História Sozinha... Ou não - Capítulo 16


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Thomas, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor, Amor Doce, Amor Rebelde, Bullyng, Cassy, Castiel, Castiel Amor Doce, Docete, Fanfic Rebelde, Rebeldia, Romance, Ruivo, Sozinha Ou Não
Exibições 116
Palavras 663
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Oque você quer?


Pov's Melissa

Eu estava meio incomodada esses dias, eu tentava ignorar Castiel ao maximo, ele sempre dava um jeito de eu perceber sua presença, eu fiquei muito triste depois de ver aquela garota quase nua no apartamento de Castiel, talvez eu pensa-se que era unica, mas eu vi que não.

Eu e Nathaniel conversamos bastante, o que de alguma maneira, mantem Castiel longe, ele nunca entra naquele Gremio, então durante o intervalo eu vou direto para o Gremio para ajudar Nathaniel com suas obrigações para que possamos conversar na biblioteca.

Eu arrumei um emprego de meio espediente em um restaurante que Lysandre trabalha, eu tenho encontrado ele varias vezes, ele tem sido um otimo amigo, mas eu não o vejo muito na escola. Eu preciso arrumar dinheiro para comprar uma bicicleta para a minha pequena, ja que os custos do orfanato estão aumentando, o que tambem é bom por causa do Castiel, ja que ele nunca esperaria que eu estive-se trabalhando.

Ele mandou varias mensagens, e me ligou varias vezes, mas eu desliguei o meu celular nem atendi suas ligações, eu sei que é meio bobo, mas eu realmente não me sinto avontade em ficar perto dele, me sinto traida, mesmo que nós não tenhamos nada.

Eu estava entrando na escola. Pude ver a moto de Castiel estacionada fora da escola, eu sentia saudade de sentir o cheiro da jaqueta de Castiel, eu do vento acariciando meu rosto, ou de ver seus olhos cinzas quando ele colocava o capacete em mim e seu sorriso sarcastico quando eu corava.

Eu sai de meus devaneios e corri para a sala de aula, vendo que o primeiro que ja estava la era Castiel, que olhou surpreso para mim, mas eu passei direto, tentando evitar olhares em direção a ele.

Me sentei na cadeira e pindurei minha mochila na cadeira, recolhendo alguns livros jogados no fundo da mala, eu passei a aula inteira apenas fingindo prestar atenção no que o professor falava, mas as palavras pareciam ecoar cada vez menos na minha cabeça, e acabei dormindo em cima dos livros.


(...)(...)(...)


Apos levar uma bronca do professor, o sinal do intervalo tocou, e eu fui direto para o gremio, mas Nathaniel não estava la, eu me sentei na poltrona que tinha la e acabei dormindo ja que andava muito cansada, meus olhos estavam fachados mas eu senti o olhar de alguem, então abri os olhos, la estava Nathaniel, a centimetros do meu rosto, eu não sabia como reagir, então fechei os olhos denovo, esperando ele me beijar, mas não senti nada, e quando abri os meus olhos ele estava virado de costas, mexendo em alguns papeis.


Nathaniel- Hoje esta tudo bem, Melody ja organizou tudo.


Ele saiu da sala, e percebi que não estava com uma cara muito boa, parecia... Preocupado.


(...)(...)(...)


No final das aulas eu esperava Lysandre nas escadarias para irmos juntos ao trabalho, eu me sentei na escadaria e fiquei esperando, até que a pequena porta do porão foi aberta revelando o platinado.


Melissa- Vamos?


Lysandre- Claro.


Nós saimos da escola, e eu percebi que a moto de Castiel estava estacionada no mesmo lugar, o que indica que ele nem saiu da escola, mas tentei não dar muita importancia, mesmo sabendo que ele poderia ter se metido em confusão, que é o que me preocupava. Fomos até a pequena lanchonete, e fomos comprimentar a senhora que era dona do lugar, que era muito gentil.


Melissa- Vou me trocar Senhora Marlene.


Marlene- Pode ir querida, não demore muito, hoje vamos nos divertir muito.


Falou ela se refirindo a grande quantidade de clientes, eu apenas sorri, achando fofo o modo de como ela fala, ela realmente ama o que faz, fui até o vestiario trocar de roupa, coloquei o uniforme e o avental e fui até a cozinha começar a entregar os pedidos nas mesas...


(...)(...)(...)


Eu estava exausta, eram 20:30, era o meu dia de fechar a lanchonete, e quando eu terminei fui direto para casa, mas derrepente eu percebo alguem me seguindo, e quando eu olho para traz, sinto meu corpo arrepiar.

Melissa- Oque você quer?


Continua...



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