História Special Affair - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren, Caso Especial, Justin Bieber, Kardashians, Lana, Shawn, Special Affair, Taylor, Zayn
Exibições 26
Palavras 3.160
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura :P

Capítulo 8 - You can take your girlfriend as well.


Lauren Pov.

O caminho até ao carro tinha sido um pouco complicado, explicar o porquê de estar a ir embora tão cedo, bem 00h30 não é bem cedo mas também não é tarde, de qualquer das formas era complicado. Explicar a Keana o porquê de sair e a deixar para trás era ainda mais difícil, mas no momento eu só tinha um objetivo, eu só queria uma coisa e por mais que eu soubesse que no dia a seguir eu iria me arrepender, eu precisava disto. Não aguentava mais ver aquela latina dos diabos na minha sala com aquele imbecil e não poder fazer nada, eu daria aquilo que aquele garoto nunca na vida iria poder dar.

Adentrei o Impala 67 preto dado pelo meu pai, que estava estacionado numa parte menos movimentada e coloquei as mãos no volante, apertando vez ou outra por conta do nervosismo que percorria todo meu corpo. Não aguentando o silêncio que lá estava, liguei rádio, estava a tocar Sweater Weather dos The Neighbourhood.

Retirei a peruca e encostei a cabeça para trás no assento de maneira a ficar mais confortável enquanto aguardava Karla. Não sei porque achava que ela iria aparecer, mas algo em mim dizia que ela precisava tanto disto como eu, era uma sensação inexplicável.  

Não demorou muito até a cubana aparecer na porta de saída, ao ver que ela me procurava fiz sinal com as luzes do carro. Diferente de anteriormente, Camila agora já não estava disfarçada, estava com uma calça legging preta, bota com salto grosso e uma blusa também da mesma cor, apenas o casaco era de coloração diferente.

Em passos apressados, dirigiu-se até a porta do meu lado. Num ato rápido abriu a porta, entrou e colocou-se no meu colo, jogou a bolsa que trazia em suas mãos para os assentos de trás, ambas as suas mãos vieram parar ao meu rosto e seguidamente atacou os meus lábios de maneira ávida. Sem me aperceber, minhas mãos já se encontravam na sua cintura debaixo do casaco e blusa da latina, me preparava para retirar o seu casaco quando Karla sem querer fez o carro apitar, fazendo ambas parar de imediato e Camila saltar para o banco do passageiro. A minha sanidade desapareceu por completo quando a latina entrou daquela maneira no carro mas logo voltou quando lembrei de onde estávamos e do que tinha acabado de acontecer.

Ambas estávamos agora com a cabeça encostada, cada uma no seu assento. Apesar do rádio estar ligado, o som das nossas respirações ofegantes se faziam muito presentes.

- Eu... hm... - Camila tentou falar.

- Minha casa? - Perguntei fixando meu olhar no dela.

- Sim por favor. - Respondeu como se a minha pergunta fosse um alivio para ela.

Sem demorar muito mais coloquei o carro em andamento pelas ruas pouco movimentadas de Miami, o que realmente facilitava a nossa movimentação que era consideravelmente rápida. 

A ansiedade de chegar a casa era enorme, e pelos vistos Camila sentia o mesmo, sempre que olhava para sua feição ela estava a morder o lábio inferior e a brincar com os seus dedos. Quando se apercebia que eu estava a olhar, Camila desviava o olhar para a janela o que me fazia sorrir e voltar a olhar para a estrada. Era incrível como numa questão de minutos ela passara de uma mulher cheia de certezas para uma ansiosa

- Camila? - Chamei retirando-a de seus devaneios. - Chegamos, melhor você colocar a peruca. - Fez uma expressão confusa. - O porteiro.

- Ah sim! - Esticou seu braço até os assentos de trás e agarrou sua bolsa. - Pronto. - Terminou de colocar a peruca.

Saímos do carro, cumprimentei o porteiro e conversei um pouco com ele de maneira a que Camila passasse sem ser reconhecida e depois segui meu caminho para o elevador.

- Qual o andar? - Perguntou.

- Quarto. - Assim que ela se virou para colocar o andar, pousei minhas mãos de maneira delicada na sua cintura e virei-a para mim rapidamente, mas tudo no momento parecia acontecer devagar. Uma rápida troca de olhares aconteceu, nessa pequena troca, ela me passou milhares de coisas, coisas que eu não sabia explicar. - Acho que já pode tirar isto. - Falei ao notar a peruca que logo tirei, Camila sorriu de maneira nervosa. Com uma mão no seu pescoço e outra na sua cintura, tomei os seus lábios num beijo que a inicio era calmo mas, ainda assim, cheio de desejo. Um som foi ouvido, as portas se abriram, nós nos afastamos e uma senhora entrou. Mas que raio a mulher fazia aqui a estas horas. Porra.

- Boa noite meninas. - A senhora de cabelos já grisalhos falou muito simpática.

- Olá senhora Patterson. - Pigarreei e respondi. Camila estava encostada a parede do elevador tentando agir normalmente.

- Lauren você tem que vir na minha casa um dia, fiz um bolo que acho que iria adorar. - Sorriu e eu sorri de volta após responder com a mesma gentileza. - Pode levar a sua namorada também. - Camila corou na hora e eu não fiquei muito diferente.

- Ah não, nós... - Tentou explicar a situação.

- Não tenham vergonha moças, sou velha mas não sou da era dos dinossauros. - Gargalhou. - Oh olhem, o meu par me aguarda. Divirtam-se meninas. - Disse indo em direção a senhora que estava no andar inferior ao do meu apartamento. 

Oh ela... E... Mas? 

- Nem sei que dizer. - Disse quebrando o silêncio. - Aquilo que ela disse... - Tentei fazer com que o ambiente constrangedor desaparecesse.

- Não tem que se explicar, quer dizer... - Coçou a cabeça. - Ela... Coisas de senhora mais velha.

- É, vamos só esquecer. - O elevador parou no nosso andar no momento.

Saímos do elevador e fomos correndo pelo corredor até chegar a porta do meu apartamento. Parecia demorar anos para abrir a porta, Camila a dizer para me despachar não ajudava nada, só me estressava mais.

 Assim que a abri o primeiro impulso foi agarra-la pela mão, puxa-la para dentro e prensa-la na porta, fazendo-a deixar no chão a sua bolsa e eu os meus pertences. Beijei o seu pescoço, lambi e deixei algumas marcas por chupar várias vezes, suas mãos puxavam meus cabelos causando uma dor que incentivava a continuar. Tirei o seu casaco enquanto roçava os meus lábios nos seus. Peguei-a ao colo e levei-a até a cama, em momento algum separamos nossos lábios exceto quando ela retirou sua blusa ficando apenas com o seu sutiã de renda vermelho. Pelo caminho esbarrei em algumas coisas, fazendo- as cair. Não podia me importar menos com isso, não é como se não estivesse tudo bagunçado. Suas pernas estavam bem seguras na minha cintura, tal como as minhas mãos na sua volumosa bunda, onde eu apertava momentaneamente fazendo-a arfar.

Chegamos ao quarto, onde a deitei na cama e a pude observar completamente, ela era magnifica. Completamente estonteante. Aquilo que a senhora Patterson dissera rondava minha cabeça. Os seus lábios carnudos entreabertos, os seus cabelos agora bagunçados, o seu corpo perfeitamente esculpido, os olhos cor de marte. Era tudo tão...

Camila Pov.

Lauren estava parada, de joelhos na beira da cama, enquanto eu estava deitada, parcialmente despida e totalmente entregue a morena de olhos verdes. Os seus olhos percorriam todo o meu corpo e eu não conseguia decifrar o que aquele olhar significava, era um olhar diferente. Eu não entendia o porquê de ela estar assim mas eu não suportava mais ficar sem o seu toque.

- Vem logo. - Puxei-a pelo decote de seu disfarce fazendo-o rasgar e o seu corpo cair sobre mim. Olhei para baixo e deparei-me com os seios livres. Porra, mas esta mulher nunca usa sutiã. 

- Tem que parar de rasgar minha roupa. - Lauren sorriu maliciosamente e mordeu em seguida o seu lábio inferior. Colocou uma de suas pernas no meio das minhas deixando meu sexo úmido. Mordi o seu lábio num ato involuntário e um gemido baixo escapou da minha boca, logo o sabor a ferro invadiu nossas bocas. Ela não pareceu se importar, apenas continuou a esfregar a perna na minha intimidade e eu rebolava na mesma. A única coisa a quebrar o silêncio eram as nossas respirações descompassadas e os gemidos que soltava. 

Retiramos tudo o que ainda tínhamos vestido, ficando assim sem nada para nos separar. A maneira como os nossos corpos nus agora se tocavam era unica, perfeita sincronia.

Ela tocava os meus mamilos com firmeza, levando-me a loucura com cada aperto. Eu não aguentava mais preliminares, eu só a queria dentro de mim e agora. Eu só queria sentir o meu corpo convulsionar em resposta aos toques gostosos de Lauren.

Como se tivesse lido os meus pensamentos Lauren desceu a sua mão até o meu sexo inundado, com dois dos seus dedos, indicador e do meio apertou meu nervo e o rodeou com rapidez. Meus quadris rebolavam de maneira incontrolável. Sem demorar muito mais ela me penetrou com dois dos seus dedos fazendo com que eu deixasse um gemido sofrido sair de minha garganta.

- Oh... isso... - Senti aos poucos aquela sensação já há muito tempo não sentida por mim se formando em meu ventre.

- Diga Karla, diga que sou melhor que ele. - Sussurrou em meu ouvido com um tom rouco. Começou a fazer suas estocadas serem mais fundas e rápidas.

- Po..o..rra..a.. - Meu cérebro não estava funcionando direito, não conseguia formar uma frase capaz de fazer o minimo sentido.- Mui.. to melh..or. - Respondi em meio de gemidos e suspiros sofridos.

Parou de me penetrar no momento em que eu sentia que estava chegando ao meu ápice. A olhei confusa e chateada. Lauren apenas sorria de lado.

- Vagabunda.- Xinguei.

- Shh... Tudo a seu tempo.- Chupou meu ponto com tanta força que eu mudei de ideias quanto ao orgasmo, eu podia ficar sentindo isto dias inteiros.

Deslizou por meu corpo suado por conta do que estávamos a fazer até chegar ao meu sexo. Sem muitas cerimonias, lambeu toda a extensão de meu sexo, a sensação de antes tornou-se ainda mais presente. Minhas pernas começaram a tremer quando Lauren abocanhou o meu nervo pulsante, minhas reboladas ficaram ainda mais intensas. Voltou a penetrar a minha intimidade, não com dois, mas sim três de seus dedos. Seus dedos e sua boca me faziam esquecer de meu nome em três tempos.

O desconforto no ventre foi aumentando a medida que a boca de Lauren tocava em meu nervo e os seus dedos iam bem fundo dentro de mim. 

- Espera... - Falei. Lauren desacelerou os seus movimentos e me fitou confusa.

- Mas porquê? Fiz algo de mal? 

- Não! - Exclamei. - Apenas cala a boca.

- Mas... 

- Eu disse, cala a boca. - Passei os meus dedos pelo seu sexo encharcado fazendo-a soltar um gemido. Coloquei-me em cima de seu quadril, me encaixei no meio de suas pernas e dei uma rebolada. 

- Fuck... - Disse quase num sussurro e em seguida mordeu o lábio. - Mais.. - Pediu.

- Assim? - Dei mais uma rebolada. 

- Oh sim, por favor. - Disse com os seus olhos fechados, assim que os abriu senti o seu olhar queimar sobre mim.

Comecei rebolando de maneira mais intensa, as suas mãos agarraram minha cintura me ajudando nas reboladas. Agora gemiamos em conjunto, seus cabelos estavam colados ao seu rosto devido ao suor, o seu quarto estava numa autentica sauna e a pouca luminosidade que estava no quarto deixa tudo mais propicio ao momento. 

- Mais rápido. - Quase implorou.

Sentia seu corpo tremer cada vez mais ao longo das reboladas, rapidamente aumentei a velocidade das mesmas fazendo uma sensação maravilhosa percorrer por todo meu corpo. Eu não estava aguentando vê-la daquela maneira, senti meu ventre tremer e meu corpo relaxar.

- Eu vou... Mer...da! - Gemeu alto e arrastado, arqueou suas costas indicando que tinha chegado ao orgasmo. 

Deitamo-nos totalmente na cama, uma em cada lado, ambas olhando para o teto, tentando recuperar do que tínhamos feito. Fiquei admirando a morena, eu não conseguia decifrar o que lhe ia no pensamento ou o que seu olhar significava, ela estava apenas ali, perdida em pensamentos. 

Levantei-me e dirigi-me até a sala de seu apartamento, peguei nos meus pertences e roupa e levei para o seu quarto. Coloquei a bolsa na cama e comecei a procurar o meu celular. Lauren permanecia na mesma posição.

- Camila. - Chamou. 

- Sim? - Respondi sem desviar a atenção do celular.

- Você é uma porra de uma perdição. 

- Sou? - Lauren apenas assentiu soltando um som nasal.

Um sorriso meio sem jeito nasceu na minha cara após o que ela falou, mas esse sorriso desapareceu ao lembrar de Shawn e ao ver as suas chamadas perdidas e as mensagens que ele deixara.

- Porra. - Sussurrei.

- Passou se alguma coisa? - Perguntou se sentando na cama.

- É só que... - Pensei em algo, não podia dizer que era Shawn, ou podia?- Meus pais, eles ligaram. - Menti. - Tenho que ir

- Oh...- Fez um ar desiludido. - Se tem que ir vá. - Procurou algo na gaveta do criado mudo.

- Não se importa? 

- Se seus pais chamaram. - Vestiu um robe que tinha pendurado numa cadeira, colocou um cigarro na boca e foi até a janela do quarto.

Antes de me arranjar, tratei de responder a Shawn a perguntar se ainda iriamos fazer o planeado.

Um silêncio enorme estava no quarto e o ambiente não estava agradável. Só se ouvia os meus passos enquanto me vestia e Lauren tragando o seu cigarro enquanto olhava pela janela com seus cabelos bagunçados.

- Você não devia fumar. - Falei quando acabei de me arranjar, Lauren agora estava sentada no sofá.

- E você devia parar de mentir. - Falou seca.

- Lauren...

- Você sabe onde fica a porta, espero que se divirta. Até quinta. - Fez um gesto a apontar para a porta.

Não fui capaz de responder, apenas peguei num pedaço de papel, coloquei meu número, disse até  amanhã e saí rumo a casa onde Shawn ia me buscar.

Lauren Pov.

Após Camila sair do meu apartamento, não consegui pegar olho, fui corrigir trabalhos e testes. Fiquei atolada por eles, era um atrás do outro, as horas passavam e eu nem dava conta. Parei de avaliar já o sol teimava em entrar pela janela da sala, deitei no sofá e caí num sono pesado até as altas horas da tarde. Acordei com o latir de Alpha e um abanar vindo de Keana que exigiu uma explicação pela noite passada mas eu apenas a evitei dizendo que ia tomar banho.

Passei todo o banho pensando na latina e na noite passada. Não entendi porque ela me tinha mentido, quer dizer, talvez ela soubesse que eu não vou muito com a cara do moço, mas mesmo assim, já chega de mentir. 

Mas apesar do terminar do momento, eu estava bem disposta e ligeiramente saciada, porém pensar no que Camila foi fazer após sair fazia meu estomago embrulhar totalmente.

Saí do banheiro apenas de toalha enrolada e senti um aroma muito agradável vir da cozinha.

- Que cheiro delicioso. - Falei dando um beijo no rosto de Keana.

- Não é que você mereça mas enfim. 

- Oh qual é Keeks, mereço sim. - Acariciei Alpha e fui até ao quarto colocar uma roupa.

Lembrei que tinha ficado de visitar minha mãe. Já fazia algum tempo desde que o havia feito na verdade, foi quando voltei para Miami. Fui com meu pai no dia a seguir a começar a trabalhar, não tinha coragem de lá ir sozinha custava muito vê-la naquele estado que parecia nunca melhorar. 

Talvez se pedisse com jeitinho Keana fosse lá comigo, minha mãe sempre gostara muito dela e Lucy, mas nunca gostou muito de Vero, achava-a uma má influencia. Por outro lado meu pai sempre gostou mais de Vero. Vai-se lá entender.

- Lauren! - Keana chamou. 

- Sim? - Respondi ao sair do quarto.

- Quem é a K.C?

- Quê? Mas onde...

- Isto. -Entregou-me um pedaço de papel, onde tinha uma mensagem escrita e um número de celular.

Espero que me dê a oportunidade de me explicar. - K.C

Karla Camila ou Karla Cabello?

- Lauren está me ouvindo?

- O quê?

- Quem é a moça? 

- Quem disse que é uma moça? Sou bi lembra, pego macho também.- Disse tentando arranjar uma resposta.

- Lauren menos.- Revirou os olhos.- Você não pega nenhum homem desde Luis. 

- Não tem como saber disso. - Dei de ombros.

- Quem? - Insistiu.

- Não é ninguém. - Bufei e virei as costas. 

Tudo parecia girar a volta dela, porra, eu só queria ficar um pouco sem pensar nela. Só queria visitar minha mãe na paz, seria pedir muito? 

- Lau...

- Porra a sério, deixa isso! - Falei um pouco exaltada. Camila olhou para mim chateada, Keana digo. Outra vez. - Desculpa, eu só quero ficar um pouco sem pensar nessa pessoa.

- Podia ter dito logo em vez de se exaltar. 

- Desculpa. - Falei realmente arrependida.

- Tudo bem, vamos comer. - Assenti com a cabeça e a segui até a cozinha. - Então que você quer fazer hoje?

- Queria visitar minha mãe e... - Colocou sua mão sobre a minha minha fazendo-me calar aos poucos.

- Não precisa dizer mais nada, eu vou com você.

- Obrigada, a sério.

- Sempre aqui para você. - Sorriu e eu sorri de volta.

Keana era aquela tipo de amiga que podíamos ficar anos sem nos falar, que quando voltássemos era como se nunca tivéssemos parado. E benefícios a parte, ela realmente era uma pessoa incrível. Digamos que era um intermédio entre Vero e Lucy a nível de personalidade.

Comemos e seguimos para o hospital onde minha mãe estava. 

Clara tinha sido diagnosticada no último ano do meu curso, antes de eu ser chamada para Nova York. As pessoas com o mesmo que minha mãe tendem a viver três a cinco anos, bem três anos já passaram, a partir daqui é como se fosse tudo uma bomba relógio. A cada chamada recebida de meu pai eu já me preparava para o pior, não esperava melhoras do seu lado mesmo que dissesse ao meu pai que ela ainda podia recuperar.

- Lauren chegamos. - Keana falou apreensiva.

- Eu sei. - Suspirei.

Saímos do carro e adentramos o hospital. A cada passo dado sentia um nervoso enorme em mim, um nervoso que aumentou assim que chegamos ao local de atendimento.

- Olá boa tarde, em que posso ajudar? - A enfermeira perguntou ao mexer em alguns papeis.

- Queria fazer uma visita a Clara Jauregui. - Parou o que estava a fazer e me olhou um pouco chocada.

- Sabe é que...

 


Notas Finais


Sei que ainda não expliquei o que Clara tem, mas próximo capitulo terá a explicação disso e de que forma afetou os Jauregui.

Camila ainda vai recompensar Lauren por ter ido com Shawn, talvez não sei.

Camren está voltando a vida, pelo menos na fic, já que na real tá difícil.

Agora vou indo escrever mais, até a próxima.


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