História Sorry for being who I am. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Sehun, Suho
Tags Chansoo, Chanyeol, Exo, Kyungsoo, Lemon, Long Imagine
Visualizações 146
Palavras 1.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oe \o

Capítulo 2 - Discussão e mais discussão.


— Mas onde eles vão ficar? Quer dizer, ele vai ficar no seu quarto. — apontou para o maior com informalidade mesmo. Pouco ligava para bons modos naquele momento. — mas e quanto a ele? — seu olhar cruzou com o de Chanyeol.

— Kyungsoo. Olha essa informalidade!

— Ah! desculpa. Mas não foge da minha pergunta.

— No seu quarto. Só até reformarmos o escritório e fazer o quarto do Chan ali.

— Chan? Que seja! Escritório? Aquilo é o seu deposito de coisas que se eu bem me lembro você não se livra nem que te paguem pra isso! — O baixinho começara a se exaltar. — você acha que eu vou acreditar que você, Do Sun-Ye, vai se livrar daquele amontoado de coisas da noite pro dia?

— Seu quarto é grande o suficiente pros dois e ainda cabe o Baekhyun! — Sun-ye rebateu.

— Eu não quero incomodar. — Chanyeol se pronunciou.

— Não é essa a questão. — Kyungsoo rosnou. — Você sabe onde quero chegar!

— Ah meu deus! Sem traumas de infância, Soo. Se quer realmente discutir isso, use argumentos mais plausíveis.

O garoto bufou. Sabia que não podia argumentar contra a melhor advogada de defesa da Coréia do sul, mas considerando sua situação. Um acordo não seria má idéia.

— Sugiro um acordo. — o garoto fitou a mãe.

— Estou ouvindo.

— No máximo três meses. E. Dois meses de curso de atuação no verão.

A mais velha parou para analisar a proposta feita pelo menor. Ela sabia que três meses era muito pouco tempo. Talvez se sugerisse um prazo maior Kyungsoo aceitaria permanentemente a idéia de dividir quarto e então ela não teria de se livrar das suas coisas.

— Seis meses de prazo e três meses de curso com direito de eu te levar pra qualquer teste sem contestar durante um mês e meio.

O garoto estreitou os olhos. Sua mãe sabia jogar melhor do que ninguém, então suspirou derrotado. Não tinha outra opção então.

— Ok. Entramos em um consenso. — bufou. — mas como o Kai e o Baekhyun vão dormir aqui comigo dividindo quarto?

— Quem são Kai e Baekhyun? — o homem perguntou um tanto curioso.

— Baekhyun é meu melhor amigo. — Soo respondeu.

— Praticamente meu segundo filho. — Sun-ye completou. — então não se assuste se ver ele aqui em casa do nada. Baekhyun tem acesso livre a casa.

— E quanto ao outro, seu amigo também? — O Park mais velho alternou olhares entre Kyungsoo e Sun-ye.

— Não. Kai é meu namorado. — o menor respondeu vendo o homem com uma expressão de espanto no rosto.

Sun-ye nunca havia tocado nesse assunto, já que segundo ela, a privacidade do seu filho não tinha que ser discutida com mais ninguém exceto ele.

Kai e Kyungsoo namoravam a quase dois anos e na visão de Sun-ye, eram o casal mais bonito que ela tinha visto.

Novamente a mesa ficou em silêncio, a declaração de que Kyungsoo era gay deixou o clima muito estranho.

O baixinho começou a tirar a mesa juntamente com Chanyeol a pedido da mãe. Ele e sua mãe tinham o hábito de conversar por códigos corporais e olhares, e ele sabia que aquilo era um deles. Dessa vez o sinal era de "fiquem fora, precisamos conversar."

Assim que largaram tudo na pia, o ruivo fez menção de voltar para onde os mais velhos estavam.

— Você é tapado? — Kyungsoo puxou o mais alto pelo casaco que ele usava.

— Que? — Chanyeol sacudiu-se, tirando as mãos alheias de si.

— Eles querem conversar! Agora pega aquele pano e me ajuda com a louça.

— Como você sabe?

— Meu deus! Era muito óbvio. Até mesmo pra tapados como você. — o menor bufou.

— Me recuso a continuar discutindo com você. — o ruivo revirou as orbes negras. — lava essa merda de uma vez.

O de cabelos preto apenas bufou e começou a lavar a louça em silêncio enquanto o maior secava a mesma. O silêncio dos dois as vezes era cortado por uma ou outra respiração mais pesada de ambos.

— Não sabia que você namorava o Kai. — Chanyeol quebrou o silêncio de longos minutos. — onde eu guardo isso?

— Naquele armário. — o baixinho apontou para trás de sí. — Desde quando minha vida importa para você?

— Só, nunca imaginei um cara como ele com um cara como você.

— Defina “Um cara como eu”. — Soo parou o que estava fazendo para fuzilar o maior com os olhos.

— Só acho ele um idiota. — o ruivo deu de ombros, aproveitando a breve pausa alheia para secar as mãos que se estavam geladas por causa do pano úmido.

— Olha quem falando em ser idiota. Não é mesmo?

Chanyeol respirou pesado, mas quando inflou o peito para responder, a mãe do menor entrou na cozinha, indo até a geladeira.

— Algum dos dois pode me ajudar a levar a sobremesa?

— O Chanyeol te ajuda. Ele tá só inutilizando aqui. — Kyungsoo voltou para o que estava fazendo.

— É. A louça se secou sozinha. — o ruivo resmungou e foi ajudar a mais velha com a sobremesa.

Assim que Soo terminou de lavar a louça, o garoto voltou para a mesa, sentando no mesmo lugar de antes. Os adultos riam e conversavam sobre um dos encontros dos dois. Kyungsoo nem se quer tocou no sorvete que naquela altura já havia virado qualquer coisa menos sorvete. Depois da sobremesa a futura família Park-Do ficou na sala, fingindo que tudo iria dar certo. Pelo menos para os dois mais velhos ia. Mas nem mesmo o evoluído Kyungsoo acreditava que iria conseguir sobreviver ao lado de Chanyeol.

Já era quase meia noite quando os Park se despediram e seguiram para o carro que estava estacionado em frente a casa.

O ruivo sentou no banco do carona e fechou a porta, colocando o cinto. Suspirando pesadamente quando seu pai entrou no carro.

— Que porcaria é essa no seu cabelo? — o mais velho questionou enquanto manobrava o carro.

— Pintei... gosto da cor. — Chanyeol falou olhando pra baixo.

— Trate de tirar até o fim de semana. Ficou horrível. Homem não fica pintando cabelo.— o garoto apenas assentiu em silêncio. — Você quer mesmo dividir quarto com aquele garoto?

— Não tenho opção, não é mesmo?

— Sabe como se virar. Não deixa aquele tipo de gente infectar você com essa merda de viadagem. — bufou. — aquele mimadinho.

— Não quero falar sobre ele.

— Graças a deus meu filho gosta de mulher.


Notas Finais


Graças a Deus né?
Comentem o que quiserem ♡


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