História Sons of The Devil - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Reita, Ruki, Uruha
Visualizações 36
Palavras 1.713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus Fanficspectadores! Demorei com a fanfic né? Eu sei, por favor não me matem!!!
Ela está nas retas finais pessoal :( espero que vocês aproveitem este capítulo!
Boa leitura a todos!

Capítulo 18 - Capítulo 18


RUKI POV

3 ANOS DEPOIS...

Há exatamente 3 anos depois do acontecido, hoje já tenho 18 anos, terminei meus estudos, trabalho como bartender junto de Aya, eu e Akira ainda estamos juntos, ele sempre vem me ver, as vezes dorme em minha casa, as vezes eu vou com um certo receio para o clã dos Yakuza dormir com ele, mas claro, ele sempre foi protetor, então consigo esquecer um pouco desse medo.

MEDO.

Essa palavra já me atormentou tanto. Bem, eu não deveria me importar, mas eu meu irmão sempre que posso, aquele crápula só merece meu desprezo. É triste ver que Kouyou tem problemas mentais agora, os policiais o tiraram junto dos outros, pois ele estava muito agressivo, ele grita, se machuca, chama pelo nosso pai, é horrível ver meu irmão desse jeito.

Eu estou prestando concurso para ser policial, é até engraçado, pois meu namorado é mafioso,o único jeito que pretendo prendê-lo é nos meus abraços. Estou há 6 meses prestando este concurso, acho estou me saindo bem, todos me adoram, imagino o quanto minha mãe ficaria orgulhosa de mim. Ainda sinto muita falta de seu sorriso, eu olho para Aya as vezes, e acabo a chamando de mãe. Ela apenas ri. Por falar nela, eu estou tão feliz que esteja namorando, ver a minha irmã sorrindo é uma das coisas que mais me dá conforto, ela está indo tão bem com seu namoro, espero que role algum pedido de casamento, aí eu irei surtar de emoção.

...

-Mais um domingo entediante, acho que vou visitar Kouyou. - Disse a Aya.

-Uhum. Ah Taka, queria ter o coração mole como você tem.

-Eu te entendo, sabe que eu vou mais pelo maluquinho.- Ri, esse foi o apelido que Kouyou ganhou na prisão.

-Claro. Não demore muito, viu. Prometi que iria fazer aquele bolo de chocolate delicioso que você adora, venha antes que eu coma ele todo.

-Gulosa! - Rimos.

E lá vou eu mais uma vez, com uma bolsa transparente, levando apenas o necessário, as vezes levo algum docinho para Kouyou, ele adora, isso o deixa mais calmo.

Suas madeixas estão longas, sua barba está por fazer, sumiu toda aquela delicadeza de antes, sua voz mais grave, quem diria que meu irmão iria ficar assim. Como muitos dizem, não somos absolutamente nada nesse mundo.

...

 Chegando lá, a mesma coisa de sempre, os revistamentos, eles vasculham até mesmo um pacotinho de balas, tudo bem, muito breve serei eu quem irá fazer essas coisas, só de pensar me dá um friozinho na barriga, ainda me falta mais dois anos, tomara que passem mais rápidos que o próprio The Flash.

-TAKAAAAAAA!!! PINTOU O CABELO DE VERMELHOOO!!! - Ele batia palmas com um sorriso enorme. Na verdade estou com meu cabelo loiro, nem quero contrariá-lo.

-Oi Kou, como você está?

-Não muito bem. QUEM ESTÁ AÍ? É VOCÊ KEISUKE? AH BOM. NÃO FALE PALAVRÃO QUE MEU IRMÃO NÃO GOSTA! - Esse Keisuke é um amigo imaginário dele, Kou sempre está brigando com ele. - Você quer que eu bata nele, maninho?

-Não, não precisa. Está tudo bem, hm? Trouxe suas balinhas. - Lhe entreguei o pacotinho.

-NÃAAAAAAAAOOOOOO!!! EU ODEIO BALAS! SAI DAQUI, SAI DAQUIII!!! -Ele balançava as grades da cela,se pendurava na mesma, se debatia e mais uma vez eu fui embora sem me despedir direito dele.

Será que estão dando os medicamentos para ele? 


NO DIA SEGUINTE...

Eu ainda me pergunto: Como meu irmão ficou tão perturbado assim? O que foi que lhe fizeram? 

Ele havia me pedido para sair de lá, estava totalmente descontrolado, eu preciso saber se estão dando os medicamentos certos para ele, pelo menos isso poderiam fazer. Irei voltar lá imediatamente e tirar essa história a limpo.

-Escutem, meu irmão está tendo crises, vocês estão dando os remédios certos para ele? Pelo menos isso vocês deveriam fazer! Que horror! - Disse a um dos policiais.

-Não precisa se exaltar, senhor Matsumoto. Infelizmente os remédios que ele toma está em falta e já tentamos conversar com o governo, mas eles nos viram as costas. Sentimos muito, mas não é apenas seu irmão que tem problemas mentais aqui na prisão, estamos fazendo o possível e o impossível para conseguir.

-Isso é um absurdo! Esse governo... Tudo bem. Eu irei comprar esses remédios e pelo amor de Deus, não esqueçam de dar esses remédios a ele.

-Sim senhor.

Saí da cadeia as pressas para comprar esses remédios para Kouyou. Me custaram os olhos da cara, mas para meu irmão não ter crises mais graves e não ter nenhum tipo de acidente, eu não tive outra escolha a não ser comprá-los. Eu não estava com muito tempo, pois eu teria que ir ao meu curso que cada dia que passa está mais emocionante, voltei logo para a prisão, entreguei os remédios para os policiais e conversei um pouquinho com ele.

-TAKA! - Ele sempre me recebe com um sorriso largo.

-Oi Kou! Como está?

-Bem, obrigado. Espera só um minutinho. KEISUKE, PARE DE RIR DO MEU IRMÃO, ISSO MESMO, CORRE! SEU COVARDE E PARE DE RIR! - Lá vem ele com esse Keisuke. - Desculpe Taka, mas o Keisuke me tira do sério. -Riu. - Como está a mamãe? Ela vem me ver, não é? - E agora? O que eu devo dizer a ele?

-Eto...Sim! Ela vem te ver. - Sorri fraco.

-Bobalhão. - Começou a rir. - Eu sei que ela está morta. Foi o papai que matou ela, sabia? - Ele me disse sussurrando as palavras de um jeito totalmente obscuro, aquilo me deu um arrepio, aquelas palavras pareciam surgir alguma verdade, ele parecia está falando sério. Daquele homem eu não espero nada, tudo pra ele é possível, mas...Matar a nossa mãe? 

FLASHBACK ON

Quando eu era mais novo, eu brincava com a minha mãe de esconde-esconde. Eu ficava espiando da porta de seu quarto e ela caía na risada com isso, mas no dia em que ela havia morrido, vi que ela estava de costas conversando com a minha avó pelo telefone, seu olhar parecia assustado, ela estava mais pálida, mas por mais difíceis que as situações sejam, ela sempre estava com um sorriso estampado naquele rosto bem emoldurado.


...


-Sim mamãe, está tudo bem. Não, Yutaka não está me agredindo, está tudo bem comigo e com os meninos também. Mamãe, como ela está?  Ter ficado praticamente um ano na casa da senhora escondida e ter mentido para Yutaka que eu iria ficar um ano nos Estados Unidos por trabalho não foi tão fácil assim, ele poderia me achar a qualquer momento. Mas me diga como ela está? Ela me chamava de mamãe...Não entendo, Yutaka iria adorar a nossa filha! - Começou a chorar. -Ela se parece com ele, tem as mesmas covinhas de seu pai... Mamãe, eu estou sentindo uma sensação tão estranha, como se eu fosse morrer...como se alguém fosse me fazer algum mal.

Aquelas palavras me espantaram. Por mais que eu era apenas uma criança, eu sempre tive a mente aberta. Eu lembro que minha avó me chamava de "pequeno adulto".

-Mamãe, estou com fome. - Entrei em seu quarto, ela se assustou um pouco, mas se manteve segura.

-Oh, está bem, meu querido, espere mais um pouquinho, hm? Mamãe, eu vou desligar agora, acho que o estômago do meu pequeno Taka já está se alarmando. - Riu. -Beijos mamãe, também te amo. -Desligou o telefone. - Vamos comer um pouquinho? -Sempre com o mesmo sorriso lindo e a aquela delicadeza.

FLASHBACK OFF

Não.  Ela escondeu Aya  de nós por que?Ela já sabia que ia morrer? Eu fiquei imerso naquelas lembranças, eu estava tão destruído que nem percebi Kouyou me chamando.

-OLHA TAKA! O PAPAI É UM POLICIAL AGORA! PAI ME TIRE DESSA CADEIA IMUNDA! -Kouyou se debatia nas grades da cela. Quando virei para trás, vi que o tal policial estava com o kep totalmente abaixado e mostrava um sorriso malicioso e...covinhas.

Não pode ser. Isso deve ser coisa da minha cabeça, Kouyou deve ter olhado errado ou... Eu não queria ter que acreditar nessa possibilidade de ele e está se fingindo de louco para dar cobertura àquele verme.


KAI POV

Ficar aprisionado me deixa sufocado, sem contar as várias vezes em que esses malditos me espancaram, sei que mereço, mas isso está com os dias contados. Na madrugada de ontem, eu acabei assassinando um policial e enterrando o corpo dele na área que nós presos tomamos sol, fiz tudo com a maior cautela, esses policiais não são páreos para mim. Muitos deles andam pelos corredores da prisão desarmados e por incrível que pareça, não tem nenhuma câmera nos corredores, por mais que eu tomasse toda cautela tenho que assumir que foi uma coisa muito fácil. 

Aproveitei e fui até o corredor onde fica a cela de Kouyou e vi meu filho depois de tanto tempo, afinal de contas, não são todos os presos que ficam juntos, pois pode ser algo muito diícil para os policiais darem conta e nessea três anos de prisão, eu eatou o vendo agora. Fiquei em choque quando vi que ele mudou totalmente. Aquele jeito delicado que ele tinha, ficou para trás, agora ele tem barba, os cabelos estão grandes e ele cresceu um pouco também. Sorte que ele estava dormindo. Ouvi boatos de que ele esta delirando, está tomando remédios controlados e Takanori vem visitá-lo as vezes. Sempre com um coração bom, ele tem sua razão de não querer me visitar, entendo completamente.Quem começou com isso fui eu.

Por falar nele, será que está bem? E Aya? Eu fui preso e não tive tempo de fazer nada contra aquela garota insolente, a felicidade deles devem está nas alturas. Que nojo! Agora que eu consegui sair daquela cela imunda, vou fazer o que quiser, serei cauteloso com cada passo que eu der.


RUKI POV

Estou exausto, hoje aprendi várias coisas no curso, mas eu não via a hora de chegar em casa, liguei para Akira dizendo para ele ir lá em casa, o mesmo assentiu, aproveitei e liguei para pedir uma pizza, hoje Aya chega mais tarde da boate, ainda bem que eu estou de folga hoje, amanhã é a vez dela.

Virando a esquina, avistei um rapaz em frente a minha casa, deve ser meu Aki-chan me esperando. Já abri um sorriso enorme e o abracei por trás.

-Nossa, chegou mais rápido do que eu. - Disse.

-Sempre fui mais rápido que você, Takanori. -Essa risada é familiar. Quando o rapaz virou, eu vi aquele mesmo sorriso do policial que Kouyou dizia ser do nosso pai.

-Não pode ser...

Continua....



Notas Finais


Então pessoal, espero que tenham gostado! O clima tá tenso hein?!
Um beijão e fui!


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