História Soulmate - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Reita, Ruki, Uruha
Tags Aoita, Lemon
Exibições 16
Palavras 2.526
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Você gosta de Aoita? Bem vindo! Você não gosta? Leia mesmo assim já que veio parar aqui xD

Não tenho muito o que dizer sobre essa Fanfic, quase não tem Aoita aqui no Spirit então "arrisquei" fazer uma. Nem eu sei o desfecho ainda... Mas enfim, fiquem com o primeiro capítulo, espero que gostem. ;3

Capítulo 1 - Não era pra terminar assim


Uma das coisas que nós mais gostávamos de fazer durante as “férias” era assistir aos jogos de futebol, e quando eu digo “nós” me refiro à mim e a Shiroyama Yuu aka Aoi. Quando não tínhamos mais shows e nossa turnê estava encerrada eu sempre aproveitava esse tempo para ficar em casa relaxando, longe de tudo que envolva a banda, um momento de paz, afinal, não sou diferente de ninguém por ser membro de uma banda.

     Era temporada das semi finais do Japão, eu e Aoi éramos os únicos que gostavam de futebol. Uruha, Kai e principalmente Ruki preferiam ir ao shopping do que assistir aos jogos. Uruha desde muitos anos sempre foi meu melhor amigo, sempre estava comigo, mas desta vez eu e Aoi estávamos mais próximos por ter esse gosto em comum.

     Comprei algumas cervejas mais cedo numa loja aqui perto, e convidei Aoi pra vir até minha casa pra gente assistir o campeonato juntos. Minha casa não era lá essas coisas em quesito organização, mas afinal, é o Aoi que esta indo pra cá, não tem o porquê de arrumar como se eu tivesse marcado um encontro com um linda garota. Aliás, ele estava atrasado, o jogo iria começar em 3 minutos. Normalmente quando eu ficava em casa eu usava apenas uma camiseta mais clara e fina devido ao calor, e uma bermuda de cetim fino, e claro, sem a mascará, era até estranho ficar sem ela, mas o calor estava imenso.

     Passaram-se alguns minutos e finalmente a campainha toca. Fui lentamente até a porta e a abir. Sorri instantâneamente ao ver o moreno com uma calça jeans escura, e uma blusa coberta de brilhos e enfeites, quase uma arvore de natal, o cabelo perfeitamente liso e alinhado, e como sempre, aquela cara de mal humorado do Shiroyama.

     - Achei que não iria vir mais, Aoi. – Comentei sorrindo enquanto ele adentrava a minha casa. Suspirou parecendo entediado, algo de errado havia acontecido pra ele chegar com essa cara, ou poderia ser simplesmente sua cara natural.

     - O jogo já começou? – Falou impaciente se dirigindo até minha sala, porque na minha casa qualquer um dos membros do the GazettE e a minha família tinham liberdade pra fazer isso. A TV estava ligada, e o jogo estava no início.

     - Começou agora pouco. – Respondi indo logo em seguida atrás dele.

     - Então não estou atrasado, Reita. – Ele respondeu bufando enquanto se ajeitava no sofá.

     - Que bicho te mordeu Yuu? Eu hein. – Respondi o encarando. O moreno bufou passando a mão nos cabelos negros.

     - Não é nada... É só... Estresse pôs turnê. – Ele sorriu sem jeito, parece que percebeu o quanto estava mal humorado, mas esse era o charme do Aoi, ficar emburrado. Ri em pensamento.

     - Tudo bem eu... Vou pegar algumas cervejas pra gente na geladeira. Volto logo. – Disse indo em direção à cozinha. Ele voltou sua atenção pra televisão.

     Peguei duas garrafas de cerveja que estavam extremamente geladas, perfeito pra aquele dia de calor, peguei o abrindor de garrafa e tirei a tampa das duas, entregando uma à Aoi assim que cheguei à sala. Ficamos em silêncio olhando pra tela da minha TV gigante.

     - VAI SE FUDER! CARALHO! Como é burro, como perde uma jogada dessas!? – Ele gritou quase pulando do sofá, levei um susto e comecei a rir da reação dele.

     - Calma Aoi, ele não pode te ouvir. – Ri enquanto dava um gole na minha cerveja.

     Meia hora se passou e estava quase no segundo tempo, e nada de gol, do nosso time. Perdi a conta de quantas vezes o Aoi quase quis quebrar minha televisão, eu ria dele, e ele continuava sério. Mas estava me divertindo alí com Aoi, quase não passávamos tempo sozinhos juntos, sempre que estávamos juntos Kai, Uruha e Ruki também estavam. Tem muitas coisas sobre o Shiroyama que eu não sabia, e que estou conhecendo hoje, uma delas é que o Aoi não tira as roupas pretas nem em tempo de calor, parece que ele acabou de sair de um show. Ele também não é tão paciente, e se irrita fácil, mas isso é até divertido.

     - Cara... Esse jogo tá muito chato. Não vai sair gol. – Comentei após o segundo tempo começar.

     - Pois eu aposto que vai! – Ele olhou pra mim no mesmo instante. Sorri de lado.

     - Aposto que vai ficar 0 à 0! – Falei só pra provocá-lo. Ele me encarou com os olhos cerrados.

     - Eu pago um boquete pra você se esse jogo ficar no 0 à 0. – Ele respondeu sério. Quase cuspi a cerveja da minha boca. Olhei para ele petrificado, mas ele parecia nem ligar pro absurdo que havia dito. Eu não sabia nem o que responder naquele momento, engoli seco.

     - Você não devia apostar essas coisa... – Falei rindo sem graça. – Se você perder...

     - Eu cumpro o que eu prometo, Akira, sou um homem de palavra. Mas eu estou confiante que não vou perder. – Ele sorriu sinicamente de lado. Só de imaginar a cena do Aoi devorando meu pau meu membro pulsou dentro da cueca. Foi incontrolável. Ainda bem que ele não podia ler mentes.

     - Bom... Mas e se eu perder então serei eu à pagar o boquete em você? – Caralho o que foi que eu falei?. Aoi olhou pra mim e deu uma risada alta.

     - Eu não disse que tinha que pagar com a mesma moeda. – Ele sorriu sarcástico, aquilo me fez sentir um grande idiota. Vai ver ele nem tava falando sério e eu aqui dando bobeira. Resolvi ficar calado.

     Voltamos nossa atenção pro jogo, e tanto eu quanto o Aoi estávamos em expectativa, aquela aposta havia sido tensa, tão tensa que até mesmo Aoi ficou sem jeito por tê-la proposto entre nós. A sorte é que só estamos eu e ele aqui, ninguém mais. Eu não sabia se olhava pra televisão ou se olhava pro Aoi, queria poder decifrá-lo, afinal, qual a intenção real dele ao me propor essa aposta... Digamos, peculiar? Será uma pegadinha comigo? Tarde demais, pois eu já estava na rede dele. Não que eu visse o Aoi como algo à mais além de amigo, porém quando ele disse aquilo, eu não respondi por mim, porém meu membro sim. Pode ser a cerveja? É... Só pode ser isso. Mas nem vi Aoi bebendo muito, a garrafa dele nem estava na metade. Droga... Eu estou paranóico agora.

     - AGORA VAI AGORA VAI! – Aoi se levantou no sofá em expectativa, um dos jogadores estava com a bola e corria em direção ao gol. Eu estava torcendo pra aquele gol sair, afinal, se eu ganhasse a aposta com que cara eu iria olhar pro Aoi? Ele mesmo disse que cumpriria, deu sua palavra, e era isso que me preocupada.

     O jogador chutou a bola.

     Eu e Aoi ficamos parados vidrados na TV. A bola ia em direção ao gol... Estava quase lá... Quase lá... E... O goleiro defendeu.

     Aoi ficou em silêncio. Passaram-se somente mais alguns minutos e os times estavam saindo de campo. 0 à 0. Placar final.

     - Yuu... Quer... Mais cerveja? – Falei quebrando aquele silêncio tenso. Ele olhou pra mim balançando a cabeça negativamente.

     - São quantas horas? – Ele perguntou em seguida.

     - 18:30. – Respondi olhando no meu relógio de pulso. Aoi ficou olhando pro tempo como se estivesse planejando algo. Eu estava inseguro sobre conversar com ele naquele momento.

     - Eu tenho que ir, combinei de ver nosso produtor hoje a noite pra falar sobre umas músicas novas que eu tava editando. – Ele se levantou do sofá me olhando sem jeito.

     - Yuu, nosso produtor tá de férias, nós, a banda estamos de férias! Inventa uma desculpa melhor! – Cruzei os braços ficando de frente pra ele. Pela primeira vez na vida eu havia deixado Shiroyama Yuu calado.

     - Se é da aposta que você tá querendo fugir, que alias, foi você mesmo que propôs, eu não ligo, por mim você não tem que fazer nada. Eu posso ter uma fila de garotas do mundo todo que adorariam me chupar. – Sorri de lado. Era um fato, e ele sabia disso.

     - Convencido. – Ele respondeu revirando os olhos.

     - Mais que você? Impossível. – Ok, eu tava pegando pesado, mas Aoi merecia.

     - Ah, quer saber Reita, foda-se, eu vou embora. – Ele respondeu num tom rude e passou por mim ventando.

     - É Shiroyama... Pelo visto você não é um homem de palavra. – Eu sabia que tava cutucando a fera com vara curta. Aoi não era muito de levar desaforo, mas eu tive que falar.

     Ele parou no mesmo instante ficando à um passo da porta e se virou pra mim. Começou a caminhar em minha direção. Fiquei estático. Mas eu não podia demonstrar medo, afinal, eu era bem mais forte que ele.

     - Abaixe as calças. – Ele respondeu sério.

     - Não. – Rebati.

     - Anda logo Reita, você provocou isso e agora tá arregando? – Ele se aproximou de mim com um sorriso irônico nos lábios grossos. Ok, eu não esperava essa reação dele. Eu não sabia como reagir.

      - Aoi, não acredito que levou isso à sério, eu só tava brincando cara. – Tentei disfarçar.

     - Eu sei quando está mentindo Akira. E também percebi que você ficou nervoso desde quando eu cheguei. Você tá apaixonado por mim, não está? – DAMN. Aquilo me deixou meio zonzo. Eu apaixonado pelo Aoi? Desde quando? Aquilo não fazia sentido, então não sei porquê minhas mãos começaram à suar naquele instante.

     - Ora, ora. Shiroyama e seus ataques de estrelismo aqui ao vivo. – Ironizei, mas parece não ter dado muito certo. Assim como Aoi, eu também era orgulhoso, e não era pouco.

     - Não disfarça, Reita. Essa ereção entre suas pernas diz o contrário. – Ele sorriu safado olhando pra baixo. Eu quis me bater assim que senti que eu estava realmente duro. Droga, estou sendo humilhado pelo Shiroyama em minha própria casa sem chances de defesa. Fiquei em silêncio, era melhor do que abrir a boca e soltar mais uma bobagem que só iria complicar ainda mais a minha situação.

      Aoi levou a mão até meu membro em seguida, acariciando de leve por cima do pano. Olhei pra ele assustado, e ele parecia se divertir com aquele situação tensa em que estava me deixando. Segurei em seu pulso e empurrei sua mão de forma brusca. Se era brincar comigo que ele queria, pois bem, também sei brincar.

     - Me chupa logo seu safado. – Não acreditei nas minhas próprias palavras, mas Aoi deixou brotar um sorriso largo naqueles lábios carnudos. Ele também queria, só era orgulhoso demais pra admitir.

     Sem que eu falasse mais alguma palavra o moreno se ajoelhou no piso de madeira da minha casa e rapidamente abriu o zíper do meu short o puxando para baixo até na altura dos joelhos. Ele me fitava com um olhar perverso, nunca tinha visto ele olhar assim pra alguém antes, eu estava tremendo. Segurei com força em seus cabelos lisos, e puxei seu cabeça de encontro ao meu membro que ainda estava coberto pela cueca. Ele mordeu de leve minha ereção ainda coberta pelo pano, suspirei pesadamente, com tão pouco eu já estava à ponto de explodir de tesão alí.

     - Vamos acabar com isso logo, sem gracinhas Shiroyama. – Puxei seus cabelos negros com mais força enquanto ele abaixava minha box, Aoi não era nenhuma dama que precisava de cuidados, sem falar que era um provocador filho da mãe gostoso da porra. Eu não podia com isso.

     - Calma Rei-san, você é muito apressadinho. – Ele falou me olhando com aquele maldito olhar safado. Eu não era de me atrair por homens, mas Aoi era um exceção, tudo nele era atraente, sua boca, seus olhos, seus cabelos negros, seu corpo magro, sua pele alva, e principalmente aquele seu jeito de marrento.

      - Você gosta de me provocar não é mesmo? Você não fez aquela aposta de brincadeira, você queria me enlouquecer, queria ver até que ponto eu chegaria. Pois bem... – Falei olhando em seus olhos e segurei meu membro dolorido de excitação com um das mãos e levei ao encontro de seus lábios carnudos ainda fechado. Passei a glande por cima de seus lábios antes de forçar pra dentro de sua cavidade úmida. Ele não demonstrou nenhuma resistência, abriu a boca de bom grado e abrigou meu membro lá dentro quase que por inteiro. Quase urrei de tesão, mordi meus lábios tentando me controlar.

     - Droga Aoi... – Gemi alto assim que ele começou a sugar meu membro com força, seus olhar estava preso ao meu, e isso só aumentava ainda mais a minha vontade de foder aquela boquinha gostosa dele.

     Comecei a estocar de leve sua boca, meu membro desaparecia quase que por completo dentro de sua boca, seus lábios estavam vermelhos, tanto quanto meu membro estava naquele momento. Eu não iria aguentar muito tempo, mas confesso que não estava à vontade pra gozar naquele momento, Aoi era chato, até mais que essas garotas frescas que não gostam de engolir. Assim que ele aumentou o ritmo das chupadas eu tirei meu membro de sua boca imediatamente.

     - Que foi Reita? Não estava bom? – Ele se levantou ficando de frente pra mim enquanto lambia os lábios carnudos, claramente pra me provocar. Quis socar a cara dele.

     - Seu débito tá pago. – Respondi sério. Ele deu uma gargalhada, eu não entendi qual era o motivo.

     - Bom... Então tudo bem... Eu ia esperar você gozar... Mas enfim, acho que você já abusou demais da minha boa vontade. – Ele falou naquele tom irônico dele.

     - Cala a boca Aoi, você adorou que eu sei. – Respondi irritado. Guardei meu membro ainda duro dentro dos shorts e Cruzei os braços o encarando.

     - Ai quer saber... Eu tô indo embora... Foi... Divertido. – Ele sorriu e se aproximou de mim colocando uma de suas mãos sobre meu tórax. – Se contar pra alguém, eu corto suas bolas. – Ele sussurrou em seguida próximo ao meu ouvido. Engoli seco. Confesso que Aoi era bem sinistro as vezes.

     - E porque eu iria contar? Isso não foi grande coisa pra mim Aoi. – Dei de ombros e ele fez uma careta enquanto ia até a porta da frente da minha casa. Não disse mais nada, apenas me olhava com aquela cara de cretino lindo que ele tinha. Em seguida saiu à fechando.

     Suspirei por alguns instantes tentando me recompor.

     - Reita você não tá apaixonado pelo Aoi... Você não tá apaixonado pelo Aoi... – Repeti constantemente pra mim mesmo. Eu não podia estar apaixonado pelo Aoi.


Notas Finais


Então gente eu devo continuar? XD ~lee medo


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