História Soldado Park - Imagine Jimin - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags 1985, Bts, Exército, Fluffly, Happyjiminday, Hetero, Imagine, Jimin, Park Jimin, Primeiro Amor
Visualizações 1.001
Palavras 1.201
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


— Olha eu aqui, eu peço desde já desculpas, ok? Mas eu precisava postar essa belezura para comemorar o aniversário do nosso bolinho ♡

— O tema é exército, primeiro amor e essas coisas. É isso, boa leitura amores ♡

Capítulo 1 - Uma doce menina não deve chorar.


Fanfic / Fanfiction Soldado Park - Imagine Jimin - Capítulo 1 - Uma doce menina não deve chorar.

Maio de 1985

Corria por sobre as plantações da fazendo de meu pai, ali eu era feliz, todos nós éramos. A fazenda era grande, tinha espaço o suficiente para brincarmos a vontade.

Corria a procura de minha irmã e meu irmão Namjoon, eu não iria deixá-lo ganhar, não desta vez.

Eu me encontrava decidida e destemida. Ele deve não ter se escondido muito longe.

— Ah não! — Disse frustrada quando Namjoon bateu na árvore a qual decidia o fim do jogo.

Salve todos. Ele gritou mostrando suas adoráveis covinhas, ah como eu queria arrancar aquele sorriso do rosto dele.

Minha irmã saiu do esconderijo e abraçou o mais velho.

— Isso não foi justo, oppa. — Disse emburrada, eu odiava perder.

— Desculpa baixinha, mas você sabe que eu nunca perco em esconde-esconde. — Disse abraçando-me de lado.

— Tudo bem, é apenas um jogo idiota. — Chutei algumas pedras que estavam ali.

— Não fica assim (S/N), da próxima vez ele é quem vai nos procurar. — Nina, minha irmã do meio diz sorrindo fofo.

De filhos havia somente eu, Nina e Namjoon, mas confesso que dávamos trabalho em dobro para o mais velho.

Fomos até o estábulo escovar a pelagem dos cavalos, eu tinha um. Storm era o nome dele, um lindo cavalo por sinal.

Aqui tínhamos sempre alguma coisa para fazer, pela manhã íamos para escola e a tarde brincávamos, ajudávamos mamãe e papai com as coisas da fazenda. E nunca reclamamos de nada.

— Eu gosto de brincar com vocês, mas não poderei fazer mais isso. — Namjoon disse, eu podia sentir a dor em suas palavras. Será que ele está doente?

— Por que, oppa? — Dessa vez Nina se pronunciou, eu nem conseguia dizer uma palavra sequer.

— Vocês sabem que quando garotos completam seus dezoito anos, eles precisam se alistar no Exército. — Deu uma pausa e concordamos, mas ele já tinha ido se apresentar, teria que ir outra vez? — Eu fui e recebi uma carta informando que eu havia passado e que preciso ir o quanto antes para base militar.

Quando ouvimos aquilo era como se uma cratera tivesse surgido bem no nosso meio. Eu me encontrava paralisada, essa era a verdade.

Nós três éramos inseparáveis, quando dava fazíamos tudo juntos, praticamente Namjoon era nosso “pai”.

Olhei para os lados e senti minha respiração pesar, uma vontade de gritar me assolou com tudo. É difícil ver alguém que vive com você 24 horas vá assim tão de repente.

O mais velho sempre nos protegeu e fazia com que tivéssemos a cabeça no lugar e sempre focadas.

Corri dali o mais rápido que eu pude. Eu sabia o que acontecia no exército, ainda mais quando a outra Coréia vivia mandando guardas seus ultrapassar a fronteira só por birra.

O sol daqui há pouco se punha, mas eu não ligava se ficaria tarde, apenas queria extravasar essa agonia em meu peito.

Não pode ser, não pode ser… Sussurrava aos prantos, eu tinha tanto medo que meu irmão nunca mais voltasse, o país estava enfrentando problemas e Namjoon ir para o exército não me deixava tranquila.

Quando me dei conta estava perto do meu local preferido. O lago West. A brisa levava meus cabelos ao alto e juntamente as lágrimas também.

Abracei meu corpo e me encostei na enorme árvore que havia ali. Fechei os olhos e deixei que o doce amargo saísse de mim de alguma forma.

Pode parecer birra de alguém que tem tudo, mas para eu e Nina não é, afinal Namjoon nos entende.

Minha cabeça estava explodindo naquela altura, meus olhos era apenas um borrão em meio às grossas lágrimas.

O soluço tomava conta do meu corpo, até para eu ouvir era doloroso demais. Agora o que seria de mim e de Nina? As coisas seriam tão diferentes na escola.

As meninas passariam a nos atormentar, seria um total pesadelo.

— Por que choras, menina? — Assustei-me na mesma hora levantando a cabeça muito rápido.

E eu paralisei, era como se estivesse morrido e agora me encontrava no paraíso.

— Está tudo bem? Machucou-se? — O rapaz se ajoelhou em minha frente e me analisava cautelosamente.

Seus olhos negros estavam vasculhando cada canto de meu corpo para ver se encontrava algum machucado.

— Por que está sozinha? É muito perigoso uma dama andar sozinha uma hora dessas. — O rapaz ainda me analisava.

— Desculpe, apenas não estava me sentindo bem. — Menti.

— Isso não é verdade. — Arregalei os olhos quando ele disse que eu estava mentindo. — Não foi desse modo que eu quis dizer. — Coçou a nuca em desconforto.

— Você tem razão. — Suspirei triste, eu não tinha porque mentir, ele parecia ser alguém confiável. — É só que… meu irmão foi chamado para servir no exército.

E ao dizer aquilo era como se toda a dor de perdê-lo me assombrasse.

Quando dei por mim já chorava de novo.

— Ei, ei não chora moça… — O rapaz parecia sem saber o que fazer.

— Tudo bem. — Funguei limpando algumas lágrimas, mas ele estava fazendo no meu lugar.

Sua mão direita era macia, o toque em meu rosto era reconfortante.

Olhei para ele só que com mais afinco. Seu rosto bem desenhado era uma obra dos deuses, seu corpo jovial e esbelto cabia perfeitamente em sua roupa de montaria.

Os cabelos alaranjados estavam bem alinhados, com certeza ele não é das redondezas.

Desci o olhar pela sua boca, mas foi sem querer e pude constatar o quão linda era. Ele todo era perfeito.

Pisquei algumas vezes e o rapaz percebeu o meu “desconforto”.

— Desculpe-me a ousadia. — Sorriu de lado e aquilo foi como um tiro, eu não estava preparada.

— Como se chama? — A curiosidade para saber seu nome era gritante.

— Park Jimin e o seu? — Jimin, nome lindo igual a quem o carrega.

— Kim (S/N), prazer. — Reverenciei um pouco, e voltava a olhá-lo.

— O prazer é todo meu bela dama. — Pegou minha mão direita e lá deixou um selar que causou-me arrepios.

E eu não me encontrava mais triste, era diferente o sentimento.

Sorri ao ver o sol se pôr bem na nossa frente, era deveras reconfortante.

— Seu sorriso é encantador, até o sol senti inveja agora. — Confessou, mas sem olhar para mim. Todavia eu sabia que ele tinha olhado, porém por pouquíssimo tempo.

Ficamos ali admirando o sol se pôr, uma calma na assolou.

Jimin levantou-se e estendeu a mão para que eu pegasse.

Sorri com a gentileza e congelei quando ele se aproximou mais de mim.

— Prometa senhorita que não chorarás mais. Uma doce menina não deve chorar jamais, afinal seu sorriso é um dos mais belos que eu já tive o prazer de presenciar. — Os olhos de Jimin estavam intensos, ele não parava de olhar-me um segundo sequer.

— Você tem um jeito de falar estranho. — Sorri com minha fala.

— Eu sou da capital (S/N), e também por ter tido uma educação fora da Coréia do Sul. — Sorriu ladino mostrando sua bela feição.

Suspirei com Jimin ainda segurando nossas mãos. O que eu tinha a perder, era apenas uma promessa boba.

— Eu prometo, Jimin. Prometo não chorar mais, e sorrir de agora em diante. 

A sinceridade em minhas palavras me assustaram. Mas o que eu tinha a perder? Talvez depois de hoje nem fosse mais vê-lo.

Contudo esse pensamento me deixou desconfortável. E sentia que mudaria só não sabia o que.


Notas Finais


Ahhhh que medo de não dar certo. Paro ou continuo?

Espero que tenham gostado e logo estarei de volta ♡

Sigam o meu perfil @MaumdoNamjoon


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