História Sou signo. E daí? { Signos - Zoroscopo } - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Yaoi, Yuri
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


ola amores, desculpa demorar para postar, mas o próximo cap ja esta ficando pronto, e o especial tambem. graças a paciencia de vocês, então, obrigado!!!!

Capítulo 18 - Chuva e falta de energia


[escorpião]

 

Nos sentamos no sofá e começamos a assistir a um filme qualquer que passava na globo. Logo, eu me levanto.

- Vou lá em cima buscar uma roupa. – Alego me levantando e me dirigindo as escadas. Sinto alguém me seguir, e viro o rosto, vendo virgem ao meu lado. Ele parecia envergonhado ou intimidado.

- Eu... Vou com você. – diz, me alcançando e subindo as escadas na minha frente. Virgem é sem sombra de duvidas uma caixa de mistérios, depois dizem que sou eu o misterioso. Mas na real não vou tentar entende-lo, gosto desse jeito criativo dele.

Subimos as escadas e chegamos ao nosso quarto. Tranco  a porta e me dirijo a minha cômoda, abrindo uma das gavetas e pegando uma camiseta qualquer, preta. Depois, um short verde claro. Virgem vai ate sua própria cômoda, sem deixar de me encarar.

- É melhor colocar uma roupa mais quente. Hoje a noite vai fazer frio. – diz com uma voz fraca e aponta para meu short. 

- como você sabe? – coloco o short mesmo assim, e o vejo suspirar.

- eu sou um feiticeiro poderoso. – Exclama sarcástico. – e também, da para ver nuvens carregadas vindas à direção de nossa casa. – um relâmpago cai bem na hora. A luz do quarto começa a piscar, mas se mantém acesa. – viu? É melhor colocar pelo menos meias e um casaco, e uma lanterna, pelo jeito.

- certo... – digo ainda com um pouco de insegurança, eu coloquei o short curto, mas também uma camiseta preta e por cima uma blusa de camurça.

- aqui. – ele abre a ultima gaveta de sua cômoda, e dentro dela havia apenas lanternas e pisca-pisca natalinos. – pode pegar algumas.

Vou ate perto dele, ainda assustado, e pego uma lanterna, depois volto a minha cômoda, ainda inconformado.

- você tem uma gaveta somente para lanternas? – sussurro, e percebo que ele fica um pouco corado.

- falando assim em voz alta soa mais ridículo do que eu pensei.... – ele se encolhe, de vergonha.

- ta brincando?! – sorrio, empolgado. – Isso é incrível! Não vemos pessoas por ai que tem uma gaveta só de lanternas.

- ahn... – ele cora novamente. – acho que sim né...

Volto a minha face normal, rindo de um jeito esquisito ate para mim, e virgem me olha desajeitado.

- o que é tão engraçado? – ele pergunta.

- nada. – tampo a boca, para abafar os risos. – é que você esta agindo e acordo com minhas ações.

-como? – ele chega mais perto.

- veja. – levanto a mão. – quando eu expressei desgosto, você ficou todo desajeitado e concordou que era estranho, depois quando eu disse que era incrível você concordou! Seu estranho. – me acalmo um pouco.

- estranho é você, que percebeu esses detalhes minúsculos. Parece ate eu.

- sou muito observador. – digo orgulhoso. – enfim... – pego umas três lanternas. – vamos descendo.

- ah, eu nem me troquei ainda... – virgem coça a nuca, envergonhado.

- então ande logo. – digo, indo em direção a porta. – estou descendo.

- ok... – ele suspira.

Somente agora que saio do quarto que percebo o quanto frio estava fora. Mesmo dentro de casa, fazia um frio imerso pela toda a casa. Estava um temporal  lá fora, chovia muito. O frio dominava a nossa casa. A manha tinha sido até quente, a tarde estava fresca, mas a noite... Apresentava-se intensa e muito fria. Olhei no relógio e eram 20:45 da noite em especifico..

Desci as escadas e vou ate a sala. e encontro todo o pessoal entre os corredores, conversando dentro do banheiro, e pelo jeito alguns tinham subido também. Capricórnio e peixes estavam na cozinha. De súbito, a energia caiu e todos suspiraram.

- Ah, droga. Só faltava essa! – Leão disse, estressado. – Como é que eu vou brilhar agora?

-  A água do chuveiro estava gelada. – Libra gritou, nas escadas.

Eu sentia um arrepio na espinha.  A casa encontrava-se escura e uma única vela tinha sido acesa. Corri na direção da luz, tentando não cair, e fui até o que parecia ser o sofá. Belos olhos amarelos, pela minha observação os de sagitário, relacionavam-se com a bela silhueta da chama de fogo acesa. Os cabelos castanhos em um rabo de cavalo caiam sobre seu rosto, se alisando em um contorno sobre sua cabeça, ondulados e bagunçados, como se estivesse acabado de acordar. Era possível ver um pouco de seu corpo, bem espreito e encolhido .

Sagitário tinha escolhido um bom lugar na sala, colocado a vela sobre a grande mesa de vidro que havia por lá e admirava o fogo empolgado. Logo o pessoal de casa resolveu dar as caras na sala. Cada um num canto, e os olhos caramelos de Sagitário seguindo a vela.

- O virgem e eu vamos acender a lareira. – Anunciou capricórnio, indo até o local com bastante madeira, e ascendendo um fósforo, logo jogando nos galhos e troncos finos da lareira. O fogo iluminou parte da sala, suficiente para eu enxergar os outros vários rostinhos espantados dos demais.  Virgem havia descido, e se encontrava todo agasalhado. Os demais, ou pelo menos a maioria estavam com roupas normais, inclusive o cavalo.

- Vai ficar namorando essa vela por mais quanto tempo? – perguntei, dando um raso sorriso.

- ah, eu não sei. Mas sabe... Esse fogo, assim, no meio de tanta escuridão, é lindo não é? – o moreno sorri, voltando a encarar a vela, que agora já não brilhava tanto quando o fogo da lareira da sala. – é sempre bom ter uma lâmpada por perto.

- É, mesmo muito bonito. – cruzei os braços. – Quer fazer alguma coisa?

Sagitário sorriu, com sua personalidade forte. Era um garoto divertido e animado, e com certeza aventureiro. Ele era considerado por mim um garoto diferente dos outros, era um garoto bonito e com certeza iria pensar em algo divertido para fazermos. O seu defeito era que ele era um pouco... irritante e desnecessário. O  virgem já deixou bem claro que não quer nenhuma amizade comigo, ou... mais ou menos. Peixes estava com medo do escuro, e não largava o capricórnio, então decidi deixa-lo quieto.

- estava pensando em ver alguns filmes que eu baixei na netflix do meu notebook. E as minhas series, la no meu quarto, com uma lanterna ou algo parecido. – diz sagitário, assim que me se sento ao seu lado. – você quer vir?

- pode apostar! –pisquei para ele, e nos dois, acompanhados de uma lanterna do meu bolso, fomos para fora da sala, abandonado os demais e a pequena vela na mesa de vidro.

Subimos as escadas do sobrado em silencio, encolhidos pelo frio e pela escuridão. Os corredores do andar de cima pareciam ter dobrado de tamanho, e o frio deixava ainda mais difícil pisar no chão.

- sagi, você viu o Áries e o touro? – pergunto, percebendo a falta de  presença deles.

- ah, Touro e Áries estão dormindo de cansaço depois de um dia agradável e animado que os dois tiveram brincando com as ideias malucas de Áries. Bom para eles, que escaparam da falta de energia. – sagi sorri.

 Quando enfim chegaram ao quarto de sagitário,confesso que esperava dele alguma saída na chuva, ou brincar de gato mia, ou qualquer coisa que não fosse assim tão calma. Mas gostei da ideia. A lanterna foi passada do bolso dele para mim, enquanto sagi abria a porta. Ele entrou no escuro me deixando sozinho por alguns instantes, em seguida voltou com outra lanterna.

Eu entrei um pouco tímido no quarto. E percebi que, diferente do meu quarto, o dele não tinha cortinas, e sim alguns cordões com miçangas, algo mais criativo, com certeza. A cama de aquário era de solteiro do lado de um colchão de casal inflável, no chão. Ele aparentava ser de molas, e sagitário pulou nele, demonstrando que o colchão pertence a ele. Ele tapeou uma parte do colchão, em sinal para eu sentar, e assim fiz.

- não esta com frio Escorpy? Quer uma coberta emprestada? – sagi pergunta já me entregando o tecido peludo e fofo. Me cubro e ele se cobre também, nos encostamos em um travesseiro grande que tinha atrás de mim, e ele pegou seu notebook, o ligando em seguida.

- eu não sei por que, mas sempre quis fazer isso! – exclamou do nada.

- F-fazer o que? – o encarei confuso.

- isso! – ele diz, mas uma vez. – assistir um filme com um amigo durante uma noite chuvosa, eu ate escrevi no meu caderno de sonhos e aventuras.

- que bom que estou vivenciando isso com você. – digo um pouco aliviado. Tinha ficado com medo do que ele iria dizer. E me seinto muito... Mole. Não queria ser assim tão fácil.

- Olha Escorpy. – sagi me mostra uma lista, com alguns filmes e series. – pode escolher, qual acha que a gente deve assistir?

- eu? – olho para a tela, e depois de muito pensar, me decidi. – Acho que esse “cinco minutos depois da meia noite” parece ser legal.

- que bom, então!!! – sagi sorri. – vamos assistir esse então.

Ele coloca o filme, e eu assisto com muita atenção. Para falar a verdade, é o primeiro filme que eu assisto, e estou me divertindo muito. Passa um tempo, o filme vai ficando mais interessante, e no final, tão contagiante e triste, tenho vontade de chorar, e me encolho no cobertor, minha mão por cima do pano, e percebi que o moreno ao meu lado se derramava em lagrimas.

- He. – olho no relógio, são 11:00 da noite. – Sagi, o que será que os outros estão fazendo? – pergunto quando o filme acaba. Ele seca as lagrimas.

- não sei, mas agora que você perguntou, estou curioso. Vamos la? –ele saltou da cama, e viro cabeça de lado.

- Eu quero ir, mas aqui esta tão quentinho... – murmuro baixo.

- pode dormir ai se quiser. – sagi sorri. – eu vou procurar o gêmeos e o aquário para saber das fofocas e já volto. – ele diz saindo do quarto.



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