História SPIKES - Imagine BTS - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hot, Imagine, Imagine Bts, Imagine Jin, Imagine Jungkook, Imagine Suga, Imagine Yoongi, Kirimi, Médico, Starlotus2017, Wxxtch
Visualizações 450
Palavras 2.678
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Kkk eae man
Quanto tempo né
Eu sou uma bostona que fica desanimada fácil com algumas coisas da vida, então acabei atrasando... vou fazer o possível pra não atrasar ainda mais ;^; e espero que o capítulo esteja bom o suficiente pra me perdoarem aaaaa boa leitura
Jungkookie bem molhadinho -n

Capítulo 3 - Red Route II - Hipotermia


Fanfic / Fanfiction SPIKES - Imagine BTS - Capítulo 3 - Red Route II - Hipotermia

Competitivo. Se há uma palavra com a qual se poderia resumir a existência de Jeon Jungkook, certamente seria “competitivo”.

Mesmo em pequenos detalhes do cotidiano, era visível o ar de disputa em que se envolvia o rapaz, como se a satisfação de ser o número um lhe fosse intrínseca, desde o berço. Com seu costume de acordar cedo desde a época do internato, somado a um ou dois problemas de insônia, você era a primeira pessoa a estar de pé em todo o prédio, todos os dias. Ou pelo menos foi o que você pensou, até descobrir que Jungkook se exercitava antes mesmo do sol nascer. Embora você preferisse comer sozinha, nas ocasiões em que os horários coincidiam e você dividia a mesa com o restante dos moradores, também era ele o primeiro a aparecer em todas as refeições – com exceção, é claro, de Jin, que frequentemente era o cozinheiro. Quando vários passos enchiam o corredor, rumo à sala de ensaio, Jungkook não podia ser avistado no grupo, pois, novamente, sempre chegava primeiro que seus companheiros. A observação diária te fez aos poucos perceber que não era só de talento que era feito o prodígio do BTS, mas de muito esforço.

No meio de toda aquela balbúrdia de repentinamente descobrir que você dividiria o mesmo teto que sete celebridades coreanas, naqueles primeiros dias em que o ambiente era envolto por um tom de estranheza e tensão quase mecânica, uma pessoa tomou a frente e quis saber mais sobre você – Jeon Jungkook. Ele ouviu atento, os olhinhos redondos quase sem piscar, sobre como era morar do outro lado do mundo, sobre “as coisas legais que médicos fazem” e a cada vez que vocês se cruzavam nos corredores, em cada encontro oportuno, o assunto sempre surgia facilmente e a conversa sempre se prolongava o máximo que podia, pois as perguntas e a curiosidade dele pareciam nunca ter fim.

Ele também havia sido o primeiro a procurar seu consultório sem que houvesse qualquer rotina de exames marcada, segundo ele mesmo, “só passando pra dar um oi...” De fato, a visita fora uma surpresa, pois desde aquela primeira consulta desastrosa, você havia concluído que o rapaz provavelmente nutria algum trauma de procedimentos médicos. Ou que talvez fosse algo até pessoal, mesmo.... Vivendo e aprendendo, hm?

Ele foi o pioneiro também em tirar uma grande dúvida: “Bem... Jiminie hyung andou desmaiando, sabe...” Ele respondeu numa voz triste, e depois acrescentou, sorrindo, para aliviar um pouco a tensão do assunto: “Mas se quiser culpar alguém, com certeza é melhor culpar Yoongi hyung. Ele pula quase todas as refeições e fica até de madrugada acordado quase todo dia. O jeito era chamar alguém pra vigiar antes que ele ficasse doente de verdade”

Numa noite de sexta-feira qualquer, na qual um cheirinho maravilhoso de pizza se espalhava pelo ar, foi Jungkook o primeiro a bater à última porta da esquerda – seu quartinho – para te convidar para se juntar aos outros. Ele tropeçava nas palavras e se encolhia todo, visivelmente acanhado, relembrando aquele Jungkook envergonhado da primeira vez em que vocês se encontraram. O primeiro jantar foi esquisito, mas logo o clima foi amolecendo, até que refeições em conjunto se tornassem quase rotina. E Jungkook sempre fazia questão de ser o responsável por ir te chamar. À medida que os dias se passavam, você se sentia mais à vontade e aquela sensação de estar em casa se fazia mais presente – Eis a dádiva de fazer amigos. Não demorou muito até que você estivesse jogando videogame com Jungkook até de madrugada, sem dormir até que um batesse o high score do outro – no começo, claro, você hesitou em aceitar o convite, temendo que esse tipo de relação fosse impactar no seu emprego, mas havia algo de irresistível naquele jeito de menino que tornava Jungkook uma pessoa a qual era extremamente difícil dizer “não”. Talvez fosse por isso que, na esmagadora maioria das vezes, Jeon conseguia exatamente o que queria. Havia uma linha extremamente tênue entre inocência e frio calculismo na personalidade dele, e essa mistura incomum te mantinha com os olhos presos nas ações do rapaz, cada dia mais e mais...

Os dias eram corridos, mas vívidos. Eventualmente surgia uma brecha de tempo que você utilizava para assistir aos ensaios dos meninos – e nessas ocasiões era quase impossível não se fascinar ainda mais pelos dons do maknae. As noites eram divertidas, repletas de jantares deliciosos, guloseimas escondidas, jogatina e – claro – muita competição. A palavra de Jungkook.

Jungkook que logo, logo virou Jungkookie – para combinar com o apelido que ele havia te dado. Uma gracinha.

Jungkookie, que foi o primeiro a se tornar um grande amigo. Jungkook, que era sorridente, cuidadoso, às vezes orgulhoso, que sempre tinha uma piada na manga pra te fazer rir, que adorava fazer pose de durão, mas tinha a doçura de uma criança e frequentemente corava quando suas mãos encostavam nas deles sem querer...

Jungkookie, que não saia da sua cabeça...

Mas, tal qual tocar no próprio sol, eventualmente você aprendeu que tocar em alguém radiante como Jungkook também te queimaria. Foi repentino, assim como o próprio pôr-do-sol: num momento há luz e, poucos minutos depois, já se instala a escuridão. Jungkookie, um belo dia, não respondia mais aos seus acenos nos corredores. Não aparecia mais no seu consultório. Não puxava assunto. Não havia mais videogame, não havia mais pizza. Nada. Toda aquela proximidade evaporou-se como se jamais tivesse existido, deixando apenas um sentimento de rejeição tão esmagador e tão confuso que te impedia até mesmo de questionar os motivos da repentina mudança...

Jeon Jungkook, de quem você sentia tanta saudades.

Jeon Jungkook, que estava te matando aos poucos com aquele gelo...

Jungkookie, que correu grande risco de morrer.

O fatídico dia caiu num quinta-feira, - porque é fato conhecido que nada de bom nunca acontece nas quintas-feiras. Você estava em seu quarto, pois a nova rotina era dormir cedo depois de terminar de organizar seu consultório, quando ouviu batidas veementes à porta. Assustada, você abriu-a para encontrar um Jimin ainda mais assustado, tão pálido, tão absurdamente pálido que poderia-se jurar que ele havia acabado de ver alguma assombração. Antes fosse algum assunto sobrenatural. Talvez o arrepio gélido que percorreu toda a sua espinha fosse menor. Mas o assunto em questão era algo real. Brutalmente real: os lábios cheinhos e trêmulos de Jimin proferiram: “Jungkookie não está nada bem... por favor, faz alguma coisa...” A última coisa da qual você se lembrava era de ver os olhos de Jimin começarem a marejar. No segundo seguinte seus pés já haviam se movido por conta própria, buscando em todos os cômodos por Jungkook. Até que finalmente o encontrou, estirado no chão da sala, rodeado pelo resto dos rapazes. Alguma mão invisível apertou o seu coração com força e você engoliu em seco. Você correu para perto dele. Várias vozes enchiam a sala – Taehyung e Hoseok choravam alto. Yoongi repetia numa voz mortificada que “isso é culpa nossa, é tudo culpa nossa”. Jin e Namjoon estavam ajoelhados perto dele, suados, nervosos, sem saber o que fazer. Você respirou fundo e começou a fazer seu trabalho. Pulso, ok. Respiração, ok. Sinais Vitais presentes. Uma pontada minúscula de alívio invadiu seu interior. Ele estava totalmente encharcado, como se houvesse acabado de sair de uma piscina. Tremia. Tremia violentamente. Os olhos semicerrados, encarando o vazio. Os lábios, as pontas dos dedos bem azulados. Não respondeu quando você chamou pelo nome dele. Você sentiu a garganta fechar novamente. Pediu que Jin e Namjoon o carregassem. Suas mãos trêmulas destrancaram a sala de observação ao lado do consultório, nunca utilizada até agora, mas a qual você, naquele momento, agradecia muito a existência. Eles o deitaram sobre uma grande maca forrada em lençóis brancos. Os rapazes falavam ao mesmo tempo, perguntando coisas como “ele vai ficar bem, não vai?”, “O que ele tem?” e seu raciocínio começava a girar e girar em confusão, sufocamento. Jungkook ainda tremia categoricamente. Você chegou ao seu limite. Expulsou todos da sala. “DEEM ESPAÇO!” você gritou, nervosa, empurrando os rapazes e trancando a porta. Voltou sua atenção novamente para Jungkook. Rasgou as roupas molhadas que ele trajava, impaciente demais para tirá-las normalmente. Àquela baixa temperatura, o corpo dele, pálido, não diferia muito de mármore esculpido. Belo, mas mórbido. Acesso periférico, medicação em efeito, termômetro, lençóis, muitos lençóis. Você o envolveu no máximo de lençóis que conseguiu encontrar, tentando aquecê-lo. Agora restava esperar. Você se deixou recostar em outra maca, finalmente desacelerando os pensamentos. Lembrou-se dos outros meninos, todos preocupados com o companheiro. Certamente, naquela noite, você havia sido tudo, menos profissional. Gritar com os acompanhantes de um paciente é algo impensável. Mas seus sentimentos haviam se intrometido no caminho – e só Deus sabe como aquilo era difícil pra você: atender um estranho em perigo é uma coisa, e ver alguém querido naquele estado é outra coisa totalmente distinta. Você destrancou a porta, encontrando vários olhares ansiosos pousando sobre si. Você pigarreou e começou a se explicar:

“Eu peço desculpas por ter gritado antes. Essa... Essa está sendo uma noite difícil para todos nós.”

“Isso não importa! A culpa foi nossa mesmo, droga” Yoongi cortou irritado, antes que você pudesse prosseguir.

“Foi um acidente. Uma irresponsabilidade que não vai se repetir. Chega, Yoongi.” Jin o repreendeu.

“Jin hyung tem razão, nós temos que manter a calma. Jungkook-ah já está sendo tratado por uma profissional. Sem pânico.” Namjoon reforçou. Ele lançou um olhar em sua direção, como se pedisse que você concordasse com o que era exposto.

“Ele vai ficar bem, não vai? Jimin perguntou, segurando suas mãos. Sempre tão sentimental...

Você resgatou do fundo do seu consciente o melhor sorriso que se permitia dar, dadas as circunstâncias. “Sim, Jimin-ah. Ele vai ficar bem.” Depois voltou-se para o resto do grupo: “Está tudo sob controle. Por hora, devemos esperar as medicações fazerem efeito. Eu aconselho que ele passe a noite na observação, por garantia. Enquanto isso...” Você deslizou as mãos suavemente para longe de Jimin, pousando-as uma de cada lado da própria cintura.

“...Alguém pode me explicar o que aconteceu aqui?” Sem respostas. Um silêncio mortal cortou o ar repentinamente. Você suspirou.

“É de extrema importância que eu saiba o que aconteceu com meu paciente, para poder tratá-lo”. Seis jovens se entreolharam, todos nervosos, alguns engolindo em seco.

“É realmente importante—“ você começou, mas foi interrompida por Yoongi - o único corajoso o suficiente para acabar com aquele mistério - novamente, num tom irritado: “Eu já disse, foi culpa nossa. Uma merda de uma aposta que...”

“Hyung, vocabulário.” Namjoon advertiu polidamente. Yoongi estalou a língua.

Você decidiu aproveitar o gancho de alguém ter finalmente deixado escapar informações.

“Aposta? Então foi uma aposta? Eu posso saber mais detalhes disso?” Você inquiriu, uma sobrancelha involuntariamente arqueada.

Taehyung começou a explicar: “Na verdade a gente tava tipo brincando de verdade ou desafio? Sabe como é? Aquele jogo que a gente faz pergunta e—“

“Sim. Eu sei.” Você interrompeu, mais seca do que intencionava. “Prossiga, por favor...” adicionou num tom mais ameno. Mas ele aparentemente acovardou-se e permaneceu quieto.

Dessa vez, foi Hoseok quem completou o raciocínio: “A gente tava brincando disso, aí quando chegou a vez de Jungkook-ah, ele não queria responder de jeito nenhum...”

“E aí vocês pediram o desafio, que foi...?” Você instigou; Jimin respondeu: “...que foi ficar numa banheira cheia de gelo até quando aguentasse...” ele diminuía o volume da própria voz à medida que falava, como quem se envergonha do que está dizendo. De fato, verbalizado e esclarecido daquela forma, parecia uma ideia absurdamente infantil e irresponsável. “Ele aguentou tempo de mais... quase umas 3 horas...” Taehyung acrescentou, também baixinho. “Mas se ele respondesse à ‘verdade’, poderia sair na mesma hora, mas ele não quis e aí acabou que ele... meio que.... é...” Hoseok ainda tentou argumentar, mas percebendo os olhares em repreensão, acabou se calando.

“Namjoon e eu saímos por um segundinho só e só faltam matar um nas nossas costas...” Jin deixou escapar, em desabafo. Namjoon perguntava em tom acusatório “como que você não viu uma coisa dessas acontecendo” a Yoongi, que se defendia com um argumento que ele usava numa frequência assustadoramente alta: “eu tava dormindo, droga, não sou babá de ninguém”. O falatório prosseguia e se intensificava, até que você resolveu que bastava:

“Olha, eu realmente não estou aqui para julgar ninguém. Só preciso fazer meu trabalho. Mas, como amiga de vocês, em todos esses meses que passamos juntos, será que alguém teria ao menos a consideração de me dizer qual foi a maldita pergunta pela qual Jungkook estava disposto a congelar até morrer?” Sua insatisfação finalmente veio à tona, alterando o tom de sua voz de forma rude.

Outra vez, um silêncio mortal cortou o ar e ninguém se atreveu a quebrá-lo.

“Ótimo. Ótimo”. Você concluiu, irritada. “Podem guardar para vocês. Excelente. Se me dão licença, eu tenho uma noite longa pela frente. Meu conselho de médico – você adicionou, cuspindo veneno – é que os senhores vão dormir agora, e tentem não atentar à vida de mais ninguém, pelo menos enquanto eu trato do primeiro.”

Você bateu a porta e a trancou por dentro, ainda irada. Respirou fundo duas vezes, até que avistou a figura de Jungkookie sentada sobre a mesma maca de antes, recostado à parede e enrolado em uma infinidade de lençóis, como um gigante, gelado e adorável burrito. A imagem dele ocupava seu interior, não sobrando espaço pra qualquer irritação ou rancor de outrora. A cor tornava lentamente às suas fácies, mostrando progresso rumo à melhora.

“Jungkookie? Você sabe onde está? Sabe quem sou eu?” você examinou a consciência e orientação do rapaz. Ele ainda tremia o bastante para atrapalhar a fala, então resumiu-se à acenar a cabeça de leve, num gesto positivo. O alívio de vê-lo melhorando embaçou as linhas entre médica e amiga. Quando você deu por si, já estava abraçando o burrito Jungkook, algumas lágrimas quentes descendo por seu rosto.

“Nunca mais me dá um susto desses, vai...” sua voz chorosa clamou. Ele apenas tremia, em silêncio. Você apertou o abraço, enroscando seus dedos nos cabelos muito negros e ainda úmidos dele.

Muitos e muitos minutos se passaram. Você não poderia contá-los, nem se quisesse. Aquela sufocante sensação de que o chão estava se abrindo sob seus pés finalmente ia se dissipando, à medida que o calor do seu corpo se transferia ao dele naquele abraço apertado.

O mundo poderia ter acabado, o tempo parado, o universo se evaporado. Nada disso poderia impedir aquela força de atração inabalável, a forma como vocês dois se conectavam naquele momento.

Um eternidade depois – depois do seu choro baixinho, depois que os tremores dele foram se esvaecendo um a um, as palavras finalmente encontraram seu caminho de novo:

“Eu pensei que fosse perder você...” você disse baixinho, quase inaudível.

“Mas não perdeu. Eu estou aqui.” Ele respondeu, rouco. Ouvir a voz dele fez seu olhar subir, buscando contato visual. A proximidade era tanta, que seu narizes se chocaram com o gesto. Seu olhar encontrou o dele, finalmente. E se perdeu novamente na profundidade daquelas íris magnéticas.

Toda a sua existência se esqueceu de existir. No universo só havia duas coisas: seus lábios e os lábios dele. E como as duas únicas coisas existentes no universo, elas resolveram encontrar-se. Entrelaçar-se. Mesclarem-se até que não houvesse distinção entre uma e outra.

É fato conhecido na medicina e também pelo simples senso comum que, em situações extremas, coisas como lógica, ética ou conformidades sociais simplesmente não se manifestam, totalmente anuviadas pelas descargas elétricas de adrenalina e, no mais requintado Freudianismo – Id. Instinto. Dessa forma, não é estranho afirmar que naquela fatídica noite de quinta-feira, naquela sala branca em especial, dentre todas as salas alvas daquele prédio, o que se passou não foi algo pensado, premeditado ou sequer raciocinado. Foi simplesmente o que se passa todos os dias, em vários lugares do mundo, de diversas maneiras distintas. Aquele fruto antigo de hormônios e feromônios adicionado à um fruto ainda mais antigo: aquele que a própria Eva arrancou da Árvore Proibida...

 

E tudo começou naquele beijo.


Notas Finais


Apertem os cintos, a parte boa está logo ali :3c kekeke


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