História Souls Liars - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Criminal, Drama, Policial, Romance, Sexo, Suspense
Exibições 73
Palavras 3.017
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


eu nunca coloco notas do autor, mas hoje resolvi colocar pra dizer que eu não sei como acontece um roubo a museu de verdade, obvio, e não consigo escrever sobre, talvez minha forma de imaginar não seja a mesma forma que a sua. Eu escrevi só pq faz parte da fic, mas sem detalhes pq isso não é tao importante. Não é algo que eu quero focar e se eu escrevesse detalhadamente o cap ia ficar grande e cheio de delongas. Eu quero começar a escrever o romance da megan com o justin logo, pq já esta mais do que na hora. Então por isso esse cap não esta tao detalhado. Me perdoem se não supriu as expectativas de vocês. Eu estou tentando fazer o melhor que eu posso. Eu só quero dar uma historia boa pra voces. E é isso, desculpem a nota grande mas é necessario antes de voces lerem o cap. Eu revisei o cap p tentar tirar o maximo de erros possiveis entao se ainda tiver algo que eu nao notei voces ignorem por favor. boa leitura.

Capítulo 20 - Broken pieces


Fanfic / Fanfiction Souls Liars - Capítulo 20 - Broken pieces

A adrenalina estava começando a invadir meu corpo, um friozinho já se formava dentro do meu estômago e meu corpo estava dando sinais de ansiedade para roubarmos a peça e fugir do país como se nada tivesse acontecido.

Chaz estava um pouco nervoso do meu lado, assim como os outros meninos, nós ficamos assistindo khalil abrir a entrada de ventilação tirando a peça de metal que saia o ar, todo vestido de preto, da cabeça aos pés, com apenas os olhos de fora ele entrou pela tubulação e sumiu me deixando ainda mais nervoso.

- será que ele consegue? – Ryan perguntou no banco da frente

- não é a primeira vez que fazemos isso – falei colocando minha mascará que apenas deixava meus olhos de fora assim como a de khalil.

Depois de alguns minutos, que pareceram a eternidade pra mim, khalil avisou pelo walk-talk que chaz havia conseguido fazer seu trabalho direito. Então eu respirei fundo e deixei o carro dando sinal para za vir atrás de mim.

Entramos pelo tubo de ar exatamente como khalil tentando fazer o maior silencio possível. Eu sabia o caminho a se fazer dentro dos tubos e mesmo assim ainda tinha o ponto eletrônico de ouvido comandado por chaz que me ajudaria também. Estava na frente me rastejando silenciosamente com a roupa de látex preta, za fazia o mesmo logo atrás de mim, me esforçando ao máximo para engatinhar dentro do tubo sem fazer barulho e sem demorar demais para chegar ao local onde a peça se encontrava.

- você esta encima da sala – chaz disse no ponto eletrônico. Cada um de nós estávamos com um aparalho walk-talk presto na roupa que continha um gps para chaz monitorar nossos movimentos dentro dos tubos assim não correríamos o risco de fazer errado.

Com uma chave de fenda que estava presa no meu bolso retirei os parafusos que prendiam a tela de metal na saia de ar para dentro da sala. Coloquei a peça para o lado cautelosamente e senti as mãos de za prenderem a corda que me segurava a ele no cinto da minha roupa. Como se fossemos escalar uma montanha, mas na verdade estávamos descendo do teto de um museu. Ele deu o sinal para que eu pudesse descer, então mergulhei de cabeça no buraco retangular passando meu corpo estreitamente enquanto segurava nas bordas para não cair com tudo no chão e fazer um barulho.

- Ryan esta indo para a sala da frente – chaz falou novamente na escuta.

Za segurou a corda firme enquanto eu escorregava até o chão da sala do museu. Dei dois puxões fracos quando senti meus pés tocar o chão. Ele se arrastou até o buraco retangular no teto e desceu o tubo telescópio por uma corda lentamente, o tubo preto tinha a tela falsa enrolada dentro.

Assim que segurei o tubo em minhas mãos olhei para os lados para ter certeza de que ninguém vinha, então fui até a moldura presa na parede e a tirei cautelosamente a colocando no chão encostada na parede. Minha respiração estava começando a falhar ou eu tinha esquecido de respirar de tão nervoso que estava, cada segundo era precioso e quanto mais rápido eu fosse melhor seria. E como um porta-retratos retirei a parte de trás que segurava a tela e tirei a mesma com total delicadeza pois pela quantidade de anos que ela tem qualquer coisa poderia rasga-la.

Após cinco minutos agoniantes no qual fazia meu corpo todo suar troquei as telas, coloquei a tela verdadeira no tubo telescópio e prendi na parte de trás das minhas costas. Segurei a corda dando sinal para za me puxar de volta. E com muita força e demorados minutos ele conseguiu me puxar a uma altura boa o suficiente para eu segurar nas bordas da abertura retangular e me impulsionar para cima.

Dei sinal para za sair dos tubos e voltar para o carro enquanto eu prendia novamente a tela metálica no buraco retangular. E todo silencio era valido, até o som da minha respiração poderia estragar tudo, talvez por isso eu tentava o máximo respirar devagar e fundo para acalmar minhas mãos tremulas que mal conseguia enroscar o parafuso novamente. Assim que terminei com um pouco de dificuldade peguei o walk-talk para avisar a chaz que tinha terminado e que ele podia mandar os meninos saírem do museu.

Ele me respondeu pelo ponto eletrônico de ouvido para não causar um eco nos tubos e confirmou que eu podia sair do lugar com cuidado.

Voltei a me rastejar pelos tubos e encontrei Ryan e khalil mascarados assim como eu. Dei um sinal de que estava tudo bem e continuei a me rastejar pelo material metálico. Saí primeiro com o tubo preto preso em minhas costas, depois foi a vez de khalil e por último Ryan. Enquanto o ultimo voltava a parafusar a tela metálica que protegia a entrada de ar, khalil correu para o carro onde za estava junto com chaz, que havia trocado de lugar enquanto roubávamos a peça, e eu corri para o carro onde chris aguardava já com o motor ligado. Entrei no carro e logo vi Ryan correr pelo beco passando em frente ao carro que eu estava atravessando a rua e se juntando aos outros dentro do carro. Parecíamos ninjas desfaçados.

Chris ligou o moto do carro e saiu sem rancar pneu, pois tudo o que queríamos era não chamar atenção. Minutos depois olhei para trás e vi o outro carro seguir o caminho oposto ao nosso, já que eles iriam voltar para o hotel e eu ria para o aeroporto particular da cidade. Tirei a mascara que já estava molhando com as gotas do meu suor e respirei fundo sentindo um certo alivio em meu corpo, abaixei as janelas do carro e senti a brisa da noite gelada bater contra meu rosto me dando um pouco mais de alivio. Enquanto Chris guiava o carro pelas ruas da cidade de madrid eu trocava minha roupa no banco de trás.

- ainda bem que ocorreu tudo bem – Chris comentou enquanto eu terminava de colocar minha jaqueta.

- sabe a melhor parte de roubar um museu? – perguntei já totalmente vestido

- que ninguém pensa que alguém vai roubar peças antigas e a segurança é uma bosta? – Chris perguntou num tom debochado e eu concordei soltando uma risada alta.

Depois de quase quarenta minutos dentro do carro nós chegamos ao local onde o jatinho me aguardava. Um aeroporto particular para jatinhos particulares. Retirei minha mala do porta-malas do carro e guardei o tubo preto dentro das minhas coisas. Chris me olhava apoiado na janela do carro.

- queima as roupas antes de viajar – falei baixo e ele estendeu a mão pra fora do carro

- pode deixar chefe, vamos seguir tudo conforme o mandado – chris disse apertando minha mão e dando um sorriso largo.

Assim que nos despedimos ele foi embora no carro alugado e me deixou sozinho no meio da noite no aeroporto particular onde um jatinho me aguardava. E mesmo com toda alegria e ansiedade eu consegui fingir ser uma pessoa normal dentro do aeroporto que estava indo embora do país. Passei pela checagem normalmente, apresentei meu passaporte junto com os documentos e a balconista confirmou a reserva do meu voo.

E toda aquela delonga de autorizar voo, checar pista, clima e tudo mais demorou uns 20 minutos e só então o jatinho decolou me enchendo de alegria.

Meu relógio marcava quase 3 horas da manhã, o céu de Madrid dava pra ser visto da janela do avião e era bem bonito por sinal. O voo demorou algumas horas e devido ao fuso horário cheguei em Madison por volta das 7 da noite.

Eu estava cansado, porém ainda feliz por ter conseguido roubar a peça de artes primeiro que Joseph sem ser pego, o que era mais importante. Assim que cheguei em casa coloquei a mala em algum canto do quarto e guardei a peça roubada dentro do meu guarda-roupa, procurei pelo meu celular e mandei uma mensagem de texto para Chaz avisando que eu estava bem, depois tomei um banho para relaxar e cai na cama minutos depois.

Na manhã seguinte acordei mais disposto por volta das dez da manhã, o café da manhã estava na mesa e as empregadas estavam à disposição. Após me alimentar conversei com os funcionários para ficar por dentro de tudo o que aconteceu na casa enquanto estive fora, pelo o que me contaram ocorreu tudo bem. No meio da tarde Ryan me ligou para avisar que ele e os meninos haviam desembarcado na cidade e que estavam a caminho de casa. Todos cansados e felizes por tudo ocorrer bem.

A coisa mais importante da lista já foi agora o resto é resolver meus assuntos com Megan antes que Michael me mande roubar a outra peça de arte.

Alguns dias se passaram até quarta-feira chegar e Michael entrar em contato comigo pedindo para que eu levasse a peça até ele. Então eu recebi seu telefonema ele me passou o endereço e dessa vez eu fui com Ryan até o encontro do velho. Ryan morava em um apartamento em um dos condomínios mais caros da cidade, o mesmo que o dos meninos, porém em prédios diferentes. Passei no seu apê para busca-lo já com a obra de arte no banco de trás do meu carro.

Estava de noite quando partimos de encontro com o velho, ele marcou em uma boate da cidade que era bem desconhecida, pelo menos não fazia tanto sucesso quanto a minha. Ele estava em uma festa particular com milhares de homens bem vestidos, a maioria devia ter a idade para ser meu pai, todos vestidos de ternos e gravatas como se fosse uma festa de casamento. Tinha mulheres seminuas se exibindo para eles em palcos e poli dances, tinha muita bebida e a música ambiente parecia aqueles rocks antigos.

Nunca fui tão bem recebido por um chefe de máfia como eu fui naquela noite, todos me cortejando, me enchendo de elogios e babando meu ovo até eu não aguentar mais. Me ofereçam os whiskies mais caros da cidade e champanhes para comemorar. Michael, como sempre fez seu discurso e me levou para uma sala pequena da boate, fui acompanhado de Ryan é claro. Ele me pediu a peça e eu a entreguei vendo ele dar um dos sorrisos mais largos que alguém pode dar.

- esses homens todo sabem que eu roubei a peça? – perguntei sentando em uma das cadeiras na sala

- obvio que não – ele respondeu abrindo o tubo preto e retirando a tela de dentro – eu disse que estamos comemorando nossos negócios, pois somos sócios agora

- somos? – questionei sem entender, não me lembrava de ter me associado a ele.

- ainda não – ele me olhou de canto de olho, colocou o tubo preto de lado sobre a mesa e abriu a tela cuidadosamente deixando seu sorriso ainda mais largo. Seus olhos brilhavam como estrelas – eu sabia que você seria capaz – ele pegou uma lupa dentro de uma das gavetas e olhou o canto da tela – é a tela verdadeira

- é obvio, mas como sabe? – perguntei curioso

- pela marca que eu deixei anos atrás quando quase a roubei – ele disse voltando a enrolar a peça com cuidado – infelizmente na época não tive sucesso e agora velho eu não teria se não fosse por você

- obrigado, fico feliz – falei ficando de pé observando o velho guardar a tela dentro do tubo novamente

- você agora lidera a competição – ele disse me erguendo a mão e então a apertei – bom trabalho, assim que eu decidi a próxima peça entrarei em contato com vocês – separamos nossas mãos e eu concordei com a cabeça – lembre-se que eu sempre estou de olho em tudo

- disso eu sei – respondi sorrindo e então ele nos convidou novamente para curtir a festa.

Eu nunca tinha estado em uma festa com tantos mafiosos em toda minha vida, devia ter várias gerações de máfias naquela boate e todos olhos superexperientes. Eu aproveitei um pouco para beber e me dar o deslumbre da vitória. Afinal eu estava um paço a frente de Joseph.

 

Sexta-feira à noite, todos bem vestidos a caminho da boate, uma longa noite para jovens vitoriosos. Os meninos já buscavam um balde de bebida no bar da boate enquanto eu me sentia glorioso ao olhar todas aquelas pessoas lá em baixo e saber que elas nunca serão tão poderosas quanto eu. Um relapso de alto ego não faz mal a ninguém. Pedi para za e khalil pegarem algumas meninas bonitas e gostosas para nos acompanhar pelo resto da noite. Eles trouxeram cinco meninas, loiras, morenas e até uma ruiva. Quando Ryan e chris chegaram se assustaram com a quantidade de meninas que tinham na nossa área vip.

Nos servimos drinks e Chaz chegou bem na hora para brindar conosco. Um brinde bem merecido pelo nosso esforço e trabalho estarem fluindo tão bem. E era bom me sentir assim, poderoso, luxuoso, com o ego acima da minha cabeça. Eu estava muito feliz e ficaria ainda mais ao ver a cara de Joseph ao descobrir que perdeu a primeira partida do jogo mesmo tentando me derrubar.

Todos estavam aproveitando a noite, inclusive eu, uma loira dançava pra mim enquanto beijava meu pescoço. Chris estava com duas meninas ao seu lado, za e khalil tinha cada um uma garota, chaz e Ryan haviam sumido, mas não me importei no momento. Continuei dando atenção para vadia que quase implorava para que eu a fodesse.

Alguns minutos depois Ryan e chaz voltam acompanhados, meu corpo gelou no mesmo momento que reconheci a garota segurando a mão de chaz, Megan, e com Ryan estava um rosto conhecido, talvez fosse a amiga de Megan da outra noite. E mesmo que eu quisesse não consegui controlar o sentimento de inquietação que se criou dentro de mim. Toda vez que eu via aqueles olhos azuis eu tinha vontade de matá-la e fazer ela suplicar para que eu não a tirasse a vida.

Puxei a menina que eu estava acompanhada e desci para a pista de dança da boate, tentei me concentrar um pouco nela enquanto minha mente pensava em alguma forma de me aproximar de Megan sem que chaz visse. Então depois de alguns minutos já dançando a terceira musica tive a ideia de chamar os rapazes para continuar a festa na minha casa e leva as garotas também. Assim em algum momento eu poderia pegar Megan de surpresa.

Voltei para a área vip e convenci os meninos de irem para minha casa, pois teria quarto para todo mundo e seria mais reservado para ambos os seis. Megan e sua amiga de início recusaram, mas depois que eu disse que ia estar ocupado demais para perder meu tempo com brigas elas toparam.

Fomos em carros separados, como havíamos chegados, minutos depois chegamos na minha casa já um pouco alcoolizados sentindo a embriaguez tomar conta. Eu devia ser o mais sóbrio depois de chaz que não tinha bebido muito como sempre. A loira ao meu lado quase tropeçava em seus próprios saltos, o que era ótimo, assim eu não teria que fazer muito esforço para faze-la dormir enquanto coloco meu plano com Megan em pratica.

Depois que todos entraram na casa liguei o som e peguei umas bebidas na geladeira colocando as mesmas sobre a mesinha de centro. Chris estava sentado no sofá enquanto duas meninas se esfregavam nele quase fazendo um sexo a três no meu sofá. Khalil arrastou a menina que o acompanhava para o quarto, za começou a dançar com a menina que estava com ele, Ryan conversava com a amiga de Megan na cozinha, chaz estava com sua namoradinha sentados no sofá conversando enquanto bebiam, e eu estava aturando a loira no meu ouvido me implorando para irmos para o quarto.

Eu sempre tenho um “boa noite cinderela” em casa e ele me ajudaria muito no plano da noite. Subi para o quarto com a loira e deixei ela se levar, enquanto ela estava deitada na cama apenas de calcinha e sutiã eu coloquei o sonífero na bebida dela e ofereci quando voltei. Ela aceitou e deu alguns goles antes de pular no meu pescoço. Aturei ela alguns segundos até ela apagar completamente me deixando livre.

Já sem minha camisa, apenas de bermuda e descalço voltei para a sala de estar, ainda estava lá Ryan e sua garota, Chaz e Megan, e Chris já tinha subido pro quarto assim como Za.

- ainda tem dois quartos vazios – comentei encarando Ryan ele deu uma piscadela sorrindo

- onde fica o banheiro? – a garota com ele estava perguntou

- mostra e ele Ryan – falei quase soltando uma risada. Ele acompanhou ela em direção ao banheiro enquanto eu caminhei para a cozinha. Peguei duas garrafas em uma delas coloquei sonífero, voltei para a sala com as garrafas na mão já pronto para colocar meu plano em ação. – aqui Chaz – entreguei a garrafa pro nerd sentado no sofá ao lado da morena dos olhos azuis

- mas eu não pedi bebida – ele disse em tom baixo pegando a garrafa

- eu sei, mas quero te agradecer antes de ir pro quarto – ergui a garrafa em sua direção – um brinde a nossa amizade

- pra que isso? – ele perguntou confuso

- pra mostrar a você que nossa amizade está além de qualquer garota – sorri e ele pareceu acreditar esticando a garrafa pra cima triscando na minha em forma de brinde. Dei um gole na cerveja enquanto ele fazia o mesmo. Olhei de canto pra Megan e ela parecia tentar não olhar pra mim. – fiquem a vontade – falei ainda bebendo na “boca” da garrafa indo em direção a escada. Subi lentamente até escutar a voz de Megan chamando por chaz. Desci as escadas correndo em direção ao nerd desmaiado no sofá, sacudi ele e passei a mão a frente dos seus olhos.

- o que aconteceu? – Megan perguntou assustada

- cala a boca – falei em tom baixo para que Ryan não escutasse do banheiro – nós vamos ter uma conversa agora


Notas Finais


espero que tenham gostado e agora ira começar o lance entre megan e justin. Em breve tera um cap com pov dela. Comentem p eu saber se alguem ler, comentem um "up" ou sei lá um coração só p eu saber se tem gnt lendo mesmo e que esteja gostando da fic. Bom estejam preparados para as cenas hots. xoxo.


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