História Spaces - Harry Styles Fanfic - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Palavras 2.549
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cheguei!!!
Vou publicar hoje porque não poderei publicar amanhã!!!
Bem, parece que o Harry tomou um susto daqueles e mais promessas vão ser feitas...mas serão cumpridas??? Hahahaha

Capítulo 26 - Nosso bebê


Fanfic / Fanfiction Spaces - Harry Styles Fanfic - Capítulo 26 - Nosso bebê

ANNA

Enquanto estou na ambulância, a caminho do hospital, só consigo pensar que estou perdendo meu bebê e que, se isso acontecer, eu não sei o que vou fazer da minha vida, porque nunca vou me perdoar por isso.

Sinto a mão do Harry apertando a minha e o olho, vendo que ele esta com os olhos arregalados, as pupilas dilatadas e completamente assustado. Quero dizer a ele que desta vez a culpa é toda minha, porque ele não sabia que eu estava grávida quando começou a discussão. Mas eu sabia e deveria ter me controlado antes de despejar mais um monte de palavras duras em cima dele.

Ele merecia ouvir cada sílaba que eu falei, mas meu bebê não merecia ter que suportar meu descontrole naquele momento. O resultado é que agora eu posso perde-lo, quando acabo de saber da sua existência, e a culpa será toda minha.

O desespero e o medo me tomam e meus batimentos cardíacos sobem muito, fazendo as máquinas dentro da ambulância apitarem. Logo os paramédicos me medicam e eu sinto tudo ir desaparecendo aos poucos e, antes de apagar, a última imagem que vejo é o rosto do Harry, que me olha ainda muito assustado.

***

Quando acordo, abrindo os olhos devagar, olho a volta me ajustando com a luminosidade aos poucos. Não sinto mais dor e percebo que estou deitada numa cama de hospital, com vários fios ligados ao meu corpo. Tento me mexer, mas logo paro, porque ainda não sei o que esta acontecendo e se meu bebê esta bem.

Sinto um movimento ao meu lado e olho pra lá, vendo o Harry sentado numa poltrona, dormindo. Eles esta com as mesmas roupas que estava quando passei mal, mas bem amassadas agora. Seu blazer esta embolando na sua mão, onde ele apoia a cabeça, e a camisa esta aberta até o peito e enrolada até os cotovelos. Ele parece tão mais jovem agora, dormindo com a boca meio aberta e os cabelos bagunçados caídos sobre a testa.

Sinto ter que acordar ele, mas preciso sabe o que houve, há quanto tempo estou aqui e o que o médico disse sobre a situação do bebê.

___Harry?___falo baixinho e, pra minha surpresa, ele acorda na mesma hora, meio assustado.

___Anna? Você esta bem? Vou chamar uma enfermeira___ele diz, se levantando e passando as mãos nos olhos enquanto vem até mim.

___Eu...como esta meu bebê?___é a única coisa que me importa agora.

Ele segura minha mão e a leva aos lábios, beijando de leve e deixando nossos dedos entrelaçados sobre a cama em seguida. Já sinto meu coração bater forte e o medo esta quase insuportável, mas ele me olha e abre um sorriso fraco, o que me deixa mais calma.

___Ele esta bem!___ele diz___vocês dois estão bem agora, foi um susto, mas já passou___ele passa as mãos pelos meus cabelos___vou chamar uma enfermeira, pra que ela venha ver se esta tudo bem___ele suspira fundo, saindo de perto de mim___depois a gente conversa, okay?___ele diz baixo e sai do quarto, depois que eu afirmo com cabeça.

Um pouco depois o Harry volta com uma enfermeira sorridente e vejo pelo logo do seu uniforme que estou no Hospital Geral de Nova York.

___Acordou, futura mamãe?___ela diz, se aproximando de mim e começando a me examinar e verificar os aparelhos ligados ao meu corpo___esta tudo bem agora, foi apenas um susto, mas o Dr. Malcon já vem pra te explicar tudo direitinho, por enquanto apenas fique calma que você e seu bebê estão bem___ela diz e me sorri, sem ter a noção do alívio que suas palavras me causaram.

___Há quanto tempo estou aqui?___pergunto, ainda com a voz rouca do sono e a boca seca.

___Você chegou ontem pouco depois das quatro da tarde___ela diz calmamente___agora já são dez da manhã, então esta a menos de 24 horas dormindo___ela diz e me olha, apontando o dedo pra mim___você estava muito exausta mocinha...e nervosa...os paramédicos tiveram que te dar um calmante na veia pra que você ficasse calma e não prejudicasse mais vocês dois___ela me recrimina, mas com um sorriso no rosto, e eu me sinto envergonhada___depois que o efeito do medicamento passou você dormiu por conta da exaustão e achamos melhor deixa-la descansar___ela afirma, me dando um tapinha na mão___esta tudo bem, vou chamar o Dr. Malcon e providenciar algo pra você comer e beber___ela diz e sai do quarto.

Olho pro Harry, que esta parado ao meu lado, com os braços cruzados e parecendo muito preocupado e arrependido. Ele suspira fundo e se aproxima de mim, se sentando ao meu lado na cama.

___Me desculpe!___ele diz, me olhando nos olhos e passando a língua pelos lábios___eu não sabia e, porra, eu sei que a culpa disso tudo é minha, mas não me odeie, Anna!___ele diz, com os olhos aflitos.

___Eu não te odeio___eu digo, pegando a mão dele na minha e olhando pra elas juntas___você não sabia do bebê, era eu quem tinha que ter me controlado___eu digo enquanto brinco com os dedos dele___eu ia te contar, mas eu tinha acabado de saber também e queria ir ao médico primeiro, que inclusive tinha marcado pra hoje___eu me explico e ouço ele suspirar, o que me faz olhar pro rosto dele.

___Eu ouvi você dizer na ambulância que esta de quase oito semanas___ele diz, com a voz meio emocionada, mas sério___é um bebê britânico, como o pai___ele diz e sorri. Novamente no dia me sinto aliviada, desta vez por ele não questionar que é o pai da criança.

___Sim...eu acho que sim___eu digo, sorrindo de leve pra ele___temos que conversar sobre isso, Harry! Não podemos criar essa criança brigando do jeito que estamos___eu digo, mesmo sabendo que esta não é a hora certa pra isso.

___Eu sei!___ele diz, olhando pra baixo___olha, eu sei que errei muito, tenho errado há meses, na verdade___ele diz___sei que sou impulsivo, descontrolado, que minhas inseguranças me fazem ter essa sensação absurda de abandono que nos levou ao lugar que estamos agora. Sei te magoei de novo, mas eu quero deixar isso no passado, Anna___ele diz e me olha sério___esse bebê, nosso filho, é a coisa mais importante agora e eu quero mesmo ser um bom pai, como o meu não foi___ele diz e coloca a mão no peito___sei que talvez eu tenha te perdido pra sempre, mas não quero perder o crescimento do meu filho por causa das besteiras que eu faço___ele diz e fecha os olhos, como se estivesse escolhendo as palavras pra dizer agora___por isso, estou disposto a voltar pra terapia, tentar controlar meus medos e inseguranças de novo e, eu juro, não vou mais fazer nada idiota, mesmo que você agora tenha seguido em frente com outro cara, porque eu tenho que aceitar as coisas como elas são e...espera, deixa eu falar, por favor___ele diz, quando eu abro a boca pra falar que não existe outra pessoa___estou disposto a receber de você o que quiser me dar, porque eu quero estar na vida dessa criança, meu filho, a cada momento, e estou disposto a pagar qualquer preço pra poder fazer isso___ele finaliza e, pela sua expressão, sei que esta falando sério.

___Harry, eu jamais iria separar você do seu filho___eu digo baixo e sorrio pra ele, pra deixar ele mais calmo.

___Eu sei que não, mas eu mesmo vou acabar te forçando a isso se continuar do jeito que estou___ele diz, franzindo o cenho___não quero mais isso, Anna! Eu sei que é tarde pra gente, principalmente depois do que houve no fim de semana passado, mas ainda não é tarde pra que possamos ser bons pais pra essa criança___ele me olha, com os olhos cheios de lágrimas, vulnerável e aberto a conversar.

___Harry, olha, isso não faz diferença agora, mas...___eu vou dizer a ele que nunca tive nada com o Brian e nem com ninguém, mesmo que o que realmente importe nisso tudo é a desconfiança dele de que eu poderia ter feito isso, mas o médico entra e deixo pra lá.

 

HARRY

___Olá, futuros papais!___o médico diz, entrando no quarto sorrindo e fechando a porta atrás dele___como esta a futura mamãe? Que susto não foi?___ele diz olhando pra Anna, que sorri pra ele de volta.

___Doutor, como esta meu bebê?___ela pergunta preocupada___eu tinha acabado de saber dele, por isso não sei nada sobre como estava a gestação até agora e estou muito ansiosa___ela diz e posso sentir a ansiedade na sua voz.

Me levanto da beirada da cama e, enquanto o médico explica pra Anna tudo que aconteceu e todos os exames que fizeram, eu aproveito pra ficar apenas olhando pra ela e revivendo o que foram as pioras horas da minha vida, pois o médico já me explicou tudo enquanto ela dormia.

Sinto um calafrio só de lembrar como foram difíceis pra mim as primeiras horas em que a Anna esteve nesse hospital, enquanto os médicos ainda não tinham notícias pra me dar. Eu quase surtei e perdi de vez a sanidade pensando que eu coloquei em risco a vida da mulher que eu amo e do meu filho porque sou um imbecil que não sabe fazer outra coisa que não arrumar discussões ao invés de me controlar e conversar sobre as coisas.

Depois, quando eu soube que tudo ia ficar bem, eu fiquei horas olhando pra Anna dormir e tomei a decisão de que eu ia mudar. Mesmo que ela esteja mesmo começando um romance com esse cara da boate, eu tenho que mudar, pois agora eu vou ter um filho e não quero que ele tenha que presenciar, nunca, um dos meus ataques de raiva e teimosia. Me sinto envergonhado só de pensar que um dia eu e a Anna possamos brigar daquela forma na frente dele.

O que eu realmente queria era ter a Anna de volta, pra que pudéssemos começar nossa família juntos, mas talvez desta vez a gente tenha ido longe demais pra conseguir consertar as coisas. Ela se cansou de aguentar as minhas merdas e seguiu em frente. Eu sei que ela cometeu erros também, mas os meus erros foram os que nos levaram ao ponto em que estamos, eu admito. Cada palavra que ela me disse ontem era verdade...eu realmente a perdi sozinho, não foi outra pessoa que a tirou de mim, fui eu mesmo quem a afastei.

 Ainda me sinto magoado por ela não ter me contado nada sobre esse cara, se é que ela esta mesmo com ele, porque agora eu começo a pensar que ela nunca afirmou nada e pode ter sido, mais uma vez, coisa da minha cabeça desajustada.

Pensar que eu posso ter tirado conclusões precipitadas de novo me deixa ainda mais angustiado, porque se for assim, minhas chances com a Anna diminuem ainda mais. Ela não vai me perdoar, mais uma vez, por ter desconfiado dela dessa forma.

Em qualquer das duas situações, fui eu quem estragou tudo. De qualquer forma, eu estou fodido! Mas ainda posso pelo menos salvar minha relação com a Anna a nível da amizade, pra que possamos criar essa criança no melhor ambiente possível. Sei que não consigo sozinho, por isso já decidi voltar pra terapia.

Não disse a ela ainda que não transei com a Alison, porque nem sei se isso importa mais agora, mas depois eu vou dizer, pra que ela pelo menos saiba que pelo menos esse erro eu não cometi. Menos um, ao menos, na minha conta.

___Mas eu estou no segundo ano de medicina, Dr. Malcon___escuto a Anna dizer e começo a prestar atenção na conversa___preciso assistir as aulas, fazer plantões, estudar muito___ela diz séria___não quero fazer nada que possa prejudicar meu filho, mas não queria desistir da minha faculdade___ela continua.

___Olha, Savanna___Dr. Malcon diz, com  as mãos nos bolsos do jaleco___preciso que faça repouso quase que absoluto por pelo menos uma semana e, na sexta-feira que vem, fazemos um novo ultrasson e novos exames___ele diz, olhando de mim pra Anna___depois disso, se estiver tudo bem, eu te libero pra continuar suas atividades normalmente, logicamente sem grandes abusos, porque afinal você esta grávida___ele continua, sério___se alimentar-se direito, dormir o necessário e não se exaltar, creio que possa terminar o semestre sem problemas, mas de qualquer forma terá que trancar a faculdade no semestre que vem.

___Eu sei, eu já tinha decidido isso___a Anna diz, determinada___mas queria terminar o segundo ano antes que tivesse que fazer isso, porém sem riscos pro bebê___ela diz, mordendo o lábio inferior.

___Bem, se prometer seguir a risca minhas recomendações eu não vejo problema de você terminar o semestre___o médico diz___claro que se quiser procurar a sua médica e saber uma segunda opinião tudo bem, mas ela vai te dizer a mesma coisa que eu___ele diz e pega sua prancheta, anotando alguma coisa___vou fazer o encaminhamento do seu caso pra Dra. Smith, quando for consulta-la ela já estará sabendo de tudo que houve e vai acompanhar sua gravidez daqui pra frente___ele suspira e se aproxima da Anna___pode ficar tranquila que poderá ter uma gravidez normal, mas precisa de ajuda pra conseguir levar a faculdade e manter esse bebê bem___ele diz sorrindo.

___Eu vou ficar com ela, Dr. Malcon___eu decido de repente___posso pedir no meu emprego pra trabalhar em casa, não há necessidade de que eu fique na editora___eu digo e olho pra Anna que esta prestes a protestar___vou garantir que ela coma direito, que descanse bastante e que tenha o mínimo de preocupações nesse período___eu cruzo os braços e olho pro médico, evitando o olhar da Anna que sei que esta sobre mim nesse momento.

___Ótimo!___ele concorda___vou deixar vocês agora e a noite eu volto, se estiver tudo bem creio que possa ir pra casa amanhã pela manhã___ele diz e sai do quarto, nos deixando sozinhos.

___Harry, não sei se é uma boa ideia voltarmos a viver juntos agora___a Anna diz, mas eu já esperava por isso.

___Não vamos discutir isso, certo?___eu digo, esfregando os olhos, exausto___você precisa de mim e esse é o mínimo que eu posso fazer por você e pelo nosso filho___digo e olho no fundo dos olhos dela, que me olha ainda com dúvidas___me dê esse voto de confiança, por favor? Eu juro que não vou fazer nenhuma merda e, se eu fizer, pode me expulsar pra sempre da sua vida___eu digo e prendo a respiração pelos segundos que ela leva até afirmar com a cabeça.

___Esta certo, mas não estamos voltando, Harry!___ela diz séria e eu também já esperava por isso___estou fazendo isso pelo nosso filho, porque quero o melhor pra ele, mas não me faça me arrepender dessa decisão___ela me olha firme ao dizer___assim que terminar o semestre eu vou trancar a faculdade e você pode voltar pra sua vida, mas até lá vou aceitar a sua ajuda___ela finaliza, já deixando claro que me quer longe assim que as coisas de acertarem.

___Não vai se arrepender, Anna!___eu falo sério e me sento ao lado dela na cama___eu prometo!___ela sorri de leve e eu me sinto mais calmo e com esperanças.

Desta vez minha promessa será cumprida, porque nem fodendo eu vou estragar tudo de novo. Mesmo que ela nunca mais me queira de volta, eu vou mostrar a ela que posso voltar a melhorar e ser um homem do qual ela sinta orgulho de dizer que é o pai do seu filho.

 

 


Notas Finais


Esta tudo bem com a Anna, com o bebê e com o Harry (pelo menos por enquanto)!!!
Desta vez a Anna não esta disposta a perdoar ele, mas essa convivência forçada pode ser a chance dele de mudar de verdade...vamos ver!!!
Quarta-feira tem mais, mas se eu conseguir escrever antes eu posto, pra evitar ameaças de morte...hahahha
Beijos!!!


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