História Sonserinos Também Amam - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Draco Malfoy, Fenrir Greyback, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Ronald Weasley
Tags Draco, Dramione, Hermione
Exibições 193
Palavras 1.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!! Aqui está mais um Dramione. Espero que gostem, eu escrevo com bastante carinho e me dedico bastante. Enfim... Aqui está, boa leitura!

Capítulo 1 - Eu Estou Aqui


      Draco

 

      Me jogo para frente com tudo para alcançar o pomo de ouro. Está tão próximo... Em qualquer segundo... Estou quase o pegando. Quase posso sentir minha mão envolvendo a esfera fria e metálica.

     Sinto uma pancada forte na lateral do meu corpo. Perco o controle de minha Nimbus 2001, que se inclina em direção ao solo. Sinto que estou caindo, e consigo me preparar antes de atingir o solo. Bato forte no gramado, mas posso sentir que meus ossos estão inteiros. Minha pele está esfolada e arde, mas a dor em meu orgulho é maior. Me levanto imediatamente, recusando qualquer tipo de ajuda.

      Harry Potter voava orgulhoso pelo céu, depois de ter me derrubado da vassoura e nem sequer ter sofrido uma falta.

      Saí do treino de quadribol coberto de suor. Resolvi que nem tentaria trocar de roupa para amenizar a situação, preferindo ir direto tomar um banho no banheiro dos monitores. Não queria que vissem que eu estava ferido. Depois da derrota que tivemos, nem queria arriscar encontrar com Potter e ver seu sorriso idiota de vitória.

       Nos jogos oficiais seria diferente. Ele veria.

      ­­­­­ —Draco, você mais tarde, né? —Pansy perguntou, me abordando na saída do vestiário.

       —Vou precisar levar o sapo do Crabbe para a loja de animais, ele está com diarreia— invento uma desculpa rapidamente. Me sinto quase mal por estar recusando o pseudo-encontro pela expressão que ela faz. Mas então me lembro que Pansy fez três anos de curso de teatro e deixo esse sentimento de lado. — Sinto muito. Quem sabe da próxima?

      Não espero que ela responda e vou embora, desfazendo meu sorriso caridoso assim que viro de costas e sei que ela não vai poder ver.

     —Desde quando você faz caridade? — A ouço gritando conforme entro no castelo.

      Pansy me convidara para ir com ela até o Três Vassouras esta noite, mas eu não conseguiria nem mesmo fingir que era com ela que eu queria ficar. Há muito tempo eu tinha a mesma garota em minha cabeça, e não havia muito o que fazer para tirá-la de lá.

      Me distraio por alguns segundos, e quando percebo, ela está na minha frente. A garota dos meus pensamentos constantes.  Seus cabelos castanhos claros balançam enquanto corre, e posso sentir seu perfume conforme passa por mim. Hermione Granger.

      Ela corre para os braços de Harry, em comemoração. Sim, ele pegara o pomo de ouro, mas fora por questão de centímetros. O cabelo negro e constantemente bagunçado do bruxo parecia ser irresistível para as garotas, por algum motivo. Aposto que até mesmo Pansy tinha seus pensamentos sobre ele de vez em quando, apesar de estar apaixonada por mim.

      Eu estava apenas reunindo coragem e pensando em um assunto para puxar com Hermione. Era fato que de vez em quando minha antipatia por Harry e Rony se tornava evidente, mas eu só não gostava da ideia de ela passar tanto tempo com dois garotos. Talvez esse fosse o motivo pelo qual ela sempre evitara se aproximar de mim mais do que o necessário.

     Mergulho na água morna e perfumada da banheira. Sinto minha pele ardendo nos locais onde estava cortada ou esfolada. A água toma um tom levemente avermelhado. Me limpo rapidamente e depois de me secar, tento enrolar algum tipo de bandagem em minhas costas, mas não consigo fazer aquilo sozinho. Estou quase desistindo daquilo quando ouço batidas na porta seguidas por uma voz feminina:

      —Draco? Posso entrar?

      Enrolo a toalha em minha cintura rapidamente e a deixo entrar.

      Pansy Parkinson entra com passos tímidos. Seu cabelo loiro está preso em um rabo de cavalo, com alguns fios caindo sobre seu rosto. Seus olhos claros parecem estar levemente avermelhados. Draco se sente mal.

     —Ouvi o pessoal falando que você se machucou no treino de hoje. Por isso que você recusou meu convite? — ela diz se aproximando.

    Não, não foi. Mas eu não posso dizer isso para Pansy. Ela está visivelmente preocupada comigo.

    Faço que sim com a cabeça.

    —Eu posso... ver?

    Fico confuso por um segundo até me lembrar do que ela se referia. Lhe mostro minhas costas e enrubesço por ter entendido sua frase com malícia.

    Ela pega as bandagens que eu tentara usar antes e as enrola com perfeição ao redor dos arranhões. Posso sentir suas mãos delicadas roçando minha pele com cuidado.

   Ao terminar, ela diz:

   —Sei que você tem outra pessoa em mente, mas saiba que eu estou aqui, e ela não.

 

Hermione

 

                 Harry, Ron e eu vamos à Hogsmeade depois do treino. Está uma tarde agradável: nem muito frio, nem muito quente. Simplesmente agradável.

                Resolvemos comemorar com uma cerveja amanteigada para cada um, e depois uma visita à Dedos de Mel. Vemos outros alunos indo e vindo. Todos da Grifinória estavam contentes. Na próxima semana seria o jogo oficial entre Sonserina e Grifinória, e nós estávamos confiantes. A Grifinória ganhara em todos os treinos.

            —Mandou bem, Harry! O Draco caindo foi patético. O que ele está fazendo no time se nem consegue permanecer em sua vassoura?! — comentou Rony, rindo. Harry o acompanhou, e eu esbocei um sorriso para não parecer chata.

           Eu não achara muito justo a jogada do Harry. Ele empurrara Draco, enquanto ele estava concentrado. Eu assistira a tudo, mas não podia contrariá-lo agora. Nós estávamos apaixonados, e eu não podia terminar com o nosso clima. E quando ele ganhasse o próximo jogo, com certeza me pediria em namoro. E então não faria muita diferença se o jogo fosse justo ou não. Eu só esperava que Draco não se machucasse.

         Harry envolve meus ombros com um de seus braços. Seus olhos verdes parecem mais claros em contraste com suas vestes escuras.

        No dia anterior eu achara um bilhete sob meu travesseiro no dormitório.

        Quando eu erguer meu trófeu, vou falar as palavras que nunca tive coragem de te dizer.

       Não estava assinado, mas de quem mais poderia ser se não fosse do Harry?

       —Vem Mione, eu pago uma Cerveja Amanteigada para você. — Harry diz pegando minha mão e me conduzindo para o interior do pub. Eu o sigo.


Notas Finais


E aí? gostaram? Vou postar o próximo capítulo próximo sábado, okay? Okay.


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