História Solo Por Un Beso - Capítulo 3


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Categorias Angélica Vale, Jaime Camil
Personagens Angélica Vale, Jaime Camil
Tags Drama, Romance
Exibições 63
Palavras 761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Ficção Científica, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Ela me faz tão bem.


Fanfic / Fanfiction Solo Por Un Beso - Capítulo 3 - Ela me faz tão bem.

Fomos em silêncio até seu carro, até ela perguntar, o que nem eu mesmo sabia responder.

- Como você está? — Notei que ela perguntava por educação, mas era notável que ela já sabia de algo.

- Bem.. E com você?. — Paramos próximo do seu carro e ela finalmente me olhou.

- Tudo como devia estar. - Sorriu sem mostrar os dentes.

Não poderia negar que estava nervoso em tê-lá tão próximo novamente. Senti que ela queria me perguntar algo à mais, mas talvez fosse só coisas da minha cabeça.

- Eu.. — Falamos ao mesmo tempo, em seguida caímos na gargalhada. Sua risada era a melhor, contagiante e espontânea. Eu amava.

- Você primeiro. — Sorri.

- Acho que é você que precisa conversar aqui. — Dessa vez sua feição mudou.

Me escorei em seu carro pensando em como começava, o que eu iria dizer? Ela era minha melhor amiga, sempre foi. Não gostava de esconder nada à ela, nem ao menos o sentimento que sempre senti por ela.

- Você já pode começar. — Ela sorriu me passando confiança, em seguida se aproximou.

- O que mais me dói é a distância dos meus filhos. - Falei realmente a única coisa que me tirava o sono em relação a separação. Baixei a cabeça, meus olhos já tinham rastros de lágrima. Senti sua mão em meu ombro.

- Eu posso imaginar o quanto dói. - Disse e me puxou para um abraço. Um abraço que iria mudar o resto do meu dia e dos próximos que viriam, alí era meu refúgio. Em seus braços.

Eu não estava ligando se estávamos em um estacionamento, eu só queria tê-lá mais próxima de mim. Não imaginava que iríamos dar início nesse assunto tão rápido, mas com ela tudo é mais fácil, claro que ela provavelmente estava um pouco magoada por não eu não ter procurado ela antes, mas ela era educada demais para demonstrar em um momento como esse.

- Vai ficar tudo bem. — Sussurrou. Aos poucos fomos nos soltando.

- Eu espero que sim.  - Sorri e ela retribuiu.

- Está morando onde ?.

- Em um apartamento próximo, fica mais fácil para ver as crianças.

- Ah claro.

Ficamos em silêncio e ela me olhou da mesma maneira que anos atrás. Meu coração disparou, um flashback começou a rondar minha cabeça, nossas brincadeiras,nossos gostos. Me lembrava até de como vinhamos da escola, correndo. E principalmente dos beijos, e das noites que desejei que não acabasse enquanto ela dormia em meus braços. E hoje eu estou aqui olhando para a mulher da minha vida, porém sem poder está perto o suficiente, sem poder beija-la quando me desse vontade.

Acordei do meu transe com ela sorrindo, e ao que parece me chamava.

- O que foi? — Sorria.

- Ah nada. — Sorri de volta.
- Eu esqueci de dizer algo. — Retruquei.

- O quê?

- Você está mais linda a cada dia e segundo que passa. — Vi seu rosto corar.

- Você e seus exageros. — Sorriu envergonhada.

- Você sabe que é verdade.

Mais uma vez fez-se silêncio.

- Bom, alguém tem que trabalhar. — Disse e eu também me recordei que teria gravações.

Impressionante como só em esse pouco tempo ela me fez esquecer de tudo. Era sempre assim.

- Eu também tenho gravações  exatamente.... — Retirei o celular do bolso para ver as horas.
- Agora!. — O coloquei de volta no bolso e um vazio me percorreu, ao perceber que já teria que me despedir.

- Foi muito bom encontrá-lá pequena, Obrigado. — Fui sincero.

- Eu digo o mesmo. E não precisa agradecer, você sabe que pode contar comigo, sempre. - Sorrimos.

Mais uma vez pude senti-la em meus braços, seu perfume doce invadiu minhas narinas, deixei um beijo em sua bochecha e nos separamos. Enquanto ela abria a porta do carro eu caminhava de costas olhando para ela que fez uma careta.

- Bobo!!! — Gritou. Gargalhei e voltei a caminhar normal.

Assim que entrei em meu carro vi o seu saindo, um sorriso bobo se formou em meus lábios.  Acelerei e parei ao lado do seu. Ela baixou o vidro e me olhou com cinismo.

- Posso pedi uma última coisa? — Coloquei a cabeça para fora da janela.

- Sim.

- Posso te ligar, para marcamos para sair ? Por favor não me negue isso. - Falei e ela sorriu.

- Vou pensar. — Sorriu e acelerou saindo em seguida. Deixando um Jaime completamente bobo e desesperado para vê-lá novamente.



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