História Somente uma amizade (Imagine Kim Namjoon) - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Imagine Bts, Imagine Kim Namjoon
Visualizações 91
Palavras 1.302
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Harem, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 30 - Ontem?


Fanfic / Fanfiction Somente uma amizade (Imagine Kim Namjoon) - Capítulo 30 - Ontem?



 . . .


    O sol que entrava pelas cortinas era uma linha apenas, o quarto estava fechado porta e janelas, eu abri os olhos lentamente, estava deitada em minha cama. Por incrível que pareça acho que dormi bem hoje, nunca chorei tanto a ponto de eu dormir e no outro dia me sentir... Bem... Bem... Como posso dizer?, bem nua? Eu estava com uma coberta me cobrindo mas pude perceber que não senti minhas roupas no meu corpo, ergui rapidamente a coberta vinho para ver se era mesmo verdade, e infelizmente...




> 00h30. (Tia:Pvf leiam isso longe dos pais de vocês, eu não sei fazer hot, obrigado e não comprei bandetes hoje)



   Sua boca lentamente se aproxima ao pé da minha orelha e logo ouço o que parecia ser um sorriso abafado com uma respiração tensa...



(S/n):Namjoon...


   Sinto suas mãos perdendo os meus pulsos novamente, eu estava fitando o teto, eu estou sonhado por acaso?


  O quarto estava escuro sim, e realmente não conseguia ver muita coisa, com a porta fechada a única luz que tinha era a da sala que vinha por debaixo da porta mesmo assim não ajudava em nada.


NJ:Se...-Ele deu uma pausa e depois continuou-Seus pais nos ouvirem o que acontece?


(S/n):O quê?-Arregalei os olhos e olhei para seu rosto que se desaproximava da minha orelha-.


NJ:Você... Sabe do que eu estou falando...-Ele abre o sorriso (que eu pude ouvir), não parecia com nada dos sorrisos amigáveis que ele já me deu, até agora...-.


  Ele não está pensando em... ?


   Sua cabeça começa a se aproximar de mim e uma de suas mãos solta o meu pulso, seus lábios grossos estavam colados ao meu pescoço soltando um bafo quente que me deixava um frio na barriga, ele nem me dando tempo para pensar, já começou a chupar meu pescoço por inteiro. Coloquei instantâneamente minha cabeça para trás a força pois sua boca estava subindo por meu pescoço, eu podia sentir sua respiração agora que estava muito mais forçada que a minha, sua outra mão largou meu pulso que foi descendo para minha barriga até o meu quadril, ele mordia o meu queixo com pouca agressividade até voltar para minha boca.

    

   Nos beijavamos sem qualquer preocupação com o barulho que estávamos fazendo, tenho que admitir que sua boca estava me viciando a tal ponto que me esqueci de algumas coisas... A medida que o beijo foi ficando mais agressivo ele subia sua mão para tirar a alça do meu sutiã uma por vez, nós paramos de nos beijar por causa da falta de ar mas sua boca não parou quieta, jogando o meu sutiã para um outro lugar do quarto ele me fez rolar pela cama até que eu ficasse em cima dele, estava sentada de pernas abertas em sua cintura quando ele me disse...


NJ:Ei...-Ele colocou alguns fios de cabelo meu atrás da minha orelha-Você quer continuar com isso?


    Eu não disse absolutamente nada naquele momento, ele já sabia a minha resposta. Deslizei minha mão sobre sua camisa enquanto aproximava minha boca de sua orelha para morde-la, com pequena pressão entre os dentes puxei ela e a soltei, no mesmo instante ouvi seu cinto estalando após se retirado da calça, me desaproximei mas logo ele me puxou para um beijo e eu aceitei, enquanto isso acontecia minhas mãos faziam os botões de sua blusa ficarem sem utilidade, por causa da pressa e as mordidas que ele me dava acabei arrancando boa parte dos botões de sua blusa social enquanto sua mão segurava a borda do meu short branco o puxando.

 

   Tudo isso acontecendo em questão de minutos e quase ao mesmo tempo, entre minhas pernas estava o imenso volume de sua calça que tomei um susto ao senti-lo, mas logo me acostumei ao saber que ele realmente estava sentindo a mesma coisa que eu, mais tarde ele pediu permissão para retirar minha blusa e eu assenti com a cabeça, como o quarto estava escuro não teria muita vergonha em tirar a blusa, ele a tirou e logo a mesma foi parar em cima do guarda-roupa. Ele se ergue até mim e me empurra para a cama, agora era ele que estava por cima fazendo uma trilha de beijos até os meios seios, os mordendo e dando chupões agressivos me fazendo gemer, eu podia sentir sua satisfação de me fazer dizer o seu nome a cada mordida que me dava. Agora sua boca trilhava um caminho diferente descendo por minha barriga, eu poderia pedir para que ele parasse alí mas o sangue correu mais que a consciência, meu short e logo depois minh calcinha foram tirados com a minha permissão. Ele continuou descendo até chegar em minha região íntima, me fazendo gemer dessa vez de dor e prazer, a cada vez mais rápido mais alto eu gemia mas prendia alguns, minha mão que puxava o seu cabelo estava suada igualmente a sua nuca, acho que já era de eu fazer alguma coisa... Ele terminou lambendo minha barriga e nessa mesma hora o empurrei fazendo ele se deitar de costas na cama, ele estava com a cabeça já estendida para trás quando comecei a beijar seu tronco nu, descendo bem devagar até a borda de sua cueca box de onde retirei seu membro duro e inchado, que naquele exato momento comecei a pensar em como aquilo poderia caber e numa boca tão pequena como a minha, mas não fiquei pensando naquilo por muito tempo e comecei a chupa-lo de cima a baixo ouvindo seus gemidos roucos e incentivantes, cada vez mais forte até eu aprofundar o seu membro em minha boca, sua mão estava presa em meus cabelos enquanto eu me esforçava ao maximo para realizar aquela tarefa que foi interrompida quando ouvi...


NJ:E-Espera...-Sua voz grossa e respiração ofegante deixou bem claro o que iria acontecer-.


   Rapidamente retirei minha boca de seu membro que logo ejaculou, sua respiração cansada já falava absolutamente tudo, mas ele ainda não estava satisfeito, desesperadamente ele me puxou para cima e logo o beijei, sua grande mão me apertava enquanto sentia seu membro novamente subir, estávamos longe de acabar. Me dando beijos carinhosos pelo corpo ele rola me deixando por debaixo dele, sua cabeça bloqueava a minha visão de nossas cinturas para baixo, depois do nosso beijo ele me fitou profundamente os olhos.


(S/n):V-Vamos logo com isso...


  Ele assentiu com a cabeça e eu o abracei, naquela hora o medo de sentir a dor era mais importante, fechei os olhos e logo senti seu membro em minha entrada, era a hora de gritar? Ficar em pânico não era uma boa opção além do mais passaria logo. Mas era Tarde demais para voltar atrás, senti a primeira ação, seu membro penetrando em mim, eu estava com medo demais para pensar em outra coisa, instantaneamente comecei a morder minha própria língua ao sentir o primeiro sinal de dor... Era uma dor horrível e chata, um tempo depois ele parou, eu nem notei quando a dor já havia passado pois já estava concentrada em outra coisa. Suas estocadas profundas e um pouco doloridas nos faziam gemer baixinho, mas abafavamos eles com beijos pelo corpo, ele começou a ir cada vez mais rápido e mais forte, eu coloquei minhas pernas cruzadas em volta de sua cintura o puxando mais para perto. Os puxões no meu cabelo e as mordidas ficaram mais fortes dando a impressão de que estávamos mesmo com fome, eu puxava os cabelos suados de sua nuca enquanto ele me dava chupões no pescoço, dentro de mim, já estava muito quente, senti minhas paredes apertando o que fez Namjoon dar estocadas mais profundas e mais agressivas até...




>Dias atuais. 06h30 



(S/n):E-Eu não acredito que isso aconteceu-Disse num tom fino de voz sussurrando para mim mesma que estava com os olhos brilhando, de lágrimas é claro-.


NJ:Não acredita no quê?-Senti um braço pesado sobre minha perna-.





 Não... Acredito.


  

 



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