História Sonhos de Primavera [Seulrene • Red Velvet] - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Red Velvet
Personagens Irene, Personagens Originais, Seulgi
Visualizações 54
Palavras 667
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Drabble, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - 3 - A chegada de um resfriado e de mais flores.


Seulgi tinha acordado naquele instante; descabelada;mal vestida; sem uma meia no pé. Hoje, mais uma vez, tomava um café com sua mãe, em uma mesa redonda de madeira, que agora já estava com um pouco de comida sobre a mesa. A mãe de Seulgi fez um bolo de chocolate gostoso e fofinho, animando Seulgi mais uma vez.

- Filha, essas flores não saíram de você, tome um banho, deve ser caspas, mas antes vamos ao supermercado, terei de comprar shampoo.

Seulgi fez o de sempre, concordou com a cabeça enquanto mordiscava mais um pedaço de bolo. Terminando então, lavou o prato e deixou na secadora.

Percebe-se que Seulgi não contém as melhores coisas, tudo simples, e não de luxo, como vidros, ou alguma coisa extremamente cara. Enquanto Irene já se tinha coisas que queria, a casa já custava mais do que sua matrícula, como Seulgi estudava na mesma escola, a sua tia que pagava a matrícula. Hoje, finalmente, fazia um calor que nunca se dava nas primaveras, e sim nos verões. Onde a lajota da calçada esquentava de fazer ovo frito e o suor das pessoas acumulava mais um grau de calor.

Seulgi esperou, e correu ao guarda-roupa, ainda estava com o pijama que adorava tanto. Colocou uma roupa para estação e escovou os cabelos laranjas, esperando a mãe na porta com fones no ouvido cantarolando uma música, vestindo seu gorro para esconder as tão amadas flores, deixando o conforto de sua casa por umas “horas”, ou minutos,

Irene, arrumava algumas coisas em seu quarto, chateada porque queria ter uma família simples. Era bem mais natural, além do mais uma coisa típica de cada família. A casa de Irene continha bastante detalhes, não que fosse chique, era uma casa do século XIX (19), assim como a de Seulgi, porém maior e com mais móveis.

No mercadinho perto da casa de ambos era infestado de produtos, tanto de alimentícios quando de fabricados. Pelo menos, em dez minutos, a mãe de Seulgi e ela já terminaram as compras. Quando saíram, viram que muitas crianças estavam no parque tomando um sorvete gelado de morango, o céu limpo sem resto de nuvens alegrava a todos, segundo a população de Crisântemos, quando se tem céu limpo, no dia seguinte irá ter e virse e versa.

O celular de Seulgi bombardeava de notificações, mas não ligou e deixou o celular com a iluminação baixa enquanto bisbilhotava alguém, e esse alguém era Irene, de cabelos castanhos escrevendo algo em seu caderno.

Irene se sentia vigiada, não segura, mesmo dentro de sua própria casa, e resolveu xeretar. Infelizmente as duas não encontraram seu olhar, mas Irene sabia de algum modo que já tinha visto-a.

A ventania brotou logo mais tarde, irritando Seulgi que iria logo para o correio levar suas notas ao correio se aconchegando com os braços fazendo os pelos eriçarem e os ossos congelarem. Precisava de um casaco imediatamente, para piorar a situação ela anotou mais algo nas folhas:

“ 4 - A menina que eu gosto mora perto do mercado, eu a vi hoje, seus cabelos são castanhos e bonitos”.

Ainda bem, que teria visto o letreiro do correio, velho em que algumas letras estariam despencadas, basicamente com o “C” torto para o lado. Entrando no cômodo, ela avista o senhor de talvez cinquenta anos, ouvindo seu rádio das sete horas da noite.  

- Olá… Mais que frio, vim entregar isso à alguém. - tentou dar seu sorriso torto, tímido e seco, mas estava difícil demais conviver com a primavera (que mudava as estações sempre).

- Sim, minha cara. Para onde essa carta irá? - O moço perguntou, dando um suspiro abaixando o volume do som, e pegando as coisas necessárias para a carta ser entregue.

Com todo o sucesso, a carta foi entregue;

Entregue também um resfriado irritante a querida remetente, vulgo Seulgi que deu um espirro alto de os pulmões saltarem, causando-lhe mais rosas à sua cabeça o que espantou o moço, já que em seu cabelo estaria um gorro.

 


Notas Finais


Olá! Ainda bem que atualizei, possa ser que acabaremos no próximo capítulo que prometo tentar fazer um longo, enquanto isso aproveite com a leitura em outras histórias minhas. Peço perdão pela demora, as minhas férias voltaram cedo.

Comentários são super bem vindos, comenta aí o que achou! <33

Até mais pimpolhos! :3


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