História Something Entirely New - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Frisk, Gerson, Mettaton, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Asriel, Chara, Chariel, Chasriel, Romance, Undertale
Exibições 237
Palavras 2.572
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi meus amores <3
O capítulo anterior teve mais repercussão do que eu imaginava! Muito obrigada! ;w; *Guarda todos num potinho e protege*
Bem, aqui temos a conclusão desse primeiro arco! Boa leitura e nos vemos nas notas finais :3

Capítulo 10 - Hopes and Dreams


Fanfic / Fanfiction Something Entirely New - Capítulo 10 - Hopes and Dreams

Asriel POV

Dr. Gaster me olhava perplexo na entrada do laboratório.

“Ela o que?” – Gesticulou, assustado.

- Não há... Tempo...  Por favor... Salve a Chara... – Ofeguei, cansado demais pela corrida até lá para conseguir dar uma resposta mais detalhada.

 Ele fez um sinal para que eu entrasse, e assim fiz, ouvindo a porta se fechar automaticamente atrás de mim.

"Presumo que não devo fazer perguntas sobre o que vocês dois andaram aprontando, certo?" Gaster assinalou depressa, andando a largas passadas e me obrigando a correr para conseguir acompanha-lo, nossos passos ecoando no grande laboratório. 

 Era a primeira vez que eu entrava ali. A grande construção metálica em Hotland era intimidante para muitos, que sabiam que o cientista W.D. Gaster passava a maior parte do seu tempo ali, realizando os mais diversos tipos de experimentos que eram um mistério para todos. Mesmo Sans, seu próprio filho, não tinha conhecimento das atividades do pai. 

   Muitos viam em Dr. Gaster a única chance de um dia conhecer a liberdade, enquanto que outros eram receosos sobre o que quer que houvesse naquele laboratório. 

  Era um ambiente de pouca luz, e nós passávamos por um corredor relativamente largo. Uma grande mesa estava no centro, completamente ocupada por livros empilhados e anotações em papel espalhadas em quantidade tão grande que não era possível ver a madeira. Do lado havia um lixo que transbordava de embalagens de macarrão instantâneo. 

  Havia também uma geladeira logo ao lado da mesa, e mais à frente um grande monitor instalado na parede que exibia uma imagem que eu logo reconheci como o interior da casa de Sans e Papyrus em Snowdin. 

   Ele se preocupava com seus filhos, afinal. 

  - N-não conte para a mamãe ou o papai. Por favor. Foi só uma ideia estúpida que tivemos, só isso... - Murmurei, desconcertado. Eu sabia que ele não teria interesse nenhum em me delatar ou delatar a Chara. Se havia algo que ele pudesse fazer para ajudar, ele o faria sem questionar. 

 "É uma grande sorte que eu conheça exatamente as propriedades do veneno contido naquelas flores que nascem na entrada das Ruínas" Ele assinalou enquanto parávamos em frente a uma grande porta de ferro, que começou a abrir-se lentamente após um botão ser acionado na parede. 

  Papai já havia precisado desse mesmo antídoto algum tempo atrás, então eu sabia que Gaster ainda teria o material necessário. 

 - E-ela ingeriu uma grande quantidade delas... Se demorar muito mais... - Me lembrei de Chara prometendo que ficaria comigo e senti a tensão passar por todo o meu corpo. Eu só queria voltar logo, com o antídoto, e salvar sua vida. 

 "Não se preocupe, o preparo do antídoto não leva muito tempo."

  A porta terminou de abrir e Gaster entrou, acenando para que eu o seguisse. 

 Caminhamos por um corredor estreito e ainda mais desprovido de luz do que antes. Vários monitores estavam espalhados pela parede, as telas acendendo assim que passávamos por elas. Nervoso como estava, não cheguei a prestar atenção no conteúdo escrito nelas.

 Depois do que pareceu ser uma eternidade, chegamos até uma grande sala, com diversas portas e compartimentos. Gaster dobrou a esquerda, acionando uma alavanca na parede e abrindo uma das pequenas portas.

 “Venha”, ele assinalou e eu o segui.

  Lá dentro havia os mais diferentes frascos, recipientes, máquinas, vidros e mais vidros de substâncias de diferentes cores, amontoados em largas mesas espalhadas pelo local, várias anotações diferentes coladas na parede e nos armários com fita adesiva, além de vários refrigeradores, alguns deles trancados a cadeado.

 Gaster abriu depressa um dos armários, retirando um vidro que continha várias flores douradas submersas em um líquido denso de cor turva. Transferindo esse líquido para um pequeno frasco, com a ajuda de uma seringa que ele retirou às pressas de uma gaveta, ele foi até uma máquina, onde depositou o frasco lacrado e ligou, o aparelho emitindo uma forte luz azul e começando um ruído constante.

  Não tendo outra opção a não ser esperar, ele virou-se pra mim, suspirando. Suas profundas íris negras pareciam tristes ao me encarar.

  “Não deixem seus pais preocupados desse jeito, Asriel. Eu nunca os vi tão nervosos como nesta tarde.”

   Eu brincava com minhas mãos numa tentativa de conter o nervosismo.

  - E-eu e a Chara... Nós não queríamos... – Minha voz saía baixinha, intimidada, como quando eu era menor e levava uma bronca.

 “Eu não irei contar ao rei ou à rainha, ou a ninguém sobre isso. Mas você tem que me prometer que não acontecerá de novo. Seria doloroso perder uma filha desse jeito, e iria causar uma dor muito grande a todos.” Ele assinalou, ainda me encarando.

 - Eu... Nós não vamos mais. Vamos enterrar esse assunto. Eu prometo.

  A máquina apitou e parou, e Gaster correu até uma gaveta, calçando luvas plásticas e retirando uma fina seringa de uma embalagem. De volta a maquina, ele a abriu e retirou o frasco lacrado, que estava congelado por fora. Espetando a agulha no lacre e retirando um líquido de cor dourada, ele tampou a agulha da seringa e a guardou no bolso.

 Senti minha respiração começar a descompassar pelo nervoso, pensando em Chara. Ela estava muito fraca e eu tinha medo que o estado dela pudesse piorar a cada segundo a mais que passava ali.

 “Vamos. Eu irei com você para que ganhe tempo.” Ele assinalou depressa, me estendendo a mão.

 Eu sabia o que viria a seguir, e agradeci em silêncio que pudesse contar com o teletransporte de Gaster para chegar mais rápido até Chara. Eu receava que se não fosse desse jeito, seria tarde demais.

  Peguei na mão dele e fechei os olhos, sentindo uma suave brisa ao meu redor. Ao abri-los, estávamos já na porta de casa. Um pouco tonto pela viagem, eu tirei minhas chaves do bolso rapidamente, destrancando a porta.

 - Asriel? Pelos deuses, onde você estava?! Por que saiu sem avisar a ninguém essa hora?! – Mamãe veio até mim depressa seguida por papai, eles pareciam preocupados, mas surpreenderam-se ao ver Gaster do meu lado.

 - Gaster...? Não me diga que... – Papai exclamou.

“Eu consegui desenvolver uma substância que irá renovar as células do corpo da senhorita Dreemurr, livrando-a da enfermidade, seja lá qual for. Gostaria de vê-la agora”. Ele assinalou as pressas, mamãe prontamente fez um sinal para que a acompanhássemos, indo depressa em direção do corredor e sendo seguida por Gaster, papai e eu.

 - Chara! – Falei, alto demais, ao entrar no quarto, correndo até a cama e me ajoelhando ao seu lado. Seus olhos estavam fechados e fundos, e não havia mais expressão de dor em seu rosto sem cor. Ela já parecia estar...

- Ela ainda respira... Mas o coração está tão fraco que quase não é mais possível ouvir os batimentos. Já faz mais de meia hora que ela deixou de me responder... – Mamãe parecia desolada. – Por favor, Dr. Gaster, salve a vida de minha filha...

 Ele tirou a seringa do bolso e aproximou-se da cama, segurando com delicadeza o braço pálido de Chara e a espetando ali, o líquido dourado sendo injetado lentamente.

 - Quanto tempo esse remédio demora a fazer efeito, Dr. Gaster? Quando a minha pequena vai estar boa? – Papai perguntou, aproximando-se da cama e olhando preocupado para Chara.

“Acredito que depois de uma noite de descanso ela já apresente sinais de melhora pela manhã. Não se preocupe, senhor e senhora Dreemurr, ela está fora de perigo.” – Ele assinou com um sorriso no rosto.

 Os olhos de mamãe encheram-se de lágrimas,como se aquelas palavras pudessem tirar um peso enorme das costas dela. Aproximando-se da cama, ela se deixou cair ali, abraçando o corpo inconsciente de Chara.

 - Minha querida criança... Você vai ficar boa logo, eu te disse, você vai viver. – Ela dizia, emocionada.

 

    O resto do tempo pareceu correr normalmente, papai agradecendo imensamente Gaster, ele afirmando que só havia feito o que devia, mamãe derramando lágrimas de emoção e certificando-se de havia na cozinha os ingredientes necessários para fazer uma torta de chocolate para Chara no dia seguinte, telefonando para várias pessoas avisando que ela ficaria bem.

Pra mim, no entanto, era como se o tempo estivesse congelado. Me sentia como se eu estivesse imerso debaixo d’água, segurando a respiração. Naquele momento, tudo ao meu redor parecia absolutamente silencioso, imóvel.

 Eu só conseguiria respirar normalmente quando Chara abrisse seus olhos.

 Devia estar pensando em tudo que poderíamos fazer quando ela ficasse boa, todas as brincadeiras que podíamos inventar, todas as receitas de torta que podíamos testar, os lugares que iríamos visitar juntos quando algum dia aquela barreira se fosse... No meio dos pensamentos, devo ter adormecido, ajoelhado no chão com a cabeça deitada sobre a cama de Chara, quando algum tempo depois, senti dedos delicados me acariciando.

 Rapidamente levantei a cabeça e encontrei a face serena e cansada de Chara a me olhar com um sorriso fraco nos lábios, e no mesmo instante a minha alma se encheu de um alívio sem tamanho. Não podia acreditar que depois de tudo aquilo ela estava bem, estava viva...

  - Você conseguiu... – Ela sussurrou com a voz rouca. Seu rosto ainda era pálido, mas visivelmente mais corado do que na noite anterior. Seus lábios já não tinham mais a cor de areia, tomados agora por um leve rosado. – Eu tive medo... Quando você saiu ontem, pensei que não poderia aguentar... Que a morte me levaria, mas Asriel... Esperar por você me encheu de determinação para me agarrar à vida...

 - Chara... Eu prometi que voltaria num instante. Eu sempre vou voltar num instante, por isso, me espere sempre. – Não reconheci minha própria voz, sentindo meus olhos embaçarem enquanto me debruçava sobre ela e a abraçava. Ela correspondeu imediatamente, seus braços ainda fracos me envolvendo.

 Ficamos em silêncio algum tempo, nada mais precisava ser dito.

 - Me desculpe por tudo isso, Az. Nunca mais. – Eu podia sentir ela sussurrar com  o rosto enterrado no meu suéter.

 - Vamos apenas esquecer tudo isso, certo? Nunca mais.

 - Nunca mais... – Ela voltou a repetir.

 

Chara POV

  Dois dias depois de ter recebido o antídoto, eu consegui fortalecer o meu corpo suficiente para sair da cama. 

 Com a ajuda de Asgore e Toriel, cada um cada um deles segurando uma de minhas mãos, eu me levantei e senti que meus pés tinham força suficiente para firmarem no chão. 

  A sensação de sentir seu corpo saudável de novo era inexplicável. Depois de estar tão perto da morte, de sentir todas as forças me abandonando e minha mente sendo tragada para um abismo profundo e sem volta, era maravilhoso voltar a conseguir fazer algo simples, como ficar de pé. 

  Ao perceber que eu conseguia ficar de pé sozinha, os dois me entregaram juntos uma sacola, enorme sorriso no rosto de ambos. 

  - O que é...? - Retribuí o sorriso, encabulada. 

  - É um presente para você, minha criança. Por que não vai ao banheiro para se trocar? Sei que você vai gostar. - Toriel respondeu, me estendo a sacola, que eu aceitei, alertando bem contra meu peito. 

  Acenei positivamente com a cabeça e caminhei até o banheiro, fechando a porta. 

  Abri a sacola e encontrei um vestido rosa claro lá dentro, justo até a cintura e com a saia rodada batendo um pouco acima do joelho. Ele tinha detalhes em pérola ao redor do busto e descendo em direção ao abdômen, e era a roupa mais linda e delicada que eu já havia visto. 

  Me livrei do pijama e coloquei o vestido com algum esforço, sentindo meus braços ainda um pouco trêmulos por ter ficado dias na cama.

   Quase não reconheci minha imagem no espelho, arregalando os olhos. Era a primeira vez que eu usava um vestido, e tão bonito. O pingente de coração continuava enfeitando meu pescoço, não havia saído de lá um minuto sequer.

 Eu tinha a expressão um pouco cansada, mas apesar de tudo, ainda era eu. Viva, e bem. 

  Me senti um pouco triste pelas cicatrizes que ficavam a mostra pelo vestido não cobrir meus braços e minhas pernas, mas naqueles dias eu tinha decidido que tentaria me aceitar melhor. Aquele seria o primeiro passo. 

  Sorrindo satisfeita eu passei as mãos pelo vestido para ajeita-lo, e abri a porta do banheiro. 

  O quarto estava vazio, e a porta aberta. 

  - Mãe? - Chamei, sem nenhuma resposta. 

 Caminhei até a porta do quarto. 

  - Pai? - Apenas o silêncio no corredor. 

  - Az? - Só meus passos eram ouvidos no corredor, para onde eles haviam ido?! 

Caminhei até a porta da sala, que se encontrava fechada.

Quando eu a abri, tudo estava escuro, o que era estranho. Aquela sala sempre estava ocupada por alguém, fosse por Toriel lendo na poltrona, Asgore com uma xícara de chá na mesa, ou Asriel desenhando ou lendo perto da lareira.

Tateei a minha volta a procura do interruptor, até finalmente encontrá-lo.  As luzes se acenderam e então...

   -SURPRESA!!

  Dei um salto para trás de surpresa, arregalando os olhos.

 Ali estavam todos,exatamente todos os amigos que eu havia feito no subsolo durante aqueles seis meses, enormes sorrisos estampados nos seus rostos.

 O ambiente era decorado por fitas coloridas e balões, e na mesa tinha uma enorme torta de chocolate com detalhes em glacê.

  Aquilo havia sido preparado... Para mim?

 - Ei, nada de ficar tímida logo hoje! É a sua festa, aproveite! – Undyne veio até mim com um enorme sorriso no rosto e me puxou para onde todos estavam.

  - Vê se não deixa todo mundo preocupado desse jeito de novo, viu? – Sans também estava lá, com seu sorriso tranquilo no rosto. Ele soltou a mão de seu irmãozinho e o mesmo veio até mim correndo, abraçando minhas pernas.

  - E-eu... – Não podia evitar o sorriso que se formava em meus lábios, tão naturalmente que eu soube que era sincero. – Me desculpem por toda a preocupação que causei.

 - Também não precisa fazer ela se desculpar, né, Sans! Ninguém tem culpa de ficar doente! – Esbravejou Undyne.

  Eu sabia que ninguém ali tinha conhecimento sobre o meu plano. Todos achavam que eu havia adoecido acidentalmente, quando na verdade eu tinha provocado um envenenamento. Nas minhas desculpas, estava escondido o meu arrependimento sincero de ter feito tudo aquilo.

  - Aqui, Chara, sua torta favorita. – Asriel me oferecia um prato com um enorme pedaço de torta de chocolate, que eu aceitei sorrindo.

  Durante aquela noite, eu acabei sendo arrastada de um lado pro outro, todos queriam ter um tempinho para conversar comigo, me perguntar se eu já estava totalmente recuperada, me dar dicas para manter a saúde, dizer que ficaram preocupados, elogiar o meu vestido...

   Eu me senti acolhida e feliz. Um calor aquecia meu coração de um jeito que nunca havia acontecido antes.

   Era como se toda a turbulência que assolava meus pensamentos nos últimos tempos e que me levou a tomar aquela decisão, tivesse desaparecido. De repente, o ódio pela humanidade não importava mais. Eu havia descoberto um sentimento dentro de mim muito mais forte, muito mais grandioso.

 Era como se contar a minha história tivesse tirado um peso tão grande de meus ombros que mesmo ainda em processo de recuperação, eu nunca havia me sentido melhor e mais leve. Eu estava pronta para deixar o passado para trás. Eu havia finalmente encontrado um lugar para mim no mundo.

A minha alma tinha enfim encontrado um motivo para continuar a brilhar, viva.

Eu já havia escolhido o caminho que queria traçar. Ia segui-lo sem olhar para trás.


Notas Finais


EU DISSE QUE VOCÊS IAM ME PERDOAR, CONFIEM NA AUTORA-CHAN ;u; HDKADAKDH
Bom gente, tá com gostinho de final de fanfic mas nós só chegamos no final desse primeiro arco! Ainda vem muito mais por aí!
Espero de coração que vocês tenham gostado tanto de ler quanto eu gostei de escrever :'3 Sei que muitos estão ansiosos para que o romance comece, mas o motivo de eu ter feito esse primeiro arco foi que eu sempre quis explorar mais a história das duas crianças que vemos em Undertale. Asriel e o primeiro humano. Então espero que tenham gostado!
~ Lembrando que o próximo capítulo se chamará "Eight Years Later", ou seja, terá um salto temporal de oito anos! /Ah, cê jura?
Isso significa que teremos muito Chariel, Chariel, Frisk, Chariel, Frans, Alphyne, Chariel, tretas, emoção e Chariel :3 / alguém me manda calar a boca pfvr.
Continuem acompanhando, pois está só começando!
O próximo capítulo já está quase pronto, pretendo postar no máximo até quinta, fiquem de olho :3 Muito obrigada a todo o apoio que recebi até aqui, os que comentaram, favoritaram, e até os leitores fantasma HKDAKSH (manifestem-se e façam uma Liz feliz) :3
Té mais <3


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