História Somebody to Someone - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Time-Lady

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Suga
Tags Sugamin, Yoonmin, Yoonmin Fantasy
Visualizações 59
Palavras 2.713
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Musical (Songfic), Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo Único.


“Se eu pudesse voltar o tempo e ver meu futuro
Eu saberia o caminho a seguir.”

Tomorrow, Today  JJ Project

 

Quantos dias ruins é preciso para transformar uma pessoa? Bem, foi preciso apenas um para fazer com que Yoongi acabasse renegando o próprio sorriso em prol de absolutamente nada.

No escritório, era conhecido pelos demais funcionários como príncipe de gelo – quanta maturidade, não? Nunca ria pelas brincadeirinhas infantis, nem pelas piadinhas sobre casamento, muito menos pelas fofoquinhas que todos pareciam ter prazer em fazer. Não pegava leve com ninguém, nem mesmo com o seu antigo melhor amigo, Namjoon, com quem, hoje, não trocava mais de duas palavras um dia ou outro, sempre sobre o trabalho.

Aquele dia tinha tudo para ser igual, todos já se preparavam para mais um longo dia de trabalho. Min Yoongi caminhava por entre os cubículos dos funcionários, carregando um copo de café quente para si e espalhando o cheirinho da bebida pelo lugar, obrigando alguns funcionários a correrem para pegar um para si.

Lá fora, um mínimo de luz conseguia ultrapassar a barreira de nuvens escuras que cobriam a cidade, um vento forte soprava, e de tempos em tempos, por se estar no segundo andar, era possível ver um redemoinho de folhas se erguendo. Estava mais do que óbvio que a garota do tempo havia errado, e errado feio, em sua previsão.

Mas chuva não estava na lista de preocupações de Yoongi, não chegava nem perto de estar no top dez.

— Yoongi, sua vez de expulsá-lo de lá. — ouviu a voz da inspetora chefe falar.

Havia uma nova preocupação, ou talvez possa ser chamado de empecilho, na vida pacata de Yoongi. O jovem músico que costumava tocar em frente ao prédio, perto da porta de entrada, naquela manhã estava sob a marquise da loja de roupas ao lado.

Yoongi não negava que o rapaz era talentoso. Era, de certa forma, bonita a visão do jovem de madeixas loiras, com o seu costumeiro violão, cantando, pelo que parecia, para si mesmo.

Down in the valley where the church bells cry… — quando finalmente notou sua presença, o rapaz sorriu. —  I'll lead them over to your eyes — Yoongi conhecia bem aquela música, conhecia bem quem a cantava (originalmente), e em partes a contragosto, admitia que a música parecia ainda mais incrível na voz suave do jovem músico. — Não estou fazendo nada de errado. — contrapôs.

— Não disse que estava. — respondeu, encolhendo-se sob o guarda-chuva.

— Nem estou em frente ao seu prédio.

— Eu percebi.

— Acho que ela não gosta de mim — disse, referindo-se a inspetora. —, tenho certeza que se eu estivesse a quilômetros daqui, ela ainda reclamaria.

— Poderia haver um oceano separando vocês, ela ainda reclamaria. — falou, aumentando o tom de voz, tentando se sobrepor ao barulho da chuva. — Mas seria demais pedir que você saísse da visão dela? Ao menos assim ela não teria como perturbar nenhum de nós dois.

O rapaz esquadrinhou o rosto de Yoongi por alguns segundos, para, então, sua expressão suavizar e um sorriso emoldurar-lhe a face.

— Você é bem mais educado que os outros, um deles tentou me tirar daqui jogando água. — disse, em meio a uma risada baixa, enquanto dedilhava as cordas do violão.

— É, me contaram isso, também me contaram que, no dia seguinte, você veio com um guarda-chuva. Uma garota do setor de contabilidade é praticamente viciada em moda e ficou particularmente ultrajada com o fato de você estar com um guarda-chuva marrom.

— Marrom com coraçõezinhos brancos.  — acrescentou, com uma nota de divertimento. — Estou brincando. — acrescentou, após perceber que não havia conseguido arrancar sorriso algum do rapaz.

— Mas, falando sério, você não poderia ir para outro lugar? — perguntou, agora sob a marquise, junto do outro.

— Até poderia — encolheu os ombros. —, mas aí eu não teria o prazer de ver o rosto daquela mulher tão bela. — moveu as sobrancelhas de modo sugestivo. — Como você aguenta?

— Não tenho muita opção. Falando nisso, melhor voltar ao trabalho. Por favor, vá para outro lugar. — disse e virou as costas, estava prestes a erguer o guarda-chuva quando foi impedido pela mão do músico, que prendeu-se ao seu cotovelo.

— Perdão, mas como uma pessoa pode não ter opções? É fácil.

— Acho que você nunca trabalhou no setor imobiliário. Eu não posso simplesmente sair quando eu quiser, não posso ir para casa toda vez que eu me irritar com a Dahyun, eu seria demitido.

— Então esse é o nome dela. — disse, com um sorriso. — Tudo bem. — Yoongi o viu guardar o violão no case e ficar em pé. — Verdade seja dita, nunca, em sã consciência, que eu iria trabalhar no setor imobiliário. — ambos ergueram as sobrancelhas, por diferentes motivos. — Veja, trabalhar no setor imobiliário não é um problema, só não é pra mim. Por que eu iria querer ficar preso em um escritório durante um dia inteiro quando o mundo está… lá fora.

— Acredite, eu gosto de escritórios. — mentiu, e o outro percebeu, pois Yoongi era um péssimo mentiroso.

— É óbvio que não gosta, ninguém gosta, a questão é que escritórios, aparentemente, atraem dinheiro. — disse, se aproximando, com a case nas costas. — Veja, eu fui criado por pais hippies, não julgue o meu modo de pensar. — acrescentou quando percebeu o modo como Yoongi o encarava.

— Mas eu não disse nada.

— Seus olhos falam por você — disse, com um sorriso. — Sabe o que seria uma ideia maluca?

— Com certeza não é você ir tocar em outro lugar. — disse para si mesmo, o músico o ignorou.

— Qual é o seu nome?

— Yoongi. — respondeu a contragosto.

— Muito bem, Yoongi, meu nome é Jimin, que tal eu e você darmos o fora daqui. Você está pálido demais, precisa de sol. — dito isso, um clarão cortou o céu e a chuva apenas aumentou.

— Claro, nós só precisamos atravessar o oceano.

— Eu topo.

— Eu não posso ficar aqui perdendo tempo. Desculpe. — tentou novamente voltar ao prédio em que trabalhava, mas Jimin correu para ficar em sua frente, consequentemente, pela marquise ser pequena, Jimin acabou ficando diretamente debaixo da chuva.

— Agora você vai ter que cuidar de mim. — disse, pondo ambas as mãos na cintura, Yoongi o encarou, descrente no que estava vendo. Os cabelos loiros, que, agora, estavam grudados na testa do músico, foram afastados pelos dedos deste. — Eu vou ficar doente, por estar tentando ajudar você.

— Ah, agora a culpa é minha se você é maluco? — perguntou, descrente no que estava ouvindo.

— Eu não sou maluco, só estou tentando te ajudar a não se tornar um daqueles zumbis. Veja, eu não tenho problema com quem trabalha em escritórios… — parou ao ver a mão erguida de Yoongi.

— Não precisa repetir, eu já entendi essa parte. Eu não sou um “zumbi de escritório”. Zumbis não existem, ninguém te garante que eu também — Jimin franziu o cenho, com um sorriso involuntário. —, posso passar?

— Eu te pago um café. — disse, cruzando os braços.

Bingo!

Havia tocado no ponto fraco de Yoongi, como o bom viciado em cafeína que era.

— Eu prometo que se você me detestar, eu…

— Você vai tocar em outro lugar? Vai parar de vir aqui?

— Claro. — sorriu, como se tivesse ganhado na loteria. — Eu prometo.

— Eu não vou a lugar nenhum com você hoje, eu não conseguiria pensar em nenhuma desculpa.

— Não se preocupe, me encontre na cafeteria do final da rua amanhã, nessa mesma hora.

Yoongi assentiu e finalmente Jimin o deixou passar. Onde eu fui me meter, pensou Yoongi, transtornado.

Durante o resto expediente, Yoongi ficou pensando no que o músico queria consigo, ele não tinha nada demais, era até comum demais, era muito diferente de Jimin.

Distraiu-se durante o trabalho e quase se queimou com o café, quando uma funcionária começou a discutir pelo telefone, tudo o que fez foi colocar o telefone de volta no gancho.

E isso foi notado, tanto por Dahyun, quanto pela gama de funcionários, e principalmente por Namjoon, que se pôs a observar o amigo – ainda podia chamá-lo assim? O Kim se dividiu entre o trabalho e Yoongi – que também deixou esse fato passar.

 

No dia seguinte, quando acordou, Yoongi por pouco não esqueceu de Jimin e a sua “proposta irrecusável”. Inclusive, quando se deu conta que teria de mentir para faltar ao trabalho, ponderou, por um breve instante, faltar ao encontro com o músico, afinal, não era obrigado a ir.

Se havia alguém a quem Jimin perturbava, esse alguém era Dahyun, e apenas ela. Se fosse por Yoongi, o músico poderia fazer o que quisesse, contanto que isso ficasse fora do prédio.

Mas algo, chame de instinto, chame de intuição, chame do que quiser, parecia instigá-lo. De fato, isso poderia ser apenas sua curiosidade falando mais alto, ou talvez pudesse ser um gosto por aventuras, antes adormecido, que talvez pudesse estar, enfim, se revelando.

Por isso naquela manhã – ainda chovia, mas agora com menos intensidade –, com a cara mais deslavada que conseguiu e a voz mais rouca que conseguiu forçar, sem falar na tosse fingida, conversou com Dahyun e para sua (in)felicidade e a de outros funcionários, ele aparentemente não era o único a ter pegado um resfriado.

Resolveu deixar suas habituais roupas sociais de lado e achou no fundo do armário um jeans, que nem lembrava mais que tinha e que, por um milagre, coube perfeitamente, um moletom não muito grosso na cor azul marinho, pegou um de seus antigos tênis e uma touca, que usou para cobrir os seus cabelos naturalmente negros.

Pegou as chaves, o guarda-chuva e guardou a carteira no bolso de trás da calça, soltou um suspiro e se foi.

A caminhada até a cafeteria foi três vezes mais devagar do que deveria ser, demorando mais tempo que deveria levar. Não foi difícil de achar Jimin, pois o músico estava escorado na parte externa da cafeteria, a case estava em pé e tudo que a sustentava era a mão do loiro, que estava no topo.

Jimin abriu um sorriso quando o avistou, e assim como seus lábios, seus olhos também pareciam sorrir. Yoongi achou isso estranho, mas, lá no fundo, bonito.

— Roupas normais — exclamou, quando Yoongi já estava próximo o bastante. — Está bonito.

— É, tá, obrigado. — disse, escondendo as mãos nos bolsos do moletom.

— Vamos Yoongi, não veja isso como uma obrigação, você pode ir embora a hora que quiser, juro que não vou mais te perturbar. Só… — parou um instante e entortou a boca. — tente se divertir um pouco.

— Certo.

— Vem, eu te pago um café. — disse, e segurou o pulso do rapaz.

Ambos entraram na cafeteria, e Yoongi percebeu que era a primeira vez que colocava os pés ali, pois normalmente era outra pessoa que normalmente buscava o seu café. Buscaram por uma mesa mais afastada, Yoongi deixou que Jimin fizesse os pedidos.

 Batucou com os dedos na madeira da mesa, enquanto Jimin esperava junto ao balcão, Yoongi percebeu que o rapaz vestia uma touca semelhante a sua sobre os fios loiros.

— Aqui está o seu pedido, espero que goste, é o meu preferido. — disse Jimin, pondo duas canecas grandes de café sobre a mesa.

As papilas gustativas de Yoongi ficaram em festa por sentir o sabor amargo misturado ao doce do leite condensado. Seus olhos fecharam-se em total deleite, poderia ser um exagero, mas não havia coisa melhor.

— Fico feliz que tenha gostado — disse Jimin, tirando o rapaz de seus pensamentos. — Nenhum outro lugar na cidade sabe fazer café como aqui.

— Sei disso. — murmurou em resposta.

 O silêncio, então, caiu sobre os dois rapazes.

Yoongi olhava para a caneca entre as mãos, como se a mesma fosse a coisa mais bela e interessante que já havia visto em sua vida. Jimin apenas o observava, com os ombros caídos.

— Não poderemos fazer muita coisa hoje, achei que a chuva já teria acabado a essa hora. Desculpe. — falou dando de ombros.

— Tudo bem, gostei daqui. — disse, olhando para os lados, vendo pessoas entrando de mãos vazias e saindo com sorrisos e copos de isopor.

— Se tem algo que eu aprendi nos últimos anos, é que aqui é um dos lugares mais acolhedores de toda Seul. — disse, com um sorriso carinhoso.

 Yoongi encheu o peito e soltou o ar por entre os lábios, só então percebendo como estavam secos. Levou a caneca aos lábios, usando o café como uma desculpa para não falar naquele momento.

— Acho que não está dando certo, não é? — perguntou Jimin, de repente. — Essa ideia boba.

— Não é uma idéia boba, e você estava indo muito bem. — rebateu, apertando a caneca com os dedos.

Estava? Então me explica porque você não olha nos meus olhos.

Yoongi sorriu, um sorriso pequeno e falho, claramente cansado.

— Porque eu tenho medo do que eu posso acabar falando se fizer isso.

— Eu não sou um monstro, Yoongi, caramba, isso já faz tanto tempo.

— Achei que a idéia era começar do zero. — disse, finalmente, olhando nos olhinhos de Jimin, que mordia o lábio, um gesto muito conhecido por Yoongi. — Fingir que não nos conhecemos e que aquilo há anos atrás nunca aconteceu, por que você tem que estragar isso?

— Porque eu sou um idiota que só quer o perdão do homem que ele ama. — respondeu, alcançando a mão de Yoongi com a sua, sorrindo ao ver que foi concedida a permissão para entrelaçar seus dedinhos aos longos de Yoongi.

Ah sim, perdão é uma palavra de muitos significados, poderosa como poucas outras palavras. Há apenas duas respostas para algo assim.

— Se eu pudesse voltar no tempo…

— Mas não pode, ninguém pode. — disse baixinho enquanto brincava com os dedos de Jimin.

Mas se eu pudesse… eu nunca teria ido embora por algo que nunca me daria algo de bom. Nunca teria te deixado por uma ideia que certamente estava fadada ao fracasso.

— E achou que pôr em prática essa ideia na porta do lugar onde eu trabalho fosse uma boa ideia? — perguntou, voltando a segurar a caneca, agora morna, com ambas as mãos.

— Você sempre disse que eu canto bem, e é Jake Bugg, você ama ele.

— Como sabe disso? — perguntou, franzindo as sobrancelhas, Jimin riu baixinho, pois elas se esconderam sob a franja de fios negros.

— Namjoon me contou, ele me contou tudo sobre você quando eu o encontrei, algumas semanas atrás, talvez não tudo — acrescentou, ao notar a expressão do outro. — Namjoon sempre foi muito observador, ele era o mais inteligente da classe, se lembra? — perguntou, com um sorriso quase nostálgico brincando em seus lábios.

Silenciaram-se por um instante, presos em seus próprios pensamentos. Yoongi praticamente travava uma batalha interna entre o perdoar e o esquecer.

Já Jimin tentava pensar no que dizer, as palavras estavam se embaralhando em sua cabeça, tudo o que estava guardado em seu peito queria sair de uma vez só. Isso não era algo novo, era o efeito que Yoongi causava em si.

— Você realmente tem talento Jimin, eles que saíram perdendo. — disse, após alguns minutos daquele silêncio incômodo.

— Obrigado, Yoongi, de verdade.

— Eu quero te perdoar, quero mesmo, mas eu não quero me machucar de novo se por um acaso você quiser ir para longe de novo. — continuou, após pensar um pouco. — Você era uma das pessoas mais importantes na minha vida.

— Você acha mesmo que eu iria embora tendo a noção de que o homem mais bonito do mundo está a apenas alguns passos de mim? Eu era um adolescente inconsequente, eu fui criado achando que poderia seguir o meu sonho, fosse o que fosse, que tudo daria certo. — Yoongi sorriu, triste. — Eu não tinha noção que o meu sonho estava mais perto do que eu jamais iria imaginar. — ele, então, levantou para, então, sentar-se no lugar ao lado de Yoongi. — Você é o meu sonho, Suga.

— Faz tanto tempo que eu não ouço esse apelido. — disse com um sorriso, limpando o canto dos olhos com o nó dos dedos. — Eu senti saudades, Jimin.

O Park sorriu, e rezando para não ser afastado, Jimin escondeu o rosto no vão do pescoço do outro.

— Sinto saudades dos seus beijos com gostinho de café. — confessou, com a voz abafada.

— Se importa de esperar eu me acostumar de novo com a sua presença? — Jimin negou.

— Eu nunca vou me cansar de esperar por você, Yoongi.

 

“E medicina, advocacia, administração e engenharia, são objetivos nobres e necessários para manter-se vivo.

Mas a poesia, beleza, romance, amor... é para isso que vivemos.”

A sociedade dos poetas mortos


Notas Finais


E aí, beleza? Eu admito, fiquei bem nervosa em mandar a fanfic, ainda mais nervosa quando fui reler ela, mas tá aí *tremendo*
MANDEM MUITO AMOR A @Beakhyun (que fez essa capa <33) E A @yoourgi (que betou <33)... Aliás, mandem amor pra toda equipe, que são uns amores, me sinto orgulhosa por fazer parte dessa família <333

Pra quem quiser saber, a música que o Jimin canta é Broken, do Jake Bugg. E o nome da fic é o nome de uma música do Banners.

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Caso vocês queiram nos mandar algum plot, o link é esse: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSemF6ZID6fa_vSboYEeS2qmRfFLd2Fe2LDgo9ZIuwsIjjYSYA/viewform


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