História Somos Hackers - Capítulo 14


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Categorias Originais
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Palavras 949
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 14 - Vacilões morrem cedo.



ㅡ Não é o Batman.

Se aquele garoto tivesse ao meu lado agora ele estaria morto por uma voadora minha.

Eu e Hobi discutiamos pelo celular da rosada ㅡque estava no viva vozㅡ, eu xingava ele de um monte de nomes, como tlogodita, e ele apenas tentava se defender que o relacionamento não era meu e eu não deveria me meter ㅡo que era verdade, mas eu sou eu e sempre to' na razãoㅡ enquanto a idiota da minha irmã apenas ficava calada ouvindo a briga. Ela é educada e não se mete em brigas, mintira', ela tava lixando as unhas com uma lixa imaginária enquanto colocava fogo na fogueira(?) dizendo coisas como: disse que a mãe nasceu pelada, não deixava.

Filha da minha mãe!

Depois desse bate-boca lindissimo (gastei muita saliva com essa merda), Yumndy disse um "tchau, bebêzinho" bem meloso (eca!) e desligou o celular na cara do garoto. Coitado, eu também faria isso. Ela disse que poderiamos conversar numa cafeteria qualquer, mesmo depois de falar que no Starbucks é melhor ela disse que queria naquela porque tinha a melhor vitamina de morango. A bixa' nem gosta de nada derivado do morango (mas gosta do morango. bugaste? Buguei também).

Estavamos lá sentada naquelas cadeiras que eu não estou acustumada. Ela via alguma coisa no celular e eu esperava ela resolver abrir a boca para me explicar o que era pra mim saber enquanto eu bebia aquele café do Paraguai (o do Starbucks era melhor).

ㅡ Vai falar nada não?

 ㅡ Hum? ㅡ Parou de fazer aquele barulhinho irritante do canudo e olhou para mim como se tivesse tentando lembrar o que fazia naquela cafeteria de quinta. ㅡ Ata, pera'.

Foi mais uns dois minutos sugando aquele canudinho e futucando o celular até deixa-lo na mesa e colocar o cotovelo na mesa e as costas da mão no queixo (fazendo aquela carinha que a deixava mais infantil do que já era, nem parecia mais velha, pff).

ㅡ Eu e o Hobi tá' namorando. ㅡ Pegou o celular de novo e voltou para o canudinho. Só isso?

ㅡ Disso eu já sei né, sua retardada. ㅡ Reclamei. Eu podia me esticar um pouco na mesa para dar um tapa na cara, mas tava' com preguiça, depois eu dou. ㅡ Eu quero saber como foi, quando e porque não me contou.

ㅡ Daquele modo clichê; depois daquele dia no lago; não te interessava, aliais, não te interessa ainda, mas fazer o quê? ㅡ Não aguentei, me inclinei na mesa e dei dois tapas no seu ombro, um por agora e outro por minutos antes. ㅡ Ai!

ㅡ Ai nada! ㅡ Bufei voltando a tomar meu cafézinho. ㅡ Então... ㅡ Murmurei com um toque de malícia, olhava para ela sobre o copo de café. ㅡ Como é? ㅡ Perguntei e vi ela tirar a atenção do celular me olhando confusa como se não tivesse entendo minha pergunta. Revirei os olhos. ㅡ O lek' beija bem?

Ai eu vi ela ficar mais vermelha do que aquele batom na boca dela e esconder o rosto no celular novamente, toda encolhidinha na cadeira. Essa é a garota que eu conheço, parece uma santinha fogosa, mas é uma safadinha tímida.

ㅡ Oush! ㅡ Exclamou envergonhada. ㅡ É otimo. ㅡ Agora voltou a ser a santinha safada, se ela fosse um emoji, seria aquele da luazinha safrada' amarela.

ㅡ Agora eu vou te bater por eu ter ficado todos esses dias sem saber! ㅡ Me levantei e dei mais um tapa em sua cabeça, dessa vez em sua testa fazendo sua cabeça ir para trás, ela fez um biquinho e esfregou a palma no local, deve ter doido. Sou má, Muahahahahah, parei.

ㅡ Você é chata. ㅡ Levantou e arrumou aquela saia rosa frufru (eca!) dela e deixou o copo de vitamina já terminado na mesa. Pegou o tira-colo, rosa também, e mexeu no cabelo rosa (quanto rosa meu deus, Princesa Jujuba humana?).

ㅡ Paga a minha conta, tchau. ㅡ Disse saiu dali sem nem me deixar responder.

Desgraçada.

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Cheguei em casa e mandei uma mensagem pro novo casal modelo dizendo que tavam fudidos na minha mão, não ia fazer nada ㅡeu achoㅡ mas queria por medo mesmo. Candy me respondeu com um "dois pontos fecha parêntese" e Hobinho mandou um "abre parêntese dois pontos". Espero que isso não seja aquelas coisas de casais (eca!).

Liguei o nootbook e me obriguei a fazer uma chamada de vídeo para Yoyo, que tava online por sinal, e joguei minhas frustações nela dizendo sobre minha irmã sendo uma traira que não contava sobre os namoradinhos, me fazendo perguntar sobre eles pra ela quem nem tia chata no Natal, e sobre o namorado dela ser outro traira que não contou pra chefinha sobre ta pegando a irmã. Péssimo cunhado! Tsc Tsc.

 ㅡ Triste. ㅡ Me respondeu ela bebendo um suquinho lá o outro lado, . ㅡ Mas eu já sabia. Bom, que ela estava namorando, não que era com esse... ㅡ Parou por um segundo tentando lembrar o nome do futuramente defunto. ㅡ Hobi.

Eu queria poder virar aquele meme do pokerface que fica com raiva e joga o PC longe. Mas meu bebê ㅡmeu notbookㅡ não merece agressões. Não acredito que até ela sabia e eu não. Quem será mais que tinha o conhecimento sobre esse romancinho barato? Zeus? O gato dela? A vizinha fofoqueira? A barata voando no meu quarto? O amiguinho imaginário de Yumndy? eu sei que ainda existe, porquê, não é possivél uma pessoa ficar conversando sozinha por tanto tempo.

E meu Deus, tem uma barata em meu quarto, puta que pariu! Morre desgraça! Mete a chinela, vai, caralho! Satãnzinho encapetado voador. Some!

Mas sabe, eu não quero saber de barata, eu apenas quero esfregar a cara de alguém no asfalto.

ㅡ YUMNDY SUA VADIA!

Cabeças iam rolar hoje.


Notas Finais


'V' oie


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