História Spektro Assassino - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Policial, Romance, Yaoi
Exibições 5
Palavras 1.290
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


É... como prometido, aqui lá vai mais um capítulo. Postando um pouco antes para ficar livre no sábado e domingo.

Capítulo 2 - Sou gay, algum problema? Então tá...


-Guarda Tyles, indo embora mais cedo hoje? -ouço uma voz grave um pouco distante. Praticamente congelo quando me viro e vejo aquele negão de quase dois metros de altura vindo em minha direção.

-Ah sabe como é né... a mulher me espera...

-Então vamos no puteiro juntos de novo... me espera lá hein!

Ele começa rir e eu rio junto. Guarda Tyles solteiro... coloco o capacete e ligo a moto. Não era tão difícil pilotar...

Estaciono numa rua movimentada e caminho um pouco, entro num mercado que já ia fechar, compro algumas coisas que sempre quis comer, tipo, chocolate, damasco, essas coisas gostosas que ricos comem. Saio do mercado devorando o chocolate, vou até a moto, abro o baú e guardo lá a mochila com a arma e as coisas que comprei e volto a andar pelas ruas. Vejo uma boate e chego perto. Os guardas me olham de cima a baixo e me pedem o documento de identificação com foto. Faço que vou tirar a carteira do bolso mas dou um soco na garganta de um deles desacordando-o. O outro agarra meu braço esquerdo, quando vou bater nele, ele segura o direito. Dou uma joelhada nas partes íntimas do mesmo e quando ele se curva por causa da dor, dou uma joelhada na testa dele. Entro sem muita dificuldade e caminho para a pista. Minha aparência chama a atenção de vários garotos e garotas. Vou para um canto e me encosto na parede. Uma menina chega e me chama para dançar.

-você pode me ensinar? Eu nunca dancei antes, não sei dançar...

-claro... -ela me conduz entre as outras pessoas dançando. Passamos perto de um cara com a bunda grande e aperto-a sem que ninguém veja e afasto a mão rápido o bastante, pra ele não perceber que foi eu -se solta mais! A garota diz enquanto me movimento todo desajeitado.

-nossa... dançar é muito legal! -minto. -mas eu estou com sede! -falo alto pra que ela pudesse ouvir.

-vamos beber algo! Eu pago ou você paga?

-você pode pagar? Estou meio sem dinheiro! -minto novamente e ela me puxa para o local onde se vendia as bebidas. Vejo uma garota muito bonita, um pouco parecida comigo, a tirar pelos olhos da mesma que eram castanho bem claro quase cor de mel. Ela me entrega a bebida e pisca pra mim. Retribuo a piscadela e bebo um gole da cerveja. Como só bebia de vez em quando (o guarda Tyles trocava leite por vodka pra gente lá no reformatório), a cerveja desse como fogo, fico elétrico e danço até a música acabar. Ao terminar a dança, a menina me puxa para o banheiro, entramos em um e ela começa me beijar. Retribuo o beijo com intensidade, ficando excitado.

-vamos pro meu apartamento? -ela pergunta e eu respondo entre gemidos que sim.

Saímos pela outra saída, para evitar os guardas que desmaiei. Ao chegar na rua, damos uma volta no quarteirão, conversando coisas aleatórias, tipo idade, crimes graves cometidos, claro, minto em todas, não ia sair revelando minha vida pra qualquer um, afinal, a essa altura já poderia estar sendo procurado. Monto na moto e ela monta na garupa, sigo as orientações dela para chegar ao apartamento. Ao chegar, estaciono a moto e tiro o capacete e pego a mochila. Não tinha câmeras de vigilância, então, fico despreocupado. Entramos e sigo ela calado, escutando-a enquanto sigo pelos corredores até entrar em um dos apartamentos, o número 38. Ao entrar, ela empurra a porta fechando a e logo em seguida começa me beijar. Beijo-a excitado e começo tirar o vestido da mesma, arrastando as alças do mesmo para baixo. Ela termina de tira-lo e começa tirar minha camisa, jogo a mochila num cato qualquer. Depois de um tempo nos beijando, ela me senta na cama, já sem roupa nós dois, ela aperta minha bunda e me deita na cama deslizando a mão pelo meu corpo. Ela se senta sobre meu membro rebolando para trás e para frente para deixa-lo mais duro. Seguro sua cintura fina e passo a mão em sua barriguinha lisa, bronzeada... Ela segura meu membro com a mão e em seguida coloca dentro dela soltando leves gemidos enquanto arrancava gemidos meus. Ela se move lentamente acelerando o ritmo. Começo gemer alto pelo prazer e me sento. Faço-a se deitar e começo dar estocadas com força. Ela geme alto pedindo para ir mais rápido e mais forte. Intercalo os movimentos. Um fraco e rápido, um lento e forte. Vou intercalando até gozar. Quando gozo, tiro meu membro de dentro dela e a faço chupar. Ela chupa querendo engolir algumas vezes. Massageio as partes íntimas dela arrancando suspiros da garota. Após terminar meu serviço, nos deitamos. Ela se deita sobre mim e fala com uma voz suave:

-achei que você fosse gay... mas você fode muito bem! -ela ri e eu fico sério.

-Mas qual seria o problema se eu fosse gay? -pergunto acariciando seus cabelos para disfarçar a minha raiva.

-Oras! Você é muito lindo. Não pode se jogar fora assim. Afinal, o que se joga fora é lixo. E é isso que gays são. Um bando de lixo.

Cerro os dentes para não bater nela.

-Onde é o banheiro? Quero fazer xixi. -ela indica uma porta e adentro, saio quase um minuto depois, ela já estava quase dormindo. Vou até a cozinha beber água e vejo duas luvas na pia. Pego-as e visto minhas mãos e não deixar digitais nas coisas que eu pegasse. Volto pro quarto e bem rápido a prendo na cabeceira da cama e uso um lençol para amordaça-la. Ela acorda assustada e me olha com os olhos esbugalhados.

-então Rose, porque gays são um lixo? Não acha que eles fodem bem? Ah... como fodem... Até melhor que eu. Sabia que muitas pessoas inocentes morrem nas mãos de pessoas como você? Ah... você vai encontrá-las hoje, onde quer que elas estejam.

Pego vidros de esmaltes que estavam sobre a penteadeira e abro-os despejando sobre os cabelos da mesma de maneira que formasse a bandeira gay sem o vermelho. Para o vermelho, eu pego uma lâmina de barbear e escrevo na testa da mesma: "gays não são um lixo"

-ficou muito bonita com os cabelos coloridos. Ficou muito... diva. -falo com a voz inalterada enquanto ela tenta gritar, amordaçada muito bem.

Com a gilete, faço mais cortes pelo corpo dela, tendo o cuidado para não atingir suas veias. A garota vai ficando toda vermelha por causa sangue. Enquanto se debate com os olhos encharcados de lágrimas e sangue.

-fique quieta. É melhor pra você.

Pego uma corda que achei em algum lugar e começo açoitar as suas costas, bato até que meu braço se cansa, depois pego a corda e amarro em seu pescoço, aperto o máximo que posso e deixo até que ela perca a consciência. Pego o lençol branco e enrolo nela. Como um vestido que vai ficando manchado de vermelho por causa do sangue. Amarro a mangueira na viga do teto (que não tinha forro, óbvio), e amarro-a pelo pescoço. Corto sua jugular e ela se debate já morrendo. Vou até a cozinha e acho uma luva de borracha que a vadia usava provavelmente para lavar vasilhas. Tiro as camisas que estava usando como luva e coloco dentro da mochila. Visto as luvas e entro no banheiro. Tomo um banho demorado lavando cada centímetro do meu corpo com as luvas mesmo. Visto a roupa molhado mesmo e saio do banheiro, observou meu trabalho e pego a mochila. Saio, tranco a porta e empurro a chave por baixo da mesma. Caminho até a moto e então tiro a luva. Ligo a moto e saio pelas ruas a procura de um lugar pra passar a noite. Quem sabe uma boate, um motel ou algo assim? Depois, providenciaria documentos falsos e começaria viver uma vida quase normal.


Notas Finais


Obrigado por ler. Espero ter agradado vocês. Até o próximo capítulo.


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