História Souvenir - Capítulo 9


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Categorias 4Minute, EXID, EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Hani, Ji Hyun, Kai, Personagens Originais, Sehun, Xiumin
Tags 4minute, Baekhyun, Chanyeol, Exid, Exo, Hani, Jihyun, Kai, Sehun, Xiumin
Exibições 12
Palavras 1.418
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Depois de muito tempo cá estou eu novamente.
Queria pedir desculpas por demorar tanto, mas o caso aqui é que eu tive que replanejar a história e reescrever esse capítulo milhares de vezes, a minha beta pode confirmar isso...
Também gostaria de dizer que não sei quando sai o próximo, pretendo não demorar tanto quanto demorei para esse.
É isso, saranghae.

Capítulo 9 - Fuga ou Sequestro?


O clima inconfundivelmente gélido e nublado de Seul não deixava dúvidas de que em breve uma chuva iria cair. Sehun apenas caminhava pelas ruas sem destino certo, estava apenas andando. O dia no trabalho havia sido desgastante e estressante ao ponto de Sehun desejar enforcar qualquer pessoa que ousasse querer o importunar; seu humor, assim como o clima de sua cidade, não era um dos melhores. Estava estressado, exausto, sentia dores de cabeça e para piorar tinha um machucado em seu pulso.

Direcionou o olhar para o céu quando fora atingido por algumas gotas, respirou fundo começando a andar novamente em seu ritmo anterior, naquele momento não se preocupava se iria se molhar, pegar um resfriado ou estragar o celular.

A chuva logo aumentou de intensidade, atingindo-o de maneira mais rápida e incrivelmente forte; uma tempestade havia se iniciado. O moreno se permitiu aumentar a velocidade dos passos, mudando a rota e chegando na casa de Chanyeol minutos depois. O motivo de ter ido andando? Sua moto estava estragada.

Sabia que a moto era antiga, faziam vários anos que ela pertencia a ele, havia a ganhado dos pais no dia da formatura do colegial. Abriu a porta da casa do amigo e o que viu foi confuso.

O mais alto estava sentado no sofá, olhava para o teto e tinha olhos inchados, obviamente ele havia chorado; Ji-woo estava sentada no outro sofá olhando para algo que tinha em mãos, parecia ser uma foto. Baekhyun estava sentado no mesmo sofá que Chanyeol e tentava dizer alguma coisa para ele, mas o maior parecia perdido em um humor tão nublado quanto o céu de Seul.

Sehun caminhou em passos lentos até o lado de Kai e permaneceu em silêncio, não tinha nada a dizer aquele momento. Até que segundos depois um barulho de algo sendo atirado contra a parede foi ouvido e a bagunça iminente começou.

— Aonde ela está? — Perguntou Chanyeol olhando para Baek — Aonde foi que você a levou?

— Entenda que não a levei para lugar nenhum, por favor.

— Não minta para mim Byun, eu sei que o sumiço da minha namorada tem alguma coisa relacionada a você.

Sehun ouviu Baekhyun bufar e pressentiu que algo muito errado iria acontecer; quando aqueles dois chegavam ao ponto de brigar — principalmente se fosse por causa de Hani — a coisa ficava séria e o resultado seria um dos dois gravemente ferido.

— Ok, ok. Antes de matarem um ao outro me expliquem essa história de sumiço. — Sehun falou levantando e sentando-se ao lado dos dois.

— Quando cheguei em casa do trabalho ontem não encontrei Hani em lugar algum da casa, não há quase nada pertencente a ela aqui também. — Chanyeol respondeu respirando fundo em seguida, não queria voltar a chorar, não queria mostrar o quão bebê chorão podia ser quando o assunto era Hani.

— E você acusa o Baek por qual motivo? Não acha que ele a sequestrou, ou acha?

— Eu não sei...

— Irmão... — chamou Ji-woo — não foi Baek e não tem nada relacionado a ele, sabe que ele estava comigo e com Minseok ontem.

— Mas Ji-woo...

— Pare de tentar culpar alguém que é tão inocente quanto você Chanyeol! — Kai finalmente se pronunciou, sorrindo fracamente — Se ele tivesse feito algo assim não estaria aqui agora, não estaria com vontade de chorar. Ele estaria rindo feito um doido da sua face de otário. Pense ao menos uma vez na vida, Chan.

 

✘☯✘

 

No outro dia, quando finalmente estava em casa, Sehun retirou peça por peça das roupas de seu corpo, soltou-as em qualquer lugar fazendo um lembrete mental de que depois deveria as recolher e as levar à lavanderia. Entrou no banheiro e ligou o chuveiro.

— Céus, isso é maravilhoso. — Murmurou ao sentir a água cair sobre seus ombros.

Poucos segundos haviam passado quando o moreno ouviu um som vindo de seu quarto, seu celular. Irritado, não se preocupou em enrolar uma toalha ao redor de sua cintura, apenas caminhou até o quarto e pegou o celular em mãos, verificou que era sua omma ligando e atendeu.

— Omma! Quanto tempo.

Sehun, seu cabeça oca! Posso saber o motivo de meu filho sair do exército e não dar nem um simples sinal de vida?

— Miane, omma. Eu realmente esqueci. — Respondeu, imaginava sua omma em pé olhando para a janela, batendo o pé no chão de forma frenética como sempre fazia quando estava nervosa — As coisas em Seul estão um pouco agitadas, como sempre.

Filho? Está tudo bem com você?

— Estou bem omma, só um pouco cansado... Sabe do acidente de Ji-woo não é?

Sua namorada? Eu acho que ouvi sobre, como ela está?

— Omma, eu e Ji-woo não somos mais namorados... — balançou a cabeça negativamente mesmo que sua progenitora não pudesse ver. Contou toda a história para ela que, em silêncio, ouviu tudo. Questionava algo somente quando algo não havia sido compreendido.

Terminou de contar a história em pouco tempo e uma sensação boa tomou conta de seu corpo, ter falado para alguém era libertador e naquele momento tudo o que mais queria era poder ouvir e seguir os conselhos da progenitora.

Sehun, eu sinceramente não sei bem o que dizer, é realmente complicado. — Começou a senhora Oh, falava baixo — Mas meu filho, acha que é realmente certo desistir dela? Sei que não é correto desejar o fim do relacionamento de outras pessoas, mas o relacionamento de vocês não teve um fim real. E vocês se amavam, era tão lindo de se ver.

— Éramos um belo casal sim omma, mas tudo o que fomos ou deixamos de ser não significada nada agora.

A partir dali a ligação permaneceu em silêncio por alguns minutos; Sehun conseguia ouvir a voz de sua progenitora conversando com o marido, contava que estava conversando com o filho sem juízo.

— Omma. — Disse quando ouviu a campainha da casa ser tocada — Tenho que desligar, estão tocando a campainha.

Tudo bem meu filho, também tenho que fazer algumas coisas, sabe, limpar alguns pedaços de vidro que estão no chão, conhece o jeito de seu pai. — Sehun riu e concordou, lembrava bem o quão desastrado seu appa podia ser — E faça o que achar melhor, certo? Sabe que independente do que for sempre terá meu apoio.

— Sim omma, eu sei.

Então tchau, e venha me visitar logo.

A ligação fora encerrada e o moreno amaldiçoou mentalmente quem quer que estivesse parado ao lado de fora de sua residência. Ele pegou uma toalha no roupeiro e enrolou ao redor de sua cintura, caminhou lentamente até a porta e a abriu, viu que era Ji-woo que estava ali e ficou paralisado.

A mais baixa assobiou e riu ao observar o abdômen do maior, ganhando em seguida uma reclamação e um convite para entrar.

— Aconteceu algo? Alguma novidade?

— Não, não há novidade alguma, — respondeu, sentando-se no sofá em seguida. Observava as paredes e sorriu ao ver uma foto de si mesma com Sehun — eu só queria te ver.

— Uau, e eu posso saber o motivo dessa sua incomum vontade?

— Qual a razão que o fez pensar que eu não posso apenas querer te ver?

— Não sei, talvez tenha algo a ver com o fato de você ter um namorado.

— Não tem nada a ver com isso, Sehunnie. — Ji-woo disse e em seguida pegou uma das almofadas do sofá, mirou no mais velho e jogou. Sehun percebeu e desviou, rindo e mostrando língua; a morena devolveu o gesto também rindo.

— Quero te levar em um lugar.

— Onde?

— Um local que nós dois já frequentamos alguns dias da nossa vida.

— Devo ficar com medo? — Perguntou inconscientemente se aproximando do mais velho, ficando extremamente próxima.

— Talvez, — Sehun respondeu, seus olhos estavam presos nos lábios da menor — eu posso querer te beijar.

— Eu tenho um namorado.

— E eu sei disso.

 

✘☯✘

 

— Sabe onde a família de Hani mora? — Sehun perguntou à Ji-woo, os dois estavam sentados no sofá da casa dela, Chanyeol não estava e os dois pensavam que ele havia possivelmente ido beber. E como Minseok estava no banho, Sehun permitiu-se ficar perto de Ji-woo.

— Busan, eles tem negócios lá.

— E número de telefone?

— Eles mudam de número frequentemente, infelizmente eu não cheguei a anotar o atual.

— Que pena.

— Sim... O casamento de Kai está muito próximo, não é? Ele adoraria que ela pudesse ir.

— O que será que aconteceu para ela sumir assim.

— Pode ser sequestro.

— Casa estava organizada.

— Um sequestro organizado, então.

Sehun riu, não acreditava que estava rindo de algo como aquilo.

— De qualquer forma, — ela continuou — os próximos dias serão difíceis e turbulentos para muitos, Sehun.


Notas Finais


E foi isso, desculpem-me por não ser um capítulo maravilhoso.
Podem me matar se quiserem <3.
Saranghaeyo e até...


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