História Somos Soldados - Capítulo 5


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Personagens Personagens Originais
Tags Alemanha, Arma, Drama, Fanfic, Guerra, História, Literatura, Luta, Lutar, Morrer, Morte, Reino Unido, Segunda Guerra Mundial, Seriado, Tiro, Triste, Tristeza, Violencia
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Palavras 598
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Josei, Kodomo, Lemon, Lírica, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Super Power, Super Sentai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Obrigado por ler!

Capítulo 5 - 1-Medo


Durante a viagem, ninguém naquele enorme caminhão deu uma só palavra, a não ser algumas conversas paralelas, entre os tenentes, fora isso, nenhuma das dezenas de perguntas daqueles soldados eram feitas, muito menos respondidas. 

Chegaram no porto de Liverpool, em Southrapintom,o navio que os traziam era de médio porte, haviam centenas de soldados embarcando a todo momento, naquela manhã fria e de sol laranjado, partiram do Reino Unido, rumo a França.

 A viagem não demorou muito, a pressa que os oficiais superiores tinham de chegar a França era algo assustador, podiam ouvir da sala de comando, gritos de terror, avisando para acelerar. O lugar era escuro, Thomas não podia ver muita coisa, a viagem durou cerca de dezoito horas. 

Desembarcaram em uma cidade, o clima era de receio, porém ficaram pouco tempo ali, seguiram viagem em um caminhão rumo a Paris, e ali sim seria a guerra.


-Tem medo do que vamos ver lá?.Disse Lewis. 


-Eu não sei.

Respondeu Thomas. 


-Essa gente não quer saber de papo, se virem algum desses cretinos, matamos. Disse Josh Roberts, um homem branco, careca, alto, estava com Thomas e Lewis no centro de treinamento. 


-Acha mesmo que iremos encontrar eles?

Perguntou Thomas. 


Todos eles olharam para Thomas, um olhar vazio, mas cheio de perguntas...


Era no final da tarde quando chegaram a Paris, o sol estava indo embora, e observavam a enorme Torre Eifil ,como bonita ela era.


Pisaram no solo de paris, não havia como voltar.


-Então é aqui onde começa homens, eu não quero garotos, eu quero soldados, vocês do setor quatro vão para o alto da torre, os do setor um vão para a esquerda, e o setor dois para a direita, se for necessário recuem para o verde no mapa. O resto se espalhem nos bairros amarelos e brancos

Disse o tenente Philips. 


-Venham comigo, vocês estão comigo, nós vamos para a posição da direita, Thomas, distribua as armas. Disse o nervoso tenente Scott. 


Depois de pegar as armas, segura o rádio, estava junto ao Lewis, Josh, E Elliot. Caminharam cortando aquela praça 



     Medo, talvez essa fosse a palavra certa para o que todos estavam sentindo, não porque estavam despreparados, mas medo era algo comum:


-Vista bonita, não acha? Diz Philips, sorrindo para Thomas.


 

-Eu acho que sim...Certamente. Respondeu Thomas com um olhar de preocupação.  


-Não fiquem achando que a morte é algo eminente, se fosse não estaríamos aqui. -Disss Philips, saindo de perto. 


Thomas olha para Lewis e Elliot e diz:


-Então, vai ser agora...


-É Thomas, vai. Respondeu Elliot.


        Ao fim do dia, se instalaram nas guardas, luzes apagadas, pessoas escondidas, o frio congelante e vento que parecia gritar:



-Fica mais difícil de ver eles nessa escuridão. -Disse Thomas.



-É...-Disse Philips. 



-Thomas, a gente vai ficar perto o tempo inteiro, assobia se ver algo estranho. -Disse Lewis. 



       Se distribuíram entre locações, Lewis, Thomas e Eliot ficaram na guarda, junto a Philips, onde parecia ser um comércio:



-Olha! aquilo é a torre. -Disse Lewis. 



-É um bom ponto de referência.-Disse Philips. 



       Antes mesmo de terminar a frase, um barulho insurdecedor o interrompeu bruscamente, seguindo por uma série de outros barulhos:

-Estamos sendo bombardeados!

-Comando! sentinela na cidreira! medo chega à vista! -Disse Philips. 

-Senhor! Nós temos que sair daqui agora! a construção vai desabar! -Disse Thomas.

-Não! vão vocês, consigo acerta-los aqui! não perderemos desta vez! vão!

-senhor isto é loucura! Philips me escute!

-Vão agora

-O senhor me disse que teríamos que ser corajosos! e não poderíamos ter medo! eu ficarei com medo se o senhor ficar aqui! Vamos! 

Philips olhou para Thomas, fez uma feição de tristeza profunda, ressentida. Neste instante, atravessou a cabeça de Philips uma bala, junto a um estrondoso barulho, ensurdecedor.


Notas Finais


Obrigado por ler!
Quinto episódio da primeira temporada.


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