História S.O.S: Uma babá em minha vida. - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Alfonso Herrera, Anahí
Tags Aya, Babá, Ceo, Hot, Ponny, Romance
Visualizações 15
Palavras 1.220
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - 3 - Alfonso


Eu estava em minha sala olhando vários contratos em cima da minha mesa, minha cabeça estava a ponto de explodir e eu já havia tomado três analgésicos. Faith estava em casa com Maria e eu já estava louco para encontrá-la. Olhei a hora em meu relógio de pulso e vi que meu expediente já havia acabado há uma hora, era sempre assim comigo. Eu era um workaholic e venho tentando diminuir esse tempo substancialmente pra aproveitar mais do lado da minha filha, mas eu não confio em ninguém pra dirigir minha empresa, as pessoas são más e astutas, por dirigir a HBA com maos de ferro, cheguei mais longe do que outros homens na minha idade.

Giro minha cadeira e fico observando a cidade lá em baixo, realmente era a cidade que nunca dormia já que eram nove da noite e as pessoas se movimentavam como se fosse hora do rush. Apoiando meu cotovelo no apoio lateral da cadeira e segurando meu queixo entre o polegar e o indicador eu me perco em meus pensamentos. Eu perdi muito com Valentine, durante todos os cinco anos de casamento eu nunca cheguei em casa mais cedo ou até mesmo levei flores para surpreende-la. Sempre cansado demais pra jantar fora e os únicos em que eu a levava eram sobre negócios, os quais ela achava extremamente entediantes. Val sempre reclamava e nossas brigas chegavam a proporções catastróficas, qualquer coisa que ela tinha na mão ela jogava em mim.

- Seu estúpido, eu me recuso a acreditar que você está praticamente me obrigando a ir a mais um desses jantares idiotas! Porque você não pode tirar um dia pra ficar comigo Alfonso? – um vaso foi arremessado na parede exatamente ao lado da minha cabeça assim que eu dei a notícia que teria uma reunião com investidores europeus essa noite e eles levariam as esposas, por isso eu precisava dela comigo. A mulher estava brava como um demônio, nao era a nossa primeira briga naquela semana.

- Meu amor, por favor me entenda. Esse é meu trabalho, como você quer que eu te sustente? Ou sustente seus luxos? – fui me aproximando dela que estava de braços cruzados e de costas pra mim.

- Poncho, eu só queria um tempo pra nós dois. Sabe, de casal. Desde que você abriu a empresa é só nisso que você fala, DINHEIRO! – Ela caminhou pra longe de mim entrando no banheiro e fechando a porta. Coloquei meu pé e impedi que ela fechasse.

- Val, princesa...não fala assim, você sabe que eu gosto de te dar o melhor. Faço isso pela nossa família, pelo nosso futuro. Eu preciso de você comigo e eu prometo que nós vamos viajar e teremos férias perfeitas, só eu e você. Pra onde você quiser. – entrei no banheiro e a imprensei contra a bancada de mármore. Segurei sua bunda e a coloquei em cima, passando a mão pela lateral dos seus seios eu sorria pra ela – E então... você vai? – disse passando meu nariz pela extensão do seu pescoço.

- Eu... – ela suspirou – Está bem. Mas ...– ela segurou meu queixo com uma mao, olhando fixamente nos meus olhos enquanto sua outra mao arranhava minhas costas e suas pernas envolviam meus quadris – se você não cumprir sua promessa Alfonso, eu coloco essa casa a baixo, você me escutou? – passei minha língua pelo seu pescoço e afirmei com a cabeça.

Me lembrei daquele dia, fizemos amor como há tanto tempo não fazíamos e concebemos nossa pequena Faith. Haviam meses que eu e Val estávamos distantes e frios, mas naquele dia... ela explodiu como um vulcão em erupção. Sorri com o pensamento, me levantei e peguei os papéis que precisava ler em casa guardando e minha pasta. Fui em direção ao elevador, minha sala era a única no último andar da HBA. Todos já haviam ido embora e só estavam lá os funcionários da segurança. Quando o elevador chegou apertei o botão da garagem, olhei meu relógio de pulso impaciente até que meu celular começou a tocar. Atendi rapidamente quando no visor apareceu casa.

- Alô!

- Alfonso, cadê você? Faith não para de chorar, está com febre! – Maria parecia angustiada no telefone.

- Calma Má, estou saindo do prédio agora. Já deu remédio? Já mediu a temperatura? – disse entrando em meu carro e colocando o sinto, respirei fundo tentando me acalmar. Dirigir nervoso só me atrapalharia nesse momento.

- Sim senhor, dei mas cedo mas a febre não cedeu. Ela está vermelhinha de tanto chorar, a coitadinha. Ela está com mais de trinta e oito graus. – eu a ouvi-a enquanto saia com o carro da garagem, meu plano de ficar calmo não deu muito certo.

- Você vai ligar para o pediatra dela, o número está na agenda do lado do telefone. Chame ele e diga que é urgente, eu já sai do prédio mas estou no trânsito e preciso desligar. Em quinze minutos estou ai está bem? – ela não precisava saber que o trajeto era de meia hora. Pisei fundo naquele momento, não iria mais perder momentos por causa do trabalho. 

Deus, eu estava tão preocupado com minha filha. O que será que ela tinha?

Ao chegar na minha cobertura, no Upper East Side, fui correndo até o quarto da Faith. Maria estava no canto do quarto chorando baixinho, fui até ela e lhe dei um beijo na testa. O médico havia sido mais rápido que eu, já estava examinando minha pequena quando cheguei.

- Então doutor, o que ela tem? Porque ela está com febre? – disse exasperado, pegando minha pequena das mãos do doutor que já havia acabado de examiná-la. A pobrezinha estava tão cansada de chorar que só se ouviam os pequenos soluços.

- Senhor Herrera, Faith está com uma infecção na garganta. É uma coisa normal na idade dela, já que o sistema imunológico ainda não está completo e no caso dela, não pode ser amamentada pela mãe. O leite materno é uma das primeiras barreiras de defesa que um recém nascido pode ter. – eu o olhei e assenti com a cabeça, passando minha enorme e desajeitada mão pelo cabelo da minha filha. Acariciei sua bochecha rosada com meu polegar e ela agarrou meu dedo com suas mãos. – Fique tranquilo, eu já receitei um antibiótico pra ela e já dei a primeira dose. Ela deve tomar de oito em oito horas durante quinze dias. É muito importante seguir os horários e os dias, porque por mais que ela já esteja melhor as vezes o agente causal ainda esteja vivo, portanto não interrompa o tratamento no meio, está claro? – ele deu tapinhas em meu ombro, pegando sua maleta e acompanhando Maria para fora do quarto.

Eu sentei na poltrona que havia no quarto da minha filha, ele foi todo decorado pela minha esposa. Tons de rosa pastel e branco. Segurando ela com um braço, afrouxei minha gravata com a outra mão e retirei meu celular do bolso e ativei o bluetooth, conectando-o com o aparelho de som que havia no quarto. Coloquei na música que minha pequena mais amava, ela se acalmava instantaneamente ao som de Claire de Lune.

Ninando minha filha em meus braços, me sentia o homem mais abençoada do mundo.

- Minha princesinha, te prometo que não iremos mais passar tanto tempo longe mais. Confie em mim, está bem? – beijei sua testinha quente, e ao som de Claire de Lune nós dois dormimos. 



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