História Sorte de Gato Preto - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Romance
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Palavras 1.482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Não estou com sono então decidi escrever mais uma Capítulo...
Boa Leitura. 😘😘

Capítulo 8 - Diversão de Verdade


Fanfic / Fanfiction Sorte de Gato Preto - Capítulo 8 - Diversão de Verdade

- Vocês vão pagar por terem tirado minha coroa de mim!!! - A princesa falou antes de derrubar uma árvore perto da casa.

- Você tira as pessoas daqui, eu cuido dela. - Falei determinada para o gato que parecia assustado.

- Você que manda - Ele falou antes de correr para a casa.

Olhei em volta e tive uma ideia, toquei algumas notas antes de atingir três árvores ao redor da princesa, enquanto isso ela tentava me acertar jogando coisas como pedras.

Como eu planejei com o toque da flauta os galhos cresceram prendendo ela.

Eu estava pronta para fazer ela voltar ao normal com meus poderes, mas ela cresceu mais ainda quebrando as árvores.

- Eu não achei uma pessoa! - O garoto se aproximou gritando.

- Tem mais uma menina lá dentro, tente distrair ela enquanto eu tento achar a menina. - Ele falou, eu sabia que ele não acharia a menina.

- Uma de cabelos cacheados? - Perguntei tentando me descrever.

- Sim. - Ele respondeu

- Eu já tinha tirado ela de lá, não se preocupe ela está segura. Agora vamos pensar em algo. - Falei desviando das pedras que a princesa arremessa.

- Qual o seu poder especial? - Ele perguntou

- Faço as árvores crescer - Respondi como se já fosse óbvio.

- Não.. Procura na flauta. - Ele mandou.

Olhei para minha flauta e tinha um desenho de raposa, quando apertei ela se transformou em um arco e nas minhas costas apareceu um estojo de flechas com algumas flechas dentro.

Outra coisa que eu não sabia usar.

- Gatinho! Eu não sei usar... - Falei mostrando á ele o arco.

- Você tem poderes, aposto que também não sabe tocar flauta. - Ele respondeu rindo.

Peguei uma flecha e a coloquei no arco, acertei uma árvore.

- Vamos gatinha. - Ele provocou

- Sou uma raposa - Falei brava.

Tentei novamente desta vez puxando a flecha até a bochecha, acertei a coroa fazendo a princesa gritar e diminuir até voltar ao seu tamanho normal.

- Eu consegui... - Falei surpresa abaixando o arco.

- Annabel - Gritou o gato correndo até a garotinha que estava deitada no chão.

Assim que a garotinha voltou ao normal, as árvores que haviam sido destruídas iluminaram-se e voltaram ao normal.

Corri até a garotinha e vi que ela estava bem.

- Onde eu estou? - Perguntou ela levantando do chão, ela usava um vestido longo e armado com o cabelo loiro solto.

- Eu te levo para a sua casa. - Falou o garoto pegando ela no colo.

- Eu posso levar - Me ofereci.

- Eu levo, você pode avisar os moradores da casa que o perigo já passou? - Ele perguntou.

- Sim - Falei e o observei se afastando com ajuda do bastão.

Fui procurar minha família e os encontrei do outro lado da estrada depois da casa.

- Meu parceiro e eu já cuidamos de tudo, já podem voltar. - Falei me preparando para sair.

- Espere, minha filha não esta aqui. - Falou meu pai, eu esqueci de mim mesma.

- No meio da luta eu á encontrei, levei ela para um lugar seguro e agora já á levei de volta para a casa. - Inventei qualquer desculpa, estava pronta para sair.

- Qual o seu nome heroína laranja? - Perguntou minha irmã.

- É... - Olhei para minha roupa - É Volpina.

- Vai nos proteger agora Volpina? - Perguntou minha vó.

- Sim, tenho um parceiro que ajudou muito. Foi ele que tirou vocês da casa, não é? - Perguntei mesmo sabendo da resposta.

- Sim, ele é um gatinho - Respondeu Raquel com um sorriso no rosto.

- Tenham uma boa noite - Falei antes de correr para atrás da casa e pular a janela voltando ao normal e caindo na cama.

- Foi tão maravilhoso, mas ao mesmo tempo cansativo. - Falei para Popy que apareceu assim que voltei a ser apenas Lacey.

- Se amanhã não haver mais problemas, você pode treinar sua pontaria. - Falou a pequena raposa.

- Agora durma, deve estar muito cansada. - Falou antes de sumir.

Fiquei pensando em quantas coisas havia acontecido hoje: Conheci Nath, ganhei uma festa, ganhei poderes e um parceiro sem contar que salvei uma garotinha.

- Acho que não vou pedir para ir embora, pelo menos não amanhã. - Falei para mim mesma antes de adormecer.

 

Acordei com um sorriso no rosto, escolhi uma roupa discreta: Uma saia preta com uma bota cano curto, o destaque era a blusa com estampa de gato.

- Bom dia - Falei para todos que estavam na mesa do café.

- Bom dia querida - Falou minha madrasta.

Peguei umas bolachas (Não é biscoito) e sai para fora da casa. O sol estava brilhando mais que nunca e o lugar estava verde e lindo.

- Não preciso de sorte de gato preto para fazer isso Nath... - Falei para mim  mesma olhando as árvores cheias de frutos.

Decidi caminhar pelo lugar apreciando oque meus poderes fizeram.

- Eu amei - Falei assim que Popy apareceu.

- Da para ver - Ela falou rindo, também sorri.

- Onde está indo? - Perguntou ela.

- O Nath tem que saber disso.. - Falava, mas fui interrompida.

- Não Las. Ninguém pode saber. - O sorriso sumiu de meu rosto por uns instantes.

- Adorei a blusa, algum motivo em especial? - Popy sumiu rapidamente e me virei vendo Nath se aproximando.

- Na verdade não. - Menti.

- Achei que tinha mudado de ideia sobre não gostar de gatos pretos. - Ele falou já caminhando ao meu lado.

- Não... Continuo com minha opinião. Você ficou sabendo oque aconteceu ontem á noite? - Quis saber.

- Sim, o Chat (se pronuncia Cat, mas eu sou meio louca e vou escrever assim) me explicou assim que me entregou minha maninha. - Ele falou.

- Chat? Ele não podia inventar um nome melhor não? - Falei entre risadas.

- Ei! Eu achei muito legal! - Falou ele.

- Sei...

- Mas ficou sabendo que tinha mais alguém? - Ele perguntou.

- Sim Ela se chama Volpina, ela me salvou e ela é linda - Falei convencida.

- Concordo, quem será ela? - Ele perguntou.

- Não importa, oque importa é que ela vai nos proteger agora. -Tentei disfarçar o ciúmes que estava de mim mesma.

- Verdade.

- Posso fazer algumas perguntas? Não sei nada sobre você. - Fiquei surpresa e apenas fiz sinal que sim com a cabeça.

- Qual sua cor favorita?

- Lilas.

- A minha é verde - Ele falou rindo.

- Oque você não gosta de comer? - Fiz careta.

- É estranho... Não gosto de sorvete. - Respondi.

- Nossa. De nenhum sabor? - Ele perguntou.

- Não.

- Mas você tem que provar o sorvete que minha mãe faz, você iria gostar porque não parece sorvete. - Sorri com a piada sem graça dele.

- Oque vai fazer para se divertir já que hoje é domingo? - Ele perguntou.

- Ficar na rede ouvindo música. - Respondi e ele parou de andar.

- Chama isso de diversão? Eu vou te mostrar oque é diversão de verdade. - Ele falou e me puxou.

Corremos até o porão onde ele pegou uma corda e uma outra coisa que não identifiquei.

Segui ele até uma árvore grande com vários galhos. Ele passou a corda por um galho e amarrou, por final ele formou um balanço

- Achei que a diversão fosse para mim não para Raquel - Falei decepcionada.

- Você não pode pesar tanto assim, é para você. - Falou rindo.

- Oque? Só pode estar brincando. - Falei, mas não consegui ficar séria.

Depois de um tempo decidi convidar ele para almoçar comigo.

- O almoço esta maravilhoso. - Ele falou e pegou seu copo de suco.

Em um movimento rápido derramou um pouco do suco em minha saia.

- Porque fez isso? - Perguntei me levantando.

- Foi sem querer. Vai ter que trocar. - Ele falou tentando segurar a risada.

Não entendi, então fui para meu quarto trocar de roupa. Quando cheguei me deparei com um vestido branco e uma tiara de flores na minha cama.

- Gostou? - Me virei e ele estava na porta.

- Eu amei - Corri até ele e dei um abraço tendo que ficar nas pontas dos pés.

- Mas você não precisava estragar minha saia. - Falei rindo.

- Eu só queria que você gostasse de mim, eu sei que sou um pouco chato, mas podemos ser ótimos amigos. - Ele falou.
 

Depois de colocar o vestido ficamos a tarde toda conversando e nos divertindo de baixo daquela árvore, até que foi legal. 

Quando ele foi embora já estava quase escuro e isso significava que estava quase na hora de treinar.
  


Notas Finais


Queria agradecer as maravilhosas pessoas que comentam. Porque isso me motiva a querer escrever cada vez mais para vocês...
Até o próximo Capítulo Bjs 💓💓


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