História SORRY - Justin Bieber Fanfic - Capítulo 5


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Categorias Cara Delevingne, Justin Bieber
Personagens Cara Delevingne, Justin Bieber
Tags Cara Delevingne, Fanfic, Justin Bieber
Visualizações 46
Palavras 1.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Five


O Justin tem passado o tempo todo comigo, me levando ao hospital. Houve algumas 2 emergências durantes esses dois dias e ele vem ajudando bastante, me distraindo e me divertindo, eu confesso que quando ele ia embora à noite, eu começava à chorar, porque tenho muito medo de perder minha mãe, ela é a única pessoa de sangue, presente em minha vida agora. Agora nesse momento eu e o Justin estamos aqui, sentados no sofá à pouquissimos cm de distância um do outro assistindo filme, comendo pipoca e bebendo refrigerante.

- O filme vai demorar acabar? - ele pergunta bocejando.

- Falta 30 minutos. Tá com sono? - pergunto.

- Estou, amanhã é o ensaio. Quantas horas é agora?

- Agora são 19:40. - digo olhando no meu celular que acaba de tocar.

- Quem é? - ele pergunta sentando mais perto de mim.

- Uma mensagem. - digo apreensiva de ver o nome do meu ex na tela.

- De quem? - Jesus amado, o que tá acontecendo? Penso comigo mesma.

- É do meu ex. - quando essas palavras saem da minha boca, o Justin me olha com uma cara de... nojo? E começa à aumentar seu tom comigo.

- Do seu ex? Você ainda conversa com seu ex?

- E daí? Por que isso te incomoda tanto? - aumento minha voz também.

- E daí? É o seu ex! Ex!

- Ele só está querendo saber como minha mãe está! Cuida da sua vida! Vai embora daqui! Agora! - Digo sentido as lágrimas vindo, e eu não posso deixar-las cair na frente dele.

Ele pega seu celular e vai embora sem dizer nada, fechando a porta atrás dele.

Deito no sofá e começo à chorar, mais e mais, por que isso só acontece comigo? Perder meu pai, por minha culpa, minha mãe está deitada numa cama com aparelhos à seu redor. Minha melhor amiga não pode estar aqui comigo. E agora? Brigo com a única pessoa que tem se importado comigo e tem me ajudado ultimamente? Não pode ser real, não pode estar acontecendo. Acabo dormindo entre soluços e lágrimas que não param de descer.

Algum tempo depois eu acordo,com o telefone que não para de tocar e quando eu vejo o número já estou desesperada - é do hospital.

- Molly? Sua mãe, ela teve mais uma parada cardíaca. - A médica diz.

- Eu estou indo para aí. Obrigada. - Desligo a chamada e pareço ficar mais desesperada ainda.

Pego no moletom encima do sofá visto ele, calço o chinelo e pego as chaves do carro, fechando a casa.

Chegando no carro, o que acontece? A porcaria do carro não pega. Tento uma e outra vez, e não pega. A minha única saída é ligar para o Justin, pois a Anne não está aqui, ele tá viajando e chega somente de madrugada.

Eu não quero ligar pra ele, ele foi babaca por começar à gritar comigo por causa do meu ex - que estava preocupado com minha mãe. Começo à chorar mais e decido ligar para ele, é a minha mãe. Disco seu número e ele atende no terceiro toque.

O que aconteceu Molly? - ele pergunta quando atende, ele não está 'seco', e aparenta estar preocupado.

- É a minha mãe, ela deu outra parada cardíaca e a merda do meu carro não pega. Tem como me levar lá por favor?

Claro. Estou aqui em 5 minutos. Tchau. - ele diz desligando a chamada.

Abaixo a cabeça no volante e abafo os soluços perdidos que saem da minha boca por conta do choro que acabei de ter

Ouço o barulho do carro dele e paro de chorar, limpo minhas lágrimas e engulo vários soluços.

- Ei, vamos? - ele diz abrindo a janela do seu carro enquanto confirmo com a cabeça.

Fecho o carro e ativo o alarme, ele abre a porta do passageiro pra mim e me olha nos olhos.

- O que aconteceu que você estava chorando?

- Eu não tava chorando! Agora pode ir por favor? - Ele assente e acelera.

O caminho até o hospital é silencioso, eu percebia que algumas vezes ele olhava para mim e tentava começar algum assunto, porém era em vão. Por que ele faz isso tudo comigo? Não tem explicação por que ele é todo cuidadoso comigo, protetor, atencioso... Ele para no hospital em uma vaga do lado da entrada.

- Ei não precisa ficar aqui, amanhã você tem ensaio. - digo.

- Você também.

- Eu não vou participar. É minha mãe que está deitada numa cama perto da morte, quero ficar com ela. Me desculpa. - digo suspirando.

- Ta tudo bem, eu te entendo, no seu lugar eu faria a mesma coisa. Se cuida. - ele diz e eu saio do carro fechando a porta.

- Obrigada. Boa noite. - digo acenando e ele retribui com um sorriso lindo. Saindo em seguida.

Corro para o quarto 109C e a médica está me esperando na porta com a prancheta.

- Desculpa a demora, o carro deu problemas e tive que pedir ajuda à meu amigo. - digo chegando nela

- Tudo bem. Já está tudo bem, foi só um susto, já passou. Ela tem que fazer a cirurgia o mais rápido possível. Conseguimos agendar para amanhã. Tudo bem? - Só de ouvir tudo isso um grande alívio passa por mim.

- Obrigada doutora, muito obrigada. Se importa se eu ficar aqui?

- Se eu disser que sim, quem irá te impedir né? - ela diz e sorri para mim que sorrio de volta. - pode ficar na sala de espera como tem ficado, qualquer notícia, saberá. Bem eu vou indo. Até mais.

- Até mais! - digo acenando para ela enquanto se afasta.

Acho melhor comer alguma coisa e tomar bastante café. Vou indo em direção à lanchonete do hospital, chegando lá a moça que vem me atendendo nos últimos 3 dias aparece com um grande sorriso no rosto e me cumprimenta.

- Deixe eu adivinhar? Café e esfirra de frango?

- Sim, por favor, café grande e duas esfirras.

- Tudo bem, ela diz pegando as esfirras e colocando no microondas para esquentar e colocando o café numa caneca descartável. Trazendo para mim.

- 6,00 dólares? - ela balança a cabeça em forma de sim e eu dou uma nota de 10,00 esperando meu troco. Ela traz e me dá um sorriso. Vou indo para as mesinhas na sala de espera, observando a correria dos enfermeiros.



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