História Sorry for being who I am. - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias EXO, Red Velvet
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Irene, Joy, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin, Yeri
Tags Angst, Chansoo, Chanyeol, Exo, Kyungsoo, Lemon, Long Imagine, Sad, Yaoi
Visualizações 393
Palavras 1.265
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, oi amores <3
Ces tão bem?
Eu escrevi esse no Pc, então me perdoem se a formatação ficar ruim.

AAAAAA~ Muito obrigada pelos comentários anteriores <3 Vontade de imprimir todos e colar na testa.

Capítulo 6 - Coisas arrumadas, pensamentos e um possível jantar.


O menor por fim levantou a cabeça, encarando Chanyeol. Em outras ocasiões, jogaria a primeira coisa que visse pela frente na cabeça do outro. Mas jurou pra sua mãe que não causaria danos físicos graves no Park.

 

— Eu não to falando nada. Aliás, nem se quer quero falar com você. 

 

— Realmente. É isso. — o maior riu e o baixinho revirou os olhos.

 

Os dois ficaram ali em silêncio, cada um imerso em seu devido celular por um longo tempo. O tédio fez o Park se sentir inquieto, então o mesmo resolveu levantar e ir até a cozinha para achar algo pra fazer lá. Nem que fosse lavar a louça que tinha na pia.

Kyungsoo respirou aliviado com a ausencia do outro ali, relaxando no sofá. A presença do Park lhe deixava - muito - tenso. Chanyeol fazia sua cabeça explodir, seus pensamentos tão organizados, se tornavam um circulo gigante, com um amontoado de ideias que não faziam sentido nenhum. Isso irritava o menor.

Soo ainda se perguntava o porque do maior ter pedido aquele beijo. Nada fazia sentido nenhum. O cara que zoava o baixinho na escola estava beijando ele em casa. Aquilo não tinha explicação nenhuma. Os olhos do menor arregalaram-se quando uma luz vermelha e piscante ascendeu dentro dele, fazendo todo seu interior gelar. E se aquilo tivesse sido mais uma brincadeira de mal gosto do maior? Soo estava literalmente fodido se o Park resolvesse repetir sua atitude de antes e contar para quem quer fosse dos seus amigos. 

E se Kai descobrisse?

Novamente Kyungsoo se viu preso ao seu pesadelo da infancia. Só que dessa vez, ele estava nas mãos de Chanyeol. Mas havia outra coisa que não se encaixava com tudo aquilo: Park Chanyeol era gay?

Afinal, nem por uma brincadeira, por maior que fosse, um hetero beijaria um garoto. Novamente ele se encontrou em seus pensamentos circulares, que não iam para lugar nenhum.

 

— Você me deixou sozinho. — a voz de Kai lhe trouxe de volta dos seus pensamentos. Logo o moreno deitou-se no sofá, apoiando sua cabeça no colo alheio. — Estava tão pensativo... O que foi?

 

— Não quis ficar lá e te acordar. Você sabe que sou inquieto. — Soo passou os dedos pelos fios platinados  do namorado. — Estava pensando nas coisas da escola. Tenho alguns trabalhos e ainda tem a reunião do Gremio estudantil essa semana.

 

— A respeito do baile? — Kai fechou os olhos, sentindo os carinhos do menor.

 

— Sim, o maldito baile.

 

— Eu deveria te convidar? — Kai sorriu, ainda de olhos fechados.

 

— Sim. É o minimo. Mesmo sabendo que eu não vou! — Soo deu de ombros, mesmo que o outro não pudesse ver.

 

— O Kris quer convidar o Baek. — o moreno abriu os olhos. — Mas ele só vai se eu for. Não quer fazer parecer um encontro romantico, mas sim, algo com os amigos.

 

— Eu quero socar a cara do Yifan nesse exato momento.

 

— Não alcançaria. — Kai riu e levou um tapa na testa, do baixinho. — Vamos ao baile?

 

— Ah. O que eu não faço para o Baek desencalhar e parar de reclamar da vida!

 

Kai riu e fechou os olhos novamente. Logo um silencio tomou conta do local. Ouvia-se apenas o som da respiração dos dois e por um momento, da porta do armário batendo, seguida de um "caralho", grunhido pelo outro na cozinha. 

O moreno abriu os olhos e encarou o baixinho, com um ar de confusão.

 

— Chanyeol. — Kyungsoo falou frio.

 

— Eu tenho que me acostumar com a presença dele aqui. — Kai sentou no sofá.

 

— Eu nunca vou conseguir isso. — o  baixinho rebateu. 

 

O moreno comprimiu os lábios. Ele não queria falar do outro.

 

— Então. — O moreno procurou um assunto internamente. — O trabalho de quimica. Quem é sua dupla.

 

— Consegui convecer a professora a me deixar fazer com o Baek. E você?

 

— Sehun. —  Kai deu de ombros. — Vamos fazer uma parte hoje a noite e o restante no sábado. Ele é aparentemente muito ocupado. — Revirou os olhos.

 

— Oh Sehun? O garoto mais popular da escola. — Kai assentiu e o baixinho continuou. — Além de vadia assumida, ainda é gay.

 

— Tá com ciumes?— Kai sorriu de canto e o baixinho negou com a cabeça, fazendo o moreno rir alto.

 

— Para de rir. Não to com ciumes. Só espero que ele não esteja querendo morrer acidentalmente.

 

— Acidentalmente?

 

— É até que alguém prove o contrário.

 

­— Pobre Sehun. — O moreno riu e Kyungsoo revirou os olhos. — Preciso ir. — fitou o relógio que usava.

 

Soo apenas assentiu e logo em seguida os dois estavam na porta. Kai respirou pesado e beijou a testa do menor, passando a destra pela bochecha de Kyungsoo.

 

— Tenta não matar o dumbo acidentalmente. 

 

— Não prometo nada.— Soo deu de ombros.

 

O maior despediu-se e saiu caminhando com ambas as mãos nos bolsos. O baixinho esperou o namorado sumir do seu campo de visão para fechar a porta. Não que Kai se importasse, já que nunca virava para trás.

Soo deu alguns passos para trás, virando em seguida, dando de cara com Chanyeol encostado na porta da cozinha.

 

— Que coisa mais sem graça. — ele riu anasalado. — Nem um beijo. Sério isso, Soo?

 

— Desde quando eu deixo você me  chamar pelo meu apelido? — o baixinho arqueou a sobrancelha.

 

— É complicado conviver com você.

— Igualmente! — Soo bufou. — Esquece. Vem comigo. Tenho algo pra te mostrar.

 

O baixinho subiu as escadas enquanto o maior seguia atrás. Entraram no quarto e o menor seguiu até o guarda-roupas, abrindo o mesmo.

 

— Eu abri um espaço para você por suas coisas. Pelo menos por agora eu acho que dá. Depois que vocês trouxerem o resto da mudança, a gente vê o que faz. — Fechou a porta do roupeiro. — Tem um colchão inflavel de casal no escritório, você pode pegar ele e a gente coloca em qualquer canto aqui. Se precisar eu empurro minha cama pra lá. — apontou. — ou se não você dorme na sofá. Eu juro que não vou me importar.

 

— Se eu coubesse naquele sofá, não pensaria duas vezes. — Chanyeol murmurou em tom quase inaudivel. — Alguma regra em relação ao quarto?

 

— Hmn. Eu não sou muito fã de bagunça, mas tanto faz. — Soo torceu os lábios pensando em algo que poderia lhe incomodar. — Ah. Só me avisa antes, caso for trazer alguém pra dormir aqui.  Aí eu vou dormir na casa do Baek ou do Kai.

 

— Ok. — Chanyeol assentiu. — E quanto a casa?

 

— Bom, como você deve ter visto, minha mãe as vezes não tem hora pra voltar do trabalho, e é bem provavel que fique só nós dois em casa, a menos que seu pai não trabalhe esse hórario. Trabalha?—  Chanyeol assentiu. —  então. Eu quem faço o trabalho de casa, se você puder me ajudar nisso, tá bom.

 

— Tudo bem, era eu quem fazia em casa também. Era só isso? —  O baixinho assentiu. —  Vou pegar minhas coisas lá em baixo.

 

Kyungsoo assentiu. O maior saiu do quarto e Soo também saiu em seguida, levando algumas roupas e indo para o banheiro tomar banho.

Chanyeol arrumou suas coisas no guarda-roupa, a mochila ao lado da de Kyungsoo e tentou organizar os livros no roupeiro mesmo. Assim que terminou, sentou na cama do menor, deixando-se levar por seus pensamentos, olhando para um ponto qualquer.

 

— O que eu posso pedir para o jantar? —  O baixinho entrou no quarto, usando a toalha branca para secar os cabelos.

 

— Ahn? —  Chanyeol perdeu-se dos seus pensamentos, comprimindo os lábios. Não havia prestado atenção.

 

—  Comida. O que eu posso pedir pra gente comer no Jantar?

 

—  Por mim qualquer coisa. —  o maior deu de ombros. —  Ou eu posso cozinhar.

 

—  Você por acaso tem planos de por fogo na casa comigo dentro?


Notas Finais


Será que tem? kkkkkkkkkk
Muita ameaça de morte pra um capitulo só.
Até o próximo. Amo vocês. <3


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