História Sorte de Gato Preto - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Romance
Exibições 12
Palavras 1.181
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente ta dando problema na hora de postar.
Não sei se é só comigo que está acontecendo isso, mas na hora de escrever fica sumindo ou aparecendo letras do nada e para ajudar mais ainda a tela fica piscando e não da para ver oque ta escrevendo. (desculpa se tiver muitos erros)

Capítulo 17 - Coroa de Flores


Fanfic / Fanfiction Sorte de Gato Preto - Capítulo 17 - Coroa de Flores

   Eram seis horas da tarde e o sol já estava quase se pondo, eu estava sentada perto da árvore do balanço de frente para várias flores amarelas que etavam murchas e quase mortas.

   - Será que funciona sem transformação? - Perguntei para mim mesma.

    Peguei as rosas em minhas mãos e às observei. Nada aconteceu, elas não se renovaram ou nada do tipo.

   - Calma Lacey, você ainda tem que treinar muito para conseguir fazer isso. - Popy surgiu em meu lado.

   - E quando começamos? - Perguntei ainda com as flores nas mãos.

   - Quando anoitecer. Aproveite seu dia. - Ela falou e sumiu.

    Logo que ela sumiu as flores se renovaram.

   - Obrigado Popy! - Falei.    Com cuidado para não machucar as rosas, eu fazia uma linda coroa já como havia dado a minha para Annabell. 

   Assim que terminei olhei para a casa de Nath e de lá vi sair uma sombra preta, não consegui identificar oque era por causa da distância.    

Mesmo não sabendo oque era me dirigi até lá. 

Quando cheguei não havia nada e a janela do quarto de Nath estava aberta.    Entrei sem pensar duas vezes e logo comecei a chama-lo.

   - Nath? Você está aqui? - Chamava, mas não era respondida.

    Será que ele saiu? Acho melhor voltar para casa.

    Estava trilhando o caminho de volta para casa de minha vó, quando minha coroa de flores voa.

   - Não! Volta aqui! - Gritei sabendo oque tinha que fazer. 

   Olhei rapidamente para os lados e vi que estava sozinha, me transformei e logo me preparei para pular nas árvores e alcançar minha coroa.

   - Devia tomar mais cuidado. Alguém pode ter visto isso.. - Alguém atrás de mim falou.

   - É você. - Falei assim que me deparei com Lucas.

   - Sorte sua que sou eu. oque vai fazer? - Ele perguntou.

   - A curiosidade matou o gato. - Falei pulando na árvore. 

  - Acho que acabou de me confundir com um outro garoto loiro, não é? - Ele falou apenas sorri e fui atrás da coroa de flores.

       Pulei em vários galhos seguindo aquela coroa, sempre quando chegava perto dela ela voava para mais longe.

    O céu já estava em um tom escurecido, logo a lua iria nascer.

   - Peguei! - Gritei assim que consegui pegar a coroa de flores.

    Do alto da árvore vi Lucas indo para a casa de minha vó.

   - Oque ele está aprontando dessa vez... - Falei para mim mesma antes de descer da árvore e correr em direção a casa de minha vó.

      - Oque veio fazer aqui? - Perguntei assim que cheguei.

   - Vim visitar minha amiga para pedir alguns conselhos, mas ela não está em casa no momento. - Ele falou.

   - Conselhos? - Perguntei.

    Nos dirigimos para a parte onde se localizava o lago. 

  - Você lembra que me salvou, não lembra? - Ele perguntou sentando na rede.

   - Acho impossível não lembrar. - Falei.   - Então... Você lembra porque eu estava tão magoado? - Ele perguntou

   - Sim, eu acho. - Respondi sem muita certeza.

   - Eu ainda gosto muito daquela garota.. E queria que você me ajudasse. - Ele falou e logo passou a mão em seus cabelos loiros.

   - Não precisa ficar nervoso. Eu ajudo você. - Falei e sorri para ele.

   - Obrigada. - Ele agradeceu.


   Ponto de vista de Nath  

  Estava deitado em meu quarto quando ouvi a voz de Volpina. Não sei porque se ainda nem havia ficado escuro. 

  - Melhor eu ir ver oque ela está aprontando. - Falei antes de me transformar.

    Pulei pela janela de meu quarto, mas fiquei triste ao ver que ela havia ido embora.

   - Para onde ela foi? - Me perguntei.

   - Para a casa da vó de Lacey, tenho quase certeza. Afinal ela sempre esta lá. - Falei e logo me dirigi a casa da vó de Lacey.

    Depois de chegar ouvi vozes vindas da rede que se localizava perto do lago.    Ao me aproximar vi Volpina na rede com aquele garoto loiro.

   - Não gosto nem um pouco desse garoto perto dela. - Falei bravo para mim mesmo.

    Observei por mais um tempo até que o garoto tirou de seu bolso uma caixinha e a abriu para Volpina. 

   Era um anel? Como assim? Oque está acontecendo.

    Volpina parecia muito animada e feliz, ela o abraçou com todas as forças. Não aguento mais ver isso.

    Já como estava um pouco longe deles eles não podiam me ver entrando no quarto de Las.

   - Princesa? Você está aqui? - Chamei Lacey, ela parece gostar quando chamo ela assim.

    Chamei mais algumas vezes, mas não fui atendido.   - Não sei oque fazer. Sempre que encontro com uma delas não consigo encontrar com a outra. Porque será?. 

   Achei melhor à esperar então sentei em sua cama e esperei... 

 Ponto de vista de Lacey        

Já havíamos treinado mais de mil vezes, mas não adiantava ele sempre ficava nervoso e dava tudo errado.

   - Calma. Tenta de novo, dessa vez tenta respirar. - Falei.

   - Ta bom.. - Ele falou voltando a sua posição.

   - Clara. Faz tempo que eu gosto de você e queria saber se você não gostaria de ser minha namorada. - Ele falou mostrando o anel.

   - Você conseguiu! Nem ficou tão nervoso assim! -  Falei e o abracei.

   - Dessa vez ficou perfeito. Acha que já estou pronto? - Ele perguntou.

   - Acho que sim! - Falei.

   - Então amanhã vou pedir ela em namoro. Obrigada Lacey, você é a melhor amiga do mundo. - Ele falou.

   - Ta ficando tarde, acho melhor eu ir para casa. - Ele falou.

   - Quer que eu leve você? - Perguntei me levantando da rede.

   - Não tem nada mais importante para fazer? - Ele perguntou.

   - Agora não. - Respondi.


     - Lacey. Você não mora aqui, ou mora? - Ele falou enquanto caminhávamos.

   - Não. Vou ficar aqui até o final das férias. - Falei.

   - E como vai ficar esse negócio de heroína? - Ele perguntou.

   - Acho que tenho que acabar com todo o mal antes de ir. - Falei.

   - Chegamos. Quer entrar? - Ele perguntou assim que paramos em frente a uma linda casa branca.

   - Não. Eu tenho que falar com o Chat. - Respondi antes de ir embora.

      Demorei mais ou menos vinte minutos para chegar na casa de minha vó. Como havia me transformado em Lacey para levar Lucas para casa, entrei pela porta da frente.

    Minha vó e Alice faziam a janta, meu pai falava ao telefone enquanto Raquel e Mini brincavam.

   - Acho que não tenho nada para fazer aqui. - Falei baixo para mim mesma e fui para meu quarto. 

   Quando abri a porta me deparei com Chat mexendo na caixinha que encontrei com a pulseira.

   - Oi. - Ele falou colocando a caixinha no lugar rapidamente.

   - Oi, oque ta fazendo aqui? - Perguntei.

   - Porque não me contou antes? Quanto tempo achou que iria me enganar? - Ele perguntou.

    Fiquei muito assustada com as perguntas. Será que ele sabe da verdade?


Notas Finais


Isso foi o máximo que consegui. Vou ver se consigo arrumar esses problemas.
Bjs ❤


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