História Somente meu (Yaoi) - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance Gay, Yaoi
Visualizações 125
Palavras 2.689
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá à todoooos, finalmente capítulo novo, sentiram saudades?

Desculpe qualquer erro de ortografia.

Boa leitura.

Capítulo 21 - Finlândia


Fanfic / Fanfiction Somente meu (Yaoi) - Capítulo 21 - Finlândia




-Nossa, você vai viajar!

-Sim, amanhã!

Os dois jovens conversavam empolgados sentados no sofá da sala de estar, o loiro havia lhe feito uma visita para colocar os assuntos em dia, queria se despedir pessoalmente de Dayne. E pediu para que cuidasse de Candy enquanto estivesse fora.

Ivan saiu da cozinha trazendo consigo garrafas de Coca-Cola, entregou aos meninos e se sentou no sofá ao lado de Dayne.

-Quer dizer que irão viajar para comparecerem em uma festa. E que tipo de festa seria essa?

-Uma festa organizada para comemorar o início da construção da filial da empresa.

-Interessante.

Disse por fim o ruivo levando a garrafa à boca, dando um gole.

-A Suécia é um lugar incrível para se conhecer, aproveite bastante. – Comentou Dayne.

-Com certeza!

Depois de passar algumas horas com Dayne, jogando, fofocando, comendo besteiras e montando looks com as roupas de Dayne, Kôda percebeu que estava na hora de ir para casa. Jahck havia saído cedo sem avisar, então para não ficar sem fazer nada, pediu o endereço da casa de Ivan à Dayne e ele lhe enviou a trajetória pelo Google maps.

Pediu para um senhor que aparentemente trabalhava para Jahck, o via pouquíssimas vezes, e pediu para que o levasse à mansão Dominik. Chegando nela, foi muito bem recebido por Dayne que o abraçou fortemente e o puxou para dentro, gritando para o motorista que não seria necessário esperar por Kôda, ele o levaria de volta.

Neste momento, Kôda voltava para casa com Ivan e Dayne, e no carro tocava “Feel Good Inc” da banda Gorillaz, Ivan cantava a música inteira e quando chegava ao refrão, os dois garotos cantavam, já que era só o que eles sabiam cantar da música.

Chegaram na frente da mansão passando pelo jardim e estacionou perto do carro de Jahck, ele já havia retornado.

-Gostariam de entrar um pouco? – Perguntou Kôda ao sair do veículo.

-Ah, não, obrigado pelo convite mas, acho melhor voltarmos.

-Tem certeza?

-Claro, não se preocupe, tenha uma boa noite.

-Pra vocês também, obrigado pela carona. Cuidem bem da Candy.

-Pode deixar, até...

Kôda destrancou a porta e entrou, as luzes estavam todas desligadas, subiu as escadas indo para seu quarto. Viu meias jogadas no chão e logo fez uma careta aborrecida e foi junta-las e guardá-las.

Pegou seu roupão e foi para outro banheiro no corredor, e ficou na banheira por um bom tempo, pensando que logo pela manhã iria partir em uma viagem.





[...]





Assim que saiu do banho voltou para seu quarto, Jahck já vestido secava o cabelo com uma toalha, se aproximou do moreno lhe dando um beijo na bochecha perto do queixo e ganhou um beijo na testa.

-Com Dayne novamente?

-Sim, faz um tempo que não nos falávamos pessoalmente.

-Hum… Colocar as fofocas em dia é sempre bom.

-Hey, nós não falamos da vida alheia.

Jahck sorriu de leve e se deitou na cama colocando o antebraço sobre o rosto, Kôda o imitou se deitando de bruços olhando para o outro lado do quarto. Seus olhos se fecharam tentando pegar no sono mas, sentiu Jahck se aproximar de si e sua respiração em seu pescoço, os braços fortes envolveram seu corpo e deixou um beijo no seu ombro.

-E como estão seus preparativos para a viagem?

Perguntou Jahck, acariciando as costas do rapaz que se sentou sobre a cama, lembrando de que não havia terminado de arrumar suas roupas para a viagem. Se levantou indo até o closet e puxou sua mala para o quarto a deitando no chão.

-Você terminou de organizar a sua?

Perguntou Kôda apontando para a mala, Jahck assentiu com a cabeça e assistiu seu namorado organizando as suas roupas. Nem se deu o trabalho de pensar em ajudar, a situação era meio cômica.





[...]





Já pela manhã, Kôda terminava de organizar sua mala o mais rápido possível, desistiu de termina-la noite anterior. Mesmo já estando bem cheia, insistia em colocar mais coisas.

Passou maquiagem para cobrir uma espinha que havia nascido na sua bochecha, odiava quando isso acontecia, não saia de casa sem cobrir essas imperfeições, nem a pau. Viu seus lábios muito pálidos e passou batom os deixando mais corados. Efeito natural, como sempre gostava.

-Vamos Kôda, não podemos chegar atrasados!

Chamou Jahck, ao pé da escadaria.

-Estou indo!

Kôda guardou a maquiagem na mala e a puxou indo direto para as escadas, desceu vendo o moreno confirmando algo em uma chamada com alguém pelo celular, sua mala estava em pé ao seu lado, encerrou a chamada e encarou Kôda.

-Até que enfim, está levando as panelas também?

-Não seja chato.

Revirou os olhos para o moreno e seguiu na frente saindo da casa, um táxi os esperava e os levou, ao chegar no aeroporto, Kôda andou em direção à tabela para ver informações sobre seu voo, mas na tabela, o próximo voo para o seu destino estava para às 11:30 da noite.

-Hey.

-Nosso voo é só de noite, o que estamos fazendo aqui? – Perguntou confuso, com uma expressão um tanto emburrada.

-Não, iremos agora.

-Como assim? Os horários estão todos alí!

Apontou para a tabela, enraivecido. Jahck segurou sua mão e o guiou até uma porta que estava com uma placa dizendo que era proibido a entrada sem permissão.

-Jahck? Onde estamos indo?

Foi quando ao passar por outra porta, saíram direto em uma pista de pouso, Kôda olhou para os lados curioso e ao mesmo tempo confuso, mas logo suas dúvidas foram cessadas ao ver que estava sendo levado em direção à um jato.

-Um jatinho?

-Sim.

O moreno o olhou e logo sua atenção foi chamada por um homem que se aproximou, dizendo que estava tudo pronto para seguirem viagem. Um rapaz pegou ambos as malas e as levou para dentro do jato sendo seguido por Kôda e Jahck, o loiro com um sorriso encantador encarou o moreno.

-Nunca me disse que tinha um desses.

-Você nunca perguntou.

Respondeu disfarçando um sorriso e guiou Kôda até um acento e se sentou ao seu lado. A animação era notória no rosto do loiro, hora ou outra, sorria bobo, dava gritinhos, tirou várias fotos.

Finalmente decolaram, sem complicações, Kôda até então estava mais quieto, apreciando o voo enquanto ouvia música nos fones, Jahck ao seu lado bebia uma garrafa de cerveja que pegou no frigobar, Kôda levou o canudo da garrafa de refrigerante até a boca sugando o resto do líquido gasoso.

Olhou de relance para o moreno, esse estava entretido com um jogo de futebol americano dando um gole em sua cerveja. Tirou os fones dos ouvidos e o encarou.

-Hey.

-Hum?

-Irá demorar muito para chegarmos?

-Chegaremos perto do anoitecer.

-Ah…

-Quer fazer uma parada?

-Onde?

-Estamos chegando em Finlândia.

Kôda pensou por um momento, seria bom fazer uma parada e poder dormir em um hotel, não que o jato fosse desconfortável, mas a ideia de poder dormir em um lugar seguro, no chão, era tentador.

-Acho que seria bom, pararmos.

Sorriu para o mais velho e se levantou, deu-lhe um beijo e saiu para pegar mais uma garrafa de refrigerante. O moreno se levantou e chegou perto onde o piloto estava lhe dando ordens para que parasse em Finlândia. Quando voltou, Kôda estava de pé,de frente para a prateleira com algumas guloseimas, pegou bombons e sorriu ao ver que estava sendo observado pelo namorado.

-Deve estar me chamando de gordo, mentalmente.

Comentou se aproximando de Jahck que envolveu sua cintura em um abraço.

-Gostar de comer não significa que necessariamente você seja acima do peso.

Respodeu-lhe dando um beijo em seguida se sentou e Kôda sentou-se em seu colo, o garoto passou a prestar atenção no jogo que ocorria, descansou sua cabeça no ombro do mais velho, comendo um dos bombons.

Mais alguns minutos se passaram, o piloto anunciou a aterrissagem, logo os dois estavam andando pela pista, algumas pessoas os observavam de dentro do aeroporto, passaram pelas pessoas que esperavam seus voos e saíram do aeroporto procurando por um táxi.





[...]





Se hospedaram em um belo hotel no centro da cidade de Helsínquia, capital, e em uma das suítes de luxo, o casal se arrumava para fazer um passeio pela cidade e fazer compras, claro. Para sair com Kôda, teria que levar um cartão de crédito ilimitado, já sabia que seria arrastado para inúmeras lojas. O moreno secava seus cabelos com uma toalha, pegou suas roupas na mala, um moletom cinza com capuz, calça Adidas e tênis.

Kôda que ainda estava no banho, sai do banheiro já seco e procura uma roupa, junta um moletom estampado, com uma bermuda preta e tênis. Penteou os cabelos e cobriu a espinha com maquiagem.

-Pronto, podemos sair.

Disse se virando para o moreno que estava sentado no sofá mastigando algo crocante enquanto mexia no celular.

-Ok...

Resmungou sem tirar os olhos do celular e se levantou, o guardou no bolso e seguiu Kôda até a porta.

Ao sair do hotel, caminharam até que Kôda para bruscamente em frente à uma vitrine, encarava o manequim admirado pelas peças de roupa.

-Olha isso, que lindo. Vem, vamos.

Kôda segurou Jahck pelo braço e o levou consigo para dentro da loja, pediu ajuda para uma atendente para encontrar as peças que viu na vitrine e foi ao provador. Enquanto Kôda perambulava pela loja e entrava no provador várias vezes, o moreno olhava algumas peças de roupa, a que o tinha chamado atenção fora um moletom de uma banda que escutou muito na adolescência, não exitou em levar a peça.

Saíram da loja, Jahck escolheu poucas peças, já Kôda, uma variedade. Agora voltavam de táxi para o hotel, depois de algumas horas pulando de loja em loja, conhecendo a cidade e tirando inúmeras fotos. Deixaram as compras no quarto e foram para o restaurante e bar do hotel, jantar.

Jahck falou com o garçom em inglês e fez os pedidos, o garçom prontamente entendeu e retornou à cozinha, Kôda olhou a cena com um sorrisinho e comentou:

-Nossa, parece um americano.

-Aprender outros idiomas facilita no trabalho.

-Humm…

Depois do jantar, sentaram-se no bar. O mais novo apenas bebericou a bebida de seu namorado e riu por não gostar do sabor.

-Humf cerveja não é pra mim.

-Prefere vinho?

-Prefiro um suquinho.

O mais velho riu abafado virando a garrafa na boca, Kôda apoiou a cabeça na mão e pegou uma batata frita a levando até a boca. Lembrou-se de uma pergunta queria fazer faz um tempo:

-Qual foi seu pensamento quando me viu pela primeira vez?

Jogou no ar chamando a atenção do moreno para si novamente.

-Que difícil.

-Se esforce um pouco.

Jahck ponderou por poucos segundos e respondeu:

-Pensei em como um cara podia ter um traseiro tão bonito como o seu.

Respondeu voltando a beber ouvindo uma gargalhada em resposta, Kôda apoiou a cabeça no balcão de madeira, tentando fazer sua risada cessar.

-I-isso não é sério, é?

-Não, é brincadeira.

Respondeu com um sorriso recebendo um olhar curioso e sorridente do mais novo.

-Então, qual foi?

-Pensei em como seus olhos eram bonitos.

O sorriso de Kôda aumentou e apoiou o queixo no ombro de Jahck.

-De verdade?

-Sim.

-Que fofo.

Jahck piscou para o garoto e o mesmo perguntou:

-Quer saber o que achei de você? – Jahck concordou. – Com cara de metido a machão.

-Belo pensamento.

Disse irônico fazendo o mais novo rir.

-Agora, meu único pensamento é que estou muito feliz de estar aqui com você.

-Digo o mesmo.

Sorriu e lhe deu um beijo na testa.





[...]





Jahck notou o jeito um tanto provocador do garoto para consigo. O sorriso, o olhar, o jeito que cruzava as pernas, como falava, como mexia nos cabelos. Tudo estava extremamente atraente naquele garoto. Sentia-se sendo seduzido. O loiro se esgueirava no balcão ficando perto de si, Jahck observava aquilo com malícia, falando suavemente em seu ouvido, como se contasse um segredo, pediu para que voltassem para o quarto enquanto passeava os dedos finos pelos fios escuros do moreno.

Jahck pega sua mão e se levanta o puxando consigo saindo do local, o segurava pela cintura voltando para o quarto.

Já passava das dez horas, a lua estava em sua face cheia, no quarto, as luzes permaneciam apagadas desde quando haviam saído, o garoto sentado na poltrona, ainda corpo meio úmido, havia acabado de sair do banho, usando apenas uma cueca e uma blusa de mangas compridas, trocando mensagens com Dayne. Quando então, a luz branca do banheiro invadiu o quarto e Jahck saiu a fechando novamente, se aproximando da cama enquanto enxugava os cabelos com uma toalha, vestido só com uma cueca. Olhou de relance para o mais novo e se sentou na cama, o garoto se despediu do amigo, se levantou deixando o celular na poltrona, e andou vagarosamente até o mais velho, ficou de frente para o mesmo e o puxou pelo pescoço com a toalha, o fazendo lhe beijar. As mãos firmes seguraram sua cintura o trazendo para seu colo, tão gélidas e tocavam-lhe as costas por debaixo da camisa, seu corpo estremecia sentindo o corpo do mais velho ainda úmido e frio, sua boca era que estava quente sugando seus lábios com possessividade.

Descolou os lábios pela falta de ar e soltou um gemido baixo ao sentir a boca do moreno chupando a pele de seu pescoço, o abraçou em busca por mais daquele contato. Sentiu as enormes mãos apalpar seu traseiro fazendo seu corpo arrepiar-se e mover levemente o quadril fazendo pressão na área pélvica de Jahck.

-Uhnf… Jahck, eu quero você.

Disse ofegando leve, pedindo com os olhos luxuriosos por mais contato, o moreno o segurou jogando-o na cama e subiu em cima de si como uma fera, fazendo o mais novo gemer manhoso.

-Garotinho… está tentando me fazer perder a cabeça?

Perguntou com um sorrisinho levantando a blusa do mais novo, desceu beijando seu peito até um dos mamilos rosados e passou a língua enquanto massageava o outro. Seus lábios revezam chupando um e outro, desce os beijos pela barriga mordiscando deixando marcas que seriam bem visíveis ao amanhecer, se encaixa entre as pernas de Kôda, beijando suas coxas deixando chupões, aquela pele parecia ter um sabor único que o fazia mais e mais querer deixa-la marcada.

Dedilhou a extremidade do tecido da cueca e a deslizou para baixo vendo a ereção do garoto que gemeu sentindo a língua deslizar pela sua glande causando-lhe um tremor no corpo, quando sentiu aquela boca envolvê-lo não pode resistir em soltar um grito, sentindo-o sugar-lhe. Enquanto ocupava sua boca, com um de seus dedos dedilhou a entrada do garoto, estava inteira molhada, o penetrou fazendo movimentos.

-Ah…! Jahck, eu vou… gozar!

Antes que o mesmo pudesse faze-lo, o moreno o solta e o encara vendo-o com uma expressão de dúvida com frustração. Jahck sorri e força mais dois dedos um de cada vez dentro do garoto, o corpo pequeno se contraiu tapando a boca com uma das mãos, os olhos fechados para não encarar o homem que o fazia ficar em uma situação tão constrangedora, só de imaginar tê-lo por cima de si, com seu peso e maltratando seu corpo e mente, já o fazia vibrar de tesão e excitação. Sentiu o gel meio gelado ser despejado no seu traseiro.

A impaciência perturbava Jahck também, estava se segurando, muito. Seus dedos movimentavam-se saindo e entrando. Kôda já não aguentava mais.

-Jahck… por favor, me fode logo…

O beijou intensamente agarrando seu pescoço, o moreno abraçou sua fina cintura com um de seus braços, foi puxado para deitar-se em cima do garoto roçando seu membro que já estava dolorido pedindo por atenção.

Deixou seu membro sair do tecido que o cobria e com a mão lambuzada de lubrificante o massageou, rompeu o beijo lascivo, segurou suas pernas e desceu para o ombro, mordendo-o enquanto forçava-se na entrada de Kôda, entrando de uma só vez. O garoto apertou os braços do namorado as arranhando, sentindo seu interior todo contrair-se liberando seu gozo sujando ambos abdomens, esmagando o pênis do moreno. Seu gemido foi alto e agudo, mau havia se recuperado e o moreno começou a estocar firme, sentindo o interior do garoto aperta-lo a cada estocada.

Jahck soltou seu ombro, colocou as pernas do garoto em seus ombros e segurando os pulsos do mais novo, tendo a visão de Kôda apertando as sobrancelhas em uma linda expressão enquanto gemia o nome de quem o possuía.

O corpo inteiro do garoto vibrava sentindo a próstata sendo surrada por Jahck que o metia tão fundo que parecia que iria se rasgar.

Não aguentando mais aquela tensão, Kôda se desmanchou gemendo em êxtase sentindo ainda as estocadas até que sentiu seu interior ser inundado por um líquido quente. Jahck debruçou-se cansado sobre o garoto que relaxou o corpo e abraçou suas costas às sentindo ainda tensas e foi quando sentiu-o duro.

-Jahck…?

-Hum?

-Você ainda está…

-Vamos mais uma e eu te deixo durmir.










Notas Finais


Comentem oq acharam se gostaram, espero ter agradado, desculpem a demora.


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