História Soul - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias NCT U
Personagens Hansol, Taeyong, Ten, Yuta
Tags Drama, Neo Culture Technology, Yusol
Exibições 65
Palavras 801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Babies!!!! tudo bom???? eh...queria pedir desculpas, né? SOUL tinha dado uma paradinha... e eu não avisei... me perdoe e nÓS VOLTAMOS! ♥
só queria agradecer ao pessoal que acompanha, sério, vocês são meus amores e eu amo vocês;
enfim,,,sem muito papo, lets go\

Capítulo 5 - Eu (não) estou aqui


Janeiro, 2018 — 06:00 am

 

Hansol

 

Eu estou aqui e Yuta precisava sentir. Durante esses anos, a vida dele mudou. E eu tenho culpa. Algo ruim pode o afetar e novamente, a culpa será minha. Agora mesmo ele se mantém deitado, com o corpo curvado e coberto com alguma coisa que ele poderia chamar de edredom. Não havia mais o Yuta que eu conhecia. Não havia ninguém, apenas um corpo. Uma casca. Sem nada. Na verdade, eu o considerava surdo e quase cego, ele não me via mas eu estava lá. 

Acorde. — mantinha um sussurro trêmulo, eu já sabia o resultado. 

Yuta se levantava, consumia café até não ter mais como e afundava-se em comprimidos e comprimidos, aquilo ali o salvava. Então ele decidiu sair. Enquanto pegava seus pertences, resolvi perguntar:

— Aonde vai? — falho. Fui ignorado.

Na rua, ele tentava se comportar como alguém sério, alguém que tivesse noção do que fazia. Yuta não estava em si. Não existia nada que o fizesse mudar. Ou melhor, havia, mas fazê-lo sofrer mais do que já fiz me parece idiota e me faz tremer toda vez que penso sobre.

— Você sabe que tem que fazer isso, não é? — A morena parou ao meu lado, séria. Meus olhos abriram-se, assustados, minha pele esbranquiçou e minha boca tentou se mover. Agora ela iria me pegar.  

Enquanto corria, imaginava que Jugeum iria atrás de mim, ela entendia o que precisava ser feito mas, eu não poderia aceitar. Era perda de tempo correr para fugir de Jugeum, ela estava em todos os lugares, em todos os momentos, esperando a oportunidade para levar alguém, como havia feito comigo e com tantos outros.

— Senhora…C-calma. E-eu não v-vou m-mais fazer i-isso. 

— Hansol — Ela falou calmamente, o olhando fixamente. Em segundos, me vi em um bar escuro. Jugeum retirou um copo, pôs um dos líquidos alcoólicos nele, entregando-o para mim. 

— N-não quero.

Ela manteve a mão levantada, seus olhos diziam “beba ou beba, é a sua única opção”. E então eu me rendi. Senti minha garganta arder junto do tremor que senti subir pelo corpo.

— Você sabe o que tem que fazer, não é? Ele ficará bem assim.

— Eu não queria isso…

— Você precisa. Ou ele acabará morrendo. Cedo. Como você. Deixe-o viver. Ele agora não vive, você sabe, Hansol?

Um peso enorme me invadiu, meus olhos então cerrados encheram-se de lágrimas e só o rosto feliz de Yuta me apareceu na mente. Naquela época ele era alegre, naquela época nós dois existíamos. Agora, bom, agora eu não sou o que era e Yuta muito menos. 

 

-

 

— Que tal tomar um chocolate quente? 

Um café amargo, por favor. — o moreno disse para a moça que o atendia todos os dias, no mesmo horário. O mesmo tirou da bolsa seu bloco de anotações e iniciou um rabisco. Todos seus quadros iniciavam-se de um rabisco, no qual ele via nas pessoas a clareza que todo quadro bom deve ter. A cafeteria tinha um certo movimento, haviam casais por todos os lados, e Yuta observava todos eles. Até que um o chamou a atenção. Assim que meus olhos pairou sobre eles, senti meus dedos esfriarem. Eram dois rapazes, discretos? Eles estavam de mãos dadas, sentados em uma mesa no canto, apenas com a luz natural batendo no cabelo castanho dos dois. Pude vê-lo desenhar, até que ele se levantou, com a mão na boca, impedindo que o vômito saísse. O mesmo correu, fugindo da loja, me deixando sentado, o olhando ir. 

Você deve deixá-lo, Hansol

Ali, eu percebi. A vida de Yuta não tinha sentido e eu achara que seria melhor se ele não soubesse da minha existência. Eu, infelizmente, só vi que a vida do homem que eu amei e amo, foi apagada. E a parte apagada me tinha, eu era o que trazia felicidade? Se for sim, eu tenho um peso maior sobre mim. Eu não estou mais lá, daquele lado onde ele vive, eu não posso mais viver. Eu estou aqui. E vê-lo nesse estado me faz acordar. Eu o salvei e matei ao mesmo tempo. É questão de pôr quem você ama à frente de tudo? Eu fiz isso. Yuta estava vivo ou morto? Eu tinha tomado uma decisão e precisava dizer o que seria feito para uma pessoa. Jugeum.

— Eu irei fazer isso — eu tentava manter uma voz firme, olhando para a outra direção oposta a da mulher alta, de cabelos escuros, vestimentas sombrias e olhar vago.

— Você sabe que depois disso,não vai mais poder vê-lo, sim?

— E-eu sei, Senhora. — E isso era o que mais doía agora. Eu estava sendo egoísta.

— Nós faremos isso direito, Hansol. Ele precisa de você, tanto quanto precisou há três anos.

Eu sabia que sim, ali, eu começaria outro processo — fazer Yuta relembrar de mim e da sua vida aos dezoito anos de idade.


Notas Finais


HUSHAUHSUHeu nem sei o que dizre eu to passando mal mas passo bem ;q
espero que tenham gostado, huh? se tiver alguma coisinha pra contar, conta aí, vamo se amar <3
yusoui, kissyu/


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...