História Sometimes, goodbye, is a second chance. - Capítulo 9


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Categorias Arrow, Supergirl, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon, Detetive Joe West, Dr. Harrison Wells, Dr. Martin Stein, Dra. Caitlin Snow, Felicity Smoak, Iris West, John Diggle, Kara Zor-El (Supergirl), Laurel Lance, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Quentin Lance, Ray Palmer, Sara Lance, Thea Queen, Wally West (Kid Flash)
Tags Arrow, Baby, Baby Snowbarry, Barry Allen, Caitlin Snow, Flash, Romance, Snowbarry, Super Girl, The Flash
Visualizações 239
Palavras 1.724
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Muito obrigada por todos os comentários

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Capítulo 9 - Ela é sua filha?


Fanfic / Fanfiction Sometimes, goodbye, is a second chance. - Capítulo 9 - Ela é sua filha?

De todas as histórias que Caitlin contou, absolutamente nenhuma falava de Meta-humanos. Eram histórias romantizadas, sobre amor, amizade ou até mesmo lealdade. Flash nunca foi mencionado em nenhuma dessas histórias, logo, Barry também não. Seus sentimentos por Barry Allen eram uma ferida que ela achava que jamais cicatrizaria. 

Mas para sua surpresa, atualmente estavam a cada dia se tornando mais próximos. Nunca poderia imaginar que Barry Allen a aceitaria de volta tão fácil como o fez. E ela também não conseguia acreditar no quão rápido esqueceu todo o rancor  que sentia pelo velocista.

De fato o tempo é o melhor remédio.

E de fato, algumas vezes, dizer adeus pode vim a ser  até uma segunda chance. 
 

Nenhuma das histórias contava com o velocista escarlate. Na verdade, as histórias falavam apenas de amigos, que usavam a "magia" para ajudar o "reino Central City". Essa foi a forma que Caitlin achou de familiarizar Olívia ao seu passado e ás pessoa que fizeram parte dele. Pelo menos de algumas. 



- Sei. Mas que droga! - Disse coçando a nuca. - Já tinha feito até um itinerário com todos os lugares em que levaríamos Olívia. - Diz Barry frustrado assim que Caitlin afirmou que não iria poder sair. Ela havia passado à manhã  pensando e chegado à conclusão que as coisas estavam estranhas demais, que Barry estava próximo demais. Nem quando eram amigos as coisas eram dessa forma. Além do mais, precisava resolver problemas burocráticos quanto a sua repentina mudança.


- Que tal, ir só vocês dois? - Diz Caitlin assustada com o que acabou de dizer. Nunca, jamais deixou a menina passar mais de vinte minutos longe. Mas aquele era Barry Allen, ele era o Flash, o que poderia acontecer? 
- Você está falando sério? 
- Sim. A Olívia está "presa" nesse apartamento a tempo demais. Lá em Coast City ela vivia nos jardins da nossa casa. Tinha até um balanço em uma árvore. Ela adora o ar live, acho que todas crianças gostam, na verdade! - Diz a mulher, pensando no quanto essa mudança pode ser de certo modo difícil para a filha. Afinal a criança jamais pertenceu realmente a Central City. - Acho que vai ser bom pra ela sair um pouco daqui. - Diz por fim.
- Certo. - Diz Barry feliz ao perceber o quanto Caitlin confiava nele, porém, ainda frustrado. Queria que Caitlin fosse também. Ultimamente queria que ela estivesse sempre por perto. Talvez fosse o tempo que passaram longe ou talvez ele estivesse simplesmente aceitando os seus sentimentos. Confusos sentimentos.

 

Caitlin vai para o quarto e volta com uma garotinha de laço nos cabelos em seu encalço.

A menina não parecia certa sobre aquilo que estava acontecendo. Ainda não estava totalmente convencida de que Barry era uma pessoa boa e não o monstro que Hunter contou. Ela se escondeu entre as pernas da mãe, assim que Barry a cumprimentou.


- Olívia. - Caitlin se abaixa até a altura da menina. - Lembra o que eu falei para você? 
- Você disse que o tio Barry é legal que nem o tio Cisco.
- Isso. Aquelas coisas que você ouviu sobre ele eram só um grande mal entendido. 
- Isso. - Concordou a menina.
- Então. O tio Barry vai ficar com você. Vocês vão passear e a mamãe vai resolver uns probleminhas. Tudo bem ?
- Mas e você não vai mamãe?
- Eu vou ter que ficar aqui , querida. Mamãe tem algumas coisas pra resolver. Será só você e o tio Barry.
- Mas eu não quero. - A menina fez bico ameaçando chorar.
- Sabe, se ela não quiser ir. Tudo bem!!!-Diz Barry 
- Eu... sinto muito, Barry. - Diz a amiga que já estava com Olívia no colo.
- Mas mamãe. Você prometeu que a gente ia tomar sorvete. - lembrou Olívia.
- Poxa Livi , era justamente para tomar sorvete que eu ia chamar você. - falou Barry 
- Eu gosto de sorvete! - Diz levantando os bracinhos.
- Então você vai? - Perguntou Caitlin. A menina já  estava sorrindo animada. Olívia realmente adorava sorvete e Caitlin raramente deixava ela consumir. Como médica, sabia que açúcar em excesso não era nada bom, principalmente para crianças.

 A menina colocou a mão no queixo como quem estivesse avaliando a situação, e então sorrindo diz.
- Siiiiim. 




- Barry? - Diz Olívia, que a essa altura estava com a boca toda lambuzada de sorvete de baunilha. 
- Olívia?  - Fala Barry com o sorriso mais bobo do mundo. Aquela era a primeira vez que a menina falava desde que deixaram o apartamento de Caitlin.
- Você é legal, não é? 
- Acho que sim!!! 
- Eu, "quelia" pedir desculpas por ter ficado com medo de você. Papai Hunter me contou histórias e falou que você não era nada legal. 
- Ele contou foi? - Barry não soube exatamente explicar o motivo de ter  sentido uma coisa ruim ao ouvir a menina chamar Hunter de pai. Lembrou de que o motivo pelo qual não tinha seu pai era porque Zoom  havia o matado, assim como o pai de tantas outras pessoas. E por outro lado se sentiu confuso. Não tinha parado para pensar no que Caitlin havia dito para Olívia a respeito de Hunter. 
- Sim. Ele me disse que você era um cara muito ruim. Que tinha machucado a mamãe. E eu vi você bater nele também. 
- Eu sinto muito Olívia. Ele estava enganado. Eu gosto muito da sua mãe. Nunca teria a intenção de machuca-lá.
- Ela me falou. - Disse lambendo o sorvete que já estava chegando a seu fim.

 

Assim que terminaram de tomar os sorvetes, pegaram um táxi e seguiram para a orla. Foram em direção ao mar, tiraram os sapatos e meias e molharam os pés na água. Barry queria levar Olívia a um parquinho que seu pai sempre o levava, próximo ao pier. E assim o fez. A menina não podia estar mais feliz. Corria de um lado para o outro, estourando as bolhas de sabão que Barry fazia, levando todas as crianças daquele lugar ao delírio.

Assim que o sol começou a dar sinal de que iria partir. Barry chamou Olívia para que fossem para casa. Sabia que Caitlin já poderia estar pirando. Afinal se passou mais de três horas desde a hora em que deixaram o apartamento dela. Mas não era como se pudesse usar a sua velocidade para voltar para o apartamento. E mesmo se pudesse, sabia que ainda assim chegaria atrasado. Sempre chegava atrasado. 

 

Pegaram um bonde, Olívia foi super animada para andar no como ela mesma batizou " Trenzinho" porém, assim que entraram no bonde, a menina adormeceu. 

Suas bochechas rosadas e sua pele branca brilhavam com o sol de fim de tarde. A menina dormia com a cabeça apoiada nas pernas de Barry e ele não poderia estar mais satisfeito com o dia que estava tendo. "Enfim um dia normal" falou para si mesmo enquanto fazia carinho nos cabelos de Olívia. 


- Ela é sua filha? - Perguntou uma mulher que estava sentada no banco do outro lado do corredor. Barry já tinha notado os olhares da mulher, que na verdade era uma jovem senhora de uns cinquenta e poucos anos. 
- Não. É filha de uma amiga. - disse feliz ao perceber, que aos olhos dos outros ele poderia até ser o pai de Olívia. Que aquela poderia ser a vida dele. Apenas um pai, voltando para casa depois de um longo passeio, com a sua garotinha nos braços. 
- Ela é linda! 
- Obrigada 

Alguns minutos depois a mulher se levanta para descer. E então mais uma vez ela interrompe o "silêncio" e diz:
- Ela se parece com você. 

Barry sorri e olha para Olívia. A criança claramente lembrava Caitlin. Porém, tinha algo nela que não era parecido com a mãe, tinha algo que lhe lembrava alguém, só não sabia o que e quem. Mas com certeza não era ele. Isso seria impossível. 
- Sério? - perguntou por fim. Mas a mulher já havia sumido.

 

À tarde dos dois foi a mais especial possível. Olívia a cada minuto se soltava mais. E Barry a cada gargalhada fofa da menina, se derretia ainda mais pela "mini Caitlin"

 

Caitlin que já estava entrando em pânico. Olhou mais uma vez a tela do seu celular esperando uma nova mensagem do velocista, mas nada, a tela estava apenas mostrando a data e hora e uma linda foto de rosto de Olívia, tirada messes atrás. "Céus, isso parece que foi a séculos" pensou Caitlin assim que olhou melhor a foto, que foi tirada a menos de três meses atras, três meses que agora pareciam uma vida. 

A última mensagem recebida havia sido enviada por Barry à mais de trinta minutos trás, avisando que já estavam voltando. E nada de chegarem. Sabia que não deveria se preocupar. Porém, sabia os perigos que Central City escondia. Ou melhor, não escondia. 


- Até que enfim vocês chegaram - Disse assim que abriu a porta. 
- Silêncio - Pede Barry sorrindo - Alguém não aguentou até o final do passeio. 
- Na melhor da hipóteses imaginei que você a encheria de açúcar e ela não dormiria por uma semana.
- Que tipo de tio e herói eu seria se deixasse isso acontecer? - pergunta fingindo estar ofendido. 
- O tipo que não resiste a um olhar  de criança pidona?! Você está com fome? Eu posso pedir uma pizza! - Diz mudando de assunto.
- Acho que primeiro eu tenho que deixar essa lady em seus aposentos reais. - diz se referindo a Olívia que Ainda estava dormindo em seus braços.

 

Antes de sair do quarto, Barry  deu uma última olhada em Olívia que dormia profundamente, tentou então se ver na menina, procurou por semelhanças. Pareceria loucura e ele sabia disso. "Talvez a mulher do bonde tenha problemas de visão." - falou para si mesmo assim que constatou que era ridículo procurar por si em uma criança que não era nem dele. 


- Barry!!! Cisco ligou!!!-Diz Caitlin alarmada. Parece que temos um meta.- Disse sorrindo e tendo o seu sorriso retribuído com outro sorriso do velocista. Sabia que ele estava pensando a mesma coisa que ela.

"Definitivamente as coisas voltaram ao normal"

 

E essa foi a deixa do Flash 

Corre Barry, corre Barry. 
 


Notas Finais


Espero que estejam gostando ❤


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