História Spin Off Mammy (Vercy) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Fifth Harmony, Vercy
Visualizações 157
Palavras 3.442
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Depois de 84 anos, eu to de volta com o final dessa one. Desculpa pela demora gente, mas minha vida está uma bagunça agora. Sem tempo. Então perdão pela demora, aproveitem!

Capítulo 2 - Part II - Final


Point Of View Veronica

Uma semana se passou desde que eu tive minha noite com Vives e droga, eu só conseguia gozar pensando nessa diaba. E isso me deixa loucamente frustrada porque isso nunca aconteceu comigo.

Tudo começou quando no dia seguinte após transar com a Lucy, eu tinha marcado de ir à casa de Kendall. Era a segunda vez que íamos transar, a primeira tinha sido muito boa. Porém, quando estávamos no ápice, eu gemi o nome da Vives enquanto metia com força na Kendall.

A garota só faltou me matar. Expulsou-me da casa a tapas e não era pra menos. Eu merecia. E isso só não repetiu porque eu me segurava pra não gemer o nome daquela... Argh, não quero nem lembrar.

 Estou pra enlouquecer porque isso estava me causando um grande incomodo. Parei até de marcar transas porque podia correr o risco de ser assassinada. Afinal, quem gosta de transar e ouvir um nome de outra pessoa enquanto alguém te come ou vice-versa?

Mesmo contra meus princípios, eu liguei para Keana e pedi o número da Lucy. Depois de ser muito zoada pela minha amiga, eu consegui o número.

Não sei por que me senti nervosa ao mandar uma mensagem a Lucy. Era simples, só perguntar se podíamos repedir aquela noite e pronto. Eu saciava meu desejo e realizava meus sonhos.

Obvio que ela não ia aceitar logo de cara, mas valia à tentativa.

P/Lucy: Vives?

Vives: O que? Quem é e como conseguiu meu número?

P/Lucy: É o seu pior pesadelo querida, sentiu minha falta? Porque eu senti. E ainda to sentindo, principalmente de você rebolando pra mim.

Ela demorou a responder depois da mensagem um tanto ousada.

Vives: Veronica?

P/Lucy: O que você acha baby?

Vives: Só podia mesmo, meu pesadelo pareceu virar realidade. O que você quer?

Ui, acida. Adoro assim.

P/Lucy: Não é obvio? Pra que mais eu te procuraria?

Vives: Eu não sei no que te faz pensar que eu quero repetir a dose contigo.

Autch, essa doeu. Mas vai ter volta.

P/Lucy: Não importa o que você pensa, o que tivemos foi bom e você sabe disso. Gemeu como uma puta pra mim, oh... É verdade, você é uma puta. Então por que não faz o seu trabalho direito hein? 

Ela parou de responder e eu me senti um pouco incomodada, talvez eu tenha pegado pesado. [N.A: Olha a burra].

Horas se passaram e nada. Minha única chance de saciar minha vontade foi pro espaço. Parabéns Veronica.

Resolvi deixar pra lá e seguir. Só ia ser uma transa, uma bela transa por sinal. Mas como sempre, eu fui uma idiota.

(---)

Já estava quase no meu terceiro sono quando ouvi a campainha tocar, virei e coloquei o travesseiro em cima do meu rosto. Porra, minha mãe devia ter saído pro trabalho.

Deixei a campainha tocar, torcendo pra que a pessoa fosse embora. Mas pareceu piorar, o som foi ficando constante.

Levantei possessa porque eu estava com uma dor de cabeça enorme e uma pessoa resolveu vim me perturbar do inferno e quem quer que seja eu vou...

– Lucy?! – exclamo ao ver a garota com os braços cruzados e um olhar mortal – O que você...

Ela me empurra com força e entra na minha casa, fechando a porta com meu próprio corpo prensado na madeira.

– Vim fazer meu trabalho – e me beija com violência.

Sem mais demandas, coloquei meus braços ao redor de seu pescoço e a puxei para mais perto. Seus dentes puxavam meus lábios com força e os chupavam logo em seguida, me fazendo gemer de forma contida. Ela começou a puxar meu corpo e logo eu estava deitada no sofá da sala, com seu corpo prendendo o meu.

Ela beijava com pressa meu pescoço e me senti incomodada com a forma que ela me tocava. Não eram os mesmo toques da nossa primeira vez, eram brutos. Não que eu não gostasse, só que tinha alguma coisa errada.

Numa rapidez incrível, ela tirou minha blusa e abocanhou um dos meus seios já que eu me encontrava sem sutiã. Sua língua revezava entre os seios e eu gemia enlouquecida.

– Vira – sua voz estava mais rouca que o normal.

– O que? – perguntei com a respiração precária.

– Vamos Iglesias – logo eu estava de bruços no sofá e suas mãos rasgaram a única peça que cobria minha intimidade.

E quando menos esperei, ela me penetrou. Gritei, mas não de prazer. Mas porque foi inesperado e com uma força desnecessária.

Fazia meses que eu não era penetrada. Então sim, aquilo causou uma dor incomoda.

– Esta bom?  – perguntou perto do meu ouvido – Fala, esta gostoso hein? – sinto um tapa na minha nádega e gemi entre dentes.

Ela puxou meu cabelo sem o mínimo de delicadeza e gritei de dor.

– Porra, você esta me machucando Lucy.

Então ela soltou meu corpo e levantou. Virei e encontrei seus olhos sem aquele brilho, como se ela não tivesse sentido nada naquele momento.

– Que porra aconteceu com você? – digo pegando minha blusa e tentando em vão cobrir minha nudez.

– Eu só estou tentando fazer a porra do meu trabalho! – ela exclama e eu me encolho.

– Não, você me machucou de verdade. Isso foi...

– NÃO! ISSO FOI O QUE VOCÊ FEZ COMIGO. VOCÊ ACHA QUE ME CONHECE, MAS NÃO SABE DE PORRA NENHUMA VERONICA.

Fiquei sem reação, nunca alguém gritou comigo. Nem mesmo minha mãe. Eu estava perdida, assustada. Mas Lucy continuou a jogar as palavras em mim.

– Eu não sou uma puta Veronica, eu não sou nada do que dizem. E estou cansada de todo mundo dizer isso, principalmente você! Tudo isso começou com você. Só porque eu te rejeitei logo no começo, você não passa de uma garota mimada e mal amada.

Senti meus olhos marejarem.

– Eu não dormir com metade do colégio, eu só ando com a porra da minha prima. MINHA PRIMA. Todo mundo me trata mal porque eu ando com a pessoa errada, mas você é que sempre me joga contra a parede e me diminui na frente do colégio inteiro. Só por causa de um ego de merda ferido – ela já chorava, enquanto eu engolia o bolo que formava na minha garganta – Só vim aqui te tratar da maneira que você merece! Você é um idiota Iglesias.

Com essas últimas palavras, ela foi embora. Deixando-me com uma dor no peito e lágrimas caindo sobre meu rosto.

(---)

Passei dias sem sair de casa, minha mãe até estranhou. Mas o que eu podia fazer já que o peso das palavras de Lucy ainda estava doendo? 

– Ficar me remoendo aqui não vai adiantar nada – resmunguei.

Decidi fazer o melhor que eu faço, beber até não ter mais consciência e acorda na cama de alguma estranha.

Saí de casa por volta das 20hrs e entrei em um bar qualquer pedindo uma garrafa de vodka barata. No quarto copo eu já estava entediada e levemente tonta.

Sério que eu to enchendo a cara por causa de uma mulher? Olha onde você foi se meter Veronica. Que decepção.

– Olha só quem eu encontrei...

Virei e dei de cara com Alexa e sua mão no meu rosto.

– VOCÊ PIROU? – gritei enquanto sentia meu rosto arder.

– Não, você que é uma retardada. Você podia tratar qualquer um mal Veronica, mas não a minha prima. Ela não é igual a essas crianças que você pega por aí não.

Senti mais outra tapa e quase cai, porém, Alexa me pegou pela gola da minha jaqueta e ficou cara a cara comigo.

– É melhor arranjar um jeito de fazer minha prima parar de chorar ou eu acabo com a tua vida garota.

Fiquei boquiaberta, como diabos eu ia fazer aquilo?

– Como espera que eu...

Ela me soltou e pegou um guardanapo e pediu uma caneta pro barman que me olhava assustado.

– Toma, aqui o endereço da casa dela. Aproveita que o tio e a tia trabalham até tarde hoje e vai resolver esse problema. AGORA!

Ela me empurra e eu ajeito minha roupa enquanto procuro por meu carro no estacionamento. O que eu ia dizer pra Lucy?

“Oi vi aqui me desculpar porque sua prima me ameaçou de morte”. De graça eu ainda levaria mais uma tapa da Vives.

Chegando ao endereço indicado, fiquei meia hora encarando a casa chique da Vives, seus pais eram bons de vida. Pai era gerente de banco e a mãe era pediatra. E só tinham a Vives de filha.

– Deus me ajude...

Abri a porta do carro e fiquei mais alguns minutos debatendo entre apertar a campainha ou sair correndo dali.

Quando eu ia apertar a campainha, a porta se abre.

– Que porra você ta fazendo aqui? – Lucy fala entre dentes.

– Eu... Eu vim... – engulo em seco e respiro fundo – Vim me desculpar.

Ela forçou uma gargalhada antes de responder.

– Que piada sem graça, virou um humorista agora foi? Prefiro você sendo uma vadia sem coração!

Fecho a cara porque essa apelido pegou desde a nossa briga no colégio.

– Me escuta. Por favor.

Pra desgraçar tudo, começou a chover.

– Ta, pode falar.

– Vai me deixar pra fora?

– Vou.

Fiquei com a boca aberta, que pu... Calma, respira.

– Olha, eu sei que errei contigo desde o começo Vives. Sim, eu fui estupida, burra...

– Idiota, incessível...

– Me deixa terminar, por favor – supliquei e já sentia os pingos fortes da chuva sobre meus cabelos – Sim, tudo que você disse é... É verdade – murmuro quase sem voz.

Ela me olha surpresa.

– Eu não presto, sou uma covarde, não gosto de me apegar. Tenho medo porque meu pai me abandou quando eu era criança e eu nunca soube o motivo. Minha mãe prefere ficar no trabalho a ficar comigo, também, quem ia querer da atenção pra uma filha igual a mim? Sou uma completa idiota, trato mal todo mundo que não me convém. Em todos esses anos eu nunca me incomodei em dormir com um monte de garotas e ser xingada no dia seguinte – parei pra respirar e tinha seu olhar sério sobre mim – Mas ser rejeitada por quem eu mais queria foi devastador – ela arregalou os olhos e eu abaixei minha cabeça envergonhada.

Eu sempre senti uma atração por Vives desde quando a vi pela primeira vez, sempre reparei mais, sempre tive pensamentos diferentes em relação a ela. Não era como as outras em que eu só pensava em ter por uma noite. Quando a convidei pra sair e ela me disse “NÃO” logo de cara, fiquei com raiva e eu só pensava em acabar com ela. De preferência, com sua pouca reputação. Patético, eu sei!

– Você o que? – ela perguntou com a voz falha.

– Qual é Lucy? Você acha que eu convido toda menina que eu pego pra sair?

Ela assentiu.

– Deus, não. Eu nunca fiz isso. Você foi a primeira e fez questão de deixar explicito que tinha nojo em ficar perto de mim. Isso me feriu, não porque eu tinha um ego lá em cima. Mas porque eu realmente pensei na hipótese de fazer diferente, por você.

Ficamos em silencio, enquanto a água já molhava todo meu corpo.

– Vem, entra...

Fiquei parada parece uma pateta.

– Quer pegar um resfriado? – ela pergunta impaciente.

Neguei e ela abriu espaço para minha entrada. Fiquei olhando admirada para o interior da casa enquanto se fazia uma poça de água abaixo de mim.

– Vamos pro meu quarto, você toma um banho quente enquanto eu limpo aqui.

Assenti e fomos em direção a um corredor pequeno que ficava no primeiro andar. Entramos no seu quarto e eu nem tive tempo de admirar porque ela me empurrou pro banheiro.

– Eu vou pegar umas roupas pra você.

Sem falar mais nada, ela me deixa sozinha no banheiro. Entrei debaixo do chuveiro e a água estava quentinha. Suspirei em alivio.

Ao sair encontro um conjunto de moletom da cor cinza e uma cueca box ainda na embalagem. Sorri.

Garotas que usam cueca box é outro nível.

Ao sair, encontro Lucy sentada na cama que ficava encostada perto de uma janela. Ela observava a chuva atentamente.

– Eu gosto de você Veronica.

Acho que parei de respirar. Fiquei parada ao lado da cama, sem sabe se sentava ao lado dela ou caia porque minhas pernas estavam bambas.

– É ridículo eu sei, mas... Eu realmente gosto de você. Quando você falou comigo na primeira vez, eu sabia que só era sexo que você queria. Mesmo você insistindo outras vezes, eu também tinha meu orgulho. E o meu medo.

Ela riu com desdém.

– E o meu medo se concretizou, você começou a me tratar com uma puta, pior ainda. Humilhava-me e eu nunca fazia nada. Até que eu comecei a juntar algumas peças e arranjei um método de te machucar também. Falar da sua família é como te dar uma apunhalada pelas costas. Não é?

Assenti e sentei na cama e me arrastei até ficar na sua frente. Mas seu olhar continuava preso na chuva que caía forte lá fora.

– É. Mas nada me deixou mais perturbada do que aquele dia.

Ela finalmente olhou pra mim.

– O jeito como você me tratou, doeu. Senti-me um nada. Eu já tinha um vazio em mim devido aos problemas com meus pais, mas ouvir você despejando aquelas palavras deixou tudo mais pesado. E eu realmente sinto muito por tudo que fiz Lucy.

Ficamos em silencio por um bom tempo. Cada uma debatendo com seu próprio pensamento.

Senti uma mão no meu rosto e ela se aproximando de mim. Sentando no meu colo, me fazendo engolir em seco.

– O que você sente quando eu faço isso? – ela desliza sua mão para meu rosto e faz um leva carinho.

– Pra falar a verdade, nervosismo. Você tão perto me deixa sem jeito.

Digo fechando os olhos e escuto sua risada. Ela encosta o rosto no meu e solta o ar quente no meu maxilar. Plantando um beijo na minha orelha.

– E agora?

Pego sua mão e coloco no meu peito. Meu coração estava acelerado.

– Fico com medo. Porque eu gosto.

Ela me olha surpresa. Sorrio sem jeito e me encaixo no espaço de seu pescoço e respiro seu cheiro. Ficamos naquele abraço coala por um bom tempo. Não queria sair dali, estava tão quentinho.

– Vero?

– Oi? – digo com a voz abafada.

– Namora comigo?

Levanto meu rosto e ela sorrir da minha expressão.

– Que? Lucy, eu nunca... Lucy... – sinto minhas bochechas ardendo e ela ri mordendo a mesma.

– Olha só, ela esta sem jeito. Que linda.

Ela se deita, me puxando e eu fico com meu corpo preso ao seu, já que ela trança as pernas na minha cintura.

– Lucy, eu nunca namorei na vida – digo colocando alguns fios de cabelo atrás de sua orelha.

– Eu também. Pra tudo tem uma primeira vez.

Sorrio e ela me dá um selinho.

– Gosto quando sorri.

A beijo com todo a vontade acumulada, seus lábios estavam geladinhos. Tão gostosos de chupar e eu o fiz. O beijo foi conduzido com calma, sem pressa. Ela mordia meus lábios e sorria em meio aos selinhos.  Logo ela inverteu nossa posição, ficando por cima e forçou seu joelho no meu centro.

– Hum... Espera – digo a afastando pelos ombros.

– O que? – ela diz em desespero – Por favor, eu to cheia de vontade Vero.

– Mas... Você não quer ir pra um encontro primeiro?

Ela me olha com tedio. E sinto um beliscão na minha barriga.

– AÍÍ, isso doeu mulher.

– Você é retardada ou o que? To aqui tentando te oferecer uma noite incrível em silencio e você falando de primeiro encontro, sinceramente Iglesias, você me decepciona.

Lá estava à velha Lucy que eu conhecia, me desafiando, debochando... Mas me causava uma sensação tão boa agora. Ri e a beijei a deixando conduzir.

Em meio a caricias, arranhões e gemidos, nossas roupas foram sendo arrancadas.

– Hum, to louca pra te provar de novo – Lucy disse em meio a mordidas no meu pescoço, sua boca descia para minha clavícula e plantava beijos ali. Arrepiando cada pelo do meu corpo. – Desde a nossa primeira vez, só consigo pensar nessa sua bocetinha apertada.

Senti sua língua se apossar do meu bico rígido esquerdo e o chupar com devoção. Fazendo eu cravar minhas unhas em seu ombro. Ela intercalava entre meus dois seios. Os chupando, lambendo, mordendo, os deixando vermelhos e sensíveis.

Minha respiração estava precária e só piorou quando ela começou a descer.

– Vou te chupar até sentir você desabar, perder os sentidos. Vou te mostrar o que andou perdendo Iglesias.

Com essa última fala, senti sua língua nos meus lábios maiores, seus dedos me abrindo e sua língua me explorando de um jeito que ninguém faz há tantos meses.

– Hum, isso! – gemi apertando meus seios – Ah, Lucy!

Clamei seu nome quando ela chupou meu clitóris e o mordeu. Puxando meu ponto de prazer e passando a língua por toda a minha intimidade. Recolhendo meu pré-gozo. Eu estava preste a explodir quando senti ela introduzir um dedo em mim, perdi o ar com aquilo.

Tinha esquecido de como aquilo era bom.

– Tão apertada Vero, porra, eu vou te foder a noite inteira.

Aquelas palavras me instigaram mais ainda, com seu segundo dedo me alargando, eu gozei em sua boca. Gritando seu nome para quem pudesse ouvir, sem medo. Explodi na boca de Lucy e ela não para de estocar em mim.

– Que delicia de boceta Vero. Seu gosto se tornou meu favorito a partir de agora.

Ela escala meu corpo e senta no meu quadril e volta a estocar devagar.

– Só agora? Hum... – pergunto forçando seu quadril em minha coxa.

– Vagabunda... – uma coisa que me excita é me xingar na hora do sexo.

Palavrões, xingamentos e tapas são o que não pode faltar numa boa transa. Ainda mais quando você começa a fazer isso com a pessoa que você gosta. Nossa, a proporção do prazer é outra.

– Isso, vai me xinga. Eu amo! Vai, fode Lucy! – ela morde meu lábio e invade minha boca mais uma vez, sinto os resquícios do meu gozo ali e ela começa a meter em mim sem dó.

A chuva lá fora deixava o clima mais gostoso dentro daquele quarto, seu corpo tremendo acima do meu, nossos gemidos se espalhando pelo quarto me deixava em um estado vergonhoso. Lucy já deslizava para dentro de mim com facilidade.

– Droga, eu to perto Lucy, ahhh...

Ela parou de estocar e eu quase a mato com os olhos. Ela sorri do meu desespero e se ajeita melhor entre minhas pernas, fazendo nossos bocetas se encontrarem.

Oh, ela não ia... Porra, ela já estava fazendo.

– Voc-Você quer me matar? – pergunto gaguejando, ela rebolava devagar, porém, com firmeza. Meu corpo afundava no colchão quando ela vinha pra frente.

– Sim. Mas de tanto fazer você gozar, ah Vero, você nunca mais vai ficar com essa cara azeda de quem nunca gozou direito.

E com isso ela começa rebolar com mais força. Aperto sua bunda e a forço a rebolar mais.

– Quem disse que nunca gozei direito?

Ela ri e começa a massagear meu clitóris. Meu gozo já estava dando sinais.

– Pelo jeito que você grita meu nome... – ela esconde o rosto no meu pescoço e eu começo a arranhar sua costa – Vai, grita meu nome vai, deixa a vizinhança saber que alguém esta tendo o melhor sexo da sua vida.

Sorrio em meio a gemidos, que desgraçada!

– AHHH LUCY, VAI, FODE MINHA BOCETA!! VAI! – ela rebolava com tanta precisão e força que a cama já batia na parede. Fazendo um barulho que ajudava mais ainda a dar folego. [N.A: famosa passivinha escandalosa, adoro].

E com pontadas certeiras, explodo no melhor orgasmo de toda minha vida. Agarro-me ao corpo de Vives e mordo seu ombro ao ouvir seu gemido contido perto do meu ouvido.

Sinto seu líquido se misturar ao meu e se perder entre as brechas das minhas nádegas. Nosso gozo foi tanto que molhou o lençol da cama. Lucy caiu exausta ao meu lado.

Agora só se era possível ouvir nossas respirações e a chuva lá fora. Ficamos em silencioso até nossas respirações se normalizarem.

Percebo seu olhar em mim e viro o rosto encontro uma Lucy com os olhos fechados e com um sorriso contido.

Chego para mais perto de seu corpo e me aconchego a ela, me encaixando entre suas pernas e me perdendo ao seu cheiro no pescoço.

– Sou sua namorada agora? – pergunto.

Seu corpo tremer devido a sua risada.

– Você aceitou? – pergunta fazendo carinho no meu cabelo.

– Como poderia rejeitar depois desse orgasmo de matar?

Sinto-a beijar meu cabelo que por sinal ainda se encontrava molhado.

Agarrado ao corpo dela eu soube que teria que superar muita coisa pra fazer aquilo dar certo. E eu faria, porque agora Lucy seria minha e eu seria dela e ninguém iria mudar aquilo. 


Notas Finais


Talvez eu volte com outro spin off de Mammy, mas nada certo. Se tiver, qual casal vocês querem?
Semi, Norminah, Camren, Larry, SAYLOR???
@SrtWilliams5H


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...