História Spells? No, I'm a Different - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Diferentes, Feitiços, Heróis, Magia, Poderes, Super, Superheróis, Superpoderes
Exibições 18
Palavras 1.422
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Tchanam.

Capítulo 17 - Vencemos a Batalha, mas não a Guerra.


A Casa da Ásia seria bem bonita se não estivesse em chamas. Assim que passamos pelo portal eu já me arrependo. Seguimos o corredor na direção da saída. Dustin quase é esmagado por um pilar de madeira que se parte e cai na direção dele.

Assim que chegamos a saída, noto que a Casa da Ásia não está escondida. Na verdade, está bem visível. É como uma grande casa japonesa, só que em chamas

Quando desvio meu olhar da Casa um garoto corre em nossa direção. Suas roupas são de cor cinza escuro, camisas e calças de couro.

A expressão de fúria em seu rosto deixa claro que ele é um Killer. James levanta sua mão e espirra um liquido verde na direção do Killer. Nunca o vi usar sua Diferença antes. O killer desvia e continua correndo em nossa direção. James atira mais três rajadas. O killer não consegue desviar de todos e é acertado no peito. Sua camisa queima e bolhas crescem no peito dele.

-Mantenham-se juntos e façam o que for necessário para parar eles - Diz James. – Will, tire as luvas, precisaremos de poder máximo para derrotar eles.

-Eu não posso matar alguém – Digo.

-Lamento, mas é necessário. Atrás de você!

Olho para trás e vejo uma garota correndo em minha direção. Sua mão pega fogo e ela tenta me dar um soco. Empurro ela para trás com a telecinese, o empurrão foi muito forte e ela é jogada no raio de disparo de um garoto. Assim que a bola flamejante atinge ela, a mesma é envolvida em chamas até que sobre um corpo carbonizado no chão. A imagem é chocante.

-Will – Diz Vitor, com uma expressão de pavor

-Foi sem querer – Digo, notando o que eu fiz – Eu juro

-Esse não será o último Will. – Diz Lara – Se nós não matarmos eles. Então eles nos matarão.

-Mas...

-Will, aceite isso.

Fecho os olhos, pensando no que acabei de fazer. Esse não será o último disse Lara. Devo aceitar isso? Devo me tornar uma máquina de matar?

-Isso é errado – Digo – Se nós os matarmos, seremos igual a eles.

-Will está certo – Diz Maycon – Deve ter alguma maneira de derrotar eles sem matar. Vamos só desmaiar eles ou alguma coisa do tipo.

-É – Diz Gabriel – A ideia parece boa

Lara olha para James esperando uma resposta.

-Garotos... não dá... devemos mata-los, é a única forma. – Diz ele

-Essa forma está errada – Digo

-Will – Diz Lara – Você mesmo viu o que um deles fizeram com a mão do Gabriel. E o que eles fizeram com o Garry – Ela para por um minuto, tentando engolir o choro. – Nós devemos fazer isso, por ele.

Ela estica a mão no centro do circulo

-Por Garry

-Por Garry – Diz James, colocando a mão em cima da de Lara

-Por Garry – Mateus se junta a eles.

-Por Garry – Vitor, Gabriel e Maycon.

-Vamos Will – Diz Dustin, colocando a mão – Por Garry

-Por Garry – digo, colocando a mão no topo.

-Agora vamos acabar com esse Killers! – Diz Dustin

-Hum, pessoal – Um garoto da equipa de combate nos chama – Temos uma batalha para ganhar.

Corremos na direção da batalha. Tudo está um caos. Primeiros dois garotos se aproximam de nós, suas mãos envoltas de pedras. Antes de que façam algo eu já os jogo para longe. Não querendo me gabar, mas minha diferença é quase que imbatível se eu pensar antes que o inimigo. E fomos assim, sempre que alguém tentava se aproximar eu já o empurrava. Chega até a se tornar fácil.

Assim que chegamos próximos a um grupo de Diferentes da Ásia eles nos notam. Um cara mais velho de uns 80 anos se aproxima de nós.

-Finalmente vocês chegaram. – Diz ele. Ele tem barba e cabelos longos e brancos, seu corpo é magro, porém forte, e ele teria uns 1,80 se não estivesse apoiado em uma bengala de madeira com uma cobra enrolada nela.

 -Tivemos uma pequena discussão.  – Responde James – Mas agora estamos bem. E vamos ajudar vocês.

-Claro que vão – Diz o velho -, não imagino um outro motivo para vocês entrarem em uma zona de guerra certo? – Ele vira os olhos para nós. – Guerreiros fortes e poderosos, e algumas crianças.

-Quais seriam as crianças? – Pergunta Lara

-Esses daí – Diz ele apontando com a bengala minha direção e de meus amigos.

-Sim, são crianças. Mas são crianças destinadas a derrotar os Killers

-Não, não, não. Esse é o trabalho para os jovens da profecia – Diz o velho

-Muito prazer – Estico minha mão – Sou um dos jovens da profecia

Ele me encara e me olha de cima para baixo, me avaliando.

-Certo – Diz ele

-Só isso? – Pergunto – Não vai duvidar ou rir da nossa cara?

-Não, não vou.

-Então tá. – Digo, surpreso

-Hum, mestre – Chama um garoto.

-O que foi Luís?

-Parece que a Queen está aqui.

-O que?!

-É – O garoto, Luís, não parece se importar muito. – Foi o que o grupo C disse.

-Então parece que temos um problema – O velho tenta manter o controle – Vocês – Ele aponta para nós – Venham comigo, vamos precisar de ajuda para derrotar ela.

-Vamos lutar com ela – Digo

-Claro, não podemos desperdiçar uma chance igual essa. – Ele se vira para Luís – Leve-nos para o grupo C.

-Ok – Diz ele – mas só vou poder levar um por vez.

Ele me agarra nos ombros e nós afundamos no chão. Assim que subimos de volta, estamos em outro lugar. Logo ele some de novo. Vejo que ele entrou em uma sombra, se tornando parte dela. Logo todos já estavam aqui.

-Onde está ela? – Pergunta o velho para uma garota.

-No parque. – Responde a garota

-É para lá que vamos então.

*             *             *

Chegar no parque não foi tão difícil, todos os Killers estavam ocupados demais lutando com outros Diferentes.

Quando chegamos, Queen estava sentada em um trono de uns 3 metros de altura. Ver ela de perto me deixou assustado. Ela é igual que nos meus sonhos. Cabelos longos e cacheados, pele escura e olhos negros.

-Você por aqui, Z – A voz dela ecoa por todo o parque. – Que surpresa, e tolice.

-Não fale com ela garoto – Diz o velho

-Fale sim – Diz ela

Ela se vira para mim e me encara, sorrindo.

-Vamos jogar um jogo!

-Jogo? – Pergunto

-Exato. Vamos começar.

Cerca de 100 Killers surgem de trás das árvores e arbustos e começam a nos atacar.

Bato na cabeça de um com a telecinese, o mesmo desmaia. Lara atira cristais na direção de 5, que são perfurados no peito. Gabriel eletrocuta mais alguns. Maycon solta um gás mortal na direção de uns 10, que logo desmaiam. Mateus ergue a mão e se concentra na direção de um garoto, um vapor vermelho sai da boca dele, o mesmo cai no chão. Vitor atira plasma, derretendo os inimigos. Dustin cria uma frequência de um som que faz os ouvidos dos Killer sangrarem e desmaiarem. O grupo de ataque também participa da briga, lutando.
 

-Muito bem! – Diz Queen – Prontos para a segunda rodada?

-Não – Digo – Chega!

Ela me ignora e mais Killers surgem. Cerca de 500 dessa vez. Estamos cercados.

-Eu disse, chega! – Com esse grito crio uma onda telecinética que empurra os inimigos para fora de minha visão.

-Mais! – Grita Queen

A próxima onda de inimigos é exterminada por um gás mortífero de Maycon

Mais. Mateus drena o sangue deles. Mais. Gabriel atira um raio em um deles, o raio logo se espalha para o resto. Mais. Um líquido sai da sola dos pés de Vitor, o líquido desvia de nós e vai direto nos inimigos, que derretem ao entrar em contato com o plasma. Mais. Cristais surgem do chão, cobrindo os inimigos e prendendo eles, logo os cristais voltam para de baixo da terra, levando os Killers. Mais. Dustin cria uma explosão sonora que empurra os inimigos para fora de nossa visão.

-Agora entendo porque vocês foram os escolhidos – Diz o velho.

-Eu subestimei vocês – Diz a Queen – Não quero só a sua Diferença Will, quero a dos seus amigos também. – Ela sorri

Das suas costas surgem uns tentáculos escuros e pontudos no final.

-Vou drenar as Diferenças de todos vocês, e depois mato vocês.

-Não se eu impedir – Digo

Ergo minhas mãos e sinto aquela sensação de novo. Desintegro os tentáculos da Queen. Como uma barreira na minha frente. Assim que seus tentáculos se chocam com a barreira, eles se desintegram.

Estendo a barreira, levando ela na direção da Queen. Mas antes que a barreira chegue nela. Ela se cobre com seu manto de desaparece.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, comentem o que acharam.


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