História Spectaculaire - Capítulo 22


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrianette, Chat Noir, Ladybug, Ladynoir, Marichat, Miraculous, Volpina
Exibições 63
Palavras 1.201
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLÁ. EU VOLTEI.
após meses sem postar eu tô de volta. e sim: dessa vez é pra valer!
Vou postar um capitulo por dia (se possível pfvr, promessa!!!)

Caso estejam interessados no pq eu sumi podem perguntar hehe... eu sei que fiz falta :P

Capítulo 22 - A Busca - Parte 1


Paris estava estranhamente quieta. Silenciosa, sorrateira e melancólica. Essas eram as palavras certas para definir aquela noite de sexta-feira em Paris. Ladybug, a incrível heroina da cidade, nunca havia visto sua a metrópole tão calma. Após o surgimento daquele que se denominava Hawk Moth, a calma em Paris passou a depender dela, e de seu fiel companheiro, Chat Noir. Bom, agora eles tinham a ajuda de Volpina também.
Mas, diferente de antigamente, quando essa calma significaria paz e descanso, a calmaria apenas a deixava mais e mais tensa. Em hipóteses, Hawk Moth estava desaparecido, bem provavelmente morto, e não havia surgimento de akumas há 5 noites. 5 dias atrás, o último akuma resolveu dar o ar de sua graça, um ser parecido com um bug, um glitch ou vírus de computador, inquietamente estranho, diferente de todos os akumas. Foi a partir daí que sua tensão começou a crescer. Foi a partir daí que ela decidiu investigar.
Mas, por quê? Por que raios numa sexta-feira a noite? Ladybug poderia estar bem guardada com Tikki a essa hora, e Marinette estaria fazendo mais uma de suas sessões de desenhos, estaria ocupada com lição escolar, a qual não fazia a dias, ou até mesmo, na melhor das ideias, estaria com seu  novo amante e antigo parceiro, Chat Noir.
Ladybug encarou o amigo, sentado à sua direita com Volpina, que carregava consigo uma sacola de lanches para viagem de uma rede de fast food. Ela o examinava distraída, tentando descobrir quem estava por baixo daquela intrigante máscara. Odiou-se por um momento por tê-lo obrigado a manter segredo sobre sua identidade. Talvez se ela soubesse quem ele realmente era, não precisaria ter se preocupado tanto em sentir-se traindo Adrien, mesmo não tendo absolutamente "nada" com ele. A garota chacoalhou a cabeça, tentando afastar tais pensamentos. Sabia que precisava se concentrar na investigação, por mais que não fosse tão interessante quanto os olhos verdes do garoto-gato, ou seu belo corpo definido. "Merda" resmungou ela, ao se distrair novamente. Respirou fundo e se levantou, quase esbarrando numa das barras de ferro da torre onde estavam. Esticou as pernas e andou de um lado pro outro na construção metálica.
- E agora? - partiu ela o silêncio da noite, com a pergunta que todos faziam em suas mentes, mas que ninguém havia tido iniciativa de perguntar, exceto ela.- O que vamos fazer?
Chat a olhou atento, examinando todos os pequenos detalhes de seu ser, e voltando a encarar seus olhos, abriu um sorriso simples, como quem diz "Não faço a mínina ideia, My Lady". Volpina tirou um copo descartável de Coca-Cola de dentro da sacola de lanches e tomou um grande gole, soltando uma exclamação de alívio em seguida.
- Vamos andar por aí.- disse ela indiferente, pegando dessa vez uma batatinha frita e levando à boca.- Ver se achamos algo estranho, sei lá.
Chat soltou um bocejo e se espreguiçou. Logo, com um pulo, já estava de pé, bem atrás da joaninha, que andava de um lado para o outro freneticamente. Achou graça da ansiedade da amiga que tanto admirava, e passou a imitá-la furtivamente, provocando risos em Volpina, que assistia a cena comendo suas batatas-fritas. Era de fato uma cena cômica: uma garota, vestida de joaninha, inquieta e ansiosa, andando sem parar, e logo atrás dela um gato abobalhado, fazendo graça e tentando tirar vantagem da situação, enquanto admirava o contorno da bunda da amiga pelo uniforme. Ladybug interrompeu sua caminhada ao perceber a risada quase que histérica da raposa, e Chat, que a imitava distraído, esbarrou na garota de leve, saindo da distração com um costumeiro susto.
- Está animadinha, My Lady? - questionou Chat, provocativamente. - Por que não para de andar? Se quiser eu posso dar um jeito nessa sua "animação"...- provocou ainda mais o gato, recebendo um olhar meio raivoso e corado da heroína.
Volpina jogou em um canto qualquer a embalagem e se levantou, soltando em seguida um arroto estrondoso, e batendo na testa de Chat Noir. Ele riu travesso. O trio se entreolhou.
- Vamos, então? - perguntou Ladybug, sendo respondida de imediato por duas vozes em coro, afirmando.
O trio desceu da torre, que fizeram de observatório naquela noite, cada um de sua maneira peculiar. Passaram a andar pelas ruas, já que não havia nenhum carro. Tudo estava absolutamente tranquilo, mesmo que para Ladybug, aquilo não transmitisse tranquilidade alguma. Estava ligeiramente incomodada pela falta de ruídos, de luzes, de pessoas. Paris costumava ser uma cidade alegre, mas naquela
noite em específico, estava diferentemente bucólica*.
Andando pelas ruas vazias e pouco iluminadas, os heróis checavam cada beco, cada bueiro, cada espaço entre ruas, em busca de algo não-familiar. Mas não havia nada, pelo menos por aquela região. O trio ia andando, e se embrenhando mais por entre os bairros mais suspeitos de Paris.
Na primeira hora,  passaram por becos e ruas e casas, e mais becos, e mais ruas, e mais casas. Passaram por locais que já foram cenas de crime e também pelos locais nunca antes batizados com sangue humano. Na segunda hora já haviam percorrido meia Paris, passarando pelo colégio no qual estudavam e pelo observatório da cidade. Na terceira hora já haviam passado por Paris inteira. Mas nada.
Foi somente no caminho de volta que Ladybug notou algo diferente. Perto de um dos meio-fios, perto de um beco, num dos bairros mais inóspitos da cidade, uma coisinha brilhante reluzia no chão, meio gosmenta. De fato, haviam tratado aquilo com indiferença da primeira vez ao andarem por aquele local, devido ao sono dos três talvez. Foram até lá conferir.
- O quê é isso? - questionou Chat Noir, cutucando a coisinha com uma das garras. Um fio de gosma brilhante se estendeu da coisa até sua unha de metal. Em pouco tempo, os três já estavam agaixados em volta da coisinha. Parece meio estúpido, né?
- Parece uma mosca babenta morta.- comparou Volpina, com seu perfeito senso de identificação de coisinhas brilhantes.
- Uma mosca...- repetiu Ladybug pensando.- Um inseto brilhante...Hum...Me lembra um akuma.
Chat olhou para ela como se ela fosse a pessoa mais genial do mundo.
- É! É isso! - exclamou animado, pulando.- É um akuma purificado! Olha como brilha!
Era uma akuma branca. Morta. Esmagada. Deformada.
Usando seu racíocinio lógico, Ladybug parou e refletiu. Se aquilo era um akuma purificado, e akumas buscam por luz, o que aquele akuma estaria fazendo por ali, ainda mais naquele escuro? E mais, pela aparência do inseto, parecia ter sido morto recentemente. Olhou para frente, e viu. A resposta estava bem diante de seus olhos
- Gente...- chamou a garota.
- Que foi? - responderam os dois.
- Aquilo ali na frente é outro akuma? - perguntou Ladybug, apontando adiante.
Os heroís seguiram para o outro akuma branco morto. E logo depois desse tinha mais um. E mais um. E outro. E vários.
Havia uma trilha de pequenos cadáveres de borboletas brilhantes naquela noite em Paris. Uma trilha que parecia ser recente. Uma trilha que os levou até uma estação velha de metrô. Era a ex-estação principal, que fora abandonada à décadas por inúmeros acidentes com os trilhos, fora totalmente mal projetada. Estava trancada. E eles, cheios de perguntas.


Notas Finais


*bucólica - mesmo que triste, entediante.

ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!!!!
deixem perguntas ou sugestões no comentários! Eu leio tooooodos, e super faço questão de responder! UM BEIJO, UM ABRAÇO E ATÉ MAIS.


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