História Solaris - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camila, Camren, Ficção Cientifica, Lauren, Norminah, Vercy
Exibições 141
Palavras 1.183
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção Científica, Hentai, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais um capitulo para vocês! \o/

O CAPITULO 07 já se encontra no blog, então basta ir nas notas finais e vocês serão direcionadas a ele. <3

Capítulo 7 - Capitulo 06


Acordei com uma luz forte vindo diretamente nos meus olhos. Pisquei algumas vezes para me acostumar, então me sentei. Havia uma pequena movimentação no local onde eu estava, aos poucos fui associando tudo.

- Eu só quero vê-la! – Ouvir a voz de Lauren.

- Ela está de repouso, você não pode. – Era Shawn. Tudo começou a fazer sentido, eu desmaiei por ver o sangue, isso sempre acontecia, mas não coloquei na minha ficha de inscrição para Solaris, nunca achei que isso importaria.

- Parem os dois! – A voz alta do capitão me fez estremecer. – O que pensam que estão fazendo?

- Senhor a Tenente Cabello precisa descasar, ela foi ferida pela mecânica Jauregui

- Sou Engenheira chefe!

- Segundo a analise da Doutora Brooke o que a Tenente teve foi uma vertigem devida a seu problema com sangue humano, ou seja, um simples desmaio. Ela não precisa de segurança na porta, Mendes.

- Sim senhor.

- Obrigada pai.

- E você, está sujando tudo com seu sangue. – Lauren ainda estava sangrando? No fim me levantei, caminhei até a porta onde acontecia a movimentação e a abri. Os três me encararam. Olhei para o sangue de Lauren no chão.

- Por que ainda não foi cuidar disso?

- Eu queria te ver, saber se estava bem. – Os olhos alaranjados, quase que vermelhos, foram se tornando mais claros, por fim ficaram numa coloração violeta. – Você está?

- Eu só não posso ver sangue, me desculpe capitão.

- Tudo bem. – Percebi que o homem olhou rapidamente para Lauren canto dos olhos. – Jauregui, vá cuidar do seu braço, seu sangue é tóxico para os humanos.

- Sim senhor. – Lauren respondeu, seus olhos foram voltando a ficar verdes. – Eu vou agora, espero que fique bem.

- Quando terminar passe no meu quarto. – O capitão falou para Lauren e saiu, pisando firme como sempre.

Lauren saiu em seguida, seguiu o caminho oposto. Eles nem pareciam pai e filha. Shawn ficou me encarando e eu apenas comecei a seguir para o meu quarto.

- Cuidado! – Ele gritou, me dando um baita susto.

- O quê?

- O sangue da mecânica. – Por um segundo eu quase o corrigi como Lauren sempre faz.

- Eu sei, ela já me disse que é tóxico.

- Você está bem mesmo, Mila?

- Estou, vou para a cabine de pilotagem, preciso ver o que aconteceu depois que eu desmaiei.

- O planeta foi tomado, menos de quinze minutos depois, a Organização enviou tropas para ajudar. Elvik será a nova Rainha e fechou um acordo com a Organização, vai servir de rota de comercio e sobre o Elidium a Organização vai mantê-lo seguro, vai ser utilizado apenas para gerar energia para o planeta ou planetas vizinhos.

- Você foi capturado por eles também?

- Não, ficamos escondidos no porão da nave, todos os médicos, assim poderíamos prestar socorro. Eu te encontrei, desmaiada. – Franzi o cenho. – Claro que a Jauregui deu a localização, já que foi ela quem acertou o tiro em você.

- Ela me acertou para me salvar, não foi proposital.

- Bom... você deu um fora nela, talvez ela quisesse se vingar. Doratianos são vingativos, sabemos disso.

- Ela não fez de proposito. Agora preciso ir.

Apenas o deixei ali, meu dia foi bem cheio. Admito que de inicio eu queria ir para a cabine de pilotagem, mas depois acabei tomando um caminho maior para ver se Lauren estava realmente bem. Fui passando cabine por cabine, até que ouvi algo como um resmungo, sabia que era Lauren.

- Pare de reclamar. – Ouvi uma voz estridente.

- Você está me machucando.

- Você rompeu diversos nervos, eu vou ter que reconstruir. Vamos ter que remover.

- Quanto tempo dessa vez?

- Quatro horas, mas colocaremos você para dormir. – Lauren soltou um longo suspiro. Ela parecia estar numa cela de quarentena, então a medica deveria ser humana. Abri a porta e a medica, loira e baixinha me olhou. Ela estava preparando algumas coisas. – Precisa de ajuda?

- Não, eu vim ver como Lauren está? – Olhei através do vidro e ela acenou sorridente. – Ela está bem?

- Está bem, só preciso refazer alguns nervos da prótese e depois religa-los, vai levar quatro horas e ela vai precisar descansar por um tempo.

- Espera, você disse algumas horas.

- Para consertar seu braço mecânico, depois é seu corpo que faz o resto. Depois ela ficará 100%.

- Não se preocupe, Camz. – Lauren sorriu.

- Agora você precisa dormir. – A medica fechou completamente o quarto de quarentena que Lauren estava deitada. – Ela não nos ouve agora.

- Ela vai ficar bem, não vai?

- Sim. – Ela sorriu. – É uma lesão leve, vai melhorar.

- Ela vai precisar de algo? – A mulher arqueou a sobrancelha.

- Lauren fica bem manhosa quando está desse jeito, então ela vai acabar te tratando como uma enfermeira.

- A visita é liberada?

- Sim, mas só depois de 24 horas.

- Certo. – Fiquei pensativa. Eu realmente não tinha sentimentos por Lauren, mas ela havia sido bem legal comigo nos quatro meses e realmente se preocupava, então o mínimo que poderia fazer cuidar dela.

Dois dias depois, no horário certo segui para onde Lauren estava internada, a medica, que descobrir se chamar Allyson Brooke, me deu autorização. Pedi ao capitão um tempo para cuidar de uns afazeres e ele me liberou.

- Mila, onde vai?

- Vou... ao meu quarto. – Eu não diria que iria ver Lauren, novamente as fofocas começariam.

- Pensei que iria ver Lauren.

- Eu vou ao meu quarto. – Revirei os olhos.

- Certo. – Dinah parecia querer me falar algo.

- Dinah, diga logo de uma vez.

- Nada, apenas esqueça. Nos vemos no refeitório mais tarde.

- Até mais.

Segui meu caminho, pensei em ir ao meu quarto pegar algumas balinhas que comprei em Drelium, acho que Lauren iria gostar, mas não sabia se ela poderia comer, afinal deveria estar numa rotina alimentar de hospital. Eu coloquei minha identificação e abri a porta do quarto de Lauren. Lá estava a Doratiana e outra mulher loira, a loira dava comida na boca da morena, que parecia adorar a atenção. Eu não entendi porque me senti tão irritada, mas acabei soltando um pigarro  bem alto, não sabia que era capaz de fazer isso.

- Ah, oi Cabello. – Lauren falou. Cabello, ela voltou a me chamar assim, será que estava com medo da sua nova namoradinha.

- Oi, Jauregui. – Sorri para ela.

- Eu não quero mais. – Choramingou.

- Só mais uma colher e eu prometo que levo a sopa.

- Ta bom. – Como criança birrenta ela abriu a boca e tomou a sopa. A mulher levantou e se virou para mim, era nada mais nada menos que Tenente Lucy Vives.

- Olá Tenente Cabello, veio fazer a contagem de materiais? – Ela falou sorridente após colocar o prato de comida em um dos carrinhos.

- Na verdade, vim ver como Lauren está e cuidar dela. – Eu não sei porque, mas acabei falando aquilo e imediatamente a tensão se estendeu no ar. Talvez fosse por isso que Lauren sumiu, estava ocupada demais com outra.


Notas Finais


Blog >> www.contoscontados.com


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