História Sorry for being who I am. - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, Red Velvet
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Irene, Joy, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin, Yeri
Tags Chansoo, Chanyeol, Exo, Kyungsoo, Lemon, Long Imagine
Visualizações 219
Palavras 1.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Senhor.
Eu falei que ia sair pela madrugada ;-;
Desculpa quem dorme cedo...

Capítulo 30 - Baekhyun, desconfianças e uma ficha criminal (?)


— Não tá mais aqui quem falou. — Kyungsoo riu, encarando o outro a sua frente. — Mas você é um cagão. Ele é um cara legal.

— Espera, você conhece ele?  — Suho quase se engasgou com seu café.

— Hmn. Boa parte da escola conhece. — Kyungsoo deu de ombros. — Convida ele pro baile. Ainda dá tempo.

— Claro que não. — Suho encolheu-se um pouco e arrumou seus óculos. — Olha pra ele. — O castanho fitou o garoto a distância, sorrindo. Suho amava aquele sorriso. — Nunca vai olhar para um cara como eu.

— Olha pro Chanyeol. Você imaginava ele com um cara como eu?

— Na verdade. — Suho olhou para o baixinho. — Eu não imaginava ele com cara nenhum. 

Kyungsoo riu soprado e assentiu.

— Ok. Assumo, péssimo exemplo. 

O sinal interrompeu os dois. O baixinho  revirou os olhos e levantou, despedindo-se de Suho para ir na direção da escola, precisava procurar Baekhyun, onde quer que este estava.

Kyungsoo revirou praticamente a escola inteira até achar o Byun no banheiro, com os olhos vermellhos, cabelos bagunçados e um leve hematoma no lado direito do rosto. O baixinho respirava pesado e um tanto nervoso. O Do rapidamente correu na direção do mesmo e segurou Baekhyun pelos ombros.

— O que aconteceu? — o garoto não respondeu. — Baekhyun!

— Não aconteceu nada. — o loirinho tremia, segurando o choro.

Kyungsoo soltou um dos ombros do amigo, levando os dedos até o queixo alheio para virar o rosto do mesmo, afim de examinar aquela marca no rosto branquinho do garoto.

— Baek, quem bateu em você? — Novamente Baekhyun ficou em silêncio. — BAEKHYUN! — Kyungsoo gritou, fazendo Baekhyun chorar convulsivamente enquanto era abraçado pelo de cabelos escuros.

Kyungsoo sentiu seu coração apertado, apesar do jeito louco de Baekhyun, o garoto era praticamente uma menina. Frágil e doce. Não conseguia imaginar quem pudesse ter feito aquilo com o loirinho, afinal, não tinha ninguém que não gostasse daquele garoto.

— E-eu não conheço os garotos... — O Byun disse com a voz trêmula, minutos depois, após muita insistencia. — ... eu entrei no banheiro e eles vieram atrás... três deles... começaram com piadinhas, me chamando de bonequinha e coisas do tipo... depois me jogaram na parede e... me bateram.

— Mas porque? — Kyungsoo franziu a testa, tentando achar uma resposta para aquilo. 

— A única coisa... que me disseram.— Baekhyun voltou a chorar, parando quase dois minutos depois. — Era que você iria saber, porque isso aconteceu comigo... 

— Eu? — Kyungsoo se viu mais perdido do que cego em meio a um tiroteio. — Porque eu saberia?

— Disseram que... era culpa das suas atitudes... pra v-você ver com quem estava lidando... 

— Baek... eu não faço id-...— Era como se uma luz vermelha tivesse acendido dentro do garoto. — Filho de uma puta! 

— Soo. O que foi? 

— Eu não tenho certeza. Mas eu acho que minha mãe vai se casar com um louco psicopata.

— V-você acha que foi o Park?

— Só tem duas pessoas que me odeiam nesse momento, Baek. O Sehun e aquele desgraçado. E convenhamos, Sehun pode ser uma desqualificada, mas jamais faria algo do tipo.

— Soo... O que você  vai fazer? — o loirinho ainda tremia.

— Nada, ainda... — Fitou o amigo.  — Vem, vamos pegar uma dispensa pra você...

— Soo... eu não quero voltar sozinho... 

— Tá, eu vou com você.

Não foi muito dificil conseguir uma dispensa, os garotos não quiseram chamar a mãe de Baekhyun, foram pra casa do Byun de ônibus, assim que chegaram na mesma, o loirinho foi pro banho enquanto Kyungsoo fez algo para eles comerem e passarem o resto da tarde deitados no sofá, assistindo Cinderella and four knights, o  dorama favorito de Baekhyun.

O Do ficou com o amigo até quase cinco horas, quando recebeu uma mensagem da mãe de que iria chegar mais cedo do que o horário normal.

— Eu vou indo. Lá pelas sete e meia a gente passa aqui pra te pegar.— Kyungsoo caminhou até a porta. —  Eu vou tirar tudo isso a limpo. Ninguém além de mim bate em você.

Vindo de Kyungsoo, aquilo era algo honroso de se ouvir. O loirinho abraçou o amigo, mas soltou em seguida.

— Se cuida... Me liga, qualquer coisa.

— Pode deixar. Você também.

O loirinho sorriu e Kyungsoo saiu caminhando. Resolveu que ir a pé seria melhor pra por suas idéias no lugar, nada estava fazendo sentido na sua cabeça. 

Won-si era realmente capaz de fazer essas coisas?

Kyungsoo não duvidava de nada. Lembrou da forma que o Homem tratara Lay dias antes. Aquilo fez seu estomago revirar, dando-lhe a sensação de que o rámen apimentado que havia comido poderia voltar a qualquer momento.

Respirou fundo e segurou as alças da mochila, tentando ao máximo não surtar com todos aqueles pensamentos que lhe rodeavam a mente, andando em circulos. 

O baixnho abriu a porta e livrou-se dos tênis em seguida, trancando a mesma atrás de si. Sua cabeça estava a ponto de explodir. Correu os olhos pela sala, deparando-se com a mesma perfeitamente arrumada. Suspirou aliviado por não ter que correr pra fazer aquilo, então apenas subiu. Precisava de um banho e algum remédio pra dor de cabeça.

Subiu as escadas a passos relativamente lentos e arrastados enquanto ia se livrando das alças da mochila pelo caminho, passando a arrastar a mesma pelo corredor até o quarto. Sorriu fraco ao ver o mesmo arrumado. Estava começando a gostar da presença de Chanyeol ali.

Olhou em volta em busca do mais alto, mas nem se quer sinal do mesmo. Deu de ombros, um garoto daquele tamanho não se perdia facilmente, logo logo encontraria ele. Jogou-se na sua cama, fechando os olhos por um breve instante. Até seu celular vibrar. Desbloqueou o mesmo, vendo o nome do seu pai brilhar no ecrã. Havia mandado algumas mensagens para o mais velho enquanto Baekhyun estava no banho.

Pai: Porque diabos você quer que eu veja se ele tem ficha criminal? Sua mãe já deve ter averiguado isso.

Kyungsoo: Eu tenho minhas dúvidas perante a isso.

Kyungsoo: Qual é, pai. É só verificar um arquivo.

A resposta do Homem demorou alguns minutos.

Pai: Arquivos sigilosos, diga-se de passagem.

Kyungsoo: Como se você nunca tivesse feito isso.

Kyungsoo: Eu podia pegar o notebook da mamãe e pedir pra um amigo meu que é hacker fazer isso. Mas veja só, eu to pedindo pra você, um advogado renomado e que pode fazer isso legalmente resolver essa pra mim.

Pai: Você é um filho da puta persuasivo.

Pai: Me manda o nome da desgraça.

Kyungsoo: Eu sou tudo que há de ruim em você e na mamãe.

Kyungsoo: Park Won-si.

Pai: Preciso ir pra uma audiencia agora. Mas prometo que ainda hoje eu vejo isso.

Kyungsoo: Obrigado, pai.

Pai: Cuida da sua mãe garoto.

Kyungsoo riu soprado ao ler aquilo. Era o que ele fazia desde sempre.


Notas Finais


Marr gente.
Mexeram com o Baekhyun, mexeram com o lado SatanSoo.
E agora?


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