História Son of Hela. - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Nórdica
Visualizações 5
Palavras 1.120
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Suspense
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Olá, meus semideuses. <3
Estou aqui para postar o, provável, último capítulo da história: Son of Hela.
A um possível projeto de continuação, mas para não prometer nada, ela estará se encerrando hoje.
Beijo no coração de vocês.

Capítulo 4 - CHAPTER FOUR: No One Can Control Me... Just Me.


       

        O uso imprudente que Patriccio fez da magia aterrorizou os anciãos de sua família. Eles o levaram para um templo distante, deixando-o sob os cuidados de um velho padre, o exorcista mais completo em todo o território italiano. O pai de Katherine, avô de Patriccio, era completamente contra isso só que ele se sentiu mais calmo ao confortarem ele dizendo que haviam encontrado uma carta de Katherine falando sobre esse templo e esse padre, claro que tal carta foi falsificada e isso causaria sérios problemas mais pra frente.  

       O pai de Patriccio estava internado em estado grave e os danos contra seu corpo não melhoravam e os médicos nunca achavam um modo de curá-lo. Sua vida estava por um fio e ninguém podia ou conseguia fazer nada, mas os anciões da família usaram isso ao favor deles decidindo o futuro do pequeno herdeiro.  

         Patriccio mesmo relutante aceitou ficar no templo, já que a maior parte de sua vida foi regida por religiosos e no fundo ele sabia que iria ser bom para ele, alguma voz interior parecia gritar para que o garoto fosse capaz de se controlar. O menor acreditava que seria exorcizado, trancafiado e até mesmo torturas religiosas para deixar de ser o que era. Ele não estava errado, não demorou para que em alguns dias as seções de rituais, torturas e até mesmo estupros começassem. Tudo de pior que passe pela mente de vocês não chega nem perto do que o garoto sofreu. E o pior era que isso não lhe ajudava, apenas aumentava mais sua força, seu poder e o tão desejado Unleashed Power dele ia começando a surgir. A vontade de se curar não era maior do que a vontade de alcançar o seu ápice mais uma vez e destruir tudo aquilo e se libertar, encarar o mundo, ou melhor, fazer o mundo encará-lo. E numa noite, em que Patriccio já se encontrava com seus dezessete anos, no que seria o maior ritual de estupro pelo qual ele passou, na primeira penetração do padre principal, a energia negra se estourou e um pentagrama negro surgiu debaixo de Patriccio que pode ver claramente o símbolo, pois estava de quatro para que todos o sujassem e o usassem, mas dessa vez eles seriam usados, todos pelo poder dele. Pelo ódio do filho de Hela. Assim com o pentagrama que surgiu sob seus pés, vários surgiram nos padres ali presentes que tentaram recuar em vão, já que estavam presos. O garoto se levantou e se pôs a flutuar no centro, fazendo com que todos lhe olhassem e num surto de sua magia Damas de Ferro surgiram do chão, mais precisamente dos pentagramas, fechando todos os padres dentro delas – menos o que penetrava o garoto minutos atrás – esmagando-os contra seus espinhos, o sangue, os gritos cobriam todo o local e aquilo só aumentava a ferocidade de Patriccio. Que olhou nos olhos do padre, o único vivo, o prendendo em várias correntes negras. Sem nada dizer, apenas focando em seus olhos, o rapaz ergueu do solo um enorme espinho infernal e fez com que ele atravessasse o padre, empalando-o. Sim, o espinho atravessou o ânus do padre e saiu pela sua boca. Ao se ver finalmente livre de tudo aquilo, Patriccio agora se via na obrigação de se vingar de seus familiares que um dia o prenderam nesse inferno.  

        — Querem que eu seja o vilão, pois bem então, agora eu serei o vilão. —  

        Ao voltar para Gênova e reencontrar sua casa, todos seus familiares se assustaram e pediram clemência, mas o garoto nem se deu ao luxo de ouvi-los. Num surto negro, invocou um dragão de sombras que mastigou cada um de seus anciões e para Pat era como sentir eles sendo esmagados em seus dedos. Seu avô tentou explicar que não tinha nada haver com aquilo, que só queria seu neto de volta e digamos que ele deu ouvidos ao velho, mesmo que suas garras sombrias já estivessem fincadas em seu peito, ele só deixou o avô falar, pois queria saber da localização de seu pai, pois no fundo ele sabia que não tinha terminado o serviço. E assim que conseguiu o local, arrancou as garras juntamente com o peito de seu avô, mas ao fazer isso sentiu algo dentro de si, como um choro mesmo que seu sentimento de vingança fosse superior a qualquer outra coisa.  

        No Hospital onde ele poderia muito bem se passar por um rapaz que foi ver o pai que não via há anos, o filho de Hela apenas já passou matando tudo e todos que se colocassem em seu caminho, ignorando as vidas inocentes que ali haviam. Ao chegar nos aposentos de seu pai, viu que o mesmo não era capaz de nem mesmo reagir aos seus feitos, já que se encontrava naquele mesmo coma de anos. Desapontado, o rapaz apenas se aproximou e mataria cortando o pescoço, porém foi ao ser aproximar que ele conseguiu ver que seu pai tinha os olhos abertos e que sua pupila dilatou ao ver o filho após tantos anos, ainda controlado pelo lado negro. Um sorriso sádico brotou nos lábios de Patriccio, que já ajeitou as garras para fincar no peito de seu pai, um grito ascendeu em sua cabeça e o demônio ali presente passou a se debater, de um lado para o outro e quando seu pai focou em seu rosto, sem poder se mover, seu filho estava dividido, brilhando e opaco ao mesmo tempo. Os dois lados brigando pelo controle.  

        — F-filho... — A voz de Lucca rouca e no fim da vida ecoa pela mente de Pat, fazendo-o ficar estático.  

        O lado luminoso olha diretamente e se aproxima, mesmo com a relutância do lado negro. E num pulso de energia mesclada, o rapaz está abraçando seu pai. Um lado chorava e o outro gritava de dor, querendo se soltar e pedindo para que o deixasse matar logo.  

        — Pai, eu sinto tanto... Eu nunca quis, naquela noite eu gritava, mas ninguém me ouvia. — O choro passou a ser mais forte e a voz sobressaída passou a ser única, uma voz calma, dócil e energética. Patriccio tinha voltado a ser o rapaz de cabelos loiros, pele lisa e branca e sem qualquer tatuagem ou marca. E toda a energia negra de seu pai havia sido absorvida e ele pode finalmente descansar em paz. 

        E Pat, bem, ele fugiu e ninguém mais sabe onde ele está. Nem mesmo eu que vós escrevo esse conto, mas agradeço a todo que leram a história e se souberem do paradeiro de Patriccio ou o conheçam, digam a ele que seu pai, Lucca Muscklairem, está a sua procura e que não morri, eu fui salvo por ele. 

THE END. 

For now (?) 


Notas Finais


Então é isso, espero que tenham gostado.
Por favor, se vocês querem que eu continue com essa história, comentem e divulguem, pois isso é muito importante pra mim.
Muito obrigado a todos que perderem alguns minutos de suas vidas para lerem, que Hela abençoe cada um de vocês.
Beijos de Luz e Trevas e até a próxima. <3


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