História Sombra - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bakemonogatari, Naruto
Exibições 46
Palavras 1.035
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shounen, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi! Eu sou o Goku

Capítulo 7 - Das sombras


Fanfic / Fanfiction Sombra - Capítulo 7 - Das sombras

MENMA POV

                Eu e Kagyuya entramos no avião direto para Tokyo agora minha missão é assassinar Hyuga Hiashi, mas parece que Kyubi e Ichibi estão nas redondezas então Kisame foi enviado comigo para essa missão. Acho que vai ser uma ajuda desnecessária, mas tudo bem. Já estou chegando a Tokyo.

NARUTO POV

                Depois da nossa pequena festa no clube secreto eu cheguei em casa todo molhado da chuva entrei e vi minha irmã e Hanabi me esperando no sofá tentei passar sem chamar a atenção delas, mas não tão certo assim e as duas me viram

Karin- Onde o senhor estava?- Perguntou cruzando os braços da exata maneira que a mamãe fazia e se tem uma coisa que eu aprendi com meu pai foi se uma Uzumaki está brava com você corra por sua vida

Naruto- Ah... Eu...Eh...bem eu tava em casa esse tempo todo- Falei gaguejando

Hanabi- Uhum, em casa? Pode deixar que minha irmã vai ficar sabendo que você tava em “casa”- fudeu de vez... não pera a Hinata pode me ajudar com isso

Karin- Que vergonha em irmão na noite do seu noivado você já sai pra pegar outras mulheres

Naruto- Qual o problema? Todo agricultor tem que testar o solo antes de escolher o melhor

Karin- você não nem um pouco safado né?

Naruto- não, de onde você tirou isso?

Hinata- O que ta acontecendo aqui? Porque tão gritando?

Hanabi- Seu noivo que resolveu chegar agora

Hinata- E qual é o problema?

Hanabi- é que ele... ele... é ele

Karin- Você quer dizer que ele saiu pra pegar outras mulheres?

Hinata- E eu com isso? Nosso casamento vai ser só por contrato

Hanabi- Mas ele deveria ao menos ser fiel

Naruto- Quem disse que eu não fui?

Karin- Eu acho melhor essa discussão acabar se vocês não lembram nos quatro temos aula amanhã

Naruto- Só vocês eu e Hinata vamos levar o Hiashi pro aeroporto

Hanabi- Por que eu não vou?

Hinata- Porque a senhorita tem aula

Hanabi- Você também

Hinata- Eu sou a mais velha então eu mando

MENMA POV ON

                Era noite eu tinha me esquecido como Tóquio fica mais bonita à noite, as luzes, as pessoas, tudo mais agitado andei ate o antigo lugar onde ficava minha afastada casa, era nas montanhas longe da cidade, mas eu gostava o sentimento de sempre estar sozinho, mesmo com os meus irmãos brigando me deixava em paz

Kaguya- parece que nem Eter escapa de lembranças

Menma- Deuses também tem seus problemas

Kaguya- Por isso eles não escutam os humanos?

Menma- Não sei ainda não assumi meu cargo- Respondi entrando na casa

                Ela ainda estava igual a ultima vez que eu vi, no dia do massacre da minha família ainda posso ouvir o som dos gritos dos meus pais e da minha irmãzinha. Posso lembrar do meu sacrifício pela vida dela foi ali,me aproximei da poça de sangue seco que parecia mais uma pintura da parede, onde pela primeira vez vi quem que estava por trás do garoto fraco que não sabia a hora de cair sempre se levantando, meu pequeno Ashura, ainda posso lembrar também dele sempre reclamando de Sasuke, o irmão do meu melhor amigo, e falando sobre seu amor por Sakura, agora o meu irmão favorito Gaara ele nem era tão criança quanto a Karin e nem tão menininha quanto Ashura, Gaara mesmo sendo apenas meu irmão adotado, era o mais comportado e único que não me dava trabalho. Naquele lugar meu ultimo refugio de infância

Kaguya- Você ainda lembra?

Menma- Não da pra esquecer

Kaguya- Lutar contra o passado é mesmo que perder o futuro

Menma- E quem disse que eu não me esqueci do passado

Kaguya- Seu coração

Menma- Um órgão que serve apenas para bombear sangue não diz nada sobre mim, vamos está tarde

Kaguya- por que temos que ir eu gosto da noite e o clima das montanhas é o meu favorito

Menma- Vamos logo

                Consegui convencer Kaguya, mas quando descemos a montanha eu senti um cheiro estranho não como se fosse um problema era um cheiro de sangue que eu nunca tinha sentido, ou seja, não era de nenhum animal ou humano quando cheguei ao lugar tive minha certeza não era um humano ou animal era uma mistura uma mulher de lingerie preta, um pouco sensual confesso, com brilhantes cabelos brancos e duas orelhas de gato

Menma- gato amaldiçoado, vou ter diversão em Tóquio- Falei olhando calmamente a garota segurando dois corpos

                Ela pulou pra cima de mim e eu deixei ela me tocar, sim eu sei os poderes de um gato amaldiçoado, mas um deus como eu está acima de todas as assombrações que possam existir, então segurei a mão dela que estava na minha barriga e ouvi alguém gritar ao longe “Hanekawa” o garoto surgiu ele tinha um cabelo estranho e uma mecha cobrindo seu olho. Eu joguei a garota na parede e ele veio pra cima de mim eu segurei o braço dele e o joguei no chão e então ele tentou me chutar, mas foi inútil eu peguei a perna dele e o joguei ele na parede e o sangue dele sujou a parede do prédio da esquerda, que cobria o beco onde estávamos, então senti uma mordida no meu ombro então eu peguei a pequena vampira e a jóquei no chão então o garoto pegou uma barra de ferro e tentou me acertar e com apenas uma mão eu segurei a barra e enfiei no ombro dele e arranquei o braço dele e acertei ele com a barra direto no rosto então a garota e a vampira tentaram me atacar eu pulei e desviei das duas e elas bateram as cabeças uma na outra e eu segurei a cabeça da duas e bati elas no chão. Parece que eu estava errado bater nesses fracotes não me deixou mais calmo e eu continuo pensando no passado. Então assim que eu sai do beco olhei para o lado um cheiro de sangue estranho não era humano de novo e também não era de assombração na verdade nem era sangue era artificial demais para ser sangue e o cheiro de areia misturado me deixava duvidas, quem era aquela pessoa eu não sei.           


Notas Finais


é hora de dar tchau


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