História Spaces - Harry Styles Fanfic - Capítulo 25


Escrita por: ~

Visualizações 299
Palavras 2.165
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei de novo!!!
Esse capítulo ficou pronto e eu estou ansiosa pra publicar!!!
As coisas vão piorar um pouco, mas depois deste eu juro que vão começar a melhorar!!!

Capítulo 25 - Um susto


Fanfic / Fanfiction Spaces - Harry Styles Fanfic - Capítulo 25 - Um susto

ANNA

Chego no meu apartamento ainda tremendo com o papel do exame nas mãos. Não consegui terminar o plantão e meu professor me dispensou depois de ver que eu não tinha qualquer condição de permanecer ali. Eu devia ter desconfiado, meu Deus!

Começou com os enjoos pela manhã, mas eu achei que era psicológico, porque eu estava sob muita pressão. Quando minha menstruação veio normalmente, ainda em Boston, eu deixei qualquer receio de lado, mas agora veio a confirmação: estou grávida de quase dois meses.

Eu estava passando mais mal do que o comum nesses últimos dias, por causa de tudo que houve no domingo. Meus humores estavam uma loucura e eu me dividia entre rir, chorar e ter ataques de ódio do Harry. Por isso Brian me convenceu a ir ao médico e ele me pediu um exame de gravidez, só por segurança. Nunca imaginei que pudesse dar positivo, mas eu deveria saber...eu deveria conhecer os sintomas.

Me sento no sofá e logo procuro o telefone da minha ginecologista, pra marcar uma consulta e ver se esta tudo bem com o bebê. Ele não foi planejado, mas eu já o amo, mesmo tendo acabado de saber da sua existência.

Isso me leva a outro problema: como vou contar ao Harry sobre o bebê? Eu não quero ver ele, ao menos não por enquanto. Ele não esteve aqui no apartamento e nem me procurou nesses quatro dias que se passaram desde domingo. Eu não esperava mesmo que ele o fizesse e fiquei feliz dele não ter feito, porque ainda estou muito magoada por ele ter, de novo, desconfiado de mim e resolvido as coisas da pior forma possível, ou seja, transando com outra mulher.

Só de pensar que ele pode desconfiar de que o filho não seja dele eu sinto vontade de chorar de novo, mas não vou fazer isso! Eu agora tenho que pensar nessa criança, que se Deus quiser esta bem de saúde.

Não sei como vai ser daqui pra frente, provavelmente terei que trancar a faculdade do próximo semestre e me dedicar a ser mãe solteira. Juro a mim mesma que, se o Harry ousar ter dúvidas sobre de quem é o bebê, eu me mudo pro Alasca se for preciso, mas não vou deixar ele chegar perto de nós.

Eu sei que deixei ele mais desconfiado ainda de que eu estou tendo um caso com o Brian quando eu não neguei isso, mas ele não merecia saber. Se ele desconfiou que eu pudesse fazer isso, ele merece ficar com essa dúvida.

Mas, agora, já não importa. Eu e o Harry terminamos e a única coisa que vai nos ligar é esse bebê. Temos que deixar as diferenças de lado e pensar que essa pequena vida dentro de mim, que foi feita por nós dois, não merece que os pais vivam brigando por coisas que já passaram.

Marco a médica pra amanhã cedo e decido que depois de ver se esta tudo bem eu vou contar ao Harry. Não posso adiar mais, porque ele tem o direito de saber, mesmo sendo um babaca.

Nem sei quando tempo se passa enquanto eu estou sentada no sofá, rodando o meu anel de noivado no dedo. Eu vou devolver ele ao Harry, mas não consegui tirar ele ainda pra deixar junto com as coisas dele, que eu já tentei embalar várias vezes e não consegui...acabei desistindo.

Me levanto e vou tomar um banho e comer alguma coisa saudável, porque meu bebê é a coisa mais importante agora e já o deixei sofrer junto comigo por quase dois meses. Eu não sabia da sua existência, o que me causa calafrios ao pensar que posso ter prejudicado ele sem querer.

Enquanto tomo banho, faço uma retrospectiva mental de tudo que houve nesse período, me sentindo aliviada por não ter bebido nesses meses. Parece que meu estômago estava rejeitando o álcool e eu nem me dei conta do por que.

Coloco um pijama quente e vou até a cozinha, vendo que minha geladeira esta vazia. A única coisa que tenho são coisas congeladas. Você vai ter que mudar seus hábitos alimentares Savanna!

Debato comigo mesma se devo tirar o pijama e ir a um supermercado agora, porque ainda é pouco mais de três das tarde e acho que é hora de começar as mudanças, ou se peço comida em casa, já que estou acordada desde ontem e preciso dormir...meu bebê precisa dormir.

Decido tirar o pijama e ir as compras quando escuto barulho na porta da sala e congelo: é o Harry!

Quando o vejo entrar no nosso apartamento a primeira coisa que penso é em jogar mais algum objeto nele, pois só de vê-lo sinto a raiva aflorar dentro de mim, mas decido agir normalmente, porque não posso me exaltar agora.

Harry entra em casa e fecha a porta atrás dele, só então me vendo parada na porta da cozinha. Olho bem pra ele e quase sinto pena...quase! Porque ele está visivelmente acabado. Suas olheiras estão enormes, como se ele não dormisse há dias, e seu rosto ainda esta com as marcas dos arranhões que deixei.

Ele arregala os olhos ao me ver e abre a boca, mas a fecha antes de dizer alguma coisa. Fico tentada a dizer a ele que deixei bem claro que queria que ele me avisasse quando viesse aqui pegar as coisas dele, mas eu admito que ele não tinha como saber que eu estaria em casa, pois nesse horário sempre estou fazendo plantão.

___Oi, Anna!___ele diz, se aproximando de mim com as mãos nos bolsos da calça do terno que esta usando, provavelmente vindo da editora___eu não sabia que estaria aqui___diz sem graça___quer que eu volte depois?___ele pergunta, parecendo querer dizer mais alguma coisa.

___Não se preocupe, eu estou de saída___eu digo, me forçando a sair do lugar em que estou e indo em direção ao quarto___fique a vontade, eu vou demorar, não se apresse!___eu digo, já de costas pra ele.

Chego ao quarto e respiro fundo, tentando controlar o tremor nas minhas mãos só de vê-lo, mas logo escuto os passos dele atrás de mim e praguejo mentalmente, porque não estou em condições de fingir que estou me sentindo indiferente a presença dele aqui, depois de tudo que houve.

___Vai continuar me tratando assim ou vamos conversar?___ele diz e, mesmo sem me virar pra ele, sei pelo seu tom de voz que ele esta disposto a começar uma discussão.

Antes que eu possa controlar meus hormônios, loucos pela gravidez, já me virei pra ele, pronta pra terminar a briga de domingo.

 

HARRY

Eu tinha vindo em paz, eu juro!

Na verdade, eu nem esperava que a Anna estivesse em casa. Só não quis avisar a ela que vinha, como ela determinou, porque meu lado rebelde se recusou a fazer isso, como um último ato de revolta contra ela.

Porém, quando a Anna me disse que ia sair e que ia demorar, eu senti meu sangue ferver de raiva. O problema não era ela sair agora, mas sim a forma indiferente como ela falou comigo, como se eu não importasse pra ela e, na verdade, como se eu fosse um inseto que ela queria se livrar logo da presença.

Fiquei puto e, antes de pensar que eu estava sendo infantil, fui atrás dela no quarto e, agora, quando ela se vira pra mim com os olhos em chamas de raiva, eu confesso que estou meio sem ação diante dela.

Eu amo a Anna! Não quero deixar ela nervosa, mas é mais forte do que eu buscar alguma reação dela que me mostre que ela ainda me ama também. Odeio me sentir como me senti esses dias todos! É como se não tivesse sobrado nada de bom na minha vida, que se tornou vazia e sem sentido.

___Conversar?___ela pergunta, com a voz cheia de sarcasmo___agora você quer conversar, Harry?___ela diz, cruzando os braços na frente do seios___não acha que já passamos da fase da conversa? Deveria ter vindo conversar comigo antes de sair por aí se enfiando dentro das calças daquela garota!___ela diz, com o rosto vermelho de raiva___mas você não sabe conversar! Você só sabe machucar as pessoas que amam você e, adivinhe, não pode mais me machucar!___ela diz e eu me sinto paralisado no lugar.

Toda minha vontade de brigar se foi. Toda minha raiva passou! No lugar disso, ficou apenas o medo dela realmente não me amar mais, dela ter realmente desistido de mim.

___Esta apaixonada por ele?___pergunto baixo, mesmo morrendo de medo da resposta dela.

Anna apenas para e me olha, parecendo surpresa pela minha pergunta, mas eu acho que é uma pergunta muito coerente com a situação. Porém, percebo que talvez ela não ache isso quando ela esfrega as mãos no rosto e balança a cabeça de um lado pro outro.

Quando ela me olha de novo, posso perceber que ela esta exausta. Ela esta cansada não apenas fisicamente, mas emocionalmente também. Sei que tenho parcela de culpa nisso, porque sei que levei ela além dos seus limites nesses meses todos de brigas e problemas, mas eu preciso saber o que ela sente por esse cara...eu precisava perguntar.

___Se precisa perguntar isso, Harry, então não merece uma resposta, mais uma vez___ela diz, parecendo derrotada___vá arrumar suas coisas, eu preciso sair pra ir ao supermercado___ela diz baixo e eu sinto um certo alívio de saber que ela vai apenas fazer compras.

___Olha, Anna___eu insisto quando ela se vira de costas pra mim de novo___eu quero apenas saber, okay?___eu pergunto, vendo os ombros dela se mexerem e ela ficar tensa___eu apenas quero entender como foi que eu perdi você assim pra ele, tão de repente___eu argumento e ela se vira pra mim, mas suas feições estão cheias de raiva de novo.

___Quer saber como me perdeu pra ele de repente, Harry?___ela diz, muito baixo, com a voz cheia de rancor___você não me perdeu pra ele...você me perdeu sozinho! Me perdeu quando não me apoiou, quando não ficou do meu lado nesse fase difícil! Me perdeu quando mentiu pra mim, dizendo que ia tentar consertar seus erros!___ela vai dizendo e sua voz vai aumentando de tom a medida que as palavras saem de seus lábios___me perdeu quando não confiou em nós o suficiente, preferindo gritar e fazer manha como uma criança! Mas, principalmente, me perdeu quando mostrou, mais uma vez, que não confia em mim, porque a esta altura já deveria saber quem eu sou!___ela coloca a mão sobre a barriga e parece sentir dor, o que me deixa mais nervoso ainda___me perdeu, Harry, sem volta, quando dormiu com aquela garota apenas pra me machucar por uma coisa que nem sabe se é verdade e...___ela diz e começa a respirar com dificuldade, desviando seus olhos dos meus e procurando algo pra se apoiar.

___Anna?___eu digo, me aproximando dela com medo___você esta bem?___pergunto baixo, tentando segurar seus braços, mas ela se desvencilha de mim e dá alguns passos pra trás.

___Chame a ambulância, Harry!___ela diz, parecendo completamente aterrorizada___eu estou perdendo nosso bebê!___ela diz e se curva ao meio de dor.

___Eu...do que esta falando?___pergunto, sentindo todo meu sangue congelar no corpo.

___Chame ambulância, por favor!___ela grita e passa a mão pelo meio das pernas e, quando eu a vejo cheia de sangue, não penso em mais nada.

Pego meu celular no bolso da calça e ligo pra ambulância, com as mãos tremendo e me sentindo impotente diante do que esta acontecendo.

Eles pedem um monte de dados e eu quase atravesso a linha pra estrangular um deles, porque minha mulher esta sangrando na minha frente, por minha culpa, perdendo nosso bebê, nosso filho, e eles querem saber sobre porras inúteis!

Quando desligo o telefone, depois que os paramédicos dizem que chegam em menos de 5 minutos, eu corro pra Anna e a pego no colo, deitando ela na cama e correndo pelo quarto pra pegar um casaco pra ela enquanto espero ouvir as sirenes da ambulância.

___Harry, não quero perder nosso bebê, por favor me ajude!___ela diz, chorando e ainda se dobrando ao meio sobre a cama.

___Isso não vai acontecer, Anna!___eu digo, me ajoelhando ao lado dela___me desculpe!___eu digo, sentindo um nó na garganta e as lágrimas chegando com tudo___me desculpe, eu...sinto muito!___é tudo que consigo dizer antes que escute as sirenes.

Me levanto e vou abrir as portas pros paramédicos pegarem a Anna e a levarem na ambulância.

Sento ao lado dela lá dentro e seguro sua mão na minha enquanto eles administram os primeiros socorros. Sinto um enorme aperto no peito quando vejo que ela ainda esta usando o anel de noivado e me assusto quando a Anna diz que esta com quase oito semanas de gravidez e que só soube hoje, por isso não sabe dizer se havia algo de errado antes disso acontecer agora.

 Me sinto o pior homem do mundo e sei que se ela perder o nosso filho por minha causa, eu nunca poderei me perdoar, porque a culpa é minha...tudo é culpa minha!

 

 

 


Notas Finais


Antes que queiram me matar, a Anna não vai perder o bebê deles e não vai ter que se mudar pro Alasca!!!
Sábado tem mais!!!
Beijos!!!


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