História Something so Real - Capítulo 13


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Categorias Austin Mahone
Personagens Austin Mahone, Personagens Originais
Tags Austin Mahone, Esposade7
Visualizações 101
Palavras 2.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


GUARANTEED I CAN BLOW YOUR MIND, MWAAAAAAHH >> ain zaynte a dua diwa tá no Brasil, queria tanto ir no show dela :c chateada
Boa noiteeeeeee pessouas fabulousas, como estão?
Nossa galeura, acabei esse cap agorinha e resolvi, PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA DAS MINHAS HISTÓRIAS (oi que ) NÃO ENROLAR TANTO E JUDIAR DE VOCÊS PORQUEEEEEEEEEEEEEEEEEEE HOJE TEM FUEGO NO CAPÍTULO
mentira n é fuego mas é queda de forninho. É TIRO QUE VCS QUEREM? ENTÃO TOMAAAAAAAA
Boa leitura <3

Capítulo 13 - Thirteen


Capítulo 13

A cada passo de Austin meus batimentos cardíacos aceleravam mais, até que ele estava há dois passos de mim, com seu olhar preso em meu rosto. Ethan não parecia intimidado, mas não estava nada feliz também. Eu só não sabia se era pela interrupção ou pela cara de poucos amigos que meu meio irmão fazia, para dizer o mínimo.

— O que faz aqui?

— Jogando bola — sorrio docemente irônica pra ele. Ele bufa. — E te interessa?

— Interessa, a partir do momento que seu pai fica me ligando para perguntar de você. Tive de falar que você saiu com o pessoal da sua turma para parar de ser infernizado. Qual é, eu nunca tenho paz de você?

— Vai mesmo querer falar disso agora?

Não dá pra negar que ele me magoou, mas afinal, quando é que ele não o fazia, né?

— Não. Vá pra casa.

Rio seca, cada dia que passa ele consegue ficar mais idiota.  — Não.

— Como é?

— Não vou pra casa, você não é meu pai, nem meu dono. Sequer é meu irmão de verdade, então fica na sua, Austin, e volta pros seus amigos.

Ele parecia perplexo, vi um misto de raiva e frustração em seu olhar. A raiva eu sabia bem de onde vinha, ela sempre costumava dar sinal quando eu estava por perto, já quanto a frustração eu não entendia. Talvez fosse por eu abaixar sua bola na frente de seus amigos, inclusive de Ethan. Aparentemente, feri seu orgulho.

Ele bufa. — Ethan?

— Deixa ela, cara.

— Ela precisa ir.

— É uma escolha dela, para de querer controlar os passos da Claire, Aus.

— Podem parar de falar como se eu não estivesse aqui? Não sou uma prisioneira que não pode sair de casa, pelo amor de Deus! Você sempre quer cortar meu barato, naquela festa, aqui, na escola, até em casa... chega, já deu.

— Se não parar de graça isso aqui vai acabar como naquela festa — ele ameaça entre dentes. É o cúmulo!

— Você se...

— E deixa eu adivinhar, vai ser eu no lugar daquele cara? — Ethan de intromete, achando graça. Bom, não exatamente... — Se manca, cara.

— Era pra você ser meu amigo.

— Era pra você ser menos idiota. Vou levar Claire pra casa, mas não porque você quer.

— Faça isso.

— Vê se cresce, Austin — cuspo puxando Ethan para longe daquele idiota. — Argh, por que eu tenho que passar por isso? Ele não podia ser um irmão daqueles que me leva junto pra sair e tudo mais? Nããããããão, claro que não, quando é que algo dá certo pra mim, não é mesmo?!

— Uow, calma. Logo ele se cansa.

— Não, não cansa, o casamento é em duas semanas. A tendência é isso tudo só piorar.

— Não quer que o casamento aconteça? — ele franze o cenho.

— Não! Quer dizer, quero, claro que quero. Mas Austin tem tornado tudo um inferno pra mim. Anne é um amor, ele poderia ter puxado mais ela nesse quesito.

Ele ri. — Austin mudou bastante depois que o pai dele morreu, e piorou um pouco quando a Anne decidiu seguir em frente, mas ele tem seus dias bons ainda, só não são tão frequentes com você por perto — bufo, ele ri. — Uma hora ele dá uma trégua, você vai ver. E se não, você sempre pode me ligar e me chamar pra sair.

Dou risada. — Valeu, Ethan.

No caminho pra casa, depois de pegarmos o carro dele na escola, fiquei pensando na cena do shopping e uma coisa me penetrou na mente. Quando Ethan mencionou a briga na festa, será que Austin seria capaz de bater no melhor amigo? Não é possível.

— Ethan... quando você falou da festa... você... éééééé...

— O que?

— Sobre a briga... acha que ele bateria mesmo em você por estar me defendendo?

Ele ri, mas não fala nada. Esperei e esperei, e nada.

— Ethan?

— Você nem faz ideia, não é?

— Como assim?

Já estávamos perto de casa, e o carro foi desacelerando até parar em frente a portaria do prédio. Ele desligou o carro e se virou pra mim no banco.

— Ok, você vai me prometer não falar nada, muito menos mencionar que eu te contei alguma coisa pro Austin, tá? Ele me arranca as bolas se...

— Diga de uma vez!

Detesto suspense.

— Aquele cara, o Robert, tinha apostado que ficaria com cinco garotas naquela noite, e uma delas era você. Austin ficou sabendo, e fez o cara te tirar da lista. Acontece que ele tem essa coisa de conseguir todas as garotas que escolhe em todas as festas, por bem ou por mal, isso já deu vários problemas, boletins de ocorrência, um aborto... então uma coisa levou à outra e acabou dando briga, nisso outro cara entrou no meio e enfim... meio que foi culpa sua. Ele faria o mesmo comigo se me visse arranjando um problema pra você. Ou pra ele.

Uau, informação demais. Cérebro de Claire de menos.

— Você quer dizer que isso tudo foi, tipo, ciúmes?

Eu estava confusa. Mais que confusa.

— Algo assim.

Depois disso eu só soube ficar em silêncio. Isso não fazia o menor sentido pra mim.

— Você acha que... que isso foi um senso de proteção dele?

— Sinceramente? Duvido quer tenha sido.

Isso me pegou ainda mais de surpresa. O que estava acontecendo ali que eu não conseguia enxergar?

— Então o que...

Meu celular apita, me interrompendo.

— Ah, droga, é meu pai de novo. Melhor eu entrar. Você quer... — ofereço.

— Não, relaxa. Também preciso ir.

— Então a gente se vê amanhã.

— Boa noite — ele se inclina e me beija no rosto.

— Boa noite.

Aceno pra ele antes de entrar no prédio. Os vinte segundos no elevador serviram para me perturbar, qual era a intenção de Austin nisso tudo? Me enlouquecer fingindo que me odeia mas bancando o irmão protetor pelas minhas costas? Não fazia o menor sentido.

Ele não parecia estar atuando.

— Oh, Claire, que bom que chegou — Anne me recebe. — Austin chegou agora também, pensei que iriam vir juntos.

Eleestá aqui? Mas como...?

— Hã, eu... e-eu vim com um amigo, já que Austin veio com os amigos dele.

— Ele estava de carro — ela ri, mas é aquele sorriso que eu entendo na hora o que ela está pensando. Oh, céus. — Não precisa dizer nada, querida, você tem todo o direito de sair com os amigos às vezes.

Que mente maliciosa, socorro.

— Não se preocupe, seu pai não sabe de nada. Eu pedi comida chinesa, gosta?

Balanço a cabeça, atordoada demais com suas ideias e com as minhas ideias para dizer qualquer coisa coerente agora.

— Tá, e-eu vou tomar um banho enquanto a comida não chega, se não se importa.

— Pode ir, quando chegar eu te chamo. Seu pai ainda não chegou.

— Não? Como ele sabia que eu... Já entendi.

Ela ri. — Ele me ligava a cada dez minutos para perguntar se você estava aqui. Mas já está resolvido.

É proteção demais pra uma pessoa só. Corro até o banheiro, querendo me safar de Anne e seus pensamentos pervertidos, mas antes, eu paro em frente a porta entre aberta de meu meio-irmão bipolar.

Não, Claire, saia daí, saia! Rápido!

Mas eu nunca obedeço, de qualquer forma. Abro a porta e ela faz aquele chiado de filmes de terror, me denunciando. Austin se vira pra mim na mesma hora, mas contrariando o que eu pensei, ele não grita para eu ir embora, não me empurra, ele sequer se meche. Só observa enquanto eu a fecho atrás de mim e fico parada lá.

— O que foi? — ele resolve falar quando percebe que eu não tinha essa pretensão. Quer dizer, até tinha, mas simplesmente não saia nada da minha boca.

— C-como chegou tão rápido aqui? Eu saí antes de você. — Foi a primeira coisa que eu falei. Ótimo.

— Meu carro já estava no shopping, eu saí logo em seguida. Mas não foi isso que você veio me perguntar.

Engulo em seco.

— Não, não foi.

— Então...?

— Qual é a sua, Austin? — me aproximo, reunindo coragem de algum lugar que eu nem sabia que existia. Tipo do além.

— Como é? — ele se senta na cama, olhando fixamente pra mim. Apenas um simples olhar seu já me intimidava.

— Você é um idiota comigo, sempre, sem exceção, e então eu descubro que você anda me protegendo e entrando em brigas por mim pelas minhas costas. O que se passa com você?!

— Foi o Ethan, não foi? Caralho — ele grunhe.

Ops.

— N-não interessa quem foi. Qual é a tua? Mas que saco! Eu estou queimando todos os meus neurônios enquanto tento lidar com você, te entender, mas a cada dia que passa eu volto a estaca zero. Pelo amor, é muito difícil ter um pouco de paz?!

Ele continua me encarando, sem expressão alguma. Ao menos por alguns segundos, até decidir se levantar. E aí eu me arrependo de ter vindo. Ele anda até mim em segundos torturantes, seu olhar sem nunca deixar o meu.

Anne ainda está em casa? Eu espero que sim. Ela ouvirá meus gritos e virá me salvar, eu tenho certeza. Senão, algum vizinho o fará.

Tomara.

Calma, Claire, calma. Não recue agora.

— E-Eu sei que você ficou assim por causa do seu pai e p-por causa do meu e do ca-casamento também, mas não é motivo pra você ser um idiota c-comigo. Eu não tenho culpa de nada di-disso.

Me sinto uma idiota gaguejando assim, mas minha respiração acelerada já entregava meu medo, de qualquer forma.

— Não tem nada a ver com seu pai. Ou comigo. Ou com o meu pai. É você, Claire. Você que tem acabado com a minha vida, com os meus dias, meus sonos. Você e somente você. Não envolva ninguém nisso.

É O QUÊ? — eu quero gritar, mas apenas continuo quieta. Apenas uns dois pés de distância nos separam e eu estou colada à porta.

Deus que me ajude.

— O que foi que eu te fiz? — ele ri. Um riso que faz toda a minha espinha vibrar e meus pelos todos se arrepiarem. Ele é mais aterrorizante que qualquer filme do Hitchcock, descobri agora.

— Você existe. Só isso.

— Dá pra falar alguma coisa que faça sentido? Eu não aguento mais!

— NEM EU, CLAIRE! — eu arregalo os olhos, me colando mais a porta. Agora sim estou tremendo. — Nem eu.

Ele se aproxima mais, nem um pé nos separa, os seus dedos tocam a ponta do meu All Star preto e meu peito ofegante encosta no seu peitoral coberto pelo moletom. Seu cabelo caído pra frente faz cócegas na minha testa, eu não tenho nem como respirar sem encostar nele mais.

— Você é tão... tão... Que merda, Claire.

Seus dedos tocam a minha bochecha.

Não, não foi um tapa. Para a minha total surpresa. Nem mesmo um soco ou um arranhão. Foi uma carícia.

Os nós de seus dedos subiram e desceram pela minha bochecha e seus olhos me estudaram tão de perto que ele poderia estar vendo meus poros e meu suor. E eu só me assustava mais a cada segundo que se passava.

— Por que, Claire? Por quê?

— Por que o quê? — eu sussurro de volta.

Ele sorri. Ele so-rri. Sorri!

Oh meu Deus, ele está mesmo sorrindo. Na minha frente! Pra mim? Céus, pra mim!

— É melhor você sair. Ou eu vou acabar fazendo uma besteira.

Eu precisei de uns dez segundo para entendê-lo, e parece que ele mesmo não se compreendia, já que nem mesmo se moveu. Até então.

O que me deixou chateada. O motivo? Nem eu mesma sabia. Apenas desconfiava, e não gostava nada dos caminhos para onde minha mente me levavam naquele momento.

— Vá — e só então ele recua, voltando para a sua cama e ficando de costas pra mim, com as mãos no cabelo.

Eu ainda estava ofegante e assustada, mas obedeci. Não queria piorar as coisas.

Foi somente durante o banho que as coisas começaram a fazer sentido pra mim.

Austin  não me odiava, não jogava a culpa do casamento sobre mim e não estava bancando o irmão protetor, nem por ele, nem pelo meu pai, como imaginei. Mas sim, ele estava com ciúmes. Mas do contrário que eu pensava, não era familiar, era possessivo. Desejoso. Austin estava atraído.

Meu meio irmão estava atraído por mim.


Notas Finais


EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEITA MEU POVO, SEGURA O FORNINHO
É AGORA QUE O NOSSO OTP COMEÇA. ou não.
isso já apaga minha demora de 5 dias né? rsrs eu perdi a noção gente, desculpa
Entonnnn gostaram? I wanna knowwwwwww (comentem tá)
Até logo, beijinhos da Juju xx


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