História Sorte de Gato Preto - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Romance
Exibições 29
Palavras 1.306
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem estar postando tão tarde, mas não estou conseguindo me acostumar com esse horário...
Boa Leitura 💓💓

Capítulo 9 - Gatinho Desastrado


Fanfic / Fanfiction Sorte de Gato Preto - Capítulo 9 - Gatinho Desastrado

Esperei que todos estivessem dormindo para abrir a janela, estava super nervosa.
   Encarei a lua através da janela e logo que coloquei a pulseira perto de meu quadril senti minha roupa mudar.
   Com a transformação completa pulei pela janela.
  - Não acredito que isso esta acontecendo... -Falei para mim mesma.
   Transformei minha flauta em arco e flechas, já como não havia nada de diferente poderia treinar.
   Corri até depois do lago onde se localizava algumas árvores, de lá ainda avistava-se a casa de minha vó que ficava um pouco mais abaixo.
  - Olha só oque encontrei perdida por ai - Me assustei com a voz, mas logo que virei me deparei com Chat.
  - Oque esta fazendo aqui? - Perguntei séria.
  - Vim treinar com minha gatinha favorita. - falou brincando.
  - Sou uma raposa Chat. - Falei sem pensar.
  - Espera como sabe meu nome? - Ele perguntou.
   Talvez ele tenha contado só para Nath e se ele descobrir que conheço Nath, pode descobrir quem sou.
  - Eu não sei, acho que você me contou. - Falei sem pensar outra vez.
   Ele fez uma careta mais logo depois sorriu, qual o problema dele? Será que não fica bravo não?
  - Que tal uma corrida? - Chat propôs com maldade na voz.
  - Quem chegar primeiro nas parreiras de uva. - Falei observando o caminho.
   O lago acompanhava o caminho ao lado das árvores por onde passariamos até chegar as parreiras.
  - Preparada? Vou contar até três. - Avisou
   Transformei o arco em flauta com a intensão de ir por cima das árvores com ajuda de meus poderes.
  - Um...
  - Dois..
  - Três!
   Subi no primeiro galho que vi toquei rapidamente uma nota enquanto subia mais.
   Com a flauta ao meu lado o galho crescia e eu corria por ele mudando de galho quando necessário.
   Chat esperto, pulou em minha frente.
  - Lenta demais. - Provocou.
   Puxei o rabo preto dele fazendo ele cair. Pulei por cima dele, mas ele agarrou meu tornozelo fazendo eu cair em sua frente.
  - Gatinho mau! - Falei rindo
   Ele pulou por mim me puxando para me levantar, assim que me enquilibrei usei a flauta para aumentar o galho de cima pulando nele e ficando mais acima de Chat.
  - Só porque não posso usar meus poderes! - Falou.
   Estava na frente mais Chat jogou seu bastão contra o galho que eu estava me fazendo perder o equilíbrio e caindo, assim que levantei percebi que meu cetro não estava em minhas mãos, vi ele cair no lago.
  - Chat não! - Gritei pulando da árvore em direção do lago.
  - Você vai perder. - Acho que ele não viu oque tinha feito.
  - Minha flauta, você a derrubou no lago. - Falei irritada.
   Ele pulou da árvore para meu lado.
  - Eu pego.
  - Claro que Você pega. - Falei mais irritada ainda.
   Ele me olhou sorrindo e tocou com as pontas dos dedos na água fazendo minha flauta pular para sua mão.
  - Como fez isso? - Perguntei surpresa.
  - É meu poder. - Falou me entregando a flauta.
   Assim que me entregou sai correndo, faltava pouco para alcançar as parreiras.
  - Ei não é justo. - Ele reclamou correndo atrás de mim.
  - Eu ter que aguentar um gatinho desastrado que não é justo. - Falei rindo.
  - Ganhei! - Gritei assim que cheguei as parreiras.
  - Muito bem gatinha. - Provocou.
  - Raposa! - Gritei.
  - E o seu nome? - Perguntou Chat curioso.
  - Volpina.
  - Esse ai eu sei, quero o de verdade.
  - Popy não deixa. - Respondi
  - Então eu adivinho. - Peguei um cacho de uva e sentei na grama.
  - Começa com A né?
  - Não.
  - Então começa com B. - fez careta.
  - Você não vai saber. Meu nome é bem diferente. - Falei comendo uma uva.
  - Me da uma pista? - Perguntou insistente.
  - Nem pensar. - Falei balançando a cabeça.
  - Cade essa Popy? - Perguntou bravo.
  - Ela não aparece na presença dos outros. - Respondi, mas me enganei.
  - Quem me chamou? - Perguntou a pequena.
  - A isso é a Popy, também tenho um desses. -Ele falou observando a pequena.
  - Volpina você deveria estar treinando. - Falou me olhando séria.
   Transformei a flauta em arco e flechas.
  - Você vem Chat? - Perguntei me levantando.
  - Não perderia isso por nada. - Ele falou com um sorriso no rosto.
   Andamos até o outro lado da estrada onde se localizavam árvores pequenas e afastadas uma da outra, era quase invisível ver elas apenas com a luz da lua.
   Puxei uma flecha, coloquei no arco e mirei em Chat.
  - Chat fique parado - Ele fez cara de assustado e correu para traz de Popy.
  - Se for para acertar, acerta ela. - Ele falou atrás de Popy.
   Da última vez que lutei contra a Princesa não tinha nem notado que as flechas brilhavam, assim como os anéis que se encontravam por toda a parte de madeira do arco.
   Era lindo, eu estava mais confiante que nunca com Chat fazendo piadas sem graça ao meu lado direito e Popy me aconselhando ao lado esquerdo.
   Depois de tanto tentar eu desisti.
  - Não aguento mais, estou cansada e amanhã tenho que acordar cedo. - Falei lembrando-me que todos naquele lugar acordavam com o sol.
  - Eu também - Falou Chat bocejando.
  - Boa Noite Gatinho. - Falei antes de correr pela estrada, não poderia entregar tudo ao ir a casa de minha vó.
  - Tchau minha gatinha.
   Esperei uns minutos antes de volta para casa da minha vó.
  - Você e Chat se dão bem, não é? - Falou Popy enquanto eu andava até a casa.
  - Ele é irritante e desastrado, mas a alegria dele me trás sentimentos bons. - Falei pensando no sorriso lindo que ele tinha.
  - Me surpreende você não saber quem ele é... - Ela falou para depois sumir.
   Como eu iria saber? Não conheço quase ninguém nesse final de mundo.
   Entrei pela janela de meu quarto e notei que Raquel não estava em sua cama, corri até a cosinha me transformando em Lacey.
  - Raquel - Chamei baixo para não acordar ninguém.
   Notei a porta aberta e corri para fora desesperada.
 
     - A você esta ai - Falei aliviada.
  - Oque esta fazendo ai, entra. - Falei e ela entrou me olhando.
  - Oque foi? - Perguntei assim que fechei a porta.
  - Você gosta dele? - Ela perguntou ainda me encarando.
  - Quem? - Perguntei sem entender.
  - O herói com roupa de gatinho. - Ela falou.
  - Não o conheço. - Falei e desviei o olhar.
  - Você esta melhorando, você sabe usar muito bem arco e flachas. - Me assustei.
  - Co..como assim? - Gaguejei.
  - Você não me engana mana. - Ela falou e sorriu.
  - Vai ser nosso segredo. - Falei e sorri para ela.
  - Juro Juradinho que não vou contar para ninguém. - Ela falou e me abraçou.
  - Vamos dormir, já esta tarde. - Falei levando Raquel pelo quarto.
   Depois de longos minutos contando para ela como era ser heroína ela adormeceu e adormeci com ela, nós duas em minha cama.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado desse capítulo.
Será que a Raquel sabendo que sua irmã é a heroína vai atrapalhar ou ajudar...

Até o próximo capítulo
Bjs 😘😘


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