História Sorriso dos loucos.interativa. - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Interativa
Visualizações 6
Palavras 1.664
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Crossover, Droubble, Ficção Científica, Fluffy, Mistério, Misticismo, Orange, Poesias, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Suspense, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Então.... Calma, guardem as armas, (joga uma faca no mão lado), MANDEI GUARDAR AS ARMAS. Eu vou explicar o porque de tantos dias sem episódios, acabou a energia e essa porra, filha da puta, rapariga. Desculpa, me exaltei, a energia demorou para voltar, e como minha agenda estava cheia não deu tempo de enviar e escrever o próximo episódio.

Capítulo 4 - Quatro.


"Hum, onde estou?" Ele tenta levanta, mas nota que sua perna estava com o osso partido e exposto.

"FELIPE!!! Finalmente te achei, a não, sua perna." 

Ele olha mais profundamente a perna. "Só uma fratura exposta, pelo arranhões e um pouco de areia mais fina do que a borda do lago digo que bate numa pedra quando caí com tudo." Ele empurra o osso exposto e se levanta, Felipe tira sua camisa e a rasga para colocar na sua perna que estava sangrando. "Não estourei nenhuma artéria importante, vou ficar bem." 

Guando Felipe tira a camisa acaba mostrando seu tanquinho enquanto Ayumi engole seco.

"Não faço seu tipo, da fruta que você come eu engulo a semente."

"Você também não faz meu tipo, você só é gostoso."

"Okay, essa conversa está levando para um rumo bem diferente do que devia." Ayumi tira o sorrisinho da cara." Agora temos que encontrar um jeito de voltar para o castelo." Felipe anda até uma pilha de alguns ossos e um pouco de poeira, pega algo que pareca um triângulo amarelo. "E rápido." Felipe pega na mão de Ayumi e corre para dentro da floresta densa.

"Qual o problema? Felipe, FELIPE." Gritava Ayumi cada vez mais alto.

Eles correm até chegar em um local totalmente fechado por árvores. 

"Certo, o ângulo do sol mostrava que é 17:00 horas e mostrava que estamos mais ao sul do castelo, muito ao sul. Árvores tropicais, não parecem nada com as árvores do clima gelado do Capital." Felipe falava com as mãos na cabeça, parecia que ele iria enlouquecer... ou enlouqueceu." Atire." Ele corre em direção de Aymui.

"O que?"

"Atire no chão, vamos, acredito que não temos muito tempo." Ayumi atira no chão fazendo ele explodir. "Ótimo tiro, manipular explosões é um poder lindo."

"O...obrigado."

Felipe cheira, bate e lambe o solo.

"Que nojo Felipe, você não é mais gostoso."

"Ah, não. Irei explicar rapidamente. O que eu encontrei na pilha de ossos era um comunicador ainda funcionando, os comunicadores fazer ligação com sua base, comunicador amarelo, base amarela. Os comunicadores não funcionam fora do território do dono do comunicador, por isso eles gravam para depois, para quando entra na sua terra mãe, enviar a gravação a base. Aquele comunicador não estava gravando..."

"Estava comunicando." Ayumi fica estupefata. "As árvores, elas são de climas tropicais, nada como o clima frio do nosso território."

"Isso, e o chão, o chão é quente, nosso território é mais separado do centro do nosso planeta, por isso o nosso chão é frio..."

"Ah não, estamos em um outro território."

"No território amarelo, acredito, já que aquele garoto nos trouxe para cá antes de você queima-lo."

"Eu não devia tê-lo queimado, devia?" Ayumi fica um pouco triste.

"Sim devia." Ele tira o comunicador amarelo do bolso." O bom de trabalhar para o governo é saber coisas que uma pessoa comum não saberia, tipo a frequência dos comunicadores brancos."

"Então você vai mudar a frequência do comunicador e pedir ajuda, mas para pedir ajuda não precisamos de..."

"Sim, de uma torre para aumentar a frequência a ponto que nós possamos nos comunicar, três torres e uma placa mãe na verdade."

"E para ter tudo isso temos que ir a capital amarela."

"Correto, olha, o que acha de ser minha ajudante? Eu, além de cientista, sou pesquisador e detetive."

"Se sobrevivermos, sim."

"Vamos sobreviver."

Já estava ficando de noite quando eles começaram a caminhada para a capital.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

"COMO ASSIM LEVARAM FELIPE E O CÍRCULO DO MURAL." O rei gritava alto para todos que estavam na sala ouvir. "Pelo menos vocês sabem quem levou Felipe?"

"Um garoto vestido de amarelo." Falou Lorlen.

"Vão ao reino amarelo."

"Mas senhor, eles tem um dos maiores exércitos do Hospício." Falou Adrielly com medo na voz.

"E agora tem o cientista mais inteligente do Hospício, eu e meu exército vamos buscar a parte do mural que acabaram levando." O rei desaparece do nada."

"Vamos ter que invadir de novo." Fala Adrian com uma voz cansada.

"Você está bem Adrian?" Perguntou Lorlen com uma voz meiga, Adrian ri de leve.

"Sim estou, não se preocupe." Adrian leva a mão até a cabeça de Lorlen e bagunça seu cabelo fazendo alguns fios cobrirem seus olhos. "Lá vamos nós." Adrian faz todos voarem e leva todos até o reino amarelo.

2 horas depois.

"Adrielly, agora." Adrielly obedeci ao pedido de Ruan e deixa todos invisíveis.

Era uma lugar cheios de árvores e arbustos altos que dificultavam a visão.

"Não façam nenhum..." Antes de Adrian terminar sua frase ouve uma explosão que fez Adrielly perder a concentração, deixando todos visíveis.

Mais uma bomba é jogada, só que dessa vez uma fumaça amarela, todos desmaiam, Adrian luta para ficar acordado, ele faz as partículas do gás se afastarem conseguindo respirar oxigênio. Adrian ainda está tonto, ele tenta acordar Adrielly que estava ao seu lado, mas ele ouve passos se aproximando, sem poder ver os outros ele carrega Adrielly nos braços, eles se ajoelham num arbusto.

"Adrian? O que...O que aconteceu?"

"Shiiii, faça silêncio."

Os passos ficam cada vez mais altos, Adrian coloca a mão na boca de Adrielly e respira o mais devagar possível para não fazer nenhum barulho.

"Pensaram que entrariam no meu rei e roubariam meu cientista?" Uma leve voz feminina. "Espera está faltando ainda."

Adrielly acorda, os dois ficam invisíveis enquanto ela vai até outra árvore e fica visível.

"O que está fazendo ai?" Sussurra Adrian.

"Se ela pegar um de nós o outro consegui fugir." Sussurra Adrielly mais baixo ainda.

Os sons das pegadas aumentam, um líquido amarelo aparece ao lado de Adrielly e gruda em seu pescoço não deixando ela respirar. Mais e mais líquido, o líquido se junta e forma uma silhueta, até o líquido escurece e vira uma mulher com uma coroa. Suas mãos estavam em volta do pescoço de Adrielly.

"Agora, durma." Ela abri a mandíbula de um modo surpreendente, de sua boca saí o mesmo gás de antes e Adrielly dormi. "Quer um trabalho bem feito? Faça você mesmo. Agora que peguei todos hora de ir." Ela vira aquele líquido gosmento de novo e junta todos, novamente escurece e agora ela tem mais de 7 metros de altura com mãos gigantes e os amigos de Adrian nelas. Seus passos fazem o chão tremer intensamente. 

"Eu tenho que achar Felipe."

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

"Minha nossa, só não digo que é quase melhor que nossa capital porque o rei iria me esganar." Os dois riem.

"Então qual o plano? Vamos nos entregar?"

"Não, eles podem querem revistar a gente. Que tal invadir secretamente?"

"Mas como? Não está vendo todos aqueles guardas? são mais de 100 naquelas ruas."

"Que horas são?" 

"Acho que 22:53, porquê?"

"Simples, eu não só consigo descobrir coisas, também descubro pessoas. Isso vai ser um ótimo exercício, e parabéns."

"Pelo o que?"

"São 22:55, errou por dois minutos, está melhorando. Certo, estamos a uns 600? 700? 800 metros de distância dele e como é 22:55 da tempo."

"De quê?" Adrian se levanta e volta para floresta.

"Ei espera." Ayumi segue Andrian que agora está corrrendo.

Depois de alguns minutos Adrian para, ele olha para o chão, pega duas pedras grandes, coloca uma do lado da outra.

"Fique aqui." Ayumi senta na frente das pedras, Adrian corre novamente.

Depois de mais ou menos 30 minutos Adrian volta com duas mochilas. Ele coloca gravetos no meio das duas pedras.

"Acende." Ele aponta para os gravetos.

Ela faz uma explosão, as faíscas acendem os gravetos. Adrian tira de uma das mochilas uma panela junto com uma garrafa de água, ele coloca água na panela e a coloca no fogo.

"Espera onde você encontrou tudo isso?"

"A uma fazenda 15 minutos para lá." Ele aponta para o lado que ele tinha ido antes.

"E você vai cozinhar numa situação dessas?" Adrian balança a cabeça para cima e baixo inocentemente como se falasse- Sim, algum problema?-

Adrian tira uma ervas e joga na água.

"Me acorde quando começar a ferver." Ele vai na outra bolsa e tira mais ervas, coloca as ervas num pote e joga no fogo, depois tira, corta com a faca e enrola em um papel depois coloca a ponta no fogo.

"Espera isso tem cheiro de... MACONHA?" Ela da um tapa na mão de Adrian fazendo o cigarro cair, ela invoca uma explosão fazendo uma esfera gigante.

"O que deu em você?"

"Você que iria fumar maconha e eu que estou errado, você tem que se cuidar, para que tanta mente e não se cuidar?" Felipe pega uma garrafa de plástico vazia, coloca todo o chá, se levanta e desparece nas árvores. Ayumi vai atrás dele, ele está numa ponte bebendo o seu chá.

"Algum problema?"

"Para que tanta mente e não se cuidar? Quem dizia isso era meu namorado sempre que eu procurava algo para fumar e esquecer meus problemas, ele me deu essa espada muito antes de... Morrer." Ele pega uma caixa pequenina e abri, ele tira uma espada do tamanho de sua perna, uma lágrima cai de seu rosto. "Tecnologia de portais, maior por dentro do que por fora. Vamos terminar isso." Ele fala alto e começa a rir. "Está tudo bem, está tudo bem, está tudo bem, ele não iria querer que eu chorrasse." Ele repetia sem parar, ele sai da ponte e volta para fogueira. " Vamos. Certo, 50 metros de distância, exploda tudo, não vamos deixar rastro grandes."

"Se você quiser fumar tudo bem..."

"Não, ele não queria isso. Agora, exploda." Ayumi explode a fogueira e as bolsas.

"A espada é linda."

"Eu sei." Ele passa a mão na lâmina." Que horas são?"

"Que fixação por hora é essa." Os dois riem de leve para desestressar enquanto Adrian coloca a espada novamente na caixa. "Acho que 23:45."

"Acertou." Falou Adrian enquanto abria a garrafa com chá e bebia. "Acha que conseguimos chegar lá antes de 00:00?" O sorriso de Adrian é respondido pelo o de Ayumi. Os dois começam a correr até a capital.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...