História Sou seu Problema - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Batman, Novos Titãs (Teen Titans)
Personagens Alfred Pennyworth, Asa Noturna, Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Ciborgue, Comissário James "Jim" Gordon, Damian Wayne, Dick Grayson, Estelar, Mutano, Personagens Originais, Ravena
Tags Novos Titãs
Exibições 29
Palavras 1.298
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Enfim o capítulo saiu!!!!!!! Mil perdões pela demora. Espero que aproveitem.

Capítulo 1 - Prólogo


17 anos atrás...

Era uma manhã de sábado. Gotham, nove da manhã. Richard Grayson caminhava pelos jardins da mansão Wayne, muito apreensivo, que até em sua expressão mostrava-se isso. Quando de repente.

- Dick, é melhor você vir logo. Bruce já está ficando louco! – Victor Stone chegava ofegante, e depositando sua mão direita no ombro do amigo.

Richard apenas o olhou assustado, mas assentiu com a cabeça e os dois saíram em direção a grande mansão.

 

 

- Eu preferia ficar em casa, mas sei que isso é importante pra você, por isso eu vim. Robert vai sobreviver sem mim. – Donna Troy esboçou o seu melhor sorriso, escondendo sua preocupação com o filho á amiga que estava em sua frente.

- Donna, eu realmente não quero te incomodar, de verdade. Se quiser voltar e cuidar do seu filho eu vou entender. – Kory estava sentada vendo a amiga na sua frente, em pé com uma expressão serena no rosto.

- Não Kory, não se preocupe comigo. Fica tranquila, você precisa respirar e se acalmar. Logo o doutor virá e nos dirá a verdade. – Donna então se sentou ao lado da amiga e a abraçou.

 

 

Richard e Victor desciam as escadas que levavam até a Bat- Caverna, onde encontraram um Bruce Wayne muito irritado, sentado em frente aos computadores que monitoravam a grande Gotham. O homem morcego se virou quando ouviu passos e se levantou, indo ao encontro dos dois.

- Vejo que avisou Richard a tempo. Obrigado, Stone.

- Não precisa agradecer, Bruce. Me deem licença, sim?

- Fique a vontade. – Bruce estendeu sua mão e apertou a de Victor formalmente. Ele deu meia volta e saiu.

Richard encolheu-se ao olhar frente a frente com Bruce. O homem simplesmente se virou e se sentou em uma mesa próxima aos computadores que há pouco monitorava. Richard puxou uma cadeira e se sentou. Os dois ficaram em silêncio por um bom tempo, mas logo chega alguém, abrindo a porta de entrada.

- Patrão Bruce, o whisky que pediu. – Alfred Pennyworth chegava com uma garrafa, duas taças e um balde de gelo. Colocou a bandeja sobre a mesa e se retirou. Bruce e Richard ouviram alguns resmungos de dores nas costas vindo de Alfred ao sair. Os dois deram de ombros.

- Então, Richard. Já deve imaginar porque eu te chamei aqui. – Bruce abriu a garrafa de whisky e serviu aos dois, colocando gelo. Richard pegou o seu e deu um só gole, muito nervoso. – As notícias se espalham muito rápido em Gotham.

- Sim, é verdade.

- Fico feliz que tenha me poupado de te contar uma história patética de uma noite de bebedeira. Seria deprimente. – Disse as duas últimas palavras enchendo seu segundo copo. O de Richard também.

- Sim. Seria deprimente.

- Mas a próxima parte desta história que você com certeza não ouviu, eu te contarei agora. O real motivo de você estar aqui.

- Pode mesmo existir uma história além da que você ter dormido com a filha de um demônio extremamente poderoso. E ter quase morrido, ficando gravemente ferido e em coma? Por favor Bruce, estamos falando de Talia Al Ghul!

- Sim, Richard, pode existir uma história muito, muito pior do que essa. Posso contar sem ser interrompido? Não quero ficar mais nervoso do que já estou.

- Claro. Prossiga - Richard encheu seu quarto copo, já mostrando os primeiros sinais de desordem mental. – Espero que não me faça beber a garrafa inteira.

- Aconteceu há algumas semanas... – Bruce começou a contar a história, sem se importar com o comentário de Dick. – Eu estava muito atordoado com as crises que Gotham estava passando. Isso me afetou tanto que quase fiquei totalmente... louco.

 

 

- Eu poderia socar esse doutor a qualquer momento. Tem quanto tempo que estamos aqui? – Donna andava de um lado para o outro na sala de espera do consultório enquanto Kory a olhava mais nervosa do que nunca.

- Não faço a menor ideia. Eu disse que eu poderia cuidar disso sozinha, Donna! Poderia ter ido cuidar de seu filho. – Kory cruza os braços e bufa virando seu rosto.

- Não seja orgulhosa que eu sei que você precisa de mim. – Donna vira mais uma vez indo ao encontro da porta onde estava o doutor e de repente ela se abre.

- Senhorita Anders, eu já tenho os resultados. Poderia entrar aqui por favor? – Um senhor de meia idade inclina seu braço em direção da sala onde a pouco saiu.

 

 

Dick lentamente abriu seus olhos. Agradeceu aos Deuses por não ter um rastro de luz que incomodasse seus olhos. Por um momento de felicidade, ele se lembra onde está e rapidamente se levanta, observando que estava encostado de mau jeito na mesa que se sentara com Bruce. Tinha perdido até a noção do tempo.

- Pensei que não iria acordar hoje. – Richard leva um susto ao encontrar Alfred em pé em sua frente.

- Desculpe Alfred, acho que bebi além da conta. – Olhou o seu copo vazio juntamente da garrafa de Whisky. Mas notou algo na mesa peculiar. – Um bilhete.

- Sim. Mestre Bruce deixou aí depois que o senhor desmaiou. – Alfred cruza os braços esperando algo.

- Tudo bem. Afinal, onde ele está?

- Receio ter que lhe dizer, patrão Dick, mas ele saiu faz uma hora em viagem.

- Ele estava me contando uma história... – Dick olhou o bilhete pensativo tentando se recordar de algo que Bruce lhe dissera. Mas só borrões restaram em sua mente.

- Realmente vai beber a garrafa inteira?

- Vou viajar daqui a pouco e espero que fique no comando. Desde que Jason, você sabe...

- Seu celular está tocando.

- Não está em condições...

- Dick, é melhor ficar sóbrio... Oh, Deus!

Dick põe uma expressão de horror no rosto e olha para Alfred.

- Há quanto tempo você disse mesmo que Bruce saiu?

- Uma hora, senhor.

Dick pegou o bilhete na mesa e o abriu, contendo três linhas em letras miúdas.

Não espere me ver tão cedo. Espero que tenha entendido o que lhe falei. Qualquer situação, entre em contato comigo.

P.S: Kory te ligou umas cem vezes. Boa Sorte.

- Senhor, vou fazer umas ligações. Com licença. – Alfred saiu devagar sem que Dick notasse sua face de preocupação.

- Preciso ligar pra Kory.

Richard então corre em direção a sua moto e deixa a Bat-Caverna.

 

 

- Estou indo. – Kory estava abraçada aos joelhos no sofá em seu apartamento e se levanta para atender a porta.

Quando a abre, Dick aparece com uma expressão séria a encarando.

- Bruce precisou de mim, querida. Mas o que houve? Vi suas ligações. Sinto muito.

- Tudo bem. O importante é que está aqui. Sente-se. – Kory indica a poltrona que Dick adorava e ele se senta, colocando os braços sobre as pernas a encarando enquanto se senta ao seu lado.

- Dick... – Hesita por um momento e o observa por alguns segundos. – Estou grávida.

 

 

 

- Finalmente, eu consegui reunir todos! – Um homem forte e barbudo se dirige a uma grande fonte no meio de uma vasta caverna.

- Ótimo! Então pronuncie! Eu quero sentir meu sangue aquecendo minhas veias novamente! – Uma fumaça fala com o homem a sua frente, exibindo seu orgulho.

- Com prazer!

“Desde os primórdios da Terra, os seres que a habitavam procuravam uma fonte de sabedoria que os guiasse a razão de sua existência. Nesse período, os humanos procuraram e procuraram por isso, mas nada. Até que um dia frio, o seu milagre aparece! Eis seu salvador! A Magia na qual eles não conheciam, mas admiravam por ser forte e brilhante que faziam seus olhos ofuscarem! Uma criança! Os fazia sentir que estavam protegidos. Uma criança que veio a mente de cada humano que a admirava. Uma criança que ainda viria a nascer...”

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Obrigado!


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