História Some Time Later... Babys? - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, V
Tags Bts, Fluffy, Najuzinha, Taekook, Taekook Papais, Taekook+baby, Vkook
Visualizações 350
Palavras 3.397
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 4 - We love pizza!


A reunião estava mais barulhenta do que esperava. Taehyung não conseguia entrar em um consenso com seus ajudantes e estilistas fiéis, sendo assim, havia um burburinho muito grande.

A mente dele fervilhava.

Não aguentava mais o Sr. Yugyeom querendo um estilo mais gótico para suas modelos, a Sra. Yoona querendo tons pastéis, e o Sr. Yixing discutindo o tom vermelho na saia da modelo com sua parceira e também esposa, a Sra. Janine, – uma estrangeira.

Nem afundar na sua cadeira de chefe ajudava a tranquilizá-lo. Massageava as têmporas, a lateral da cabeça e bufava audível. Nada parecia conseguir diminuir sua dor de cabeça.

Até que explodiu.

— CHEGA! – Gritou finalmente.

E um silêncio instaurou na sala.

— Vocês são estilistas, consultores de moda, ou são meus filhos discutindo quem vai na frente do carro em um dia de férias?

Os presentes se entreolharam, abaixando a cabeça ao perceber quão patéticos estavam.

— Obrigado. — Taehyung olhou o relógio de parede daquela sala e a raiva o consumiu. — Se vocês não se importam, eu tenho uma apresentação dos meus filhos para ver e, por culpa suas, estou atrasadíssimo! — Recolheu seus papéis, espalhando de forma simétrica, e passou uma página no slide. — Como podem ver, há um erro de corte bem aqui. — Apontou a barra da calça da mulher exageradamente magra.

Fez careta.

Estava insatisfeito.

— Quer saber de uma coisa? — Buscou seu secretario com os olhos e, ao achá-lo, o chamou. — JIMIN?

— Ai meu Deus! — Devido ao susto, o Park quase deixara sua prancheta cair no chão. — Sim, senhor? - O garoto já havia chegado entorno de cinco minutos, com o café preferido do chefe e um cupcake, pois sabia que ele gostava de doces.

— Anota tudo o que eu disser. — Ordenou.

— Sim, claro. — Pegou o caderninho de anotações, apoiando na prancheta, e rabiscou um desenho qualquer, apenas testando a caneta.

— Modelos estrangeiras, dois pontos. — Disse devagar, enquanto divagava com o olhar pela sala. — A senhorita Isis. Ela tem um bom andar, desfila muito bem. Quero que ela abra meu desfile, usando o modelo do casal insuportável. — Apontou em direção os dois, de forma enojada.

Se o Park não tivesse segurado, ele soltaria uma gargalhada muito forte e não  pararia tão cedo. Mas seu rosto ficara vermelho, e ele teve que consertar seus óculos várias vezes.

— A senhorita Lyandra, pode acompanhar o estilo do senhor Yugyeom... Mas sem o chapéu de penas de galinha, pelo amor de Deus, que coisa cafona! — Estalou os dedos, mostrando um pouco de nervosismo.

Se o Taehyung estressado fosse sempre hilário assim, Jimin adoraria vê-lo contando piadas em um Stand-Up.

— Ah, SEM tons pastéis. — Frizou o "sem". — Ja era essa época de tons pastéis! Quero inovar! Acho que quero colorido. Quero cores. Quero... Quero luzes, como a Torre Eiffel... — E uma lembrança bem maravilhosa alcançou sua mente, fazendo um sorriso sacana brotar em seus lábios. — Quero algo sensual, e a senhora Yoona será responsável por isso.

E a cada modelo, ele ditava como e o que ela vestiria. Deixando a parte mais difícil para si, ou seja, organizar o desfile e trazer as novas modelos para sua agência.

Finalizou a reunião, voltando para sua sala.

— Jimin, fez o que te pedi? Você trouxe a minha roupa? — Taehyung entrou em seu banheiro particular para trocar seu terno, já vasculhando seus armários.

— Sim, senhor! Seu cartão já está em sua carteira e suas roupas estão na segunda gaveta, dobradas e limpas. — Respondeu prontamente, arrumando sua mesa com alguns catálogos, para posteriormente arrumar a do chefe. — Ah, e está um pouco frio, por isso peguei uma boina também, para finalizar seu look. Espero que esteja do agrado do senhor.

— Adorei! — Ainda dentro do banheiro, Taehyung ficou admirando como a peça caía tão bem em si. — Eu nem sabia que a tinha.

— Realmente, tem muita roupa naquele closet. — O Park resolveu esconder a parte que ele vestiu algumas, porque eram maravilhosas e cheiravam tão bem quanto aos jardins japoneses. — Oh, ficou melhor do que pensei.

O Kim finalmente saíra do lugar, aparecendo na frente de Jimin, quem deu sua opinião positiva.


— Eu sei, não há roupa bonita. — Deu uma voltinha entorno de si. — Há eu bonito.

— Como você é convencido! — Reclamou, enquanto terminava seu serviço.

— Você tem talento, ChimChim. — Apertou as bochechas do garoto, quem agradeceu, levemente corado. — Aliás, eu tive uma ótima ideia de slogan.  "Kimy Style, aqui você é quem embeleza a roupa." O que acha? — Fez uma pose dramática, com uma mão em sua testa e outra em seus quadris.

— Acho que está viajando... — O Park riu, logo, pegou o casaco do chefe e o vestiu, conferindo uma última vez a roupa do mesmo. — Vamos, depressa! Você está atrasado vinte minutos, isso é uma lástima!

— Aaah, é verdade. — Pegou as chaves e a carteira, esperou Jimin terminar de se arrumar, fechando a sala quando ele apareceu ao seu lado. Saiu do local, rumando o elevador.

[...]

Ótimo. Tudo o que Taehyung precisava era de congestionamento.

Desligou o carro e deu um pequeno soco no volante.

Havia acontecido um grave acidente, justamente naquele dia, e tudo estava parado.

Abaixou o volume de seu rádio, pegou o celular e ligou para o marido, para saber como ele estava e se já havia começado as apresentações.



— Amor? Espera um minuto, deixa eu ir la fora... — Jungkook havia atendido.


Taehyung concordou. Colocou a chamada no Viva-voz e trocou a música agitada para uma mais lenta e calma.


— Onde você está? A Sookie vai se apresentar daqui a pouco. — Jeon avisou bem preocupado. — Se ela não te ver aqui, vai ficar bastante chateada.

— Eu sei, querido, só que um irresponsável bebeu todas e entrou na frente de um caminhão. Pelo menos as especulações são essas. — Começara a chover, e Taehyung precisou ligar o para-brisas. — Tem tanto carro aqui. Parece que todo mundo resolveu tirar ele da garagem.


— Faz um esforcinho, você consegue!

— Tudo bem, vou o mais rápido que der! — Taehyung sorriu.

— Mas dirija com cuidado. — Jeongguk advertiu.

— Claro, meu amor. — Taehyung deixou um silêncio reinar ali, só para sentir a respiração do marido na outra linha. — Pensei em você o dia todo. — Disse sorridente.


— Sério? — Questionou manhoso. — Vai me xingar se eu falar que eu pensei em outras coisas além de você?


— Hum, não. Mas, eu posso saber o que estava pensando? — Nem por telefone o Kim conseguia esconder seu enorme ciúmes por seu marido.

— Fim de ano... Trabalhamos como condenados esses anos todos... — Quando a chuva chegou onde ele estava, Jeon tornou a entrar dentro Do colégio. — Sei que os garotos se esforçaram bastante para passar com boas notas na escola... 

Fez uma pausa e o mais velho já ficara impaciente e curioso. O trânsito estava terrível, andava um pouco, depois parava. Não fluía!


— Hoje, lá no escritório, apareceu um e-mail de propaganda de uma Viagem para o Caribe. — Riu breve, esperando seu marido matar a jogada e entender que era um convite para irem ao lugar. — O que me diz? Sair desse friozinho e ir para uma praia bem quente?

— Você não existe! — Taehyung começou a rir, pois sim ele entendeu. — Claro, meu bem. Mas tenho meu desfile, então tem que ser depois que acabar! E de toda a minha campanha dele.

— Pode ser. — Jungkook concordou. — Amor, você recebeu meu recadinho, mas mesmo assim... Você vai dar um banho nos concorrentes, tudo bem?

— Banho? Só se for de ácido sulfúrico! — Era possível ouvir gargalhadas gostosas do outro lado da linha, assim como era impossível não gargalhar junto.


— Você é demais, meu amor. — Jeon comentou risonho.

— Sou mesmo. — Ao ver que os carros na frente começaram a movimentar, ligou o seu novamente e acelerou. — Tenho que desligar, amor. Segura as pontas por mim aí. Eu te amo.


— Eu te amo também. Vem logo, quero te ver. 

-Awwwnt. — Taehyung fez um som que era para ser um aegyo, mas acabou fazendo Jungkook rir. — Eu também quero te ver. Já estou indo, tudo bem? Te amo, beijos.

— Beijos, amor. — E desligou com um sorriso enorme no rosto.


Jungkook havia voltado para fora da escola, porque só assim conseguira escutar o que o mais velho falava.

Quando estava retornando para seu assento, foi barrado por uma garotinha vestida de princesa, os cabelos ondulados estavam amarrados em um coque perfeito e tinha os olhinhos cheios de lágrimas.


— Sookie, por que está chorando? — Jungkook agachou-se a fim de ficar a altura dela.

— O papai Tae não vem.

— É claro que ele vem, anjinho.


— Não vem! — Ela berrou. Jungkook estendeu uma mão até a boquinha pequena e a repreendeu com um olhar.

— Sem gritos! As pessoas vão achar que você faz malcriações com o appa e isso não é verdade, certo? — Ela concordou. — Ótimo. Agora vem aqui e me dê um abraço apertado, igual você faz de manhã quando o papai ainda está em casa.


A pequena garotinha foi envolta pelos longos e fortes braços do pai, de forma carinhosa. No entanto, não a impediu de soltar mais algumas lágrimas entristecidas e soluços audíveis.


— Ele não q-quis vir me v-ver de-de princesa, papai. — E ela soluçava a ponto de impedir sua fala. — Me chama de princesa, m-mas não vem me ver como uma. Mentiroso!

— O papai está preso no trânsito, não fale assim dele. — Desfez o abraço e limpou as lágrimas das bochechas gordinhas. Mas não viu que sua camisa branca ficou molhada e manchada de batom borrado, entre seus ombros e sua nuca. — Ele está se esforçando, tudo bem?

— Você é o meu super-herói, appa. — Sook tentou argumentar. — Você pode trazer o appa Taehyung. Traz ele aqui?

— Oh, anjinho... — Jeon deu  pequeno sorriso, enquanto acariciava o rostinho pequeno. — O poder do papai é só a super força e super velocidade, lembra? — Mostrou os músculos do braço e correu no lugar, apenas para encenar para sua filha. — Que o papai carrega você e o appa Taehyung sozinho? E que no pega-pega, eu sou o melhor!?

— É verdade. — Ela deixou um sorriso pequeno em seus lábios. — Tudo bem, você está aqui para me ver. Então, eu vou fazer bem bonito para pelo menos você.

— Isso! — Bateu palminhas, junto com ela. — Vou gravar tudo para caso seu appa não conseguir chegar a tempo, tudo bem?

— Tudo bem! — Abraçou a perna do pai e mandou-lhe um beijo. — Eu sou uma princesa chorona. Vou refazer minha maquiagem. — Ela puxou a mão do pai, caminhando cada vez mais para dentro do colégio. — Corre, appa, e fica na primeira fileira, quero te dar tchauzinho.

— 'Ta bem, mas agora vai lá. — Jungkook soltou a mão dela, deixando um beijinho na testa da Sook. 

A garotinha realmente foi até a professora que parecia bem preocupada com ela. Enquanto isso, Jungkook voltou ao seu lugar e posicionou o celular para que ele filmasse de um bom ângulo.

Era só clicar em gravando e voi là.

 

A apresentação da primeira turma já estava no fim e a próxima já era a da Sook. Kwan apareceu — vestido de roqueiro — perto de seu Appa, questionando a falta do outro e realmente preocupado com sua irmã amuada.


— Ele vai chegar, Kwan. Ele tem que chegar. — Faltava convicção em seu tom de voz e o garoto percebeu.

— Tudo bem, appa. — Mexeu com os cabelos lisos dele, desarrumando-os e puxando de leve. Era um pequeno carinho, mesmo que algumas pessoas não saibam. — Vou acalmar a Seok. — Kwan saiu de perto, caminhando até a garota e beijou-lhe a testa.


De longe, Jungkook percebeu que ele dizia coisas para acalmá-la.


— Vamos, Taehyung, vamos! — Sussurrou para si mesmo.

[...]




E agora, Senhoras e Senhores, com vocês, o Sétimo Ano e a história das Princesas Malucas.

A mesma professora que estava preocupada com a sua filha minutos atrás, anunciou a apresentação da sala de sua pequena.

Ele sabia que a turma fora dividida em três, a sua filha estava no terceiro grupo. Ou seja, Taehyung tinha "duas chances" para chegar.

E Jeongguk estava bastante nervoso e receoso, pois achava que ele não conseguiria.

— Fodeu! — Apertou a câmera entre seus dedos, vasculhando todo o local com os olhos, além de colocar Kwan para ir até os portões olhar toda hora se Taehyung havia chegado.


[...]

 

O reino de Good Smell estava em paz, mas, mesmo assim, todos temiam as princesas...

Jeongguk já não conseguia aguentar-se de nervosismo. Os outros dois grupos já apresentaram, e esse era o grupo de sua querida filha e nada do seu marido chegar!

Estava ligando pela décima vez do seu celular comercial para o Taehyung, já que o pessoal estava ocupado na mão do Kwan gravando a irmãzinha, e nada. E ainda gravava com a câmera!

— Ele não está atendendo, não é? — O garoto questionou tão preocupado quanto.

— Eu não sei. Estou muito preocupado. — Jungkook desviou o olhar para seu filho por breves segundos. — Olha como está chovendo!

— Está tudo bem com ele, Appa. Não fique tão preocupado! Olha como que a Sookie 'ta fofa no palco. — O garoto acenou para irmã, e ela acenou de volta. 

O Jeon mais velho repetiu e ela repetiu também.

Ele continuou tentando, caía na caixa postal. Os sms eram inúteis. E nem online o Kim estava, assim como seu visto por último marcava às treze horas e vinte minutos.




— Eu sou a Princesa Maluca, a mais maluca de todas. E acho que puxei meus papais! — Sook estava interpretando muito bem, parecia até natural, fora do roteiro...

— É? E seus belos olhos são de sua mamãe? — O "Príncipe" perguntou, fazendo um charme tosco.

Jungkook não evitou revirar os olhos, ao ver aquele garoto de cabelos castanhos tão próximo da sua Princesa; era demais!

— Mamãe? Não! Eu não tenho mãe, na verdade, eu não conheço. — Sussurrou a última parte.


E foi possível escutar vários sussurros de pessoas curiosas, ou assustadas... O próprio Jeongguk estava assustado.

O que sua filha estava fazendo? 

Aquilo estava no roteiro?



— Não tem? — O rapazinho perguntou.

— Não.


Isso não era atuação, era? Porque se fosse, mandaria sua filha para um curso de teatro urgentemente. Ela era a melhor.


— Quem te abraça depois que você cai?

— Meu papai? — Respondeu incerta, olhando para Jungkook e depois para longe dali, como se divagasse.

— E quem conta histórias para você antes que vai dormir?

— Meu papai.

— Quem te repreende quando você é uma mocinha malcriada?

— Meu papai.

— Quem te ensina as coisas?

— Meu papai.


— Você sente falta de ter uma mamãe? — Os dois estavam sentadinhos na beirada do palco, conversando como gente grande.


Por falar em gente grande... Jungkook estava quase chorando.

Por quê? 


Era emocionante ver sua filhinha falando de família de forma tão natural, mesmo que a dela fosse um pouco diferente das famílias de suas coleguinhas.


Ela não se importava.


Ela até gostava.



— Falta? Eu tenho dois papais, por que sentiria falta? — Ela deu um risinho fofo e foi possível escutar alguns sons de reações a ela. — Olha, aquele é o Rei Jeon Jungkook, já que eu sou uma princesa, certo? — Sook apontou seu pai, quem limpava algumas poucas lágrimas que saíam de seus olhinhos rasgados.


— Certo.

— Ele é bem forte. — Sook imitou o papai mostrando os músculos, fazendo-o rir. — Mas é tão fofo. E...

— E... – O rapaz a incentivou a falar.

— E... — A Sook começou a buscar com os olhinhos o que Jungkook pensava ser seu outro rei.

Todos começaram a fazer o mesmo, fazendo-o seguir a ideia. 


— E... — De repente, ela abriu um sorriso enorme, que mostrava suas duas janelinhas laterais; adorável. — E aquele é meu papai Taehy... Quer dizer, o Rei Kim Taehyung.


— Aaah, olá. — O garoto do palco cumprimentou, acenando para Taehyung e recebendo um tchauzinho tímido alheio.



Taehyung estava no corredor, encostado na parede lateral, com um sorriso meio sem graça. Jungkook olhou seu marido, totalmente adorável naquele traje que o deixava como um adolescente novamente, e achou ele tão lindo como jamais vira.


Não só ele olhava para o marido, como também mais da metade dos pais e mães presentes. Mesclavam a atenção entre os dois adultos apaixonados, que se encaravam de forma emocionada.

— Meu pai Taehyung é lindo e tem o melhor aegyo desse mundo todo! Não que meu pai Jungkook não seja, mas ele mesmo fala todo o tempo o quanto o Taehyung é bonito... — Ela fez algumas caretas e imitou o pai falando. Ele riu um pouco, ficando vermelho de vergonha.


Era tão patético e apaixonado assim?


— Nem o meu aegyo supera? — Disse o Príncipe, fazendo uma carinha fofa, enquanto todos murmuravam "Awn"s.

Aquele garoto estava irritando Jeongguk.


O Kim aproximou dele e do Kwan, sentando ao lado dos dois.

— Oi! — Sussurrou.

— Estávamos preocupados, amor.

— Desculpa. — Pediu, fazendo um bico. Toda aquela atenção estava o incomodando. — Ela está linda nesse vestidinho, não é?

— Sim. — Jeon disse no mesmo tom baixo. — E você a deu de presente.

— Pois é. — O Kim sorriu.



— Devo eu pedir sua mão em casamento à eles? — Segundo Jeon, era aquele garoto insuportável de novo, que mesmo em um teatro o irritava.


E o teatro seguiu leve, bem divertido e com uma lição de moral àquela sociedade preconceituosa.



Depois, Kwan tocou belíssimamente bem a guitarra que Taehyung percebeu ser a novinha do Jeongguk. Encarou o marido e ele deu um sorrisinho, sibilando um: "Ele apaixonou na guitarra, então, trocamos. Ah, e obrigado pelo presente."

Bateram palmas ao final da apresentação, com uma dança de hip hope comandada pelo Kwan.


[...]




— Vejo que alguém puxou o papai, bem multiuso mesmo. — Jeon disse fazendo um high five com o filho.

— E você é doce como o papai aqui. — Taehyung carregou a não tão pequena filha e beijou a bochecha dela. — Papai adorou a entrada triunfal que me deu.

— Pensei que não viria. — Ela fez um bico. — Appa, quando eu te vi ali, tive que improvisar. Gostou?

— Você arrasa, minha filha. — O Kim colocou a filha ao chão. Tirou a boina de sua cabeça, arrumando nos cabelos negros e ondulados da garota. — Meu Deus, que princesa linda. Vou tirar uma foto! Junta aqui, Kwanie.

— Pai, já pedi para não me chamar assim. Se meus amigos escutarem, eles vão me zoar para sempre. — O Kwan resmungou.


O mais velho fez careta e olhou para o marido, quem botou as mãos na cintura e abriu a boca indignado.

—Escuta aqui, oh garotinho, saiba você que eu vou chamar assim mesmo, porque eu quero.

— Eu fazia mais vergonha! — A garotinha falou.

— Pois achei a melhor ideia do mundo. — Jungkook fez uma carinha cúmplice para o marido e os dois partiram para as cócegas em ambos.

As gargalhadas preencheram o portão da escola e muitos que passavam olhavam e, bem no fundo, sentiam inveja.


Mas nada que abalasse a família feliz.


— Vamos para casa, trocar de roupa, e... que tal uma pizzaria? Eu estou um pouco estressado e seu pai também, então vamos no distrair. A criançada topa? — Taehyung disse batendo palminhas, totalmente alegre.

— Sim!

—Jungkook? A criançada! Eu disse a criançada.

— Tem problema não! Eu aceito uma pizza agora, assim, na boa! Quando e quem recusa pizza? — Kwan e Sook concordaram.

— Então, ótimo. Por minha conta!

— PIZZA! — Quatro gritos animados seguiram do o carro até a pizzaria.

— Nós amamos pizza!


Notas Finais


Desculpem qualquer erro.

Até o próximo capítulo. ❤


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