História Something Entirely New - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Frisk, Gerson, Mettaton, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Asriel, Chara, Chariel, Chasriel, Romance, Undertale
Exibições 181
Palavras 2.787
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Cheguei com capítulo novo e bem açucarado para vocês <3
Espero que gostem. Vão ler!!

Capítulo 17 - What Do You Feel


Fanfic / Fanfiction Something Entirely New - Capítulo 17 - What Do You Feel

Chara POV

Não saberia dizer quanto tempo passamos ali, daquele jeito. Minha noção das horas simplesmente esvaiu-se, evaporou.

Foi uma noite tranquila, sem pesadelos ou sonhos perturbadores. Meu sono havia normalizado com o passar do tempo, mas por vezes, eu ainda demorava horas para conseguir desligar a consciência, ou acordava sobressaltada ao menos duas vezes na madrugada. Tudo dependia do meu estado de espírito.

A última semana havia sido ainda pior. Memórias do passado me invadiam sem permissão, puxando minha subconsciência de volta aos piores anos de minha vida. Olhares maldosos e amedrontados em minha direção, sorrisos de escárnio e palavras de ódio, era o que pintava os sonhos que eu havia tido nos últimos dias.

Com aquilo, havia se tornado difícil descansar realmente, o medo de adormecer e ver coisas que eu não queria era maior e acabava por vencer.

Aquela noite, porém, tudo foi diferente. Assim que os braços de Asriel me envolveram e eu fechei os meus olhos, todas as preocupações desapareceram, e o mundo pareceu mais leve.

Eu desconfiava de que a presença dele faria aquilo. Quando éramos crianças, escapar para a cama dele pela madrugada e apertar sua mão era a única coisa que fazia com que meu sono fosse tranquilo. Pelo visto, aquilo nunca mudaria. Ele seria sempre o meu ponto de segurança.

- Hm... – Murmurei tentando, a muito contragosto, me mover na cama. Os braços de Asriel me apertaram mais contra ele, e então eu abri os olhos, tentando espantar a sonolência da minha mente enevoada.

Ele estava de frente para mim e tinha os olhos já abertos, me observando calmamente com uma expressão que não fui capaz de decifrar. Seu rosto estava próximo, próximo demais, e eu podia distinguir cada detalhe de suas íris escuras.

Abri um meio sorriso sonolento para ele, e no momento em que ele retribuiu, minha alma não pôde evitar ressoar dentro de mim. Era tão quente, tão aconchegante, tão bom estar ali...

 Estávamos em silêncio, mas aquilo não incomodava nenhum dos dois. Nós conseguíamos nos decifrar apenas com o olhar, e palavras muitas vezes eram desnecessárias.

Pensei em como seria bom poder acordar daquela maneira todos os dias, com os braços dele ao meu redor, e sem pesadelos, sem preocupações, apenas nós.

O pensamento pareceu um tanto bobo, afinal de contas, como eu poderia querer ainda mais de Asriel, sendo que ele estava sob o mesmo teto que eu? No quarto ao lado? Como aquilo não poderia ser o suficiente?

Oh, eu estava tão perdida, e sabia perfeitamente disso.

- Que horas são? – Eu perguntei por fim, quebrando o silêncio.

- Já passa das onze. – Ele respondeu olhando se soslaio para o despertador na cômoda ao lado da cama, sua voz levemente rouca, de quem também havia acordado há pouco tempo.

- Ahn? – Arregalei os olhos. Não podia ser verdade. Me virei na cama, apoiada nos cotovelos, para olhar o despertador também. Onze e quinze da manhã.

Ouvi a risada baixa de Asriel devido a minha reação, e voltei a me virar para ficar de frente para ele, inflando as bochechas e frustrada.

Eu acabei me deitando novamente, e seus braços voltaram a se prender ao meu redor, tranquilos, como se eles pertencessem ao meu corpo, como se aquilo fosse natural. De repente, não importava mais que horas eram, se estava muito tarde ou muito cedo. Sorri pra mim mesma e acabei por relaxar, pousando timidamente um braço em seu peito e movendo meus dedos lentamente, num carinho quase imperceptível.

- Você continua me chutando de madrugada, exatamente como fazia antigamente. – Ele murmurou por fim, arrancando um gemido de frustração meu.

- Oh, e você continua puxando todo o cobertor para você. – Retruquei, e ele riu de leve com minha resposta.

- Não vejo necessidade de cobertor para você, já que eu faço o papel dele. – Respondeu, apertando mais seus braços ao meu redor. Fechei os olhos, soltando também um risinho.

Ignorando o horário, ficamos mais um tempo ali, trocando algumas palavras perdidas e carícias hesitantes. Sua mão esquerda emaranhou-se nos meus cabelos curtos, e eu me colei mais a ele, instintivamente, sem me preocupar se deveria ou não fazer aquilo.

Meu rosto afundou-se em seu pescoço, quente demais, e eu terminei por suspirar longamente contra ele. Seu corpo estremeceu com aquele meu gesto.

- Quer levantar? – Ele se afastou por fim depois daquilo, parecendo levemente desconcertado, seu olhar evitando o meu. – Acho que vamos ter que nos virar na cozinha hoje.

Mordi os lábios, sentindo minha respiração quase parar e meus músculos se contraírem. Eu tinha ido longe demais, certo? Droga, eu não deveria ter feito isso, tão estúpida...

Asriel pareceu ter notado minha reação, de repente preocupado. Ele inclinou-se em minha direção e beijou longamente minha têmpora, e aquilo não ajudou em nada a normalizar minha respiração descompassada.

 - Princesa Chara? – Ele levantou-se e estendeu a mão para mim, um sorriso tão tranquilo e doce desenhando-se em seus lábios que eu não pude evitar retribuir.

- Alteza. – Respondi, entrelaçando nossos dedos e me levantando da cama também.

Já passava e muito das onze, e não valia mais a pena tomar café. A casa estava em silêncio, provavelmente nossos pais estavam em algum lugar do castelo. Eu fui até o banheiro e escovei os dentes, e Asriel voltou ao seu quarto para fazer o mesmo.

Logo depois, seguimos para a cozinha, onde passamos um bom tempo decidindo qual receita devíamos tentar, folheando o enorme livro de receitas de Toriel. Algo que fosse rápido e fácil, já que nenhum de nós levava muito jeito para cozinhar.

Por fim decidimos o que faríamos e dividimos as tarefas, eu fiquei com a parte de cortar os legumes, enquanto ele mexia alguns ingredientes na panela.

Por fim ele me mandou para a sala, dizendo que eu já havia feito mais que o suficiente e que ele daria conta do resto.

A contragosto, eu atendi ao pedido dele e fui para a sala, afundando no sofá e ligando a televisão.

Me distraía com o noticiário de Mettaton que costumava passar aquela hora, quando Asriel voltou para a sala com duas enormes canecas de café em mãos.

- Para distrair o estômago enquanto o almoço não fica pronto. – Ele explicou, me estendendo uma das canecas, que eu prontamente aceitei.

- Quatro colheres de açúcar e um pouco de leite, certo? – Ele perguntou já sabendo a resposta, com um meio sorriso, enquanto se sentava de frente para mim no sofá, cruzando as pernas.

 Sorri de volta para ele, confirmando com a cabeça, enquanto levava a caneca aos lábios e sorvia o líquido quente.

- E o seu, extra forte e sem açúcar.

Ele confirmou, dando um longo gole em sua bebida.

Eu me sentia bem quando pensava que nós sabíamos muitas coisas um sobre o outro, coisas que provavelmente outras pessoas não sabiam. Podia ser extremamente bobo, mas o fato de eu saber exatamente como Asriel preferia o café fazia com que eu me sentisse especial. Ele também sabia como eu preferia o meu, e isso fazia com que eu me sentisse igualmente especial. Como se dividíssemos muitas coisas só nossas, informações pequenas um sobre o outro, que faziam com que nós nos conhecêssemos e nos entendêssemos perfeitamente bem.

 Tomei aquele tempo para observá-lo, e ele era lindo. Parecia ficar cada dia mais lindo, e eu me perguntava como aquilo era possível. Nós morávamos na mesma casa, dormíamos em quartos que eram um ao lado do outro, nos víamos todos os dias, mas nem por isso minha respiração deixava de falhar sempre, quando ele saía do quarto pela manhã com aquele ar de sonolência e sorria torto para mim quando nos esbarrávamos no corredor, e meu coração nunca deixava de bater mais rápido quando ele me abraçava, me dizia palavras doces, ou simplesmente pronunciava o meu nome.

Eu o amava. Amava seu jeito, suas manias, suas qualidades e defeitos, sua voz, seu sorriso, tudo. Mas não era só isso. Eu estava louca e perdidamente apaixonada por Asriel, cada dia mais e mais, como se eu estivesse caindo em um abismo sem fundo. E céus, eu queria cair.

 - Ei, Az. – Perguntei de repente, franzindo o cenho. – Não está sentindo esse cheiro? Está vindo da cozinha, certo?

Ele arregalou os olhos, levantando-se depressa e correndo até a cozinha, comigo logo em seu encalce.

 - Ah... – Ele soltou um suspiro de frustração quando percebeu que toda a comida estava arruinada. O cheiro de queimado devia ter se alastrado por toda a casa, e o fundo da panela tinha uma cor tão escura como carvão.

- Somos um fracasso na cozinha, Az. – Olhei o desastre dentro da panela por cima do seu ombro na ponta dos pés, enquanto ele tentava inutilmente mexer a maçaroca com a colher de pau.

- Acho que se nossa vida dependesse de um prato bem feito, estaríamos mortos, Chara... – Ele reclamou, ainda mexendo a colher na panela com certa dificuldade.

- Que comparação idiota, seu idiota. – Ri, dando um tapinha de leve no ombro dele. – Jogue esse desastre no lixo, vamos comer macarrão instantâneo.

- Oh, pelo menos isso nós sabemos fazer muito bem.

Eu ri, despejando o conteúdo da panela no lixo da cozinha, e pegando dois copos de macarrão instantâneo logo em seguida no armário.

Nós ficamos na mesa mais tempo que o necessário, o café já havia acabado há horas, assim como o copo de macarrão. Era fácil perder a noção das horas numa conversa com Asriel. Nós poderíamos falar sobre qualquer coisa, fosse um assunto sério ou uma trivialidade, que a conversa fluía tão naturalmente que chegava a ser surpreendente.

Quando crianças, nós costumávamos conversar durante horas em nosso quarto, no silêncio e escuridão da noite. Falávamos sobre nossas brincadeiras, sobre nosso presente e nosso futuro. Muitas vezes ele acabava por dormir no meio da aula por causa daquele hábito nosso, que nos roubava algumas horas de sono. Mas ao questionar, ele abria um enorme sorriso e dizia que ficar conversando comigo até tarde era muito melhor do que gastar seu tempo dormindo.

Aquilo certamente tinha me deixado feliz. Saber que ele apreciava minha companhia tão genuinamente, saber que ele era sincero em tudo o que dizia ao meu respeito, fez com que com o passar dos anos, eu passasse a gostar um pouco mais de mim.

Mesmo agora, as longas conversas prevaleciam sempre, embora estivéssemos em quartos separados. Na verdade, não conseguíamos ficar separados por muito tempo, e nas vezes que isso aconteceu por qualquer motivo que fosse, excursão escolar ou viagem para cumprir deveres, ele me ligava todos os dias, ou passávamos um bom tempo trocando mensagens de texto.

- Preciso sair. – Ele disse de repente, mexendo o garfo no copo de macarrão já vazio há tanto tempo.

- Hm? Tem algo para fazer hoje? O que?

- Hoje é dia de passar pelas Ruínas. – Ele explicou, ainda atento aos movimentos com o garfo.

- Ah. – Rolei os olhos. Era um velho hábito de nossa família, e normalmente quem ficava encarregado da tarefa era sempre Asriel. Desde que Frisk caiu no subsolo, há seis anos, alguém sempre devia retornar às Ruínas e circular por todo o local ao menos uma vez a cada semana, para certificar-se se mais alguém havia caído. Ora, dois humanos já tinham vindo parar aqui, para um terceiro aparecer qualquer dia, não custava nada, certo?

Seja como fosse, eu nunca participei disso. Havia adquirido certo medo das Ruínas, pois me traziam lembranças ruins que eu preferia não pensar muito. Costumava passar bastante tempo lá com Asriel nos primeiros meses após cair, quando eu ainda era uma criança amedrontada e insegura. Mas o que me fez definitivamente parar de frequentar o local foi o incidente com as flores douradas.

- Não vai comigo, marrentinha? – Ele perguntou se levantando, embora já soubesse a resposta.

Neguei veemente com a cabeça, e ele sorriu, inclinando-se para depositar um beijo longo na minha bochecha. Fechei os olhos brevemente, aproveitando o contato.

- Eu não demoro. Bom, talvez um pouco, já que as Ruínas ficam nos confins do subsolo.

Eu ri fraco, e ele então voltou ao seu quarto e saiu pouco depois abotoando um casaco. Despediu-se de mim mais uma vez e por fim saiu de casa, me deixando sozinha. Mal ele fechou a porta, e os pensamentos começaram a inundar minha mente. 

  - Aaaaaah... - Gemi em frustração, esfregando os olhos com as mãos e me levantando da cadeira para me jogar no sofá. Eu estava sozinha em casa, tinha o direito de ter o meu momento de pequeno colapso decorrente das tantas dúvidas e incertezas que nublavam minha mente nos últimos tempos, certo? 

  - O que eu devo fazer...? - Murmurei para mim mesma, ainda tapando os olhos com as mãos e massageando minhas têmporas com o polegar, como se aquilo fosse de alguma forma ajudar no surgimento de uma resposta. 

 Nós estávamos tão perto ontem. 

 - Perto demais... - O que teria acontecido caso o celular não tivesse tocado aquela hora? Inconscientemente, levei o indicador até meus lábios e toquei suavemente o local. 

 Nós sempre gostamos de ficar abraçados daquele jeito, e Asriel sempre foi tão doce comigo. Demonstrações de carinho eram completamente normais entre nós, mas... Eu podia jurar que vi algo de diferente no olhar dele ontem, quando estávamos no lago. 

 - Estávamos tão perto. - Murmurei novamente, fechando os olhos. Senti meu corpo inteiro esquentar apenas ao me lembrar da cena. Era como se cada terminação nervosa minha tivesse se tornado um fio desencapado naquele momento, e eu quase podia reviver aquilo à flor da pele. 

 Hoje pela manhã ele estremeceu quando eu acomodei meu rosto na curva de seu pescoço, certo...? E havia algo de diferente nos olhos dele ontem, aqueles olhos que eu conhecia tão bem em cada detalhe, aqueles olhos que eu... Amava tanto. 

 Desejo...? Era desejo o que eu vi nos olhos dele? Não pode ser, eu estou apenas idealizando os meus sentimentos...

 Percebi então que a situação estava começando a fugir do meu controle. Minhas mãos tremiam, meu coração estava disparado, e minha respiração descompassada.

 - Droga... Pare de pensar, Chara! - Repreendi a mim mesma, por fim me sentando e respirando fundo, tentando clarear minha mente. Aquilo não iria me levar a lugar algum. 

 Incapaz de ficar sozinha com meus pensamentos por mais um segundo que fosse, tirei o celular do bolso e rapidamente disquei o número de Frisk. 

  Desde que me lembro, sofria daquele problema de excesso de pensamentos. Eles chegavam a me sufocar e provocavam até mesmo dores de cabeça, jorrando numa torrente interminável sem minha permissão, quando começavam. Só existiam duas pessoas capazes de me acalmar naquelas horas. 

  "Chara!" Ela exclamou contente, atendendo minha ligação após apenas dois toques. Frisk andava radiante, ainda mais radiante do que o comum. O motivo de toda aquela alegria tinha um nome: Sans. Os dois finalmente tinham conseguido se acertar após tanto tempo. Ainda não tinham assumido oficialmente um namoro, mas certamente aquilo não tardaria a acontecer. 

 - Irmãzinha... Minha cabeça parece que vai explodir. 

  "Oh." Ela soou preocupada de repente. "O que houve, Chara? Anda tendo aqueles pesadelos de novo, é isso, não é?" 

 - Também, mas... Não é por isso que estou reclamando. 

 "O que foi então? Qual o problema? Embora eu já imagine...”

 - Asriel. - Resmunguei, ouvido a risadinha metálica de Frisk do outro lado da linha. 

 Então eu contei a ela. Contei cada detalhe do meu sentimento, pelo menos o máximo dele que eu conseguia verbalizar, cada incerteza que passava pela minha cabeça, como aquilo estava se tornando maior a cada dia que passava, e quase impossível de guardar dentro de mim, esconder do mundo e dele. Não foi como no dia em que tocamos nesse assunto na biblioteca de Snowdin, e sim de maneira muito mais profunda e franca. 

 Frisk me ouviu pacientemente, indicando sempre com um "hm" que eu podia continuar a falar, que ela estava ali para me ouvir. 

 Quando eu por fim terminei de esvaziar tudo o que estava acumulado dentro de mim, ela me aconselhou. Me disse palavras tranquilizantes, encorajadoras, até que por fim eu me senti melhor. 

 "Você nunca saberá se não tentar, Chara. E a vida pode te dar uma surpresa maravilhosa. Pague para ver." 

 - Obrigada, Frisk. Eu te amo. – Enrolava calmamente uma curta mecha de meus cabelos no dedo, me sentindo bem mais calma.

 "Eu também te amo!" - Ela exclamou, contente. 

 Conversamos por mais um tempo e eu por fim desliguei o celular, me sentindo bem mais leve. 

 Levantei do sofá de repente, num pulo, sem saber muito bem porque havia feito aquilo. Algo queimava dentro de mim, de minha alma, que pulsava. Forte, quente, intenso...

 Determinação. 


Notas Finais


Primeiramente, queria dar os parabéns (atrasados) pra minha querida leitora Laís (undertaleanime), feliz aniversário! <3
Bem... Capítulo bem explicativo, né? :3 Mas foi necessário. No próximo tem surpresa para vocês, adivinhem o que é??
Eu não sei se consigo passar isso muito bem aqui, mas a Chara tem alguns transtornos psicológicos, que é o que faz com que ela tenha esses certos "overthinkings" de vez em quando. Geralmente isso ocorre quando as emoções dela se desestabilizam de alguma forma. Creio que isso é devido aos traumas que ela carrega consigo.
Bem, é isso *-* Aliás!! 150 favoritos <3 Eu amo muito todos vocês <3
Se gostarem, me deixem um favorito e um comentário! *u* Isso me enche de determinação!!
Kissus de ketchup de uma Baby Blue muito doce <3


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