História Spider-Man: A New Reality - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Duende Verde, Nick Fury, Pepper Potts, Peter Parker, Steve Rogers, Tia May, Tio Ben Parker
Tags Capitão América, Flashpoint, Homem Aranha, Homem De Ferro, Iron Man, Realidade Alternativa, Spider Man, Stony, Vingadores, Yaoi
Visualizações 114
Palavras 2.475
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Sci-Fi, Super Power, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ESPERO QUE GOSTEM MEU DEUS
EU TIVE ESSA IDEIA LOUCA NUM POST DO NYAH MEU DEUS AHHHHH

Capítulo 1 - Prologo


— A gente precisa ir – Mr. Parker arrumava suas malas rapidamente enquanto escutava o choro do filho nos braços da Esposa. – Mary largue ele e me ajude…

— O Fury pode ajudar – Ms Parker apertou mais o bebé em seus braços – Você pode telefonar a ele. Os olhos castanhos de Marian correram o quarto. As gavetas do comoda estavam abertas e papeis cobriam o chão. Richard Parker alcançou a mala preta que guardava debaixo da cama. Abriu o closet pegando em suas camisas e as guardou sem nem as organizar.

Mr.Parker estava em pânico. A pesquisa tinha vazado e um funcionário da S.H.I.E.L.D havia sido morto. As suas mãos tremiam e as respirações pareciam querer furar os pulmões.

— Não! – ele soltou – Não podemos contactar a SHIELD. Não agora!

— Mas... – Peter berrava em seus braços. Mary afagou os seus cabelos marrons enquanto tentava acalmar o choro do filho. – Eles podem ajudar. A gente n-

— A gente não pode ficar aqui agora Mary! – Mr Parker parecia um louco. O tom de voz alterado e os cabelos desarrumados só o comprovavam. Ele estava com medo. – Se eles sabem o que eu fiz vêm atrás da gente. Vêm atras do Peter – ele respondeu. Os seus dedos trémulos acariciaram a sua face. O bebé se contorceu nos braços da mãe, aliviando o choro. Richard tinha um plano, telefonar pra Tony Stark pedindo auxílio, apanhar o avião pra Londres e queimar sua pesquisa o quanto antes e apagar os vestígios de Peter Parker.

— Mary pegue os passaportes por favor – ele falou enquanto abria as gavetas do quarto retirando um disco rígido e o guardando na mala de bebé de Peter.

— O que-

— É o único sitio que nunca se lembraram de procurar – ele falou rapidamente. Mary largou o bebé no berço. Pegou em todas as jóias de valor que estavam nas gavetas do comodo na qual guardava a chave ao seu pescoço. Pegou nos três boletins os guardou na mala. Ela não estava melhor que o esposo.

Sua testa estava húmida, sua cabeça doía e o coração batia tao rápido que Miss Parker jurava que ia ter um ataque cardíaco em poucos segundos. Pegou em todas as suas blusas e jeans e as jogou na segunda mala que havia retirado do armário.

Mr. Parker pegou no celular enquanto se dirigia à garagem.

— Sr. Stark? Eu não posso adiantar muito agora (…)Nós iremos pra Londres (…) Não! Eles descobriram a  S.H.I.E.L.D  (…) Lamento Tony mas ficar não é opção (…) Eu não vou arriscar eles pegarem o Peter (...) Eu irei levar ele comigo, eles não vão pegar ele! (…) Não, ele não ficar aqui Tony, mesmo que o deixe com os tios eles rapidamente o descobrirão (…) O meu filho é a chave Tony, é a Chave de tudo isso! (…) Aeroporto? Ele estará lá? (…) Qual seu avião? (…) Obrigado Tony, eu não sei c- (…) Eu depois telefono.

— Então? – Miss Parker perguntou exasperada.

— Tony irá disponibilizar um avião pra gente – um sorriso aliviado percorreu os lábios de Mr. Parker. Ele ajeitou os óculos – Assim que entraremos no avião estaremos salvos.

Mary assentiu. Richard pegou em todas as malas, enquanto a esposa tratava de embrulhar o filho no cobertor bem quente. Peter foi colocado sobre a cadeirinha cinza que Mr Parker havia comprado 10 meses antes. A mulher entrou no carro se virando pro garoto.

Peter Parker eram a luz dos seus olhos. Seus cabelos eram marrons claros em contraste com os seus olhos cor de mel herdados da mãe. As suas bochechas de menino eram tão coradas e o nariz tão arrebitado que Mary Parker acreditava ser a oitava maravilha do mundo. “Uma preciosidade” como Richard Parker uma vez mencionara.

— Calma meu amor – a mulher acariciou a sua bochecha – Vai estar tudo bem.

O bebé se manteve como antes. Os seus olhos pequeninos – agora vermelhos por conta do choro - corriam todo o interior do carro confuso. Ele respirava baixinho trauteando silabas incompreensíveis. – Isso mesmo meu amor. Tá tudo bem.

Ainda dentro da casa Mr. Parker tratava de cobrir o chão com gasolina. O liquido parecia queimar suas narinas enquanto este tratava de molhar todos os cómodos e paredes.

E claro todo o seu escritório.

— Liga o carro o Mary – ele falou segurando sua caixa de fósforos. Miss Parker obedeceu e em poucos segundos as chamas iluminaram a rua. Richard correu pro carro, enquanto assistia o fogo devorar a sua casa. Durante 15 anos aquele fora seu lar. Após o casamento ele e Miss Parker juntaram todas as economias e a compraram.

Segundo Mary era o “Simbolo” do seu casamento.

Mas agora? Era só madeira e cimento ardendo.

A viagem não demorou. Foram os 15 minutos mais agoniantes da sua vida segundo Mr. Paker. Mary checava de 5 em 5 minutos se nenhum carro o estava seguindo. Richard fazia o mesmo. Seus olhos observavam sempre o espelho retrovisor pra ver se algum veiculo suspeito os perseguia por mais de 2 quilómetros. Ele ouvia os suspiros nervosos da esposa a cada segundo que passava.

— Rich – ela murmurou ao ver as luzes do aeroporto à distância.

— Vamos ficar bem – ele assegurou pousando a mão sobre a sua – Acredite em mim.

Mr. Parker estacionou o carro sobre o estacionamento pegando nas malas enquanto Mary retirava Peter e o resto da bagagem.

— Vamos Mary – ele gritou correndo pro aeroporto. Gente ia e vinha carregando as malas. O som dos aviões levantando voo preenchia o espaço enquanto várias paneis marcavam os voos anunciando as suas entradas e partidas. Mr Parker olhou pra esposa – Fique perto querida.

— E o Stark?

— Eu vou ligar pra ele e-

— Mrs e Miss Parker – alguém chamou. Mr. Parker se deparou com uma mulher de olhar preocupado e apressado. – O Sr. Stark já tem o avião pronto pra vocês. Me sigam!

Assim o fizeram. Rapidamente o casal já se encontrava na pista. Miss Parker cobriu melhor a cabeça do filho devido ao frio e vento daquela noite. As luzes de Nova York brilhavam do outro lado do rio que atravessava a cidade.

A pista estava deserta à exceção de um jato particular estacionando a alguns metros dele. Holofotes iluminavam o terreno clareando a noite escura.

— Podem subir – a moça sorriu pra eles apontando pra escada de embarque. Os motores do jato já se faziam soar, enquanto as luzes dentro da aeronave já estavam ligadas.

— Obrigado – Mr. Parker assentiu desesperado – Por favor agradeça ao Sr. Stark.

— Eu transmitirei o recado – ela sorriu. Mr e Miss Parker subiram as escadas. O interior era quente e confortável. Assentos brancos cobriam as extremidades com janelas quadradas de cada lado. Mary Parker foi a primeira a sentar numa das cadeiras ninando o filho em seus braços.

— Mr. Parker – um homem saiu da cabine – Sou o comandante Link. Sr. Stark me escalou como o seu piloto. Levarei vocês até Londres.

— Muito agradecido – Richard apertou a mão. Ele olhou pros intensos olhos azuis do homem na sua frente. Cabelo negro e pele branca marcada por uma pequena cicatriz na sua bochecha direita… Mr. Parker o achou estranhamente familiar.

— Se acomodem e coloquem os cintos iremos descolar agora – ele inclinou o rosto e voltou pra dentro da cabine.  

— Estamos salvos – Mary falou segurando o filho que dormia tranquilamente em seus braços.

— Graças a Deus – Mr. Parker suspirou se sentando e apertando o cinto. Logo os motores foram acionados enquanto a aeronave começava a andar os primeiros metros. Mr Parker se agarrou sobre o assento sentindo o interior se inclinar à medida que levantavam voo.

Em poucos minutos o jato já se encontrava rasgando as nuvens. Miss Parker colocou o filho sobre uma das cadeiras enquanto Mr. Parker continuava remexendo em seus papeis.

— Logo estaremos em Londres – balbuciou Richard – Tony me falou que logo iria arranjar alguém que levasse a gente até um lugar seguro.

Mary assentiu suspirando enquanto olhava pra seu filho.

Mr. Parker pegou no celular digitando o numero recente. Um holograma azul se levou sobre a tela.

— Sr. Stark – Mr. Parker sorriu vendo Tony Stark sobre o monitor digital.

— Mr. Parker? – Tony o olhou confuso. – Onde você está?

— Muito Obrigado Tony – Richard sorriu – Sem você não estaríamos aqui agora.

— Como assim Parker? – ele franziu as sobrancelhas preocupado – Onde você está agora?

— Eu estou no seu avião, descolámos há uns 10 minutos.

Os olhos de Stark se arregalaram assustados.

— Richard o meu jato acabou de aterrar agora na pista. O jato em que vocês estão com certeza não é o meu!

Mr. Parker olhou pra Mary num tom de desespero.

— Parker, aguente aí, eu vou buscar vocês.

Porém, antes que Richard pudesse reagir a porta se abriu. O piloto segurava uma arma, apontando ela diretamente sobre a cabeça de Miss Parker que gelou no mesmo segundo.

— Largue o celular – ele ordenou. Miss Parker segurou o filho em seus braços que começou a chorar no mesmo segundo. – Largue o celular agora!

Mr. Parker obedeceu.

— Me entregue a pasta – ele voltou a exigir encostando o canudo da arma sobre os cabelos da mulher.

Mr. Parker a segurou sobre as mãos. – Por favor.

— Me entregue a merda da pasta porra! – as mãos do piloto agora tremiam.

— Tudo Bem, Tudo bem, só abaixe a arma por favor – Richard suplicou gesticulando com as mãos – Por favor.

— Me entregue a pasta então…

— Tudo bem, eu entrego – ele assegurou se aproximando. O piloto assentiu afastando a arma de Miss Parker estendendo a mão pra pegar a pasta. No entanto, Mr Parker partiu pra cima dele segurando no pulso tentando alcançar o revólver negro.

— Pega nele! pega no Peter! – Mr. Parker se esperneava segurando os braços fortes do agressor. Mary se levantou tentando pegar no bebé. Richard deferiu socos certeiros sobre o rosto do piloto que revidava com a mesma força. No entanto, as mãos de Link alcançaram a arma disparando contra a mulher. Um grito soou da garganta de Miss Parker que se jogou contra o chão. A bala havia falhado o alvo. O co-piloto caiu em consciente sobre a saça de comandos. enquanto o sangue jorrava do seu pescoço.

— RICHARD! – Miss Parker gritou sentindo o chão inclinar-se.

Os homens desequilibraram-se sendo jogados contra as paredes do avião. Richard se levantou tentando alcançar os comandos, enquanto a esposa segurava o filho em seus braços impedindo-o que se machucasse.

Os gritos do bebé aumentavam à medida que o avião se inclinava cada vez mais.

Richard se levantou correndo até à mulher jogada no chão.

— Mary se levante querida, precisa-

E de novo, dois braços agarraram os ombros de Mr. Parker o puxando contra o chão.

Mary correu até à sala de comando agarrando o guiador da aeronave. Ela conseguiu enxergar o mar a poucos quilómetros de altitude.  

O bebé continuava chorando num dos cantos da sala, enquanto os dois homens lutavam pela posse da arma. O piloto se colocou por cima do Professor socando a cara com toda a força que tinha desferindo vários golpes. Mr. Parker não aguentava, sentia o sangue molhando os lábios e a visão cada vez mais turva.

O piloto alcançou a arma novamente.

— Eu tentei a bem Doutor Parker – Link murmurou limpando um pequeno rasto de sangue sobre os cantos da boca – Mas você não me deu escolha.

O canudo de metal foi mirado pra quarta presença naquele avião. Peter Parker chorava sobre o chão.

— Diga adeus ao seu filho Doutor – Link deu um sorriso psicopático carregando a arma mirando contra o bebé.

— Peter! – Mary gritou correndo contra o homem armado.

Outro tiro.

Mr. Parker gritou ao ver a mulher deitada sobre o chão inanimada. Ele se levntou abraçando o bebé em seus braços.. O atirador sorriu.

O avião voltou a se inclinar contra o chão.

— Parece que nenhum de nós vai sobreviver Doutor – O piloto murmurou apontando o canudo contra a sua cabeça. – Nos vemos no inferno.

E no momento em que o assassino ia carregando no gatilho, a porta de embarque se abriu. Um homem metálico entrou disparando contra o piloto, que acionou o gatilho acidentalmente.

— Richard – a marcara metálica se ejetou expondo o rosto de Tony. Mr. Parker levou a mão ao abdómen ensanguentando, enquanto segurava Peter num dos braços. O bebé chorava enquanto sentia o ar sendo sugado dos pulmões, era como se um furacão ventoso estivesse dentro do avião.

O homem de ferro agarrou em Link que abraçava a própria mão queimada pelo feixe de energia de Tony. Ele o segurou firmemente o atirando pra fora fazendo o assassino ir pelo ar.

 - Calma Richard vou tirar você daqui – a voz de Tony assegurou – J.A.R.V.I.S me dê as estáticas de altitude.

Colisão do avião em 1 minuto Mr. Stark. Pressão do ar a 30%. Altitude 860 pés.

— Tony – a mão de Richard largou o ferimento agarrando no braço da armadura- A voz soava fraca e dolorida e as mãos e roupas estavam sujas de sangue – Leva o Peter.

— Calma Richard eu t-

— Leva… leva ele – ele suspirou com dificuldade. Uma lágrima cristalina desceu sobre sua bochecha – Ele…. Tony… ele é… é a chave.

— Richard!

— Leva ele… Peter.

Tony alcançou o bebé que ainda continuava abraçado ao pai.

— Fique… fica com ele… - Mr. Parker gemeu de dor apertando ainda mais o ferimento - voc-… você precisa AH, você precisa tomar conta dele.

— Mas… Rich-

— Tony – ele chamou uma ultima vez – Os…Os-Os-Osb-

O ar subia, como se estivesse cortando a pele.

Colisão do avião em 20 segundos Mr. Stark. Pressão do ar a 10%. Altitude 450 pés.

— Vai – ele gesticulou com a mão – Vai…

Tony engoliu em seco. Abraçou o bebé em seus braços e voou pra fora do avião que explodiu sobre água numa nuvem de chamas e fumo negro.

A armadura planou sobre o céu enquanto o bebé chorava em seus braços.

— Hey… er… garoto – a mascara se injetou, revelando novamente o rosto de Stark. O bebé observou os olhos azuis. O choro regrediu se aninhando sobre o metal frio enquanto Tony tentava controlar o nervosismo de ter a criança em seus braços – Okay, okay você quer abraçar tudo bem… er… Jarvis?

Sim Mr Stark?

— Verifique se às sobreviventes.

Analisando… Nenhum sinal de vida Mr Stark.

— Faz uma leitura Termostática da área.

Analisando de novo… Nenhum indicio de calor… quer uma leitura sonora? 

— Não é necessário Jarvis – suspirou Tony observando de novo o garoto – me leve de volta à torre.

— Afirmativo Mr. Stark.

Os braços de Tony voltaram a se fechar e enquanto sobrevoavam tranquilamente o céu noturno de Nova York.

— Jarvis? Liga para o Steve.

A ligar Steve Rogers …. TONY? Onde raio você está?

— Estou indo pra casa agora… talvez demore um pouco.

O que aconteceu?

— Eles pegaram o Parker. Não consegui salvar ele.

Eles mataram o Doutor Parker?

— E a mulher também, eu estou levando o Peter agora. – os braços seguraram o bebé com mais força enquanto voavam lentamente sobre o céu.

— Peter? Peter Parker?

— Steve? Que acha de um quarto novo hein?


Notas Finais


PROXIMO CAP EM BREVE


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