História Solução desesperada - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Eadlyn Schreave, Kile Woodwork, Maxon Calix Schreave
Tags Amor, Eadlyn, Eadlyn Schreave, Kile, Kile Woodwork, Namoro, Romance
Visualizações 176
Palavras 1.830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


GENTE COMO SEMPRE VOCÊ SÃO OS MELHORES LEITORES DO MUNDO!!! OBRIGADA MESMO DE CORAÇÃO <3
Vou explicar o por que da demora, primeira eu queria, como sempre, escrever um capitulo bom para vocês só estava com dificuldade de fazer uma Eadlyn safada, mas ao mesmo tempo com medo do que podia acontecer, espero ter feito direito. Segundo segunda e terça por alguma motivo que eu não se fiquei com muita dor de cabeça, acabei não conseguindo revisar o capitulo, nem postar e responder os comentários por isso estou postando hoje. Terceiro minhas aulas na faculdade voltaram então provavelmente só terá um capitulo por semana! Espero que entendam!
Enfim, vocês deram as opiniões de vocês e acabei decidindo que a Eadlyn... ops nada de spoiler!
Até lá embaixo!

Capítulo 9 - Mas eu estou no seu colo


Kile Woodwork

Quando Eadlyn falou aquelas palavras era obvio que estava insinuando sexo e é obvio que eu quero. Queria ter Eadlyn por completa. Mas tudo o que aconteceu com ela é muito recente. Eadlyn acabou de confessar que não consegue permanecer no próprio escritório, o que dirá fazer sexo.

Eu conheço essa garota... ou melhor, essa mulher, a muito tempo. O bastante para saber que odeia se sentir fraca, impotente, frágil e quer provar mais uma vez que nada a abalou. Mas isso é mentira, tudo mudou.

“Acho melhor assistirmos a um filme”, sugiro tentando parecer descontraído. Mas ela me olhou para se eu estivesse a desafiando.

“Você acha que eu não posso seguir a diante?”, Eadlyn perguntou com a voz cheia de provocação. E fingindo estar magoada.

“Eu acho que você pode fazer o que quiser, mas temos que ir devagar principalmente depois de tudo o que aconteceu”, expliquei me aproximei. E toquei suas costas onde havia marcas do incidente. “Suas costas não doem mais?”

Pude ver em seus olhos que ela estava relembrando tudo e tive esperança que ela iria se dar mais tempo. Mas então ela balançou a cabeça e me olhou decidida.

“Eu odeio viver em função do passado!”

Meu Deus, como ela é teimosa.

“Eu perguntei se elas ainda doem?”

“Um pouco desconfortável, mas...”

“Mas o que? “

“Mas eu não aguento mais ficar me lembrando do que aconteceu e ficar vendo os olhos daquele desgraçado enquanto ele se divertia as minhas custas! Alguns psicólogos afirmam que para esquecer memorias ruins o melhor é substituir por memoria boas”, Eadlyn falou com toda sinceridade, carregando angustia dentro da própria voz. E então ela continuou:

“Eu não tinha nenhuma experiência sexual, então Marid veio e me deixou marcada com o que posso chamar de ‘experiência sexual ruim’... Kile, eu preciso mudar isso, preciso ter uma ‘experiência sexual boa’ para tentar esquecer todo esse trauma dentro de mim! E você é a única pessoa em quem confio para tocar no meu corpo.”

Eu estava atordoado. Eadlyn estava falando um absurdo com um pouco de verdade. Ela estava comparando sua situação com uma criança que cai de bicicleta. Do tipo que o pai precisa levanta-la falar palavras de incentivo até que ela consiga andar sozinha e não ter medo de cair. Mas sexo é completamente diferente de bicicleta. Principalmente quando falamos do tipo trauma que ela passou.

Dou um longo suspiro enquanto penso no que fazer. Ela fica me olhando para tentar decifrar minha decisão.

“Talvez, só talvez, tudo o que você disse pode ser verdade. Mas não quer dizer que você está pronta para dar um passo tão grande”, ponderei e continuei.

“Por que eu não decido isso no calor do momento?”, Eadlyn falou se aproximando e beijou de modo suave meu pescoço.

E a partir do momento que começou a subir seus beijos até a minha orelha eu me perdi no que iria dizer. Eadlyn mordiscou o lóbulo da minha orelha e disse:

“Realmente talvez eu não esteja pronta para o sexo em si, mas podemos nos divertir não podemos?”

Era uma questão a se considerar. Mas eu mal tive tempo para isso, Eadlyn já me puxava para fora da cozinha e me empurrou no sofá, onde sentei. E ela de um modo muito sedutor e sexy se sentou no meu colo, com cada uma das pernas em um lado do meu corpo. Começou a desabotoar minha camisa e a ajudei a retira-la. Eadlyn ficou por alguns segundos apenas olhando para o meu corpo.

“Antes desse namoro falso e do “vamos ver no que vai dar” eu tentava manter meus olhos longe de você, mas agora eu preciso confessar: você, Kile Woodwork, é muito gostoso!”, ela falou colocando as duas mãos quentes sobre meu peito.

“Digo o mesmo!”

Ela mordeu o lábio inferior e se aproximou um pouco mais.

“Você olhava para o meu corpo?”

“Difícil não olhar quando se tem uma mulher com essas curvas do meu lado”, falei a segurando pela cintura forte, não para machuca-la, mas para mostrar que eu a queria.

“Mas eu estou no seu colo”, Eadlyn brincou se remexendo em cima da minha ereção.

“Ainda bem”, eu disse beijando o colo dos seios dela, o que fez Eadlyn pender a cabeça para trás.

Agora eu estava no controle. E agradeci o fato dela estar usando vestido como de costume, que subiu quando ela se sentou no meu colo. Enquanto dedicava minha atenção à área do pescoço toquei meu seio direto por cima do tecido fino, e pude sentir seu mamilo enrijecer assim como uma parte do meu corpo.

Eadlyn gemeu com meu toque, me olhou e percebeu que o vestido não permitia que eu tivesse mais acesso a essa área que lhe dava tanto prazer. E com um gemido de frustação ela saiu do meu colo tempo suficiente para tirar o vestido e me presentar com a sua visão que lingerie azul clara que ficava linda com o tom da sua pele. Corando ela voltou a se sentar na mesma posição.

[...]

Eadlyn Woodwork

Toda vez que o Kile tocava as minhas costas eu me lembrava do Marid e tentava esquecer o mais rápido possível. Eu quero, eu preciso esquecer, como eu disse para o Kile eu tenho que começar a ter memorias boas sobre o sexo e acreditem é difícil não ter quando ele beijou muito perto dos meus seios me causando arrepios por todo o meu corpo. E quando passou a mão pelo meu seio por cima da minha roupa meu mamilo enrijeceu na hora.

Era tão prazeroso que já estava esquecendo qualquer pensamento ruim da minha cabeça, era só eu e Kile, o homem, que eu mais confio no mundo. Eu queria que me tocasse, pele com pele, mas meu vestido estava atrapalhando. Então, em um súbito momento de loucura, sai de seu colo e puxei minha roupa por cima da cabeça, jogando a peça em algum lugar da sala, ficando apenas de lingerie.

Estava exposta com um pouco de vergonha, mas completamente à vontade sentei novamente em seu colo.

Quando nossos olhos se encontraram era como se Kile pudesse ver aminha alma, meus segredos e medos e tive a necessidade de desviar o olhar e aliviar o clima que estava pegando fogo. 

“Com quantas mulheres você já dormiu, Kile?”, perguntei e pude ver um brilho de diversão passar por seus lábios.

“Você quer que eu conte?”

“Não sei, você consegue contar?”, retruquei.

“Não em duas mãos”, ele revelou e minha boca se abriu em um perfeito O. Ele sorriu e aproximou nossos rostos fazendo o clima voltar a ficar quente. “Mas isso não importa porque a única mulher que eu quero está na minha frente!”

Meu coração deu um pulinho, mas não pude deixar de dizer:

“Tecnicamente no seu colo”, falei enquanto mexiam meu quadril sentindo sua ereção. Seus olhos azuis que estavam focados em meus lábios foram para baixo olhando descaradamente o pequeno espaço que separava nossos corpos. E depois para os meus seios ainda cobertos pelo sutiã.

Seus dedos deslizaram pelas minhas costas, percebi que pela primeira vez me concentrei na sensação maravilhosa em ter seus dedos percorrendo minha pele nua ao em vez de pensar naquele idiota, e quando seus dedos tocaram no fecho do meu sutiã percebi que estava segurando a respiração e então param como se ele estivesse esperando por uma aprovação. 

Acenei com a cabeça e assim que senti o tecido afrouxar o ajudei a joga-lo no chão. Então me segurou pela cintura e me colocou deitada no sofá ficando por cima me deixando muito excitada com toda sua masculinidade sobre mim. Seus lábios tocaram os meus gentilmente, mas o beijo começou a ficar profundo e tentador com suas mãos percorrendo minhas pernas me fazendo pegar fogo e gemer, não conseguia me controlar.

Tentei abrir o cinto da calça do Kile, pois eu estava praticamente nua e ele só estava sem camisa, queria vê-lo, mas ele segurou as minhas mãos em cima da minha cabeça tentei protestar. Mas ele ao invés de pedir para eu sossegar sua boca foi de encontro com o meu mamilo me fazendo perder a voz e a minha consciência.

Não sei quanto tempo Kile ficou dando atenção aos meus seios só sei que por um momento pensei que poderia gozar em seus estímulos. Mas ele tinha outros planos, desceu um trilha de beijos pela minha barriga ate chegar em meu ventre, seus dedos, que tinham soltado minhas mãos, enroscaram nos dois lados da minha calcinha. E a sensação do fino passo sendo puxado pelas minhas pernas era erótico e só de pesar em Kile observando minha intimidade me fez fechar as pernas.

Ele não pediu para eu abrir as pernas, mas ele voltou a me beijar, da ponta dos pés, passando pelo calcanhar e a panturrilha e conforme foi chegando à minha coxa meus músculos foram relaxando e sem perceber eu abri as pernas. Seus beijos passando a ser lambidas muito perto da minha intimidade. E meus gemidos estavam incentivando ele a continuar.

Antes de qualquer coisa ele me tocou com um dedo e pude perceber como eu estava molhada. Kile também percebeu e então sem aviso sua boca encostou-se a minha intimidade inchada, supersensível e excitada. Estava à beira da loucura enquanto ele habilmente lábia, chupava e massageava a minha área mais intima.

Por um momento todos os músculos do meu corpo estavam tensos e meu corpo todo ansiava pelo clímax que chegou de forma avassaladora e maravilhosa, sendo tomada por espasmos. Fechei os olhos e me senti calma, completamente satisfeita.

Eu já tinha me dado alguns orgasmos, mas nenhum comparado com esse.

Senti algo tocar meus lábios e abri meus olhos caindo na imensidão dos olhos azuis de Kile me observava com um sorriso no rosto. Então um pensamento me invadiu só eu fui ao ápice de um orgasmo.

Ele havia se aconchegado ao meu lado então foi fácil me levantar e deixa-lo deitado. Quando minhas mãos tocaram o seu cinto da calça mãos de volta. Kile havia me deitado novamente ao seu lado.

“O que pensa que estava fazendo?”, ele perguntou com a voz calma.

“Tentando... tentando lhe dar prazer”, disse tentando me levantar.

“Shhhhh.... um passo de cada vez lembra”, Kile falou acariciando minhas costas. “Eu acho que você precisa descansar”, ele falou se levantado e me pegando no colo.

“Não preciso nada”, falei, mas a verdade era que o orgasmo tinha acabado comigo.

“Será que você pode me deixar cuidar de você por uma noite?”, ele perguntou me colocando na cama e me cobrindo.

“Só se você deitar aqui comigo também”, falei manhosa e ele se jogou ao meu lado e eu me enrosquei nele.

Ficamos em silencio juntos e senti o sono me invadir estava quase adormecendo, meus olhos já fechados e Kile deve ter pensado que eu estava dormindo, pois disse:

“A melhor noite da minha vida”, e pela segunda vez essa noite meu coração deu um pulinho.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, mesmo não tendo a primeira vez deles! Mas teve putaria né hahaha
Só para relembrar que postarei um capitulo por semana!
Como sempre deixe seu comentário, sua opinião ou sugestão, ok?!
Mais uma vez obrigada a todas que comentaram vocês me fazem literalmente pular de alegria cada vez que vejo que tem um comentário!
Beijinhos e até o próximo!


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