História Soonyoung's Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Jeon Wonwoo, Kim Mingyu, Lee Chan "Dino", Soonyoung "Hoshi"
Tags Meanie, Seventeen, Soonchan, Verkwan
Visualizações 47
Palavras 1.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nem me perguntem como eu vou atualizar isso tudo de fanfic.

Quando eu não tiver com sono, faço uma nota descente.

Eu, com toda a certeza, vou mudar o modo de escrita desse final, por que eu achei uma bosta, mas to com muito sono. Vida que segue.

Ps: Ta betado, mas não confiem na minha betagem. Confiem em Deus.

BOA LEITURA pqp eu to com muito sonl

Capítulo 1 - Um médico rude e um solteirão que só fala besteira.


Era cedo quando se abriram as portas daquele grande hospital, chamando a atenção de todos para que acordassem os pacientes. O abrir das janelas proporcionava a bela visão do início da primavera nos jardins em volta de todo o local, com camélias brotando aos montes em suas mais variadas cores e formas, flores estas que foram plantadas há tempos pelos próprios internos em uma forma de terapia, agora dando um resultado tão bonito aos olhos.

Lee Chan andava devagar pelo corredor extenso da última ala, enquanto separava nas mãos um dos trinta comprimidos da embalagem fechada de antidepressivos, lutando contra parte do deu cérebro que insistia em manter seus olhos pesados. Estava acostumado a acordar cerdo todos os dias, porém não podia deixar de sentir sono, não era uma coisa que podia controlar.

-- Bom dia Mingyu! -- Ditou em seu tom normal de voz, da maneira mais alegre que conseguiu, e não obteve resposta nenhuma vinda do jovem, como todos os dias. Empurrou a porta para que ficasse fechada como antes e caminhou até a janela, abrindo as cortinas brancas de pano grosso para que pudesse dar luz ao quarto vazio, encontrando-o com a mesma arrumação de todos os dias, que fizera há semanas. Mingyu não saía da cama, afinal.

Lee passou a fitar o mais novo que tinha os olhos negros mirados em uma das paredes do cômodo. Ele havia acordado cedo mais uma vez para olhar o nada. Chan começou a se perguntar se ele havia realmente dormido, entretanto tirou tal hipótese da mente ao perceber as olheiras pequenas demais para quem não dormia há tanto tempo. Mas ainda assim, ele estava preocupado.

-- Seu remédio. -- Estendeu a ele o pequeno comprimido de cor branca, já tão conhecido pelo Kim.

-- Pra que? -- As duas palavras foram as primeiras de muitas horas. -- Elas não servem para nada. Não fazem efeito mais.

-- O efeito é gradativo, você precisa continuar...--

-- Eu já tomo essa droga há um ano! -- Mingyu cortou a frase do médico. -- Não adianta. Eu não vou me curar.

-- Com esse pensamento negativo, é óbvio que não! Você precisa acreditar em você pelo menos um pouco. Tem que crer na sua melhora. Olhe para você Mingyu. -- Ele se aproximou do mais jovem, se sentando ao lado dele na cama. -- Você é jovem e bonito, mas está todo entregue a doença. Há quanto tempo você não levanta daqui e toma um banho? Quanto tempo faz que você não sai desse quarto? A primavera começou a duas semanas, as flores estão tão bonitas... Não adianta você dizer que quer se curar e não tentar. Dê uma chance a si mesmo.

-- Eu não quero. Já disse que não vai adiantar, não precisa insistir. Pode ir, você tem as crianças para cuidar. -- Ele ouviu um suspiro por parte do médico.

-- As crianças só chegam as oito, ainda tenho uma hora para pegar no seu pé.

-- Por que? Você nem é médico de gente adulta. -- Chan sorriu ao ver o bico involuntário que o outro sempre fazia quando discutiam sobre algo.

-- Eu posso não ser formado como um profissional que cuida de adultos e adolescentes, mas eu faço esses extras por que gosto de cuidar de jovens que nem você. Mesmo que você não queira me ajudar a te ajudar, eu gosto de cuidar de você.

-- Mas eu não quero que você cuide de mim. Vai embora. -- O Kim continuou com o olhar preso na tinta branca, com uma expressão mais indiferente do que a anterior.

-- Tudo bem, eu não vou brigar com você. Só tome o remédio, okay? -- Lee deixou o comprimido sobre a mesa ao lado da cama antes de encher um copo com água e deixá-lo no mesmo lugar. Os passos calmos dos sapatos escuros saíram do último corredor para o terceiro, indo até a última porta branca de número noventa e oito. Lee Chan observou o garoto mais novo de pé a frente da janela, com um sorriso enorme no rosto e os olhos presos as flores do jardim. Ainda era muito estranha a internação daquele garoto com apenas quinze anos de idade, ele era feliz, e absolutamente nada em sua vida remetia qualquer resquício de depressão, porém seus pais achavam que sim. Chan já havia tentado várias vezes convencer aos pais do garoto que ele estava bem, mas eles insistiam em dizer que não.

O médico não entendia por que eles queriam "se livrar" de um garoto tão bom e alegre quanto Hansol, mas não chegava a tentar entender, as vezes a maldade das pessoas era inexplicável.

-- Bom dia!

-- Hoje eu posso sair para ver as flores? Por favor, diga que sim! Elas estão tão bonitas hoje.

-- Infelizmente não. Seus pais disseram que você não pode sair durante um tempo, e tem uma enfermeira ai fora que está de olho de você. -- Ele se sentiu culpado ao ver a expressão triste do garoto. -- Mas não fique assim, eu posso trazer uma flor para você. E... -- Lee olhou para os lados, como se estivesse sendo observado, e sussurrou suas próximas falar. -- No horário do almoço, eu posso te levar no jardim.

-- É sério? -- Hansol respondeu no mesmo tom. -- Obrigado tio Chan! -- O mais velho recebeu um abraço apertado do menor.

-- Não me chame de tio, eu me sinto velho! -- A risada dos dois podia ser ouvida do corredor principal, fazendo com que os vários outros funcionários se perguntassem o que tinha de tão especial em Lee Chan, que fazia outras pessoas felizes sem que se esforçasse tanto.

-- Então, no horário do almoço eu te espero aqui tio? Aliás, tio não... Quer dizer, eu não sei como te chamar.

-- Ah, tudo bem. Pode me chamar de tio sim, mas não na frente dos outros, hein? -- Ele bagunçou os fios claros do jovem. -- Eu só passei aqui para deixar seu remédio e te dar um beijinho de bom dia. -- Deixou um selar sobre a testa do menino e o entregou um dos comprimidos que tinha no bolso. -- Mais tarde eu volto, okay? Agora eu preciso me preparar para receber as minhas crianças.

Chan se despediu do garoto com um aceno e saiu do quarto, deixando que um suspiro baixo ultrapassasse os lábios ressecados assim que o fez. Ele gostava de ficar conversando com o menino, ele era uma boa pessoa sendo controlada por pais malucos, não tinha culpa dos progenitores que tinha. Mas Lee Chan tinha obrigações com a sua profissão, precisava preparar-se mentalmente para atender e entender uma bela quantidade de crianças, e isso exigia muito de si.

A passos largos, ele foi até a sua principal sala de trabalho que era repleta de brinquedos, peças coloridas e o tão almejado pote de doces, principal atração entre as crianças. O médico reparou quando alguém abriu a porta principal do lugar enquanto ele varria os tapetes de pelos coloridos, na intenção de achar peças pequenas de brinquedos que poderiam machucar as crianças.

-- Oh, acho que bati na sala errada. -- O desconhecido ditou ao perceber a presença do outro, pronto para sair dali.

-- Isso depende do que você esteja procurando.

-- Ah, eu estou procurando um psicólogo infantil, que é responsável por cuidar do tratamento de crianças órfãs de pai e mãe. Pelo que eu sei, o nome dele é Lee... -- O moreno tentou lembrar-se do nome, estreitando os olhos já pequenos como se aquilo fosse ajudá-lo a lembrar.

-- Lee Chan?

-- É esse! Você sabe quem é?

-- Você está falando com o próprio. -- Levantou-se ao terminar tal frase, se aproximando do outro a beira da porta.

-- Ah, é você? Nossa, que estranho. Você parece tão jovem para essa profissão.

-- O que você quer dizer? -- O tom permanecia normal, mas as sobrancelhas já estavam erguidas, mostrando a mudança de humor.

-- É que parece engraçado. É como se fosse uma criança cuidando de outras crianças. -- Soltou uma risadinha, deixando o Lee cada vez mais irritado.

-- Minha idade é completamente proporcional a minha profissão.

-- Mas talvez a sua carinha de bebê não.

-- Você vai falar o que quer ou vai continuar me insultando?

-- Me desculpe, mas suas frases pedem por respostas assim. -- Ele soltou o ar preso nos pulmões. -- Eu quero falar com você sobre a adoção de uma criança.

-- Adoção? Você quer adotar uma das minhas crianças? Eu não vou deixar que você chegue perto de uma das crianças com esse tipo de comportamento, você está agindo como uma delas. De onde você tirou que é só chegar e dizer que quer adotar uma? Você precisa de muito mais para ser considerado um bom pai, e até que eu acredite que você está realmente pronto, não apareça nuncaa mais por aqui, entendeu? Tenha um bom dia.

E fechou a porta, separando por um pedaço de madeira um Lee Chan irritado e um Kwon Soonyoung confuso. 


Notas Finais


Olha esse final e diz se não tá ruim? Plmdd. Ficou tão confuso, eu acho ¬μ¬

Fé no pai que Meanie sai e Verkwan também. Dou uma bala pra quem acertar a história deles.

Mas enfim, beijo na bunda e até segunda.


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