História Sonho Possível - Capítulo 17


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 3
Palavras 2.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Slash, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente desculpa a demora, fiquei sem net por uns dias e quando voltou esqueci de postar, mas tá aqui. Boa leitura♡ ^_^

Capítulo 17 - Viagem (parte 2)


Continuação

- Amor é pra imaginar minha cara quando souber o que?

Puts ele ouviu isso, várias maneiras de sair desse papo vieram na cabeça e diz relutante:
- É.... sobre..... err.... Ah! É que eu quero pintar o cabelo de loiro, e faria uma surpresa._ abaixo o olhar pra ele perceber que "estragou" a surpresa.
- Ah foi mal, não queria estragar os seus planos. Mas vai ficar mais lindo, será que vou aguentar te ver assim? Loiro. De olhos castanhos. Acho que não consigo.

Percebo que consegui engana-lo e solto uma gargalhada um pouco forçada de mais. E após o show de risadas falsas vindas de mim me levanto, com pressa e vou ao salão pintar logo, já que foi o que parecia ser melhor dizer.

- Tio tem como pintar de loiro?
- Tem sim, já iria pegar a tesoura, e posso dar uma "aparada"?
- Sim, deixa eu ver os tons que tem.

Pego uma caixinha de tinta de cabelo e me apaixono pela cor e já estico pra trás para ele pegar.
Então começa o trabalho, e ficou cabelo caindo de um lado para o outro, mas é só com a tesoura e depois a tinta, já tentava imaginar a cara de Maurício. Após uns 45 minutos ele terminou, me olho no espelho e vejo o projeto de Gisele Bündchen que eu fiquei. Pensei alto:
"Caramba!! Fiquei lindo mais do que já era."
Percebo que pensei alto de mais ao ver o tio rindo de mim, pago ele e vou embora. No caminho as cobras (vizinhas invejosas) ficaram me olhando cheias de puro recalque, taquei um "kgay" pra elas e só continuo andando olhando pra frente, como em um desfile só que de plateia um bando de répteis rastejantes.

Chego em casa e noto um vazio e um silêncio mortal, do nada minha visão começa a ficar turva e desabo no chão quente.

                 Maurício Pov>>
Sair de casa nesse sol infernal é um saco, com um capacete quente, o banco quente da moto, mas foi por um bom motivo, comprar massa de pizza e faze-la em casa com tudo o que quiser é melhor do que ir comer em restaurante. Ao entrar em casa me deparo com uma figura loira desmaiada no chão, me abaixo para ver o rosto do mesmo e largo as sacolas no chão quando reconheço meu Carlos no chão desacordado, pego ele no colo e o levo para a cama, chamo seu nome umas trezentas vezes até ele acordar sem saber o que houve.

- O que foi comigo? Minha cabeça ta doendo. _ fala ele com a mão na cabeça afagando os cabelos.
- Não sei, te encontrei caído no chão. Nem sei quanto tempo estava ali.
- Ai!

Ele grita segurando a barriga e apertando a mesma com força, e girando pela cama, dizendo "aí" freneticamente. Envolvendo ele nos braços pergunto na intenção de acalma-lo:
- Calma amor, me diz o que está sentindo, quero ajudar.
- Acho que você não pode ajudar agora. Mas só de me por nós braços já melhora bastante.
- Então vou continuar. Assim que você gosta né? _ perguntava massageando suas pernas e subindo as carícias.

Ele permaneceu em silêncio por um tempo, mas sem parar com as mãos fico olhando o novo visual dele, o que me distraiu, pois não notei que ele havia dormido em meus braços, ficou tão lindo com aquela cor nova, sempre foi, mas sinceramente essa cor combina com o rosto claro e os olhinhos castanhos. Lindo é pouco, só não tem mais palavras que fazem jus a beleza dele. Deixo ele sozinho na cama e vou para a cozinha preparar algo para ele comer, fico imaginando o que ele poderia gostar_ "Talvez um arroz e um frango desfiado, ou uma calabresa, ou até só queijo. É queijo é uma escolha mais Light ele não está bem." Decido fazer uma mistura de arroz com queijo e sei que ele vai gostar, porque ele gosta de "tudo" que eu faço. Começo a rir sozinho quando pensamentos "alegres" passam na cabeça.

Após terminar deixou esfriando na mesa e vou no quarto esperar ele acordar, chego na porta e vejo ele sentado, pensando em algo com uma das mãos na cabeleira loira e olhando para o espelho, parecia estar avaliando se teria mudado a textura, volume do cabelo que pra mim parecia ótimo. Como já tinha dito ficou lindo.

- Mau ficou bom?
- Se ficou bom?!! Ficou ótimo, lindo! E também fiz comida pra você.
- Ownn quanto amor. Mas eu iria fazer alguma coisa antes de desmaiar...mas não lembro o que.
- Será que não era tomar um bom banho? Porque tem alguns fios de cabelos no pescoço e nas costas.
- É... deve ser isso mesmo... Me ajuda?
- Ajudar no que?

O rosto dele passou de claro pra vermelho em menos de um segundo, acho que peguei a idéia dele e o que ele queria.
- É só pra m-me ajudar à... e-esfregar as costas. Pode?
- Claro! Posso fazer até mais. E acho que vou aproveitar e tomar um banho também... com você...
- O-ok. Vamos então.

Pego a mão dele e o ajudo a levantar, com o mesmo ainda reclamando de leves tonturas durante o caminho o que me fez ficar "agarrado" para não deixa-lo cair. Já no banheiro recebo um olhar que dizia:
"Tire minha roupa." Ou apenas "Me ajude a tirar."
Prefiro interpretar o primeiro, se bem que os dois acabariam com ele nu, então da na mesma.
Prendo meus dedos em baixo de sua camiseta e a puxo devagar apreciando todo corpo do loiro, ao passar pela cabeça do mesmo, retiro a minha só que mais rápido, expondo os músculos médios dos braços ao passar a camiseta pela cabeça. Fazendo ele corar por não conseguir evitar de olhar, solto um sorriso e digo:
- Quer mais ajuda?
- A-ainda não tirou a c-calça.
- A sua? Ou a minha?
- As d-duas.
- Se você quer, vou atender seu pedido. _ dito isso me ajoelho e pego a cintura de sua calça e puxo a mesma para baixo, enquanto ele apenas levanta os pés para que saíssem da roupa, faço o mesmo comigo, fico olhando para o rosto do menor que encarava o volume em mim, que estava apenas de cueca, assim como ele.
- Quer mais?
- N-não pode deixar agora, que eu me viro.

Carlos da as costas pra mim e entra no boxe, rebolando, e me fazendo babar, típico jeito provocador, que eu tanto amo.

                   Carlos Pov>>
A água gelada fazia minha cabeça latejante parar de doer, junto com o resto do corpo. Sabe aquela sensação de estar sendo observado na mira de uma arma enorme que sai uma luzinha vermelha? Então era Maurício, mirando em mim através do boxe que dava para ver apenas uma "sombra" do meu corpo nu na água. Até que ele entra, já sem nada cobrindo seu belo corpo, corpo que estava completamente liso, do jeito que eu gosto, percebo a intenção dele só de olhar em seus olhos escuros, ele estava me provocando sem usar palavras só com... seu... belo corpo.
- Maurício nem vem tá, não estou me sentindo bem pra fazer o que seus olhos me dizem.
- Ah é? E o que foi que te falaram?
- Preciso falar? Você está me comendo com os olhos e sei que não quer só com os olhos.

Ele ri da minha reação rápida, tanto tempo que estou com ele, já adquire a habilidade de saber o que ele quer só de olhar.
- Ok. Mas posso só te abraçar?
- Pode, mas não pode se for por tr~~

Antes que terminasse de falar ele já me agarra pelas costas, eu iria falar que não queria assim, mas sentir suas mãos percorrendo todo meu corpo era bom de mais, então fiquei quieto.
- O que iria falar amor?
- Nada não. Já passou.
- Então posso continuar?
- Não. Vamos ficar só nisso de passar a mão pra lá e pra cá.
- Beijinho pode?
- Humm_ viro meu rosto pra ele, como se estivesse pensando na pergunta. _ Pode sim.

Ele nem fala nada e me beija. Um beijo amoroso, com nossos corpos sendo banhados pela água, sua língua pedindo passagem e brigando por espaço com a minha. Ferozmente. Quando o ar se faz necessário nos separamos, em partes, pois sua mão ainda estava a passear em mim, e estava adorando, as vezes a mão dele ia massageando meu membro. (Massagem? Sei. Aquela que vai pra frente e pra trás.) E me fazia dar pequenos gemidos, e algumas cócegas no pescoço, e em outros lugares que ele conhece bem.

Após o banho acompanhado com uma boa esfregação de corpos, me seco e vou direto para o quarto, me troquei o mais rápido possível antes que Maurício aparecesse me querendo de novo. E como sempre, ele sai do banheiro com a toalha no pescoço, deixando a mostra todo corpo._ "AH!! Ele ainda ta me provocando!!!"_ ignoro ele, só depois de corar e virar de costas.
Ele se deita de ladinho, ainda sem roupas e diz:
- Carlinhos deita aqui comigo?
- Por que eu faria isso?
- Porque você ficou quase a tarde toda lá pintando o cabelo..._fez cara de triste, me fazendo sentir dó..._ E eu na saudade aqui._ ainda com cara de triste solitário.
- Ok eu vou.

Me deito de frente pra ele, e o mesmo puxa minha cintura colando com a dele, deixando nossas bocas quase coladas. Lembro da novidade, e penso que tenho que contar.
- Mau, se lembra que eu disse "imagina a cara do Maurício quando souber"?
- Sim, e depois você foi pintar o cabelo. Como se essa fosse a "novidade", mas não é.
- É e t~~ hã?! Você já sabe?
- Sim, bem óbvio ne?
- Então o que é?
- Primeiro: Você não quis transar no banheiro! Porque estava passando mal, ou seja, estava enjoado.
   Segundo: Você desmaiou, gritou de dor com a mão na barriga. Isso foi as "dicas" que me deu sem querer pra saber o que está acontecendo.

Encosto a testa no peito dele e riu de sua conclusão enquanto ele continuava.
- Então eu vou ser papai não é?
- Sim. Gostou?
- Não. Não gostei disso!

Aperto a toalha que cobria parte do corpo dele e meus olhos enchem de lágrimas só de pensar no futuro, sozinho, criando um filho_ "Pronto...(choro)... Ele vai me largar(choro)..."_ Ainda chorando ele pega meu queixo erguendo meu rosto e dizendo enxugando minhas lágrimas com os dedos:
- Eu amei. Isso é ótimo, não chore meu amor, não vou te abandonar por isso. E sei que iria me contar, quando estivesse pronto. Amo você e agora essa criança ao dentro. _ me beijou, agora eu chorei mais, e não por tristeza, mas sim por ter alguém que me ama tanto.
- O-obrigado Mau.
- Já imagino ouvir uma pessoinha me chamando de "papai".
- Se você vai ser chamado de "pai" eu vou ser a mãe?
- Não, será um segundo pai.
- Me sinto um cavalo- marinho.

Ele ri freneticamente com meu comentário, como se tivesse contado uma piada.

Mas ainda estou aliviado por ter sido razoavelmente fácil achar um Maurício, romântico, bom de cama(principalmente isso), e me amar tanto. (Mais choro)

- Se for um menino pode ser José?
- Mas não é a "mãe" que escolhe?
- Ah não.
- É brincadeira, pode sim. É lindo esse nome. José Henrique Otino. Perfeito.
- E se for menina?
- Sei lá, vou pensar em um. Que tal Cláudia? Ou Acácia?
- Prefiro Acácia, é nome de flor.
- Exatamente. Tá pronto, menino vai ser José, menina será Acácia.
- Entramos em um acordo. Amei.

Encaixo minha testa no pescoço dele, e ele fica afagando meu cabelo, e como sempre isso me fez dormir.


Notas Finais


É isso, espero que tenha ficado bom ou mais ou menos legal kkk.
Até o próximo --------->


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