História Sorte de Gato Preto - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Romance
Exibições 34
Palavras 1.551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Não estou com sono então decidi escrever mais uma capítulo...
Boa Leitura. 😘😘

Capítulo 8 - Diversão de Verdade


Fanfic / Fanfiction Sorte de Gato Preto - Capítulo 8 - Diversão de Verdade

     - Vocês vão pagar por terem tirado minha coroa de mim!!! - A princesa falou antes de derrubar uma árvore perto da casa.
  - Você tira as pessoas daqui, eu cuido dela. - Falei determinada para o gato que parecia assustado.
  - Você que manda - Ele falou antes de correr para a casa.
   Olhei em volta e tive uma ideia, toquei algumas notas antes de atingir três arvores ao redor da princesa, enquanto isso ela tentava me acertar.
   Como eu planejei com o toque da flauta os galhos cresceram prendendo ela.
   Eu estava pronta para fazer ela voltar ao normal com meus poderes, mas ela cresceu mais ainda quebrando as árvores.
  - Eu não achei uma pessoa!- O garoto se aproximou gritando.
  - Tem mais uma menina la dentro, tente distrair ela enquanto eu tento achar a menina. - Ele falou, eu sabia que ele não acharia a menina.
  - Uma de cabelos cacheados? - Perguntei tentando me descrever.
  - Sim. - Ele respondeu
  - Ja tinha tirado ela de lá, não se preocupe ela esta segura. Agora vamos pensar em algo. - Falei desviando das pedras que a princesa arremessa.
  - Qual o teu poder especial? - Ele perguntou
  - Faço as árvores crescer - Respondi como se já fosse óbvio.
  - Não.. Procura na flauta. - Ele mandou.
   Olhei para minha flaura e tinha um desenho de raposa, quando apertei ela se transformou em um arco e nas minhas costas apareceu um estojo de flechas com algumas flechas dentro.
   Outra coisa que eu não sabia usar.
  - Gatinho! Eu não sei usar... - Falei mostrando a ele o arco.
  - Você tem poderes, aposto que também não sabe tocar flauta. - Ele respondeu rindo.
   Peguei uma flecha e a coloquei no arco, acertei uma árvore.
  - Vamos gatinha. - Ele provocou
  - Sou uma raposa - Falei brava.
   Tentei novamente desta vez puxando a flecha ate a bochecha, acertei a coroa fazendo a princesa gritar e diminuir até voltar ao seu tamanho normal.
  - Eu consegui... - Falei surpresa abaixando o arco.
  - Annabel - Gritou o gato correndo até a garotinha que estava deitada no chão.
   Assim que a garotinha voltou ao normal, as árvores que haviam sido destruídas iluminaram-se e voltaram ao normal.
   Corri até a garotinha e vi que ela estava bem.
  - Onde eu estou? - Perguntou ela levantando do chão, ela usava um vestido longo e armado com o cabelo loiro solto.
  - Eu te levo para a sua casa. - Falou o garoto pegando ela no colo.
  - Eu posso levar - Me ofereci.
  - Eu levo, você pode avisar os moradores da casa que o perigo já passou? - Ele perguntou.
  - Sim - Falei e o observei se afastando com ajuda do bastão.
   Fui procurar minha família e os encontrei do outro lado da estrada depois da casa.
  - Meu parceiro e eu já cuidamos de tudo, já podem voltar. - Falei me preparando para sair.
  - Espere, minha filha não esta aqui. - Falou meu pai, eu esqueci de mim mesma.
  - No meio da luta eu a encontrei, levei ela para um lugar seguro e agora já a levei de volta para a casa. - Inventei qualquer desculpa, estava pronta para sair.
  - Qual o seu nome heroína laranja? - Perguntou minha irmã.
  - É... - Olhei para minha roupa - É Volpina.
  - Vai nos proteger agora Volpina? - Perguntou minha vó.
  - Sim, tenho um parceiro que ajudou muito. Foi ele que tirou vocês da casa, não é? - Perguntei mesmo sabendo da resposta.
  - Sim, ele é um gatinho - Respondeu Raquel com um sorriso no rosto.
  - Tenham uma boa noite - Falei antes de correr para atrás da casa e pular a janela voltando ao normal e caindo na cama.
  - Foi tão maravilhoso, mas ao mesmo tempo cansativo. - Falei para Popy que apareceu assim que voltei a ser apenas Lacey.
  - Se amanhã não haver mais problemas, você pode treinar sua pontaria. - Falou a pequena raposa.
  - Agora durma, deve estar muito cansada. - Falou antes de sumir.
   Fiquei pensando em quantas coisas havia acontecido hoje: Conheci Nath, ganhei uma festa, ganhei poderes e um parceiro sem contar que salvei uma garotinha.
  - Acho que não vou pedir para ir embora,pelo menos não amanhã. - Falei para mim mesma antes de adormecer.
 
   Acordei com um sorriso no rosto, escolhi uma roupa discreta: Uma saia preta com uma bota cano curto, o destaque era a blusa com estampa de gato.
  -Bom dia - Cumprimentei todos que estavam na mesa do café.
  - Bom dia querida - Falou minha madrasta.
   Peguei umas bolachas (Não é biscoito) e sai para fora da casa. O sol estava brilhando mais doque nunca e o lugar estava verde e lindo.
  - Não preciso de sorte de gato preto para fazer isso Nath... - Falei para mim  mesma olhando as árvores cheias de frutos.
   Decidi caminhar pelo lugar apreciando oque meus poderes fizeram com o lugar.
  - Eu amei - Falei assim que Popy apareceu.
  - Da para ver - Ela falou rindo, também sorri.
  - Onde esta indo? - Perguntou ela.
  - O Nath tem que saber disso.. - Falava mais fui interrompida.
  - Não las. Ninguém pode saber. - O sorriso sumiu de meu rosto por uns instantes.
  - Adorei a blusa, algum motivo em especial? -Popy sumiu rapidamente e me virei vendo Nath se aproximando.
  - Na verdade não. - Menti.
  - Achei que tinha mudado de ideia sobre não gostar de gatos pretos. - Ele falou ja caminhando ao meu lado.
  - Não... Continuo com minha opinião. Você ficou sabendo oque aconteceu ontem a noite? - Quis saber.
  - Sim, o chat (se pronuncia cat, mais eu sou meio louca e vou escrever assim) me explicou assim que me entregou minha maninha. - Ele falou.
  - Chat? Ele não podia inventar um nome melhor não? - Falei entre risadas.
  - Ei! Eu achei muito legal! - Falou ele.
  - Sei...
  - Mais ficou sabendo que tinha mais alguem? - Ele perguntou.
  - Sim Ela se chama Volpina, ela me salvou e ela é linda - Falei convencida.
  - Concordo, quem sera ela? - Ele perguntou.
  - Não importa, oque importa é que ela vai nos proteger agora. -Tentei disfarçar o ciúmes que estava de mim mesma.
  - Verdade.
  - Posso fazer algumas perguntas? Não sei nada sobre você. - Fiquei surpresa e apenas fiz sinal que sim com a cabeça.
  - Qual sua cor favorita?
  - Lilas.
  - A minha é verde - Ele falou rindo.
  - Oque você não gosta de comer? - Fiz careta.
  - É estranho... Não gosto de sorvete. - Respondi.
  - Nossa. De nenhum sabor? - Ele perguntou.
  - Não.
  - A mais você tem que provar o meu sorvete, você iria gostar porque não parece sorvete. - sorri com a piada sem graça dele.
  - Oque vai fazer para se divertir já que hoje é domingo? - Ele perguntou.
  - Ficar na rede ouvindo música. - Respondi e ele parou no ato.
  - Chama isso de diversão? Eu vou te mostrar oque é diversão de verdade. - Ele falou e me puxou.
    Corremos até o porão onde ele pegou uma corda e uma outra coisa que não identifiquei.
   Segui ele até uma árvore grande com varios galhos. Ele passou a corda por um galho e amarrou, por final ele formou um balanço.
  - Achei que a diversão fosse para mim não para Raquel - Falei decepcionada.
  - Você não pode pesar tanto assim, é para você. - Falou rindo.
  - Oque? Só pode estar brincando. - Falei, mas não consegui ficar séria.

   Depois de um tempo decidi convidar ele para almoçar comigo.
  - O almoço esta maravilhoso. - Ele falou e pegou seu copo de suco.
   Em um movimento rapido derramou um pouco do suco em minha saia.
  - Porque fez isso? - Perguntei me levantando.
  - Foi sem querer. Vai ter que trocar. - Ele falou tentando segurar a risada.
   Não entendi, então fui para meu quarto trocar de roupa. Quando cheguei me deparei com um vestido branco e uma tiara de flores na minha cama.
  - Gostou? - Me virei e ele estava na porta.
  - Eu amei - Corri até ele e dei um abraço tendo que ficar nas pontas dos pés.
  - Mas você não precisava estragar minha saia. - Falei rindo.
 
   Depois de colocar o vestido ficamos a tarde toda conversando e nos divertindo de baixo daquela árvore, até q foi legal.
   Quando ele foi embora já estava quase escuro e isso significava que estava quase na hora de treinar.
  


Notas Finais


Queria agradecer as maravilhosas pessoas que comentam. Porque isso me motiva a querer escrever cada vez mais para vocês...
Bjs 💓💓


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