História Soulmate. - Capítulo 12


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fifth Harmony
Exibições 27
Palavras 1.595
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, carinhas.


enjoy.

Capítulo 12 - Twelve.


Fanfic / Fanfiction Soulmate. - Capítulo 12 - Twelve.

Lorenzo Miguel

Acordei na manhã seguinte me sentindo completamente bem, o corpo de Camila praticamente em cima de mim, ainda dormia serenamente. Desvencilhei-me com cuidado para não acordar Camila. Caminhei para o banheiro fazer minha higiene matinal, quando sai Camila estava abraçada ao meu travesseiro com um sorriso lindo nos lábios, encostei-me ao batente e fiquei observando-a. Caminhei de volta para cama atraindo atenção de minha namorada, um sorriso que chegou aos olhos brotou na face de Camila. Eu ficava totalmente bobo ao olhar para aquela menina-mulher deitada na cama com a carinha ainda amassada, com os olhinhos vermelhos, bocejando.

:- Bom dia, amor. - falou com a voz rouca. - Vou ir fazer minha higiene, espere. - caminhou para o banheiro.

Deitei- me na cama, esperando Camila voltar, logo a porta do banheiro se abriu e informou-me que iria pedir o nosso café da manhã e já voltava, dei um aceno de cabeça simples. A latina voltou pouco tempo depois se aconchegando em meu corpo, comecei um carinho em seus cabelos castanhos. A campainha tocou informando que nosso café havia chegado, Camila levantou-se para buscar, sentei-me na cama esperando a latina voltar.

:- Pegue, amor. Tome cuidado está quente. - entregou-me uma xícara com café, sorri em agradecimento. Estava distraído e Camila tirou algumas fotos minhas.

:- Amor, isso não vale. Pare. - pedi tampando o rosto

:- Você está lindo, Lo, pare de ser tímido. - falou sentando no meio de minhas pernas com um prato de croassaint no colo. Comemos entre carinhos e caretas, sorrisos e gargalhadas. Ficamos em silêncio, apenas aproveitando um ao outro.

:- O que você quer fazer hoje, babe? - perguntei pouco depois.

:- Eu não sei, pensei em irmos para o meu apartamento, não há necessidade de você ficar aqui e gastando dinheiro. - falou ao me fitar.

:- O seu desejo é uma ordem, amor. - respondi simples.

Nos levantamos para nos trocar e arrumar as coisas. Liguei para recepção para fechar minha estadia no hotel. Poucos minutos depois estávamos deixando o local em direção ao apartamento de Camila. Fomos caminhando mesmo, o prédio não ficava muito longe, fomos conversando coisas triviais, sorrindo para tudo e nada ao mesmo tempo.

:- Chegamos, amor. - falou calma, abrindo o portão.

Caminhamos para dentro do prédio, Camila conversou um tempo com o porteiro, pegou algumas correspondências e subimos, finalmente. O apartamento estava do mesmo jeito em que havíamos deixado no dia anterior, Camila correu para o colchão que estava na sala e se jogou, parecia uma criança. Tranquei a porta do apartamento deixando minha mala próxima ao corredor, caminhei em passos curtos até Camila que estava sentada, ofegando levemente, sorri tirando meu casaco e os tênis.

:- Vem cá, minha namorada. - sussurrei puxando-a pela mão.

:- Estou indo, meu namorado. - falou sorrindo. - Eu ainda não acredito que isso realmente está acontecendo, você está? - perguntou fazendo um carinho leve em meu rosto.

:- Em que, amor? Em nós aqui? - respondi com outra pergunta.

:- Isso também, mas que estamos namorando, isso é muito surreal.- respondeu suspirando.

:- Por que surreal? - perguntei.

:- Porque jamais pensei que iria querer algo além do que tínhamos, sabe? Eu sou insegura quanto a isso.

:- Desde o primeiro momento em que pus meus olhos em você, eu te quis. - falei olhando-a nos olhos.

:- Jamais passou pela minha cabeça, juro. - falou simples. - Eu devo confessar que eu me sentia do mesmo jeito, mas eu não fazia ideia de que era reciproco.

Puxei-a mais para perto, meus dedos se embolaram nas mechas castanhas, nossos lábios se encontraram num simples encostar que logo se transformou em algo urgente, a língua de Camila invadiu minha boca pegando-me de surpresa, um gemido escapou de minha garganta, mãos apressadas entraram por baixo da minha camiseta, arranhando-me, arrepiando-me, conhecendo-me. Nossas línguas não buscavam apenas por controle, elas se enlaçavam, se conheciam, se provavam. Nos separamos pela falta de ar, encostamos nossas testas, meus olhos se mantinham fechados . Um sorriso bobo se mantinha em minha boca e aposto que na de Camila também havia um sorriso parecido com o meu.

:- Lo, seus olhos. - falou assim que abri os olhos.

:- O que tem eles? - perguntei

:- Estão num tom de verde musgo, escuro, mas continuam lindos. - respondeu baixo

:- Oh... - falei simples.

Beijou-me o queijo, foi traçando toda a linha do meu maxilar, chegou próxima ao meu ouvido e sua respiração batia quente contra minha pele, arrepiando-me ainda mais, soltei uma respiração pesada, mordiscou o lóbulo de minha orelha e sorriu. Filha da puta, pensei. Tirei o moletom de Camila desfazendo o coque que prendia seus cabelos no alto de sua cabeça, os fios caiam sobre seus ombros, agarrou a barra de minha camisa tirando-a logo em seguida. Puxei Camila para o meu colo, passando as pernas ao redor de minha cintura pressionando nossos corpos, um calor desumano estava tomando conta do meu corpo. Nossos beijos ficavam cada vez mais quentes, minhas mãos passeavam pelo corpo de Camila, desvendando-o, puxando-a cada vez mais, colando nossos corpos, a pele macia abaixo dos meus dedos arrepiava-se a cada local em que passava.

:- Lo... - gemeu baixinho.

Parei o que estava fazendo para olhar a mulher ofegante sentada em meu colo, praticamente montada em mim, sorri travesso, mordendo o lábio inferior de Camila, sugando-o logo em seguida. Estávamos aprofundando o beijo quando a campainha tocou, grunhi em desaprovação e Camila sorriu nos meus lábios. Caminhou em direção a porta recebendo as duas amigas que eu havia conhecido no dia anterior.

:- E essa cara de pós sexo? - perguntou Dinah.

:- Teria sido se não tivesse tocado minha campainha, Dinah! - ralhou caminhando de volta para o colchão.

As meninas entraram no apartamento com umas sacolas em mãos, supus que era o almoço.

:- Nós te ligamos várias vezes, cadê teu celular? - perguntou Normani.

:- Não faço ideia. - Camila respondeu com um bico lindo nos lábios, puxei-a para mais perto de mim.

:- Camz, desfaz esse bico ou serei obrigado a mordê-lo. - falei cheirando seu pescoço.

:- Morda, fique a vontade, amor. - falou beijando-me os lábios.

Dinah trouxe as comidas e as depositou em cima da mesinha ao lado do colchão, coloquei minha camiseta e Camila colocou meu moletom, comemos ali mesmo entre risadas, conversas sem sentido, o dia passou cheio de gargalhadas e riso frouxo, piadas sem pé nem cabeça. Anoiteceu e as meninas resolveram disputar entre si num jogo de dança que logo tratei de recusar e apenas observar. Camila sabia dançar todas as músicas e ritmos possíveis, a cada nova dança encantava-me mais pela latina. O sorriso presente em meus lábios, o coração disparado feito louco dentro do peito.

:- Estou cansada, Lo. - Camila falou ao sentar em meu colo

:- Nota-se de longe que sim, você não parou um segundo. Estou impressionado. - falei sincero.

:- Ih, você ainda não viu nada, Lorenzo, essazinha aí dançando música para fricção é um arraso, logo você vai descobrir. - falou uma Dinah ofegante, tomando um grande gole de água.

:- Cale a boca, Dinah. - ralhou Camila.

:- Bom, nós já tomamos o tempo de vocês mais do que deveríamos, nós perdoem por mais cedo, realmente não tínhamos ideia... - Falou Normani um pouco acanhada.

:- Está tudo bem, Normani. Relaxe. - falei com firmeza.

:-Tchau para vocês e não façam nada que a titia faria... Façam pior. - Caminhou em direção a porta lançando beijos no ar. Três gargalhadas diferentes soaram.

:- Tchau, Dinah. - Camila e eu respondemos juntos.

:- Cata essa sincronia, viado. - Dinah falou rindo.

Normani puxou a namorada para fora do apartamento nos mandando beijos antes de sumir atrás da porta. Camila ainda estava rindo sentada no meu colo.]

:- Lo, vamos tomar um banho? - perguntou.

:- Claro, pode ir primeiro. - falei calmo.

:- Não, eu quero tomar um banho com você. - senti meu corpo tensionar no mesmo instante. - Não está confortável, não é? - perguntou acariciando meu rosto, fechei os olhos para aproveitar a sensação de ter as mãos de Camila em mim.

:- Com você estou mais do que confortável, amor, falo sério. - respondi firme, a olhando nos olhos.

:- Então, podemos ir? - apenas assenti.

Caminhamos para o quarto de Camila, carregando minhas malas, as deixei no canto do quarto para não atrapalhar. Peguei uma regata simples e uma boxer, perfeito para ficar confortável e dormir. Camila fez questão de me despir inteiro, me deixando apenas de cueca, fiz o que Camila havia feito comigo a poucos instantes, a deixando de apenas calcinha. Envolveu meu pescoço com os braços, deixando sua boca próxima a minha, prendeu meu lábio inferior entres os dentes e o puxou, arrancando um gemido de minha garganta.

:- Banheiro, agora. - falei pegando-a no colo.

Caminhei para dentro do comodo recebendo beijos pelo meu rosto, abri a porta do box e liguei o chuveiro, a água morna corria pelos nossos corpos, aquecendo um ao outro, a boca de Camila pousou em cima da minha, soltando o ar quente, tomou meus lábios num ato feroz. Resfoleguei após o beijo, me sentia completamente tonto, embriagado por essa mulher. Completamente louco por ela. Encostamos nossas testas, meus olhos ainda estavam fechados, Camila soltou um riso baixo fazendo com que eu os abrisse para olhá-la, deu-me um beijo na ponta do nariz e sorriu com a língua entre os dentes.

:- Eu amo você também, amor. 


Notas Finais


All the love, Et.


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