tudo isso. Não se desespere. Conto com você meu filho e com o Nico para resolver tudo isso. – diz Apolo me olhando confiante. – Vá agora que ela acordou.

Olho para ele confuso e logo saio do meu sonho. Pelo jeito tinha acordado com alguém me chamando.

- Will, ela acordou! – Kayla me balançava na cama.

Abro os olhos rapidamente ainda meio perdido. O que tinha acabo de acontecer? Lembrava-me apenas de uma coisa essencial: chamar a Rachel.

- Will? Ei! – foco minha atenção da Kayla que ainda me sacudia. – Você está bem?!

Não podia preocupar ela ainda.

- Aham... Sim, estou bem. Vamos lá. – levanto da cama seguindo ela até a enfermaria.

Deuses... O que vocês tinham aprontado?

  Seguro forte o meu colar e mentalizo nele lembrando da conversa do Nico sobre o sonho dele. Nico, eu preciso da sua ajuda aqui. Eles sabem que somos guardiões, vão vir atrás da gente. Preciso de você aqui comigo, seguro e bem. Por favor, volta logo.


Notas Finais


EITA QUE LOUCURA MINHA GENTE!! HAHAHAHA. O que acharam disso tudo? Eu nem acreditei no que escrevi depois de ler de novo o capítulo :x de onde eu tirei essa explicação? HAHAHA só os deuses sabem!

Se vocês não entenderam algo me falem nos comentários que explico <3. Agora entendem de onde elas vieram e por que parecem daquele jeito? Isso só cheira a uma coisa: muita confusão! MUARARARARA.

Awn que ansiedade para escrever os próximos! Aguardar e ver no que vai dar rs. Se eu consegui adiantar antes os capítulos volto a programação normal.

Tenham um bom final de semana e eu amo vocês *-*


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